Brasil

BEM DOCINHO: Eleitoras de Lula e Bolsonaro brigam em mercado e arremessam achocolatado

 

 

 

Um vídeo de uma briga generalizada em um supermercado envolvendo eleitores do presidente eleito Lula e de Jair Bolsonaro viralizou na manhã desta sexta-feira (4) nas redes sociais.

Nas imagens é possível ver uma mulher atirando um pacote de achocolatado em pó em uma outra mulher, aumentando ainda mais a animosidade no local.

MaisPB

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Brasil

Salário de Alckmin como coordenador da transição de Lula será menor se comparado com o de vice-presidente

 

Nomeado nesta sexta-feira (4/11) como coordenador da equipe de transição do futuro governo Lula, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) receberá um salário mensal bruto de R$ 17,3 mil pela função.

Alckmin foi nomeado ao posto pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Oficialmente ele ocupará o “Cargo Especial de Transição Governamental – CETG, nível VII”, segundo consta no Diário Oficial da União.

Trata-se do posto mais alto da hierarquia entre os 50 cargos que a equipe de transição terá direito. Os salários começam em R$ 2.701,46 e vão até os R$ 17 mil recebidos por Alckmin.

O montante é menor do que ele receberá como vice-presidente da República. Atualmente, o salário de Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro, é igual ao do presidente, de R$ 30.934,70 brutos por mês.

Metrópoles

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Brasil

“É estupro no Orçamento”, diz Mourão sobre PEC para furar teto

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) criticou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Transição, que está sendo criada pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para furar o teto de gastos. Segundo o general, o plano econômico é “um estupro no Orçamento”.

“Agora, ele [Lula] tem um pepinaço para descascar, não é? Governar o Brasil não é uma coisa simples. Já estou vendo aí que estão fazendo um movimento no Congresso para fazer um estupro no Orçamento. É um problemão que ele tem pela frente”, afirmou o senador eleito em entrevista à Rádio Gaúcha nesta quinta-feira (4)

Mourão referiu-se à PEC que está sendo desenhada pelo vice-presidente eleito e líder da equipe de transição, Geraldo Alckmin (PSB), em conjunto com o relator do Orçamento, o senador Marcelo Castro (MDB-PI).

A ideia é liberar verba fora do teto de gastos para medidas consideradas prioritárias pela equipe de Lula, como: pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600, com bônus de R$ 150 para cada criança de até 6 anos e cumprimento do mínimo Constitucional de investimento em saúde.

Para isso, a equipe de transição estima que precisará furar o teto em ao menos R$ 85 bilhões em 2023. A liberação seria votada pelo Congresso.

Segundo o deputado Ênio Verri (PT-PR) –que está cuidando da área orçamentária na transição, para custear a manutenção do valor do Auxílio com o adicional no próximo ano, serão necessários R$ 175 bilhões, mas há apenas R$ 105 bilhões previstos no Orçamento enviado pelo atual governo.

Já para o investimento mínimo constitucional em saúde faltam R$ 15 bilhões, de acordo com Verri. Os petistas também querem recursos fora do teto para retomar obras paradas, aumentando ainda mais o custo da emenda.

“A prioridade são as obras paradas. Como é que você recupera o crescimento do PIB? Intervindo. Nós discutimos que recuperar as obras, isso implica em mais investimentos, resolve emprego, aumenta a arrecadação e cresce o PIB. Então a gente quer destinar um valor que vai ser discutido para fazer as obras caminharem, mas esses critérios são políticos”, declarou o deputado.

Poder360

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Brasil

Ciro Nogueira nomeia Alckmin e oficializa início da transição

A transição do governo Jair Bolsonaro (PL) para o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou, oficialmente, nesta sexta-feira (4). O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), foi nomeado pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), para o Cargo Especial de Transição Governamental.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Escolhido pela equipe de Lula para coordenar a transição de governo, o ex-governador de São Paulo ganha o status de ministro extraordinário e será responsável por requisitar as informações dos órgãos e entidades da administração pública federal.

Na quinta-feira (3), Alckmin se reuniu com o ministro Ciro Nogueira, que chefia os trabalhos pelo lado do governo Bolsonaro. Este foi o primeiro encontro para tratar do início da transição.

“Entregamos o pedido do presidente Lula nos designando como coordenadores da transição”, disse Alckmin, ao lado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do ex-ministro Aloizio Mercadante. Enquanto o vice-presidente eleito ficará na liderança dos trabalhos, Gleisi vai coordenar a parte política, e Mercadante, a técnica.

