Brasil

PF vai investigar suspeita de ataque hacker em sistema de informação do governo

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A Polícia Federal (PF) foi acionada para investigar a suspeita de um ataque hacker ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do governo federal.

Nesta quarta-feira, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos enviou uma circular para outras pastas informando que o sistema está fora do ar desde às 11h.

Segundo a mensagem, à qual a CNN teve acesso, foi identificado um “incidente grave de segurança cibernética”.

Com isso, “várias soluções tecnológicas do Colabora Gov se encontram indisponível”. A queda do sistema deixou pelo menos nove ministérios sem acesso a informações.

Ainda segundo o informe, categorizado como urgente, “equipes estão atuando para assegurar que os dados estejam íntegros e seguros”. Ainda não há previsão para conclusão do reparo.

Em nota, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos afirma que os serviços ofertados ao cidadão via o portal gov.br não foram afetados.

Larissa Rodrigues – CNN Brasil

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Brasil

TSE cancela ida de servidores para acompanhar as eleições na Venezuela

ImagemFoto: Alfredo Lasry/Getty Images

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta quarta-feira (24/7), cancelar o envio de servidores para acompanhar as eleições na Venezuela. A decisão se dá após o presidente do país, Nicolás Maduro, fazer críticas ao sistema eleitoral brasileiro.

Em nota, o TSE afirmou que a decisão tem a ver com “falsas declarações contra as urnas eletrônicas brasileiras, que, ao contrário do que afirmado por autoridades venezuelanas, são auditáveis e seguras”.

“A Justiça Eleitoral brasileira não admite que, interna ou externamente, por declarações ou atos desrespeitosos à lisura do processo eleitoral brasileiro, se desqualifiquem com mentiras a seriedade e a integridade das eleições e das urnas eletrônicas no Brasil”, frisou.

Durante comício realizado na última terça-feira (23/7), em Aragua, Maduro afirmou que “no Brasil, não auditam um único boletim de urna”. Após a declaração, a presidente do TSE, Cármen Lúcia, defendeu o sistema eleitoral brasileiro.

A ministra reagiu dizendo que “as urnas e as eleições brasileiras são auditadas, desde o início do seu processo até o seu final”. A declaração ocorreu em entrevista ao blog do jornalista Valdo Cruz, do G1.

Metrópoles

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Pix tem menos fraudes do que cartão de crédito, diz Campos Neto

Foto: Nelson Almeida/AFP

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, rebateu nesta quarta-feira (24) as críticas sobre aumento no número de fraudes com o Pix. Ele disse que, na comparação com diversos outros sistemas, o pagamento instantâneo brasileiro, desenvolvido pela autarquia, é bem mais seguro.

“Às vezes eu vejo uma narrativa nesse tema de segurança que é muito fora da realidade. Eu vejo, de vez em quando, os artigos escrevendo que o número de fraudes aumentou muito. Não, o número de fraudes aumentou muito porque muitas coisas passaram a ser feitas com o Pix. A conta que você tem que fazer não é em números absolutos”, disse durante evento sobre blockchain no Rio de Janeiro.

Segundo Campos Neto, enquanto o Pix tem 7 fraudes a cada 100 mil operações, nos cartões de crédito a média é de 30 fraudes a cada 100 mil operações. Já o sistema da Inglaterra equivalente ao Pix tem uma média de 100 fraudes a cada 100 mil operações, segundo ele.

O presidente do BC mencionou estudos internacionais, como um realizado recentemente pelo Banco Mundial, que mostram que o Pix tem uma taxa de fraudes abaixo da média mundial.

“É óbvio que quando você passa a ter 224 milhões de operações por dia, as fraudes crescem. E a gente está tentando combater isso. Mas quando a gente faz a comparação, que é a comparação que deveria ser feita, o Brasil está bem melhor do que muitos outros sistemas”, afirmou. “Eu acho que a gente precisa explicar, contar melhor a história”, disse.

A declaração foi feita enquanto Campos Neto dizia que algumas funcionalidades do Pix, como o Pix Agendado e Pix Automático, tiveram atraso no cronograma devido à greve de funcionários do Banco Central e também por conta da necessidade de um cuidado maior com a segurança.

