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Cabo Gilberto é o único deputado paraibano a assinar impeachment de Lula

Moraes inclui deputado federal e políticos da Paraíba em inquérito sobre  dia 8 | O TEMPO

O deputado federal Cabo Gilberto (PL, foi o único parlamentar paraibano a assinar uma lista com um pedido de impeachment do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A lista conta com o requerimento de 48 deputados e foi protocolada pelo deputado federal pelo Rio Grande do Sul, Ubiratan Sanderson (PL).

No pedido de impeachment, os parlamentares alegam que Lula cometeu crime de responsabilidade em três momentos: ao declarar que a Venezuela é vítima de “narrativas” construídas por opositores, ao receber o presidente venezuelano Nicolás Maduro no País e ao indicar seu advogado Cristiano Zanin para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF).

O requerimento não tem efeito imediato e precisa do aval do presidente da Câmara dos Deputados para tramitar. Até o momento, Lula tem ao menos seis pedidos protocolados que solicitam a saída dele do cargo.

Em publicação nas redes sociais, Cabo Gilberto justificou a participação na lista:

Portal da Capital

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Substituto de Deltan quer fazer o L: “Sempre fui adversário do PT, mas temos muitos pontos em comum”

STF determina que ex-deputado do Podemos seja o substituto de Deltan na  Câmara

O paranaense Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) pretende colaborar com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para aprovação da reforma tributária na Câmara.

Hauly assumirá o oitavo mandato como deputado federal, na vaga aberta com a cassação de Deltan Dallagnol (Podemos-PR), por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (9).

“Sempre fui adversário do PT, mas temos muitos pontos em comum, como a questão do arcabouço fiscal, a reforma tributária e outras reformas estruturantes”, disse, em entrevista ao Estadão. “Não estou mais para fazer oposição enfática, como fiz no passado. Estou mais para construir pontes do que arrebentar pontes.”

Ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol era uma das vozes mais atuantes na oposição ao governo Lula. Na terça-feira (6), ele teve o mandato cassado pela mesa diretora da Câmara, que confirmou o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do dia 16 de maio.

Confira a entrevista completa na CNN

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Brasil

Daniel Alves tem recurso negado e seguirá preso na Espanha

Daniel Alves — Foto: Josep LAGO / AFP

O jogador brasileiro Daniel Alves, preso na Espanha desde janeiro por suspeita de ter estuprado uma mulher em uma boate Barcelona, teve um novo recurso negado nesta segunda-feira (12) e seguirá em prisão. A decisão foi feita pela Audiência de Barcelona, a instância mais alta da Justiça da Catalunha, após advogados apresentarem um novo recurso na sexta-feira (9).

Alves é acusado pelo Ministério Público de ter estuprado uma espanhola de 23 anos dentro de um banheiro em uma discoteca da capital catalã. Ele nega.

Desta vez, a defesa do brasileiro alegou que, agora, os filhos e a ex-mulher de Daniel Alves moram oficialmente em Barcelona – uma estratégia dos advogados para tentar garantir que ele não deixará a Espanha enquanto aguarda o processo.

Segundo a imprensa espanhola, a ex-mulher de Alves, Dinorah Santana, e os dois filhos de ambos foram registados na prefeitura de Barcelona – um trâmite legal necessário na Espanha para provar a residência em uma cidade.

Pela nova decisão da Justiça catalã, Alves seguirá então preso no presídio de Brians 2, nos arredores de Barcelona. Atualmente, o caso está em fase de instrução – uma etapa primária na Justiça espanhola na qual um juiz primeiro investiga uma denúncia do Ministério Público para, posteriormente, decidir se o caso irá ou não a julgamento.

Alves, portanto, ainda não é réu, o que é uma das alegações constantes da defesa para que ele aguarde em liberdade.

A juíza responsável pelo caso, no entanto, afirmou em uma sentença anterior à desta segunda que existe alto risco de fuga para o Brasil, por conta de o jogador ter negócios, residência e família no país.

Daniel Alves foi detido em 20 de janeiro, quando foi a uma delegacia de Barcelona para prestar esclarecimentos sobre o caso, que estava então em investigação pela polícia. Policiais afirmaram que ele mentiu em depoimento – inicialmente, Alves negou conhecer a mulher que prestou a queixa.

De lá, ele foi levado à disposição judicial, e a juíza do caso, atendendo a um pedido do Ministério Público, decretou a prisão preventiva do brasileiro.

