Faltando menos de três meses para o primeiro turno da eleição presidencial, a Justiça decidiu que Adélio Bispo de Oliveira, o homem que tentou matar Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018, deve seguir preso em uma penitenciária federal.
Adélio poderia ser libertado por agora, às vésperas do início oficial da campanha deste ano.
O despacho foi assinado nessa quinta-feira (14) pelo juiz federal Bruno Savino, da cidade mineira de Juiz de Fora, onde ocorreu o atentado. Ele é o responsável pelo processo criminal aberto contra Adélio Bispo pela tentativa de assassinato.
A decisão será encaminhada ao juiz corregedor responsável pela penitenciária federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde Adélio está preso. O magistrado deverá chancelar o veredicto.
“Foram ouvidos parlamentares (em todos os níveis), os dirigentes partidários, líderes de todos os cantos do país. A constatação é que não temos unidade para caminhar coligado com um candidato de outro partido”, disse. Kassab ressaltou que a sua preferência entre os pré-candidatos atuais somente será anunciado em um “momento oportuno”.
Mesmo com a proposta de neutralidade para as eleições presidenciais, no âmbito estadual, a legenda fechou diferentes alianças regionais. Em São Paulo, correligionários pessedistas apoiarão Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) – ex-ministro do governo Jair Bolsonaro – como pré-candidato ao governo do Estado. No Rio de Janeiro, a sigla caminhará junto de Rodrigo Neves (PDT) – aliado de Ciro Gomes. Em Minas Gerais, o PSD lançará Alexandre Kalil como postulante ao cargo de governador com André Quintão (PT) – sigla do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A mídia brasileira tem reportado que a Gol Linhas Aéreas suspendeu a distribuição da Revista Veja em seus balcões, depois de uma polêmica envolvendo uma capa com o titulo “Perigo à Vista” sobre a foto de Jair Bolsonaro, presidente da República. O caso ganhou maior repercussão depois que o senador Flávio Bolsonaro pediu um esclarecimento à empresa aérea.
A reação do senador veio depois que um vídeo, mostrando o balcão da Gol em Congonhas com vários exemplares da Revista Veja, começou a ser compartilhado masivamente nas redes sociais e nos aplicativos de conversa, como o Whastapp. O cinegrafista, que não se identifica, comenta que a filmagem foi feita no dia 12 de julho.
No Twitter, o senador disse “lamentar profundamente pela empresa aérea tomar tal iniciativa”. Ele chegou a pedir uma posição da empresa.
Lamento profundamente a @VoeGOLoficial tomar esta iniciativa. Espero que não seja em função de alguma promessa do ex-presidiário de “ajudar” a companhia aérea, caso aconteça a catástrofe de sua quadrilha voltar ao poder.
Aguardo, sinceramente, uma posição oficial da empresa. pic.twitter.com/zpHnWggpBq
Na própria rede, a Gol se posicionou dizendo também “lamentar profundamente” a situação e ressaltar que “as ações promocionais da empresa não têm qualquer viés político”. A aérea salientou que “a parceria de distribuição de revistas com a Ed. Abril, hoje suspensa, não abrange editorial ou escolha de notícias”.
O Ministério da Economia divulgou nesta quinta-feira (14) a atualização das projeções de estatísticas macroeconômicas. Dentre as revisões, a pasta projeta agora um crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2022, ante 1,5% na projeção anterior.
Com a revisão, o número volta para o patamar do que era esperado para a atividade econômica de 2022 no fim do ano passado. O valor é melhor que a estimativa do mercado financeiro, que, de acordo com a última edição do Boletim Focus, prevê alta de 1,59%.
Para este ano, a expectativa é que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) termine em 7,2%. A projeção foi reduzida em relação à anterior, de 7,9%. O número é menor que os 7,67% esperados pelos analistas do mercado financeiro.
Em termos nominais, o PIB de 2022 é projetado em R$ 9,7 trilhões, um valor R$ 10 bilhões maior que o de 2021.
A pasta também divulgou as previsões para os indicadores referentes a 2023. Em relação ao PIB, não houve alteração na previsão de crescimento de 2,5%.
Já a projeção para o IPCA ao fim do próximo ano subiu para 4,5%, ante os 3,6% divulgados anteriormente.
No Boletim Macrofiscal de julho, a pasta afirma que “a revisão da atividade econômica se dá, em grande medida, pelo resultado das pesquisas mensais do IBGE já divulgadas, como a Pesquisa Industrial Mensal, a Pesquisa Mensal de Serviços e a Pesquisa Mensal de Comércio”.
Também como justificativa para as revisões, o Ministério da Economia cita as alterações observadas no mercado de trabalho e na massa de rendimento real.