Folhapress

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Brasil tem mais de mil cidades em situação de seca extrema ou severa

ImagemFoto: Reprodução/g1

Mais de mil cidades em todo o Brasil estão vivendo sob uma seca severa ou extrema. A falta de chuva alastra o fogo pelo país, que teve o maior número de incêndios dos últimos dez anos. No Amazonas, que tentava se recuperar de uma seca histórica, comunidades já estão isoladas e a ordem é estocar alimentos. O ar está tão seco que mais da metade das cidades brasileiras estão em alerta.

O ano de 2023 foi de recordes de calor e com chuva abaixo da média, reflexo do El Niño e do aquecimento dos oceanos. O fenômeno já acabou, mas seus efeitos continuam: os primeiros seis meses do ano foram de recorde de calor e a chuva ficou abaixo da média na maior parte do país, com exceção do Sul.

Tudo está interligado. A falta de umidade pela seca que castigou a região Norte no ano passado, tem um efeito cascata: a umidade que deveria estar no Norte e que seria transportada para o resto do país deixou de existir. Com isso, a seca se alastrou (entenda mais abaixo).

Segundo os dados do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao governo federal e que monitora a estiagem pelo país, 1.024 cidades estão sob a classificação de seca entre extrema e severa (a mais alta da escala).

O número é quase 23 vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando 45 cidades estavam nesses níveis de seca. (Veja mapa comparativo acima)

O monitoramento classifica as cidades em quatro categorias de seca: extrema, severa, moderada e fraca. Ao todo, mais de três mil estão em alguma classificação de seca.

g1

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“Quem se assustou, que tome um chá de camomila”, diz Maduro sobre Lula

ImagemFoto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente da Venezuela e candidato à reeleição, Nicolás Maduro, afirmou, nesta terça-feira (23/7), “que tome um chá de camomila” quem se assustou com a declaração dele de que ocorrerá um “banho de sangue” caso perca as eleições no próximo domingo (28/7). A manifestação do venezuelano faz referência indireta ao comentário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disse estar assustado com a afirmação.

“Fiquei assustado com a declaração do Maduro dizendo que, se ele perder as eleições, vai ter um banho de sangue. Quem perde as eleições toma um banho de voto, não de sangue. O Maduro tem que aprender, quando você ganha, você fica, quando você perde, você vai embora. Vai embora e se prepara para disputar outra eleição”, disse Lula.

Sem citar Lula, Maduro comentou que prevê para “aqueles que se assustaram” que ele terá a maior vitória eleitoral da história.

Metrópoles

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MEC quer ouvir universidades e estabelecer padrão para bancas de cotas

Foto: Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC)quer conhecer experiências adotadas pelas universidades para verificar a adequação de candidatos às políticas de cotas raciais. Para tanto, vai promover, nos dias 7 e 8 de agosto em Brasília, um seminário que, ao estimular diálogos sobre o tema, pretende identificar mecanismos que deem eficácia para “ações afirmativas na modalidade de reserva de vagas”.

De acordo com o secretário substituto da Secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Cleber Santos Vieira, além de conhecer as experiências já em prática pelas instituições federais de ensino superior, o objetivo é discutir as possibilidades de uniformizar a forma de operacionalizar as comissões de heteroidentificação.

Vieira explica que o primeiro momento do seminário será dedicado à apresentação de estudos que mapearam a dinâmica das comissões nas universidades. Também serão apresentadas as expectativas da comunidade acadêmica formada por pró-reitores de graduação e de pró-reitores de ensino.

“Este seminário é uma forma de reconhecer e valorizar o trabalho realizado pelas instituições há décadas, ouvindo as experiências e discutindo os métodos já empregados pelas diferentes instituições. Teremos dados [suficientes] para a proposição de encaminhamentos e documentos orientadores para o trabalho das bancas de heteroidentificação”, disse.

Ele ressalta que tudo será feito de forma a respeitar a autonomia das instituições de ensino que já adotam mecanismos para a eficácia da política de cotas.