Segundo Alckmin, o processo de transição já iniciou, mas é na próxima segunda-feira (7) que os pedidos de informação começam a ser, de fato, repassados. “A conversa foi bastante proveitosa e muito objetiva”, afirmou o pessebista.

Encontro com Bolsonaro

Ainda nesta quinta (3), o vice-presidente eleito se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto pela primeira vez desde a vitória nas urnas de Lula. O encontro não estava na agenda oficial de Bolsonaro, mas o presidente tomou a iniciativa de conversar com Alckmin. Segundo o vice-presidente eleito, Bolsonaro se dispôs a contribuir com o governo de transição.

Transição

Regulamentado pela lei 10.609/2002 e pelo decreto 7.221/2010, o período de transição tem o objetivo de propiciar condições para que o candidato eleito, Lula, possa receber de seu antecessor, Bolsonaro, todos os dados e informações necessárias à implementação do programa do novo governo.

Os membros da equipe de transição serão indicados por Lula e devem ter acesso às diversas informações relacionadas às contas públicas, aos programas e projetos, entre outras informações. O grupo é formado por 50 pessoas, que assumem os cargos especiais de transição governamental (CETG).

A equipe de transição é supervisionada por um coordenador – Alckmin – que ganha o status de ministro extraordinário e a quem competirá requisitar as informações dos órgãos e entidades da administração pública federal.

A ideia é incluir indicações dos nove partidos que formaram aliança no primeiro turno, além de apoios importantes no segundo turno, como o da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que concorreu às eleições para a Presidência da República.

O grupo ficará instalado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, que foi palco de trabalho da equipe de transição do ex-presidente Michel Temer (MDB) para Bolsonaro, em 2018. O espaço fica a cerca de quatro quilômetros do Palácio do Planalto e a oito do Congresso Nacional e da Esplanada dos Ministérios.

R7

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Brasil

PT articula PEC para cumprir promessas de Lula, mas encontra resistências

O PT articula uma Proposta de Emenda à Constituição no Congresso Nacional para começar 2023 cumprindo promessas de campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O texto é considerado necessário para viabilizar, por exemplo, o Auxílio Brasil de R$ 600 com despesas fora do teto de gastos. No entanto, nos bastidores, há resistências ao modelo.

Ao longo desta quinta-feira (3), circulou pelo Parlamento a alternativa de que o Auxílio Brasil de R$ 600 para 2023 poderia ter os recursos garantidos por meio da abertura de um crédito extraordinário, com anuência do Tribunal de Contas da União (TCU). Os petistas e aliados de Lula já conversam com o TCU sobre a transição, mas ainda não há um acordo sobre esse tema específico.

No TCU, há quem veja esse caminho como viável, bastaria justificar bem os requisitos da Constituição.

No caso do crédito extraordinário, a tendência é que ele abrangeria somente o Auxílio Brasil, sem torná-lo permanente, e a PEC viria depois, no ano que vem. Na avaliação de alguns senadores, esse é tido como um caminho mais palpável para que as outras ações pretendidas por Lula possam ser discutidas com mais calma e profundidade no ano que vem, apurou a reportagem.

Há bancadas no Senado que estão divididas e que devem se reunir ainda para decidir como se posicionar. O relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), poderá ser determinante nessas negociações.

CNN Brasil

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Moraes manda PF identificar líderes de movimentos que interditam rodovias

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quinta-feira (3) que a Polícia Federal envie à Corte a identificação dos líderes dos movimentos que interditam rodovias e dos proprietários dos caminhões utilizados para obstruir as vias.

A decisão do magistrado atende a um pedido da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), que solicitou ainda a apreensão dos caminhões e, “na hipótese de identificação de pessoas jurídicas na execução desses atos, que se determine a interdição e lacração de suas garagens”.

De acordo com Moraes, as informações devem ser enviadas imediatamente. Mais cedo, o ministro determinou que a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informe, em 48 horas, quantas multas foram aplicadas pelo país e a placa dos veículos autuados.

R7

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Brasil

Não há mais pontos de bloqueio em rodovias federais, diz PRF

A PRF informou na noite desta quinta-feira (3) que não há mais nenhum bloqueio total em rodovias federais por causa das manifestações contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Só 24 interdições parciais seguem até o momento. De acordo com a corporação, 936 manifestações foram desfeitas.

