Na tarde desta sexta-feira (03), um carro foi engolido por um buraco no asfalto, na avenida Pedro II na Torre, em João Pessoa. Os ocupantes do veículo foram socorridos por populares que alí passavam e a Semob foi acionada para tentar organizar o trânsito que acabou ficando congestionado nas duas vias da avenida Pedro II.
O casso ocorreu nas imediações da lombada eletrônica e medidas já foram tomadas para tentar solucionar o problema, evitando mais acidentes nas proximidades e possíveis congestionamentos do trânsito no local. O corpo de bombeiros está, nesse momento, no local junto com agentes da Seinfra e da Cagepa.
A preocupação maior neste momento é dos moradores do residencial “Fit Jardim Botânico”, que temem que o residencial sofra abalos e sua estrutura venha a ser prejudicada, de alguma forma, com outros possíveis incidentes naquela região. Confira abaixo um vídeo feito por moradores que já observavam o asfalto ceder gradativamente:
Ao que tudo indica, o asfalto cedeu devido a um rompimento de uma galeria pluvial. O buraco que foi aberto, na tarde desta sexta, tem cerca de 6 metros de profundidade. Os moradores do residencial temem possíveis desmoronamentos até mesmo dentro do próprio residencial.
Um carro foi engolido por um buraco no asfalto, na avenida Pedro II na Torre, em João Pessoa. O incidente ocorreu na tarde desta sexta-feira (03). Um veículo caiu dentro do buraco, mas os ocupantes foram resgatado por populares através de cordas.
A Semob foi acionada para tentar organizar o trânsito que acabou ficando congestionado nas duas vias da avenida. O casso ocorreu nas imediações da lombada eletrônica e medidas já foram tomadas para tentar solucionar o problema, evitando mais acidentes nas proximidades e que o trânsito fique ainda mais congestionado. Câmeras da Semob-JP registraram o momento em que carro afunda:
Um carro foi engolido por um buraco no asfalto, na avenida Pedro II na Torre, em João Pessoa. O incidente ocorreu na tarde desta sexta-feira (03). De acordo com informações preliminares, um veículo caiu dentro do buraco, mas os ocupantes foram resgatado por populares através de cordas.
A Semob foi acionada para tentar organizar o trânsito que acabou ficando congestionado nas duas vias da avenida.
O casso ocorreu nas imediações da lombada eletrônica e medidas já foram tomadas para tentar solucionar o problema, evitando mais acidentes nas proximidades e que o trânsito fique ainda mais congestionado.
Na Avenida Pedro II, sentido Centro/bairro, o bloqueio já está sendo realizado a partir do cruzamento com a Rui Barbosa. Condutores devem seguir à direita pela Beira Rio e descer a alça até a Br-230.
Um carro foi engolido por um buraco no asfalto, na avenida Pedro II na Torre, em João Pessoa. O incidente ocorreu na tarde desta sexta-feira (03).
De acordo com informações preliminares, um veículo caiu dentro do buraco, mas os ocupantes foram resgatados por populares através de cordas.
A Semob foi acionada para tentar organizar o trânsito que acabou ficando congestionado nas duas vias da avenida. O caso ocorreu nas imediações da lombada eletrônica e medidas já foram tomadas para tentar solucionar o problema e evitar mais acidentes no local.
A Semob informou que a Av. Pedro II, sentido Centro/bairro foi bloqueada em sua totalidade.
Pelo menos 300 policiais militares da Paraíba ainda não se vacinaram contra Covid-19. Ao ClickPB, o presidente da Comissão de Ações de Prevenção para Covid-19 da Polícia Militar, coronel José Ronildo Silva, disse que houve uma redução da quantidade de policiais não imunizados. Eram 460 inicialmente. Nesta sexta-feira (03), confirmou que a corporação está realizando um trabalho de convencimento com a categoria.
“Estamos fazendo um trabalhando de convencimento diretamente com cada homem e mulher e dessas 460 nós estamos com uma média de 300”, afirmou o coronel. Ele contou ainda que as principais justificativas de não terem tomado a vacina são vários motivos. “Desde medo, não confiam na vacina, dizem que a China quer dominar o mundo, por problemas de religiosidade, alguns têm doenças, tem medo de tomar e piorar, e outros por convicção política mesmo”, revelou, em conversa com o portal.
Circulou informações de que o Comando Geral da Polícia Militar tinha afastado policiais que não tomaram a vacina contra Covid-19. No entanto, o coronel José Ronildo explicou que isso não aconteceu. “O afastamento se deu aqui em virtude da idade e de alguns policiais que apresentam comorbidades. Isso ocorreu independente deles terem tomado ou não eles foram afastados do serviço”, frisou, destacando que a idade dos afastados foi os que têm 60 anos.
