Polêmica

Bolsonaro vai ao STF contra ex-aliado Julian Lemos após ser acusado de agredir Michelle

Ex-aliado diz que Bolsonaro bate em Michelle: 'Deu uns tapas nela' | VEJA

A ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido feito pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para que seja aberto uma investigação criminal contra o deputado paraibano Julian Lemos (União Brasil).

“Determino a abertura de vista dos autos ao Senhor Procurador-Geral da República, Dr. Augusto Aras, a quem cabe a formação da opinio delicti em feitos de competência desta Suprema Corte, para manifestação no prazo regimental”, assinalou.

A ação é fruto das acusações de Julian contra o ex-aliado por supostas agressões contra a ex-primeira-dama do país, Michelle. Julian afirmou recentemente que Bolsonaro espanca a esposa e que ela sequer consegue olhar para ele. O parlamentar citou um suposto caso de quando Michelle teria colocado silicone e Bolsonaro não teria gostado. “São claras as ofensas dirigidas contra mim e minha família, o que atrairia a incidência dos tipos penais que tratam dos crimes contra a honra”, disse Bolsonaro no pedido.

Na semana passada, Julian Lemos anunciou que escreverá um livro em 2023 sobre as intimidades com Jair Bolsonaro no período de alguns anos em que os dois foram amigos. Um capítulo do livro seria destinado para relação de Jair Bolsonaro com Michelle. Com o caso agora indo parar no STF, ninguém sabe se Julian seguirá com a ideia.

Com informações do MaurílioJr

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Polêmica

POSSÍVEL ENGASGO: Polícia investiga morte de bebê de apenas dois meses em CG

UM PRESO: Polícia Civil em Campina Grande elucida mais um crime de latrocínio - PB AGORA

A Polícia Civil está investigando a morte de um bebê de dois meses, que aconteceu no domingo (1º), em Campina Grande. Os pais levaram criança a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), dizendo que ela tinha se engasgado. Mas a equipe médica chamou a polícia após perceber sangramento no nariz do menino.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o médico que atendeu o garoto disse que o sangue no nariz dele já estava seco. Por isso, imaginou que a morte havia acontecido alguns minutos antes dele chegar ao hospital. O profissional de saúde também disse que a mãe da criança parecia cuidadosa.

O corpo do bebê foi encaminhado para Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol), onde passou por um exame cadavérico. O laudo médico confirma engasgo.

Ainda conforme o Numol, não foram encontrados hematomas no corpo do menino, mas foi identificado um sangramento interno, nas vias aéreas.

Mesmo com o resultado do laudo sendo positivo para engasgo, a Polícia Civil disse que caso continua em investigação.

G1

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Polêmica

VÍDEO: ‘SEM VERGONHA’ Casal é flagrado em cena de sexo explícito em praça, no interior da PB

Um casal foi flagrado em uma cena de sexo explícito na principal praça de Catolé do Rocha, no Sertão do Estado. O vídeo viralizou nas redes sociais na manhã desta segunda-feira (02) e se tornou o comentário principal na cidade.

O caso foi registrado em um dos bancos da chamada “meia-lua” da Praça José Sérgio Maia, localizada na principal avenida de Catolé do Rocha.

O vídeo foi registrado à noite nas proximidades do cenário montado para as comemorações de Natal e Fim de Ano na Praça. Pelo local, como é possível observar, há um intenso movimento de pessoas de várias idades.

Até o momento, não há confirmação da data de gravação ou se o casal já foi identificado.

De acordo com o Código Penal Brasileiro, a prática do sexo explícito flagrada pode ser enquadrada no artigo 233, que trata do crime da prática de ato obsceno em lugar público ou aberto ou exposto ao público.

A pena estipulada é de detenção de três meses a um ano ou multa.

Blog do BG PB com informações do Clickpb

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Polêmica

DENÚNCIA: Cantor paraibano pode ser o responsável por morte após acidente em JP; Suspeita de embriaguez

Acidente entre moto, carro e caminhonete em João Pessoa — Foto: Antônio Vieira/TV Cabo Branco
Denúncias anônimas apontam que o cantor Mauricinho foi o responsável pelo acidente na manhã de hoje (01), na BR 230, onde um motociclista perdeu a vida.

PRIMEIRAS HORAS DE 2023: Motociclista morre em acidente na BR-230, em JP

O músico também ficou ferido e foi socorrido para o Hospital de Trauma da Capital, ainda segundo informações, o artista estaria embriagado ou muito cansado oque teria provocado a tragédia após uma noite de shows.

Mauricinho dos teclados, teria perdido o controle da caminhonete quando retornava para a casa atravessando o canteiro e colidindo em outros veículos, infelizmente um homem que estava na moto, acabou morrendo.

