Após quase dois anos de portas fechadas, a maior casa de shows da capital paraibana irá reabrir para eventos. A Domus Hall reabriu hoje para ajustes dos protocolos sanitários e reformas.
De acordo com informações, a reabertura oficial irá acontecer no dia 6 de novembro com Nando Reis e seu filho, Sebastião.
Seguindo regras do protocolo sanitário, da cidade de Cabedelo, local onde a casa de shows está localizada, o evento acontecerá com 50% da sua capacidade de público, que é de oito mil pessoas.
As vendas do varejo no Dia das Crianças avançaram 16,5% em relação ao mesmo período — 6 a 12 de outubro — de compras de 2020, mostram os dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado.
As compras feitas em lojas físicas avançaram 15,8% e as vendas digitais, 21,4%.
Os gastos com alimentação em bares e restaurantes avançaram 20,2% enquanto o setor de brinquedos registrou leve queda, 0,7% nas vendas em relação ao feriado do ano passado.
O maior crescimento de faturamento nominal foi registrado em Santa Catarina, com 27,4% de avanço nas vendas.
O plenário da Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (13) um projeto de lei que estabelece um valor fixo para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis. A proposta foi aprovada por 392 votos a favor, 71 contra e 2 abstenções. O texto segue agora para análise do Senado.
O substitutivo do relator, deputado Dr Jaziel (PL-CE), obriga estados e o Distrito Federal a especificar a alíquota cobrada do ICMS de cada produto pela unidade de medida adotada (litro, quilo ou volume) e não mais sobre o valor da mercadoria, como ocorre atualmente. A proposta torna, na prática, o ICMS invariável frente a oscilações no preço dos combustíveis e de mudanças do câmbio.
Pelas estimativas apresentadas pelo relator, as mudanças estabelecidas pelo projeto devem levar a uma redução do preço final praticado ao consumidor de, em média, 8% para a gasolina comum, 7% para o etanol hidratado e 3,7% para o diesel B. “A medida colaborará para a simplificação do modelo de exigência do imposto, bem como para uma maior estabilidade nos preços desses produtos”, disse o parlamentar.
PARLAMENTARES PARAIBANOS
Dos deputados que representam a Paraíba, na Câmara, três votaram contra a proposta. São eles:
Aguinaldo Ribeiro (PP)
Damião Feliciano (PDT)
Julian Lemos (PSL)
Sete votaram pela aprovação da proposta. São eles:
Os preços ao consumidor nos Estados Unidos aumentaram com força em setembro e devem subir ainda mais nos próximos meses em meio a uma alta nos custos dos produtos de energia, o que lançaria dúvidas sobre a visão do Federal Reserve de que o aumento da inflação é transitório.
O índice de preços ao consumidor subiu 0,4% no mês passado, após alta de 0,3% em agosto, informou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira. Nos 12 meses até setembro, o índice aumentou 5,4%, após avançar 5,3% em agosto ante o ano anterior.
Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o índice teve alta de 0,2%, após avanço de 0,1% em agosto, o menor ganho em seis meses. O chamado núcleo da inflação subiu 4,0% em comparação com o ano anterior, após alta de 4,0% em agosto.
Economistas consultados pela Reuters projetavam alta de 0,3% do índice geral e 0,2% do núcleo.
A Comissão de Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, durante reunião na manhã desta quarta-feira (13), o projeto de Lei 3247/2021, do Governo do Estado, que institui o programa de parcelamento incentivado de débitos fiscais, com redução de juros e multas relacionados ao ICMS.
Destinado a recuperar débitos tributários, vencidos até 31 de julho de 2021, o programa oferecerá redução entre 70 e 80% no pagamento de multas. Haverá, ainda, a possibilidade de dividir o débito em até 30 vezes, com desconto de 50 a 60% dos juros de mora. Quem preferir, poderá parcelas a dívida em até 60 meses, sendo beneficiado com redução de 30 a 40% no valor das multas e juros.
O ministro Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia, disse nesta quarta-feira (13) que foi pego de surpresa e ficou chateado com o corte do governo em verbas para a ciência. Ele disse que conversou com o presidente Jair Bolsonaro e com a ministra Flávia Arruda (Secretaria de Governo), e que o Planalto teria prometido a reposição dos recursos.
Na última quinta-feira (7), o Congresso remanejou mais de R$ 600 milhões do Orçamento, que anteriormente seriam utilizados para o financiamento de pesquisas, e destinou recursos para aplicações em outras áreas de sete ministérios.
O projeto foi modificado no Congresso a pedido do Ministério da Economia e gerou protesto de oito entidades ligadas à ciência no país. Em uma carta endereçada ao presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), as instituições apelam aos parlamentares que revertam a retirada de recursos do setor.
O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou, nesta terça-feira (12), que o governo só considera estender o auxílio emergencial, que ajudou famílias de baixa renda a sobreviverem na pandemia, se surgir uma nova variante da Covid-19.
A última parcela do benefício será paga em 31 de outubro.
“Se tivermos um aumento na doença, faremos o mesmo que antes: nós aumentaremos os gastos com proteção para os mais vulneráveis. Mas não é isso o que está acontecendo, com vacinação em massa e volta segura ao trabalho”, disse.
