Três lojas foram destruídas por um incêndiona manhã deste sábado (2), em João Pessoa. Os estabelecimentos ficam localizados na Avenida Euzely Fabrício de Sousa, no bairro de Manaíra. Ainda não foi possível identificar onde o fogo começou.
Duas lojas trabalham com conserto e manutenção de sapatos e bolsas e a outra com molduras.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas ao chegar ao local, o fogo já havia se alastrado. Os militares realizaram o rescaldo no local para evitar que as chamas se propagassem.
A passageira de um carro que derrapou na rodovia próximo à Mata Redonda, distrito de Alhandra, caiu em uma ribanceira de aproximadamente 5 metros após descer do veículo. O caso aconteceu na noite desta sexta-feira (28).
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, mais dois veículos teriam atingido o carro que derrapou, mas apenas a mulher precisou ser hospitalizada, sendo socorrida por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com fratura nas pernas.
A ocorrência, segundo órgão, foi propiciada pelas fortes chuvas que atingiram a Região Metropolitana de João Pessoa desde ontem.
Na próxima semana, será sancionada pelo governador João Azevêdo a Lei de Proteção Social dos Militares, aprovada em dezembro pela Assembleia Legislativa do Estado. Após as reuniões realizadas no início de janeiro com as entidades representativas dos oficiais e praças e da Caixa Beneficente da Polícia Militar, o governador acatou sugestões apresentadas pelos líderes da categoria e vetará artigos que serão objeto de regulamentação posterior, por meio de projeto de lei que o chefe do Executivo encaminhará à ALPB.
Um desses vetos será ao artigo 49, que tratava da possibilidade de incorporação no Serviço Militar Temporário nas Forças Militares de Segurança do Estado da Paraíba. Também será vetado o artigo 15, que trata da reserva remunerada de ofício, objeto de Projeto de Lei que vai ser enviado agora no retorno dos trabalhos legislativos, para permitir maior mobilidade e potencializar as promoções de todas as patentes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, atendendo a um pleito da categoria.
No projeto de lei que o governador enviará ao Legislativo também será encaminhada proposta de alteração na lei de remuneração, para adequar a legislação estadual aos ditames da Lei Federal 13.954/19, ficando assegurado aos militares que ingressaram na corporação até o dia 31 de dezembro de 2021 a percepção do adicional de inatividade e o cálculo dos proventos de aposentadoria correspondente ao soldo do posto ou graduação imediatamente superior à que possuía no serviço ativo.
As fortes chuvas acompanhada de grande ventania registradas na noite dessa sexta-feira, 28, em João Pessoa, fez com placas da latera externa do Mangabeira Shopping fossem derrubadas.
O juiz da 4ª Vara da Justiça Federal, na Paraíba, Vinícius Costa Vidor, mandou para leilão um apartamento pertencente à ex-chefe de Comissão de Licitação da Prefeitura de Campina Grande, Anna Thereza Chaves Loureiro. A decisão faz parte de um processo em fase de cumprimento de sentença.
Anna Thereza era auxiliar na gestão do ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo.
Ela foi condenada por improbidade administrativa, numa ação do MPF que apurou irregularidades na contratação de uma empresa para construção de cisternas.
Em 2017 foram condenados na ação do MPF, em 1ª instância, o ex-prefeito Veneziano Vital e mais três pessoas: José Luiz Neto (filho do ex-vice-prefeito), o empresário Luciano Arruda Silva e Anna Thereza.
Eles recorreram ao TRF5 e Veneziano conseguiu reverter a decisão, sendo absolvido pelos desembargadores. Os demais investigados tiveram as penalidades diminuídas.
O imóvel pertencente a Anna Thereza fica localizado na Praia de Ponta de Campina, em Cabedelo, e está avaliado em R$ 541 mil.
O edital do leilão foi publicado no Diário da Justiça Federal de ontem.
Foto: reprodução
O Blog não conseguiu contato com os advogados de Anna Thereza Chaves Loureiro. O espaço para manifestações estará, claro, sempre aberto.
O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba convocou reunião para este sábado (29) com o segmento de shows e entretenimento, e com a Secretaria de Estado da Saúde, para discutir a realização de eventos de massa que possam gerar aglomerações, tendo em vista o agendamento de vários shows e eventos na Paraíba nos meses de fevereiro e março. A reunião será virtual, a partir das 10h.
Pretende-se, ao final da discussão, enviar ao governo estadual os encaminhamentos acordados e considerações de possível alteração no decreto que limita a participação de público em eventos de massa, em razão da alta transmissibilidade da variante ômicron do patógeno causador da covid-19.
O motivo da reunião é o aumento no número de casos de covid nos últimos 15 dias no Estado da Paraíba, que levou ao incremento da procura por testes na rede pública e privada, o que pode ocasionar a demora nos resultados e afetar, inclusive, o manejo clínico dos pacientes.
Além disso, já há o aumento no número de atendimentos clínicos e hospitalares, amplamente noticiado pela imprensa e, mesmo sem impacto em maiores internações, o setor privado de saúde já sente o impacto da dinâmica hospitalar. A rede pública também informou que o Hospital Metropolitano esgotou os leitos para Covid.
Os funcionários de empresas de ônibus da Grande João Pessoa encerraram a paralisação de uma hora realizada no Parque da Lagoa, nesta sexta-feira (28). Mas ele vão parar novamente nos próximos dias até que recebam uma nova proposta da classe patronal, segundo o presidente do Sindicatos dos Motoristas do Estado da Paraíba, Ronne Nunes.
Os motoristas pararam os ônibus nas plataformas do Parque da Lagoa entre 13h e 14h. Mas, de acordo com Ronne Nunes, haverá novas paralisações e até sinalização de greve na próxima semana.
“Duas pegadas”
A principal luta é pelo fim das ‘duas pegadas’: segundo o presidente do Sindicatos dos Motoristas do Estado da Paraíba, o trabalhador “sai antes do amanhecer e só retorna a noite para casa e fica no terminal de quatro a seis horas parado.”
Salário e auxílios
O presidente do Sindicatos dos Motoristas do Estado da Paraíba também informou que os trabalhadores tiveram perda salarial de quase R$ 800. “A gente recebia 2% por toda a renda [das viagens] do ônibus. Na pandemia, começaram a pagar só a renda em dinheiro, sem contar a dos pagamentos de passagem no cartão. Então a gente recebia cerca de R$ 500 e passou a receber, no máximo, R$ 80 dessa comissão.”
Já sobre o vale-alimentação, Ronne Nunes disse que houve corte pela metade. O valor era de R$ 600 e caiu para R$ 300 para os trabalhadores dos ônibus e para os setores da administração e manutenção foi de R$ 300 para R$ 150.
Negociações
Na quinta-feira (27), o sindicato dos patrões e o sindicato da categoria se reuniram em mesa redonda de negociação. Os funcionários recusaram a oferta de 3% de aumento e pedem reajuste de, no mínimo, 10,7%.
Segundo Ronne Nunes, não há nova reunião prevista e, por isso, eles vão pressionar com novas paralisações curtas do transporte coletivo e com a sinalização de greve na próxima semana até conseguir nova negociação sobre as reivindicações.
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