Desde então, Daniel Alves mudou algumas vezes de versão. Disse, depois, que interagiu brevemente com a mulher. Em uma nova versão, afirmou que a encontrou no banheiro mas que não houve qualquer relação, para depois afirmar que houve relações sem penetração consensuadas.

g1

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CPI do 8 de Janeiro quer ouvir Moraes e 8 ministros de Lula

Moraes na festa de Lula: conduta não seria aceita para juízes comunsFoto: Antonio Augusto/TSE

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do 8 de Janeiro começa a votar requerimentos de convocação, convite e informação apresentados pelos congressistas nesta semana. Na lista de pedidos, está a convocação de 8 ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Levantamento feito pelo Poder360 mostra que, dentre os mais de 800 requerimentos apresentados na comissão, 27 miram auxiliares da equipe ministerial de Lula. Os principais alvos são os ministros Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública) e José Múcio (Defesa). Há também intenção de chamar à CPI o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A votação dos requerimentos começa na terça-feira (13.jun.2023). Dino será um dos principais alvos da tropa bolsonarista na comissão. Faz parte da estratégia da oposição anti-Lula argumentar que houve incompetência por parte do governo Lula no dia das invasões às sedes dos Poderes, sobretudo de Dino.

A CPI, no entanto, tem maioria governista, considerando os integrantes titulares, que devem articular para transformar o requerimento de convocação em convite.

Poder360

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“Os mais vingativos são os que atacam a Lava Jato pelos acertos”, diz Deltan Dallagnol

Deltan presta depoimento à PF por uma hora e meia sobre acusação de  interesse político em sua cassaçãoFoto: Vagner Rosário/Crusoé

Deltan Dallagnol afirmou em vídeo publicado nas redes sociais, na noite deste domingo (11), que seus inimigos devem avançar sobre o patrimônio da sua família.

O ex-procurador da Lava Jato e deputado federal cassado comentou a decisão do Tribunal de Contas da União, que pede o ressarcimento de valores pagos em diárias e viagens realizadas durante o trabalho da força-tarefa.

“Há muito tempo há uma reação contra a Lava Jato, executada de várias formas e no barco da reação tem muita gente poderosa”, afirmou.

“Há gente que sinceramente acredita, ainda que equivocadamente, que a Lava Jato cometeu excessos, e esses são os que menos me preocupam. Os mais vingativos e poderosos são os que atacam a Lava Jato por seus acertos. E agora tem um novo time: os que querem agradar Lula, que quer vingança, para ser nomeado ou influir em nomeações para altos cargos da República. São inimigos em quantidade e poder excessivos.”

No ano passado, o TCU condenou Deltan, o ex-PGR Rodrigo Janot e o ex-procurador-chefe do Ministério Público no Paraná, João Vicente Beraldo, a devolverem R$ 2,8 milhões aos cofres públicos pelo pagamento de diárias e passagens a integrantes da Lava Jato.

O Antagonista

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Brasil

Lula pagou R$ 7,6 bi de emendas; 76% são de anos anteriores

TSE nega ação que pedia inelegibilidade de Lula por ...

O governo Lula desembolsou até 8 de junho R$ 7,6 bilhões para pagamentos de emendas de congressistas. A maior parte, R$ 5,8 bilhões, se refere a valores empenhados (reservados) em anos anteriores cujos desembolsos foram feitos apenas agora.

 

O valor desembolsado até maio, o último mês fechado, foi de R$ 5,4 bilhões. O ritmo de pagamentos nesse período é semelhante ao que o ex-presidente Jair Bolsonaro imprimou nos mesmos meses de 2023.

Os dados mostrados acima são de pagamentos de emendas. São diferentes dos empenhos. Como mostrou o Poder360, Lula tem empenhado emendas em ritmo muito mais lento do que Bolsonaro fez mesmo período em 2022.

O empenho é o 1º estágio da execução da despesa pública. É quando o governo formaliza que reservará uma parcela do dinheiro disponível no Orçamento para o projeto proposto por algum deputado ou senador.

Após o empenho, o valor é, de fato, reservado. Funciona como uma garantia da autoridade de que o pagamento será feito. Com isso, o serviço indicado por uma emenda pode ser contratado –na expectativa de que o pagamento vai de fato ocorrer em algum momento.

Depois do empenho vem o estágio da liquidação –quando o governo reconhece que o serviço contratado foi entregue– e, por último, o pagamento propriamente dito, com a liberação da verba na conta de quem executou o serviço.

O apoio de deputados e senadores ao governo é influenciado positivamente na fase do empenho. Mas o suporte definitivo desse político vem quando a verba chega ao destino final, no pagamento.