O FMI (Fundo Monetário Internacional) revisou as projeções para o desempenho da economia brasileira em 2021 e 2022. No ano que vem, a estimativa é de crescimento de 1,5% –redução de 0,4 ponto percentual em comparação com a projeção anterior, de julho (1,9%). Para este ano, revisou a expectativa de crescimento de 5,3% em julho para 5,2%.
Dado está no relatório Perspectiva Econômica Mundial divulgado nesta terça- feira (12).
Segundo a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, o reajuste da estimativa para o Brasil baseia-se no efeito da alta esperada da taxa básica de juros, dada a inflação elevada no país.
O órgão também revisou para baixo a projeção de crescimento do PIB mundial. Em julho, a estimativa para 2021 era de crescimento de 6,0%, e agora é de 5,9%. Para o ano que vem, a projeção é que a economia global cresça 4,9%.
Segundo o FMI, a revisão para baixo para 2021 reflete a redução das projeções para as economias avançadas –em parte devido a interrupções na cadeia de fornecimento– e para países em desenvolvimento de baixa renda, em grande parte devido ao agravamento da dinâmica da pandemia….
Diferenças no acesso às vacinas contra a covid-19 e de espaço fiscal para investir em políticas de estímulo econômico ampliam a discrepância de resultados no ritmo da recuperação entre países avançados e emergentes e em desenvolvimento….
Na análise do FMI, a variante delta e o risco de surgimento de novas variantes aumentaram a incerteza em relação a quanto tempo o mundo levará para superar a pandemia, o que também impactou a revisão.
O ministro Paulo Guedes (Economia) disse nesta terça-feira (12) que o prejuízo por ter se retirado de investimentos para exercer o cargo supera o patrimônio em sua offshore nas Ilhas Virgens Britânicas.
“Não fiz nada errado. Antes de entrar no governo me desfiz da maior parte dos investimentos. Perdi 4 a 5 vezes o que tenho na offshore”, afirmou o ministro em entrevista ao vivo à jornalista Julia Chatterley, da CNN internacional.
Ele deu essa resposta ao ao ser perguntado por Chatterley se havia se beneficiado, com o patrimônio na offshore, da desvalorização do real frente a outras moedas.
O ministro está em Washington, onde participa do encontro anual do FMI (Fundo Monetário Internacional). É a primeira entrevista em que Guedes fala sobre o tema desde a investigação Pandora Papers revelar sua offshore, em 3 de outubro.
Na entrevista à CNN, Guedes ressaltou que se afastou da administração da offshore e que a propriedade da empresa é legal e declarada ao BC (Banco Central), à Receita Federal e à Comissão de Ética da Presidência da República.
A inflação dos países desenvolvidos e emergentes ainda tem espaço para subir neste ano, atingindo seu pico nos últimos meses de 2021, aponta um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI).
A expectativa, porém, de acordo com o organismo multilateral, é que a situação melhore no ano que vem, com preços voltando aos patamares pré-pandêmicos em meados de 2022.
Essa análise consta no relatório World Economic Outlook, que será apresentado no encontro anual do FMI em Washington, nesta terça-feira, às 10h (horário de Brasília).
Entre os motivos para o aumento de preços global está a retomada do consumo, após a reabertura da economia, além da alta das commodities, como o aço, e da escassez de insumos.
Apesar das estimativas positivas para o próximo ano, o FMI avalia que ainda há o risco de a inflação continuar avançando em 2022.
Alimentos subiram 40% na pandemia em todo o mundo
“O aumento acentuado dos preços da habitação e a prolongada escassez de oferta de insumos nas economias avançadas, mercados emergentes e economias em desenvolvimento, além de continuadas pressões nos preços dos alimentos e desvalorizações cambiais neste último grupo podem manter a inflação elevada por mais tempo”, aponta o relatório.
O FMI destaca ainda que os preços globais dos alimentos subiram cerca de 40% desde o início da pandemia, o que impacta principalmente os países emergentes, onde a participação dos alimentos nas cestas de consumo é alta.
Brasil teve avanços no controle da inflação
A autoridade monetária reconhece que economias emergentes como o Brasil tiveram avanços no controle da inflação a partir do início dos anos 2000, atingindo uma ancoragem similar à das economias mais desenvolvidas. No entanto, ressalta que entre esses países ainda existe muita instabilidade nos preços.
O relatório cita alguns exemplos de políticas públicas adotadas por países em momentos de inflação em alta, como os Estados Unidos, entre 1965 e 1983, o Chile entre 2007 e 2009, e o Brasil entre 2002 e 2005.
No caso brasileiro, o FMI aponta que a experiência comprovou a “necessidade de maior ação de política monetária para contrariar expectativas não ancoradas e estabelecer credibilidade” e como políticas transparentes e de contingenciamento do Estado poderiam complementar as políticas monetárias.
A lição, de acordo com o Fundo, também serve para o momento atual enfrentado pelos países.
Segundo o relatório, estudos mostram que o medo da inflação pode levar a expectativas de inflação mais alta e, consequentemente, a um aumento real dos preços. Por outro lado, políticas públicas consistentes ajudam a manter a inflação sob controle.
Por isso, o FMI ressalta a importância de que os agentes públicos, como os bancos centrais, estejam prontos para agir.
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