A colisão foi na Br-230 próximo à entrada do conjunto Castelo Branco, no Km 119.

Blog do BG PB com ParaíbaDaHora

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: Médicos em CG completam 3 meses sem receber salários; Prefeitura responde sobre atrasos

Cresce número de jovens com transtornos mentais em Campina
Médicos contratados pela Prefeitura de Campina Grande por meio de PJ (Pessoa Jurídica) acabam de completar três meses sem o devido pagamento dos salários. Em alguns casos, a ausência de recursos chegou ao quarto mês em dezembro.

Os profissionais, que estão com salários atrasados, prestam atendimento aos hospitais Pedro I e Dr. Edgley Maciel. Mas, a prefeitura alega que o atraso atinge, neste momento, apenas profissionais do Hospital Dr. Edgley Maciel.

A Secretaria de Saúde do Município, se manifestou sobre o assunto. Segundo a SMS, “temos um hiato para o recebimento dos recursos por parte do Ministério da Saúde. O MS só repassa dois meses após a produção, o que repercute na demora do pagamento.”

Ainda de acordo com a Prefeitura de Campina Grande, “como o contrato é via PJ, é como se os médicos recebessem como uma empresa prestadora de serviços, que via de regra recebe dois meses após a execução dos serviços.”

Segundo a gestão, os salários atrasados serão pagos na próxima semana quando for iniciado o exercício financeiro de 2023.

Blog do BG PB com MaurílioJr

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Polêmica

VÍDEO: ”BATA EM MIM” Vereador e marido de Prefeita discutem e quase ”saem no tapa”, durante sessão na PB

O médico Elsinho Cunha Lima, marido da prefeita de Areia, Dra. Silvia, teria tentado agredir o vereador Cláudio Gomes durante sessão na manhã desta sexta-feira, (30) após o parlamentar criticar a atual gestão.

Na ocasião, o parlamentar cobrava esclarecimentos sobre a aplicação de recursos devolvidos pela Casa. “Oitocentos e vinte e sete mil reais sendo devolvidos hoje. Eu não sei se a prefeita perdeu a oportunidade, mas também há tempo, mas também de passar por aqui e dizer onde foi gasto os R$ 488 mil que no ano passado essa Casa também devolveu aos cofres públicos da prefeitura”, cobrou.

Após a crítica, Elsinho foi em direção ao vereador mas precisou ser contido por outros parlamentares.

A Câmara de Areia, Casa Manoel da Silva, realizou sessão especial nesta sexta para o ato de devolução de R$ 820 mil não usados pela gestão aos cofres públicos do município.

Blog do BG PB com Paraíba

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Polêmica

VÍDEO: ‘DENÚNCIA’ Paciente com fratura na perna, aguarda por cirurgia após uma semana em Hospital da PB

Ronnivon Gomes de Oliveira, 47 anos, após uma semana ainda aguarda cirurgia no Hospital Regional de Patos, no sertão do Estado após fraturar a perna. O homem que mora na Rua Donato Lócio, no bairro do Jatobá, caiu da escada, enquanto trabalhava.

Ele foi socorrido e encaminhado ao setor de ortopedia da unidade de saúde do município, mas até a manhã desta sexta-feira, (30) permanece na fila da cirurgia aguardando o procedimento.

A família revelou que a cirurgia foi marcada duas vezes e depois desmarcada, por falta de material, o que causou revolta nos parentes e no próprio paciente que gravou um vídeo e divulgou nas redes sociais para denunciar o caso.

“Passo noites e noites sofrendo”, lamenta Ronnivon durante trecho da gravação.

Até o momento o Hospital não se pronunciou sobre o assunto.

Blog do BG PB com PatosOnline

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Polêmica

Fiocruz superfaturou em R$ 12,9 milhões compras de ventiladores e aventais na pandemia

Fiocruz | Unidos contra a Covid-19
O relatório de auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) aponta superfaturamento de R$ 12,9 milhões na importação de ventiladores pulmonares e aventais pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

O órgão também identificou que os salários de técnicos de enfermagem teriam sido superfaturados em pelo menos R$ 1,7 milhão entre maio e outubro de 2020.

A CGU ainda concluiu que a construção do Centro Hospitalar da Fiocruz foi feita sem estudo sobre a demanda após a pandemia, o que teria gerado despesas continuadas sem observância da Lei de Responsabilidade Fiscal, além de “risco de manutenção indevida da contratação de mão de obra assistencial”.

Todas essas demandas fazem parte do contrato 54/2020 do órgão, cujo valor total é de R$ 187,4 milhões. As aquisições foram feitas sem licitação pela Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec).