Segundo a última atualização, os seguintes Estados se encontram com interdições parciais:

Amazonas – duas interdições;
Mato Grosso – 7 interdições;
Mato Grosso do Sul – uma interdição;
Pará – 6 interdições;
Rondônia – 8 interdições.

Poder360

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Equipe de transição terá até 50 cargos com salários de até R$ 17 mil

A transição entre o atual governo de Jair Bolsonaro (PL) e o futuro, de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), começou oficialmente nesta quinta-feira (3/11), com reuniões em Brasília entre membros do grupo vencedor da eleição e autoridades da gestão que está de saída.

Nesta sexta-feira (4/11), o Diário Oficial da União (DOU) deve trazer as primeiras nomeações de aliados de Lula que vão participar dessa transição, a ser coordenada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB).

Essas nomeações são reguladas por uma lei federal de 2002, assinada pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com o objetivo de organizar a transição para o primeiro governo Lula – a Lei nº 10.609/2002.

Pelas regras, os vencedores deverão indicar até 50 nomes para que a Casa Civil do governo Bolsonaro, comandada por Ciro Nogueira, os nomeie oficialmente. Os nomeados terão direito a salários que variam de R$ 2.701,46 a R$ 17.327,65. Os cargos são transitórios e valem até 10 de janeiro do ano que vem, 10 dias após a posse do novo presidente.

A sede da transição, como ocorreu em outras trocas de governo federal, será no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que fica a poucos quilômetros da Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Geraldo Alckmin; a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann; e o ex-ministro Aloizio Mercadante deverão visitar as instalações nesta sexta. Os trabalhos devem ser iniciados na próxima segunda-feira (7/11).

O CCBB continuará funcionando como centro cultural durante a transição. A equipe do novo governo trabalhará em uma área interna e isolada das instalações abertas ao público.

Metrópoles

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Brasil

“PEC da Transição é uma barbeiragem”, diz Renan Calheiros

Renan é multado em R$ 700 mil e tem perfil no Instagram suspenso

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse que a PEC da Transição é um erro e que o ideal seria a equipe de transição do governo procurar o Tribunal de Contas da União (TCU), em vez do Centrão, para viabilizar o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600.

“Essa coisa da PEC é uma barbeiragem, você se entregar com essa facilidade ao Centrão. Não é o  mais  recomendável o mais simples, o menos custoso. Bastaria fazer uma consulta ao TCU de como implementar essas coisas que foram prometidas na campanha, sem necessidade da PEC. Porque a PEC, ao final e ao cabo, foi o caminho utilizado naquela PEC do Estelionato“, declarou o senador Alagoano em entrevista ao O Antagonista. “Recorrer ao Centrão agora, depois de tudo o que representou no governo Bolsonaro, é um erro.”

Renan disse não saber ainda qual será o seu papel no governo de Lula, mas que irá atuar para garantir a governabilidade. Para isso, o senador se encontrou na quarta-feira com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e irá se encontrar com a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR).

“Tem que se fazer uma grande construção de convergência, que eu acho que é o papel da gente nesse momento, dos senadores. Tem que restaurar a institucionalidade, as melhores relações congressuais e a proporcionalidade, e essas coisas todas foram atropeladas por Bolsonaro e pelo Centrão“, explicou Renan. “Eu acho que dá para fazer uma ampla maioria tanto na Câmara quanto no Senado, para eleger sem sobressalto os presidentes das duas casas e garantir um quórum aí para fazer mudança constitucional.”

O Antagonista

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Brasil

Quadro de Temer despenca de galeria dos presidentes no Planalto

Durante a espera pela coletiva de imprensa sobre o governo de transição, o retrato de Michel Temer (MDB) caiu da galeria dos ex-presidentes. O quadro fica exposto em uma parede revestida por pedras de mármore no térreo do Palácio do Planalto. A queda ocorreu em função de movimentação de fotógrafos e cinegrafistas no local.

Uma das pontas do quadro ficou quebrada. A Secretaria-Geral da Presidência da República, responsável pela manutenção do palácio, foi procurada, mas ainda não informou sobre o reparo no quadro.

A galeria fica no térreo do Palácio do Planalto, com imagens de todos os presidentes da República desde 1889. As imagens dos ex-presidentes ficam em preto e branco, e a do presidente em mandato, colorida. A fotografia de Temer chamou a atenção quando foi afixada no painel, pois ele aparece em um ângulo mais aberto do que os antecessores.

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