No trimestre encerrado em maio de 2022, a variação da população ocupada foi 10,6% maior que no mesmo período de 2021, representando um aumento de 9,4 milhões de pessoas. Já nas variações salariais, o documento cita crescimento em setores como construção e comércio.
Apesar das revisões positivas, o documento destaca que “os riscos externos devem ser monitorados, sobretudo a guerra na Ucrânia e
seus impactos nas cadeias globais de valor”. O processo de alta de juros nos Estados Unidos também é citado como um novo fator de risco global.
Devido a esses riscos, houve revisão nas expectativas de crescimento de países desenvolvidos (de 3,8% para 2,6%) e emergentes (de 5% para 3,7%).
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, aprovou um Projeto de Lei do Senado, que dobra a indenização a ser paga por empresas que praticarem infração à ordem econômica, como o cartel.
O texto altera a Lei de Defesa da Concorrência, que atualmente já pune as infrações à ordem econômica com multa administrativa de até 20% do faturamento bruto da empresa, segundo a gravidade do caso. A proposta cria exceção se houver acordo de leniência ou termo de compromisso de cessação (TCC) firmado pela empresa com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), autarquia que zela pela livre concorrência.
O projeto poderá seguir à sanção presidencial, caso não haja recurso para a análise, antes, pelo Plenário, pois tramita em caráter conclusivo.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) compartilhou nesta quarta-feira (13.) um vídeo com imagens do quarto em que está hospedado, no 50° Batalhão de Infantaria de Selva, em Imperatriz (MA). Em seu perfil no Twitter, mostrou as instalações e disse que o custo foi “zero”.
“Preço da diária aqui: zero. É o gabinete do comandante do batalhão.[…] Quase toda a segurança dorme comigo no quartel também, custo quase zero. Estamos fazendo nossa parte aí”, declarou.
Em seus grupos de WhatsApp, Bolsonaro também compartilhou, além do vídeo em Imperatriz, uma crítica ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em uma mensagem separada, citou que o petista, durante passagem em Brasília nesta semana, se hospedou em um hotel 5 estrelas com suítes que custam mais de R$ 6.000 a diária
Lula teve compromissos na capital federal na 3ª feira (12.jul.2022) e na 4ª feira (13.jul.2022). Ficou hospedado no Meliá Brasil 21, hotel 5 estrelas. As diárias das suítes de luxo custam:
suite presidencial the level – diária a partir de R$ 2.697,45;
the level gran suite – diária a partir de R$ 2.697,45;
the level royal suite – diária a partir de R$ 6.267,45.
As consultas foram realizadas no site do hotel em 13 de julho de 2022 –nos 3 casos, há um desconto de 27%.
O ator Stênio Garcia, de 90 anos, foi retirado à força de uma entrevista por sua esposa, Marilene Saade, fato que deixou o famoso visivelmente constrangido. Além disso, ele chegou a gritar por “socorro”.
O momento aconteceu nessa quarta-feira (13) enquanto Garcia falava com a reportagem do programa “A Tarde É Sua”, comandado por Sonia Abrão nas tardes da RedeTV!, quando Saade se intrometeu e tirou o artista à força do local.
A esposa do Stênio Garcia o tirou a força de uma entrevista.
Sem pedir licença ao repórter, a esposa de Stênio critica o marido devido ao fato de ele não fazer uso máscara de proteção contra o coronavírus. Conforme Marilene, o famoso poderia pegar covid, o que ela quis evitar, já que até o momento ele ainda não contraiu a doença.
“Não pode pegar coronavírus, você não pegou até agora”, disse Marilene. “Socorro”, gritou Garcia. “Não, desculpa”, disse a esposa do ator após o repórter tentar apaziguar os ânimos.
O goleiro Cássio, do Corinthians, foi agredido por um torcedor do Santos que invadiu o gramado da Vila Belmiro após a partida entre os clubes, nesta quarta-feira (13), pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O Peixe venceu por 1 a 0, mas o Timão avançou por ter vencido o primeiro jogo por 4 a 0. Oito torcedores foram detidos.
A confusão começou assim que o jogo terminou. A torcida do Santos concentrada atrás do gol que Cássio defendia começou a atirar rojões no gramado – os minutos finais já haviam sido interrompidos por conta de sinalizadores no mesmo local. O goleiro chega a aplaudir ironicamente os torcedores pela atitude.
— Curiosidades Brasil (@CuriosidadesBRL) July 14, 2022
Enquanto Cássio deixava a grande área, um torcedor passou pela segurança, invadiu o campo e correu na direção do corintiano, o atingindo com um chute. Cássio conseguiu se defender, e o torcedor ainda caiu no gramado, sendo contido.
Jogadores do Santos e do Corinthians também se desentenderam no gramado. Outros santistas adentraram ao campo em seguida. Os jogadores do Corinthians precisaram deixar o campo correndo em direção aos vestiários.