Superfaturamento de EPIs

Em abril de 2020, início da pandemia da Covid-19, a fundação adquiriu 14 ventiladores de transporte Shangrila 510s, Asano Electronics Co Limited, no valor unitário de R$ 134,9 mil. No entanto, o mesmo equipamento poderia ser encontrado, segundo a CGU, por menos da metade do preço, a R$ 52,8 mil.

No mesmo mês, a Fiotec comprou 300 mil aventais por R$ 57,33 cada, considerando os custos de importação, como frete e seguro. O valor de referência do produto, porém, é de R$ 18,05, segundo a Controladoria.

Dessa maneira, a compra dos ventiladores gerou um superfaturamento de R$ 1,1 milhão, e a dos aventais de R$ 11,7 milhões.

A Fiocruz argumentou sobre a dificuldade de realizar as aquisições no cenário pandêmico e de obter preços de referência. “Deve-se lembrar que as Unidades que adquiriram itens por valores inferiores enfrentaram as mesmas dificuldades e conseguiram adquirir os itens por menores valores”, contra-argumentou a CGU.

“Dessa forma, não cabe a afirmação da fundação de que ‘não houve superfaturamento, mas sim o preço que tivemos que pagar, para garantir oportunamente a capacidade instalada mínima do Centro Hospitalar de Atenção e Apoio às Pesquisas Clínicas para Pacientes Graves – Sars-Cov-2, naquele momento’”, acrescentou.

Superfaturamento de salários

A Controladoria também analisou a contratação de enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos plantonistas pela Fiocruz na pandemia, por R$ 30,3 milhões.

Para verificar se os salários pagos pela Fiotec estavam de acordo com os salários pagos em contratações temporárias de outros órgãos da Administração Pública, a CGU usou como referência a RioSaúde, empresa pública do Rio.

“Constatou-se que os salários de enfermeiros plantonistas, técnicos de enfermagem e médicos plantonistas foram superiores aos salários pagos para estas categorias profissionais nas contratações realizadas pela Administração Pública, no mesmo período, para a mesma finalidade de enfrentamento da Covid-19”, afirma o órgão.

Os médicos e enfermeiros plantonistas foram desconsiderados do cálculo final, uma vez que o superfaturamento foi de 5%, enquanto, no caso dos técnicos de enfermagem, foi de 44%. A Fiocruz contratou pouco mais de 2 mil técnicos com remuneração individual de R$ 2,7 mil. A média de salários dessa mesma profissão é de R$ 1,8 mil no Rio.

Com isso, o pagamento de salários superiores aos valores de mercado resultou no superfaturamento de R$ 1.716.690,68, referente ao período de maio a outubro de 2020.

“O fato de o salário ser superior ao de mercado também repercute nos encargos e provisões, ou seja, também significa um aumento de custos indiretos do contrato, que não foi incluído no cálculo do superfaturamento. Não foram analisados os salários das demais categorias profissionais contratadas e nem dos demais enfermeiros e médicos, que atuam em outros setores, outro regime de plantão ou outra carga horária semanal”, assinalou o órgão.

Construção de centro hospitalar

A CGU também apontou irregularidades na contrução do Centro Hospitalar da Fiocruz, logo no início da pandemia.

A unidade, batizada de Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 – Instituto Nacional de Infectologia, foi construída em menos de dois meses. O investimento necessário foi estimado pela Fiocruz em R$ 140 milhões.

“A característica de estrutura permanente do centro hospitalar, sem as devidas estimativas de demanda e de impacto orçamentário-financeiro, representa risco para a sustentabilidade do complexo a longo prazo e risco de manutenção indevida da contratação de mão de obra assistencial, via Fiotec, de forma contínua e por prazo indeterminado”, assegurou a Controladoria.

O órgão de controle apontou ainda que não foi elaborado estudo técnico detalhado para a criação da unidade. A Fiocruz alegou que não foi realizado levantamento uma vez que a situação emergencial não permitia.

“A decisão de construir uma estrutura permanente não foi baseada em avaliação formal e criteriosa de custo versus benefício, não foi acompanhada da indicação de orçamento para manutenção do hospital, nem de estudo técnico que demonstre que há demanda futura suficiente para um hospital, com essa capacidade, voltado para o tratamento de doenças infectocontagiosas, ainda que essa demanda exista, como argumenta a Fiocruz”, argumenta a CGU.

Outro lado

Procurada pelo Metrópoles no início da tarde dessa quarta-feira (28/12), a Fiocruz afirmou que “já prestou os devidos esclarecimentos à CGU e respondeu detalhadamente aos apontamentos do referido relatório”.

Metrópoles

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Polêmica

PF conclui inquérito que aponta incitação ao crime, por parte de Bolsonaro, ao divulgar dados falsos sobre máscaras e vacina da Covid

Bolsonaro recusou vacina da Pfizer em 2020 por metade do preço - Politica - Estado de Minas
A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que encerrou as investigações do inquérito aberto para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro ao associar, falsamente, as vacinas contra a Covid a um risco maior de contrair o vírus da Aids.