Ainda de acordo com o presidente da Comissão, o Comando aumentou o prazo para retorno. De acordo com os infectologistas, o prazo mínimo para imunização total é de 21 dias após a segunda dose. “Aqueles que tem mais de 60 anos sem comorbidade e tomaram as duas doses da vacina a gente está aumento o prazo de 30 dias para que ele volte para o serviço normal. Quem não tiver nessas condições para o trabalho não volta”, frisou.
Um princípio de incêndio foi registrado no início da manhã desta sexta-feira (3) no prédio da Funjope, localizado na esquina da Rua Duque de Caxias, no Centro da Capital paraibana. O Corpo de Bombeiro foi chamado para fazer o controle do fogo, que já foi controlado. O cheiro da fumaça ainda é muito forte no local.
As primeiras informações apontam que o fogo teria partido de um curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado.
O fogo começou na hora em que os funcionários estavam chegando para trabalhar, mas ninguém ficou ferido.
Segundo o Sargento Alexandro, do Corpo de Bombeiros, o fogo ficou concentrado em dois cômodos, localizados na parte de baixo do prédio e comprometeu a parte elétrica do prédio. “O incêndio estava se estendendo, mas foi feita uma ação rápida, com uma entrada forçada, e foi feita a extinção do incêndio”, disse.
Clodomiro Frazão, síndico do Condomínio Águas da Serra, em Bananeiras rebateu as acusações feitas por proprietários do empreendimento, de que não haveria transparência na gestão. Segundo ele, todas as prestações de contas estão disponíveis no aplicativo ao qual todos os 680 proprietários têm acesso. “O que houve foi um erro na sucessão do Conselho Fiscal, que não respeitou as regras da Convenção e retirou o presidente eleito do Conselho. Por isso fez-se necessário ajuizar ações”, afirmou.
Eleito em 7 de março de 2020, com 98% dos votos, Clodomiro Frazão afirma que o problema do condomínio foi levado para o lado pessoal. “Este ano tive uma divergência com o Diretor de Golf e desde então minha vida virou um inferno. As denúncias são infundadas, uma vez que nosso condominio há dois anos não sofre reajuste, ao contrário, promovemos um desconto de 5% no valor da taxa paga e atualmente contamos com R$1,2 milhão em caixa para administrar”.
O síndico desafiou os condôminos a provarem desvios em sua gestão ” Sou um homem honesto e desafio qualquer um a provar desvio ou uso indevido de um real que seja, por mim”, finalizou.
Cinco dia após justiça negar pedido de dissolução sumária do Conselho Fiscal do Condomínio Águas da Serra, em Bananeiras, a desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, da Primeira Câmara Cível indeferiu os pedidos interpostos no Agravo de Instrumento no Processo Processo nº: 0812459-75.2021.8.15.0000 por Clodomiro Morais, síndico do empreendimento.
Para a desembargadora não compete ao judiciário intervir, previamente, no exame das decisões interna corporis que levaram os Membros do Conselho Fiscal a convocarem reuniões de seus membros. “Impende assinalar que não estando demonstrado o prejuízo que a realização da reunião do Conselho Fiscal poderia acarretar, incabível a sua suspensão ou cancelamento de sua convocação”, afirmou.
O agravo de instrumento é um recurso que pretende obter a reforma das decisões chamadas de interlocutórias. São aquelas decisões que não encerram o processo, mas têm poder em questões pontuais em cada caso. Cabe ainda recurso a ser apreciado em segundo grau.
Após veiculação de matéria, na quinta-feira (2), aqui no Blog do BG, informando a respeito da crise de transparência no Condomínio Águas da Serra, em Bananeiras, recebemos seis mensagens através de Whatsapp e quatro ligações de proprietários distintos, confirmando que existe sim uma crise e a exigência de transparência nas contas, reafirma o conteúdo da postagem do Blog do BGPB.
Segundo as denuncias recebidas, a administração utiliza-se das violações de direitos ao negar informações sobre a realidade financeira do Condomínio.
Nas mensagens, casos envolvendo falta de transparência são relatados, e que nem mesmo o Conselho Fiscal, eleito pela maioria dos 680 condominos, tem suas prerrogativas respeitadas, a eles sendo negados acesso a recibos de compras e despesas do Condomínio.
O blog do BG na Paraíba continua acompanhando as ações neste luxuoso empreendimento, prezando por transparência.
O Ministério Público da Paraíba ofereceu denúncia contra 12 pessoas por fraude em licitação com verbas do Fundo Municipal de Saúde de Alagoa Grande, no Agreste paraibano. Os supostos crimes foram investigados pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) no âmbito da operação Papel Timbrado.