O Ministério da Cidadania afirmou que o Auxílio Brasil de R$ 600 será pago a partir de agosto. O calendário de julho do benefício já começa na próxima segunda-feira (18), com o pagamento dos atuais R$ 400 a 18,1 milhões de pessoas.
O aumento do valor para R$ 600 até o fim do ano faz parte da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Benefícios Sociais, aprovada nesta quarta-feira (13), na Câmara Federal, com 469 votos favoráveis e 17 contrários. O texto segue agora para a promulgação.
A proposta autoriza o governo federal a gastar R$ 41,2 bilhões para conceder benefícios sociais apenas até o fim do ano, com início do pagamento a alguns meses das eleições. Entre outros pontos, a PEC concede um auxílio financeiro a caminhoneiros e taxistas e amplia os valores do Auxílio Brasil e do Auxílio Gás.
Segundo o Ministério da Cidadania, a meta é incluir todas as famílias habilitadas a receber o benefício. Dados da CNM (Confederação Nacional dos Municípios) mostram um aumento de 113% em abril da fila no CadÚnico (Cadastro Único), que permite o acesso ao Auxílio Brasil. São 2,7 milhões de famílias que aguardam a transferência de renda.
Vinte dias após a sanção da lei federal que limita o ICMS da energia elétrica a 18%, assim como dos combustíveis e telecomunicações, 17 estados e o Distrito Federal já reduziram o tributo.
Além do DF, as alterações foram registradas no Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Santa Catarina.
Em outros três estados – Maranhão, Pernambuco e Piauí -, a queda no ICMS passa pela aprovação das Assembleias Legislativas. Em Mato Grosso, a alíquota já era inferior ao teto. Em relação ao Amapá, Bahia, Roraima, Sergipe e Tocantins, ainda não há posicionamento.
Nesya terça-feira (12), o Ministério de Minas e Energia publicou qual deve ser o potencial de redução nas faturas de energia elétrica. O Ministério de Minas e Energia levou em consideração uma casa que consome 162 kWh/mês, com uma conta média de R$ 150,26. Nesse caso, a redução média no país deve ser de 19,5%, com a fatura caindo para R$ 120,98.
Segundo o governo federal, a maioria dos estados cobrava taxas de ICMS entre 25% e 30%. O Maranhão deve registrar a maior redução, de 32,1%. Lá, o governo encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto que fixa a alíquota em 18%.
O mesmo acontece no Piauí onde um projeto foi aprovado nesta terça-feira e segue para sanção. O Ministério de Minas e Energia prevê uma queda de 28,7% no estado.
Já o Rio de Janeiro, onde o ICMS da energia foi fixado em 18%, a expectativa é que os pacotes do tributo estadual, créditos de Pis/Cofins e aporte da Eletrobras tragam uma queda de até 26,3%.
Os estados com menores percentuais de redução na conta esperados são Roraima (-1,9%), Amazonas (-6,35%) e Pernambuco (-7,1%).
Apesar das adequações feitas pelos governadores para cumprir a lei federal, 11 estados entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal questionando o projeto. Segundo os governadores, a lei em questão “feriu gravemente o pacto federativo e o princípio da autonomia dos entes subnacionais”.
O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) estima um prejuízo de R$ 100 bilhões em 12 meses com a limitação do tributo, principal fonte de arrecadação dos estados.
Estados e DF com redução de alíquota do ICMS da energia elétrica:
Acre: caiu 25% para 17%
Alagoas: alíquota de 17%
Amazonas: alíquota de 18%
Ceará: alíquota de 18%
DF: alíquota de 18%
Espírito Santo: alíquota de 17%
Goiás: passou de 29% para 17%
Mato Grosso do Sul: passou de 25% para 17%
Minas Gerais: passou de 30% para 18%
Pará: baixou de 25% para 17%
Paraíba: caiu para 18%
Paraná: caiu de 29% para 18%
Rio de Janeiro: alíquota de 18%
Rio Grande do Norte: alíquota de 18%
Rio Grande do Sul: alíquota de 17%
Rondônia: alíquota de 17,5%
São Paulo: alíquota de 18%
Santa Catarina: alíquota de 17%
Não conseguimos informações a respeito de Sergipe, Tocantins, Amapá, Bahia e Roraima.
Estados com projeto de lei em análise
Maranhão: encaminhou projeto de lei para Assembleia com alíquota de 18%
Pernambuco: projeto em análise pelos deputados, com alíquota de 18%
Piauí: projeto que prevê ICMS de 18% foi aprovado nesta terça-feira (12) e segue para sanção do governo.
Caso específico
Mato Grosso: já possuía alíquota sobre energia dentro do teto.
Comente aqui