O inquérito já havia concluído que Bolsonaro cometeu incitação ao crime ao divulgar essas informações falsas – e, com isso, desestimular o uso de máscaras e a vacinação contra Covid no país.

A relação que o presidente fez não corresponde à verdade. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outras autoridades de saúde já esclareceram que as vacinas não trazem doenças. Pelo contrário, evitam contaminação.

Na mesma transmissão pela internet, Bolsonaro divulgou outra mentira: a de que pessoas teriam morrido de pneumonia, durante a epidemia de gripe espanhola na Europa, por terem usado máscaras. Não há dados históricos que comprovem essa afirmação.

Agora, com a conclusão das investigações, o material será remetido ao STF.

A live em que Bolsonaro divulgou as informações falsas foi retirada do ar, dias depois, por YouTube e Facebook.

Bolsonaro fez a associação falaciosa entre vacina da Covid e risco de desenvolver Aids em uma live nas redes sociais no dia 21 de outubro do ano passado.

Em agosto, a delegada Lorena Lima Nascimento afirmou ao STF ter elementos de que Bolsonaro e o ajudante de ordens Mauro Cid, que ajudou o presidente produzir o material divulgado na live, cometeram incitação ao crime.

No Código Penal, incitação ao crime é conduta ilegal que pode dar prisão de três a seis meses.

A PF vê ainda que houve uma contravenção penal dos dois por provocarem alarme , “anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto”.

“Jair Messias Bolsonaro teria, de forma direta, voluntaria e consciente disseminado a desinformação de que as vítimas da gripe espanhola, na verdade teriam morrido em decorrência de pneumonia bacteriana, “causada pelo uso de máscara”, incutindo na mente dos expectadores um verdadeiro desestímulo ao seu uso no combate à COVID-19, quando naquele momento, por determinação legal, seu uso era obrigatório pela população, contrariando as orientações mundiais atinentes ao combate à pandemia da COVID-19 promovidas pela Organização Mundial de Saúde, à utilização de vacinas no enfretamento da COVID-19, bem como às normas legislativas vigentes à época”, escreveu a delegada.

A delegada cita que Bolsonaro foi intimado para marcar depoimento, mas como não houve resposta a PF considerou que era o exercício do direito de permanecer em silêncio.

“Essa ausência, contudo, não trouxe qualquer prejuízo à elucidação dos fatos”, diz.

“Pelas razões acima expostas, finalizamos a presente investigação criminal concluindo-se pela existência de elementos probatórios concretos suficientes de autoria e materialidade para se atestar que JAIR MESSIAS BOLSONARO e MAURO CESAR BARBOSA CID, em concurso de pessoas, em concurso de pessoas, cometeram os delitos de ‘provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto’, previsto do art. 41 da Lei de Contravenções Penais, bem como de ‘incitação ao crime’, previsto no art. 286 do Código Penal Brasileiro”.

G1

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Polêmica

ATRASO DE MILHÕES: Demora das obras no Parque do Jacaré gera reclamação

Feira de Artesanato do Jacaré, em Cabedelo - Paraíba - Falando de Viagem
As obras do Parque Municipal Turístico do Jacaré, em Cabedelo, onde fica o pôr do sol mais famoso do Litoral paraibano, estão atrasadas há pelo menos quatro meses e seguem sem previsão de conclusão. A situação tem
causado transtornos aos comerciantes que trabalham no Centro de Comercialização de Produtos Artesanais, instalado naquele lugar.

Além da poluição visual, provocada pelos entulhos e tapumes no entorno do Parque, os trabalhadores alegam que os resquícios das obras inacabadas dificultam a ida dos turistas aos boxes e, consequentemente, o faturamento das vendas.

Ao todo, 40 lojas estão instaladas no local. Uma delas é gerida pela comerciante Marilza Almeida, que há cerca de três anos trabalha no Parque do Jacaré. Para ela, o atraso nas obras demonstra descaso do poder público não só com os artesãos, mas também com os turistas e visitantes que, diariamente – e nesta época
do ano principalmente –, chegam ao principal ponto turístico do município e um dos cartões postais mais bonitos da Paraíba.

De acordo com informações da Secretaria de Turismo de Cabedelo (Setur), o atraso nas obras de reestruturação do Parque Municipal Turístico do Jacaré é decorrente das chuvas e das condições climáticas que acometeram o Litoral paraibano nos últimos meses. No entanto, as obras da primeira etapa, orçada em R$ 2,1 milhões, e inicialmente prevista para ser concluída em agosto de 2022, foram parcialmente liberadas nesse fim de semana.

Blog do BG PB com União

 

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