Pagamentos começam

Até o final de maio, praticamente todo o valor pago (99,5%) correspondia a emendas apresentadas em anos anteriores por deputados e senadores. Do dinheiro desembolsado o fim do mês passado, inclusive, R$ 1,5 bilhão se refere a emendas de relator pendentes. Essas emendas foram banidas pelo STF em 2022.

O cenário mudou nos 8 primeiros dias de junho. Neste mês, R$ 1,8 bilhão das emendas apresentadas em 2023 foi pago. Essas emendas foram quase que exclusivamente para a área da Saúde.

Os partidos que mais receberam pagamentos de emendas apresentadas neste ano foram o PSD e o PT. Leia abaixo quanto cada um deles recebeu:

Poder360

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Uma chance para o fim do monopólio na petroquímica. O PT vai deixar?

Uma chance para o fim do monopólio na petroquímica. O PT vai deixar?
Neste sábado (10), a empresa química Unipar anunciou que está negociando a compra do controle da petroquímica Braskem, hoje nas mãos da Novonor (antiga Odebrecht).

A Braskem domina o mercado brasileiro de petroquímicos básicos e polímeros – os insumos que abastecem as cerca de 11 mil indústrias nacionais de produtos plásticos, sejam eles embalagens, itens de decoração ou peças de automóveis.

Essa posição de dominância foi alcançada em 2010, quando a política das “campeãs nacionais” do segundo governo Lula estava a pleno vapor. Àquela altura, Petrobras e Odebrecht, além de irmanadas no esquema do petrolão, já eram sócias na Braskem, que então adquiriu a segunda maior empresa brasileira do setor, a Quattor. A Unipar era a principal acionista da Quattor e agora procura voltar ao mercado que abandonou naquela época.

Com a consolidação promovida pela Braskem, reverteu-se totalmente, bem ao gosto petista, o processo de privatização que havia acontecido na década de 1990, com a venda das plantas petroquímicas da Petrobras para diversos grupos.

Não foi uma reestatização em sentido estrito, uma vez que o controle da Braskem estava nas mãos de uma empresa privada, a Odebrecht. Mas a influência da Petrobras nas decisões da companhia era determinante – por vias legítimas ou subterrâneas.

Durante a campanha do ano passado, Lula disse que não pretendia reeditar a política das campeãs nacionais. A negociação em torno da Braskem é a oportunidade de ele mostrar que não se tratava de uma promessa vazia.

O “fatiamento” da Braskem seria a maneira de devolver a competição ao setor petroquímico. Em vez de simplesmente adquirir o controle que hoje está nas mãos da Novonor, a Unipar ficaria com alguns ativos da empresa e a Petrobras, com outros. Nasceriam duas empresas distintas.

Essa solução há tempos é discutida pelo mercado e poderia resultar em aumento de competitividade no setor, redução de preços em toda a cadeia de produtos plásticos e atração de novos investimentos ao Brasil.

Segundo apurou O Antagonista, a divisão de ativos será uma das ideias na negociação entre Unipar e Petrobras. Os executivos da estatal terão de se convencer que essa é uma alternativa vantajosa. E o governo, que instalou o petista Jean Paul Prates na presidência da petroleira, certamente fará ouvir sua voz.

Também será importante observar se, nas próximas semanas, uma nova proposta pelo controle da Braskem se concretiza. Não pelo fundo de investimentos americano Apollo, que já deu sua cartada no início de maio, sem no entanto agradar à Novonor e, sobretudo, aos bancos credores. Por quem? Pela JBS, dos notórios irmãos Batista.

Nos últimos meses, a gigante do setor de alimentos fez circular a informação de que poderia comprar a fatia da Novonor na Braskem. Será curioso se o lance for feito agora, quando uma oferta de R$ 10 bilhões já está na mesa. A JBS precisará de coragem para ingressar num setor que não conhece, desembolsando uma quantia vultosa. Será  grande a tentação de se “apoiar” na Petrobras para iniciar essa aventura petroquímica.

Seria uma reedição da parceria entre Odebrecht e Petrobras. Uma velha ideia, com personagens também velhos.

Em março, os irmãos Batista fizeram parte da comitiva que Lula levou à China.

O Antagonista

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O entrosamento de Roberto Campos Neto e Fernando Haddad

Após almoço com Campos Neto, Haddad confirma discussão sobre possível  mudança no sistema de meta de inflação

Celebrado em reuniões de empresários por “domar a inflação”, Roberto Campos Neto tem dividido o crédito com Fernando Haddad.

“Ele ajuda muito”, diz o presidente do Banco Central sobre o ministro da Fazenda do governo Lula.