A Operação Papel Timbrado foi deflagrada em 2014 com o objetivo de desmantelar organização criminosa composta, notadamente, por empresários (com apoio de auxiliares técnicos [engenheiros e contadores], colaboradores e “laranjas”) e operadores que haviam criado (e vinham se utilizando) empresas “fantasmas” e “de fachada” para fraudar licitações públicas e desviar os recursos delas provenientes.
Pedidos
A denúncia foi oferecida pelo 1º promotor de Justiça de Alagoa Grande, João Benjamim Delgado Neto. Ele pede a aplicação da perda de cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo dos réus, além da interdição para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de 8 anos subsequentes ao cumprimento da pena.
Também pede a fixação do valor mínimo para reparação dos danos morais coletivos, ante a extrema gravidade do crime praticado, assomado ao fato de que os prejuízos decorrentes da corrupção são difusos e pluriofensivos (lesão à ordem econômica, à administração pública, inclusive, à respeitabilidade do Executivo perante sociedade brasileira).
Foram denunciados:
Emanuelle da Costa Chaves Trindade – ex-gestora do FMS de Alagoa Grande
Adonis de Aquino Sales Júnior – dono da empresa “Adonis”
Sérgio Ricardo Pereira da Cruz – proprietário da empresa Safira
Antônio Alexandre Breckenfeld – proprietário da empresa “Colorado”
Acácio Marques Moreira – integrante do núcleo de operadores da Orcrim
João Patrício de Freitas Moreira – integrante do núcleo de auxiliares da Orcrim
Juliana Ribeiro Veras Pinto – integrante do núcleo de auxiliares da Orcrim
Maria do Socorro Bezerra Fernandes, conhecida por “Fernanda” – integrante do núcleo de auxiliares
Camila Cruz de Freitas Moreira Barbosa – integrante do núcleo de colaboradores
José Ronaldo Amaral de Araújo Júnior – integrante do núcleo de colaboradores
Eric Guedes Marques
Patrick Wallace Breckenfeld Alexandre de Oliveira – integrante do núcleo de “laranjas” e colaboradores
Entenda o caso
Em fevereiro de 2014, o Fundo Municipal de Saúde de Alagoa Grande, gerido pela então secretária Emanuelle da Costa, inaugurou o Convite n.o 001/2014, com o objetivo de contratar obra de engenharia destinada à ampliação da Unidade Básica de Saúde do Cruzeiro (PSF-II), com valor orçado de R$ 99,96 mil.
Participaram dessa licitação as empresas Adonis de Aquino Sales Junior ME, Safira Serviços e Construções LTDA e Colorado Construções e Locações de Equipamentos e Veículos Ltda, sagrando-se vencedora a empresa Safira.
Entretanto, conforme a denúncia, tudo não se passou de um mero “embuste”, tendo ocorrido emprego de empresas ‘fantasmas’ ou de fachada; licitação de ‘cartas marcadas’ (conluio entre empresários e agentes públicos); e ‘montagem’ do caderno licitatório.
Conforme a denúncia, entre os empresários denunciados (Adonis de Aquino Sales Júnior, Sérgio Ricardo e Patrick Wallace) que participaram, no prisma formal, do convite em questão, tudo o que não houve foi “competição”, marcada por sigilo de propostas e atenção aos mais diversos princípios que regem a atuação da Administração Pública.
As investigações do MPPB mostraram que as tarefas foram claramente distribuídas: Sérgio Ricardo autorizou o uso da “Safira” (e de seus papéis) para o operador Acácio, que elegeu seu filho João Patrício para representá-lo na prefeitura e sua filha Camilla para viabilizar a documentação da empresa de Adonis (a “Sales”), enquanto obtinha a documentação da empresa “Colorado”, com seu parceiro Waldson. Entraram em cena também Fernanda e Juliana para a fabricação dos papéis, ambas contando com o apoio de José Ronaldo, que guardava o carimbo falsificado do engenheiro da Safira.
Em relação a Eric Guedes Marques, a denúncia aponta que, na qualidade de sócio formal da empresa Safira, que ele não era responsável pela administração, e sim Sérgio Ricardo, mas recebia pela utilização de seu nome e assinatura de documentos, geralmente declarações e boletins. Já Patrick Wallace Breckenfeld Alexandre de Oliveira, na qualidade de proprietário formal da empresa Colorado, assinou todos os documentos necessários à montagem fraudulenta.
Ainda conforme a denúncia, Emanuella da Costa, na condição de ex-gestora do Fundo Municipal de Saúde de Alagoa Grande homologou licitação sabidamente fraudulenta.
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