No fim do mês passado, em entrevista ao GloboNews Mais, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou sobre a nova composição do Banco Central com as chegadas de Gabriel Galípolo, que assume a diretoria de política monetária, e Ailton Aquino dos Santos, para o cargo de diretor de fiscalização do BC.

Segundo Haddad, os nomes, que foram indicados por ele, não deverão ser oposição ao presidente do banco, Roberto Campos Neto.

“Não existe hipótese de nós trabalharmos como se aquilo ali fosse um Congresso Nacional, com bancada da oposição e situação. Seria ridículo, contraproducente e não seria digno, inclusive, em respeito ao conhecimento técnico dos dois indicados”, falou.
Veja

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Frigoríficos perderam R$ 40 bi na Bolsa e churrasquinho de picanha fica distante

A rainha das churrasqueiras: Picanha Carapreta! - Carapreta

Até junho, JBS, Marfrig e Minerva perderam juntas R$ 40 bilhões em valor de mercado. Em junho de 2022, valiam R$ 91,4 bilhões. Os papéis da JBS sofreram queda de 46% e a empresa hoje vale R$ 39,3 bilhões. Só perdeu para a Marfrig (queda de 50,5%. No período, as ações da Minerva caíram menos (16,25%).

Com o preço da carne bovina nas alturas, as vendas internas retraíram e a saída foram as exportações. Nem mesmo o crescimento do consumo da carne suína –que já representa 9% do consumo, segundo pesquisa da Kantar, fez mudar a preferência pelo mercado externo.

As três companhias perderam vendas internas de carne bovina e passaram a concentrar esforços nas exportações, contando, sobremaneira, com a ajuda do governo na conquista de novos mercados.

Projeções do Ministério da Agricultura indicam que, mantido o ritmo atual, o país deve terminar o ano com o recorde histórico de exportações de carnes.

Vacas magras

No mercado interno, a situação não é boa. O consumo de carne bovina caiu 4% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, segundo pesquisa da Kantar.

O instituto mostrou que o preço elevado está mantendo a tendência de queda no mercado interno, tornando cada vez mais distante o sonho do presidente Lula de garantir a volta do churrasquinho de picanha nos fins de semana dos brasileiros.

A participação da carne vermelha no consumo era de 43,1%, no primeiro trimestre de 2021, e passou para 39,3% no mesmo período do ano passado.

Os brasileiros substituem a carne vermelha pelo frango —que já responde por 29% do consumo, segundo a Kantar— e pelo porco, que passou a representar 9,1% ante 4,6%, em junho de 2021.

Do ponto de vista financeiro, isso levou a uma queda na rentabilidade das empresas, que tiveram de arcar com o aumento de custos. Elas foram forçadas a segurar a reprodução do gado, gerando uma restrição na oferta. Resultado: aumento de preços locais.

Para Vinicius Steniski, analista de ações na TC Investimentos, a saída para Marfrig, Minerva e JBS foi equilibrar o problema de oferta no Brasil exportando mais carne.

Em outros países, particularmente China e EUA, ao contrário do cenário brasileiro, o ciclo do gado foi favorável.

“Enquanto aqui no Brasil existia uma oferta restrita, a China estava comprando muita carne bovina, por um preço mais elevado do que o mercado interno. Isso, de certa forma, ajudou a melhorar o resultado das companhias”, diz Steniski.

Esse cenário, no entanto, começa a mudar. Apesar do preço alto nos supermercados, que ainda afugenta consumidores, a inflação da carne bovina mostra sinais de queda. O principal fator por trás da trégua é a maior oferta disponível em 2023 no mercado interno.

De janeiro a abril, os preços das carnes registraram quatro baixas mensais consecutivas no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). A maior queda foi em fevereiro (-1,22%), e a menor, em abril (-0,45%).

Folha de S. Paulo

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Defesa de Anderson Torres vai pedir adiamento de depoimento na CPI

Anderson TorresFoto: Anderson TorresMarcos Corrêa/PR
O ex-ministro da Justiça, Anderson Torres estará entre os primeiros convocados para depor na CPI mista do Golpe, mas sua defesa já está preparando o pedido de adiamento da oitiva.

Os advogados vão alegar que o ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro não tem ainda condições psicológicas para o depoimento e pretendem conseguir um mês a mais de prazo.

Na semana passada, a relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama, confirmou que Anderson Torres será o primeiro indicado a ser ouvido nos depoimentos.

Ele chegou a ficar preso por quatro meses, acusado de omissão nos atos de vandalismo de 8 de janeiro.

Lauro Jardim – O Globo

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