“Hoje, a operacionalização das bancas e comissões são diversas. Pretende-se alcançar padrões, sempre respeitando a autonomia das instituições federais de educação. O seminário é uma iniciativa do MEC para valorizar e respeitar esse histórico”, reiterou.

Fonte: Agência Brasil

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Janja consegue credencial para Olimpíadas por ‘especial exceção’ de organizadores e depois de pressão diplomática

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, finalmente conseguiu a credencial para participar da abertura dos Jogos Olímpicos de Paris.

A obtenção do documento gerou estresse na diplomacia brasileira, que pediu a interferência do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para que ela pudesse ser recebida com todas as honras de representante do país pelos organizadores do evento.

O governo do presidente francês Emmanuel Macron, por seu lado, abriu as portas para Janja, o que ajudou a sinalizar aos organizadores internacionais que ela seria bem-vinda.

“Janja pode fazer tudo”, disse a primeira-dama da França, Brigitte Macron, à Folha em uma cerimônia para a imprensa nesta semana.

Ao comunicar que enfim emitiria o documento, o Comitê Olímpico Internacional (COI) deixou claro que estava abrindo uma “especial exceção” para o governo brasileiro.

Janja desembarca em Paris no dia 25. Uma equipe precursora, com integrantes do cerimonial da Presidência da República e quatro seguranças, já está na capital da França para estudar os trajetos que serão percorridos pela primeira-dama.

Os problemas com a credencial surgiram quando ao governo brasileiro não cumpriu os prazos para enviar ao COI os dados sobre a comitiva que representaria o país nos Jogos.

Era esperado que Lula viajasse a Paris. Mas nada foi enviado ao COI até o prazo definido, e a emissão de credenciais para o Brasil foi suspensa.

De última hora, no entanto, o presidente brasileiro decidiu que Janja iria representá-lo.

Foi uma correria que envolveu diversos diplomatas e dirigentes esportivos.

O presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira, enviou uma carta ao COI pedindo compreensão para o imprevisto e solicitando que ela fosse aceita em todos os eventos em caráter oficial. A intervenção dele foi considerada essencial, e o documento saiu.

Reconhecida como representante oficial do Brasil, Janja deve participar de um jantar oferecido a chefes de Estado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) no dia 25.

No dia seguinte, 26, ela vai à recepção oferecida pelo presidente da França, Emmanuel Macron, a chefes de estado no Palácio do Eliseu. De lá, os mandatários sairão para assistir à abertura das Olimpíadas, às margens do rio Senna.

A primeira-dama francesa, Brigitte Macron, disse também à Folha que Janja deve participar do almoço oferecido aos cônjuges de chefes de Estado e governo que vêm para os Jogos, nesta quinta-feira (25), no Palácio do Eliseu, residência e local de trabalho do presidente e da esposa. Brigitte tem um escritório próprio no local.

Janja também deve visitar os atletas brasileiros e assistir a competições femininas do Brasil, além de ter outros encontros na capital francesa.

Folha de São Paulo 

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POUCO A COMEMORAR: Índice de homicídios no País cai em 2023, mas segue 4 vezes maior que o mundial

Homem é morto a tiros, em João Pessoa | Paraíba | G1Foto: Reprodução

O País recebeu com alívio alguns números apresentados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, mas há poucos motivos para comemoração. A violência persiste na sociedade. Serão longas ainda as batalhas para que o Brasil vença a criminalidade. Os dados sobre homicídios mostram que há muito a ser feito.

Em 2023, foram 46.328 assassinatos, uma taxa de 22,8 casos para cada 100 mil habitantes – queda de 3,4% ante o indicador do ano anterior. Trata-se do menor registro da série histórica do levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, iniciada em 2011. A taxa de homicídios no País, porém, é quatro vezes maior que a mundial, além de superar a de países vizinhos. Isso, por si só, expõe a dificuldade do Brasil no combate ao crime.

Para Renato Sérgio Lima, presidente do Fórum, “a boa notícia é que na maior parte dos países as mortes vêm caindo e, entre as grandes causas, há um componente demográfico importante, já que a população está envelhecendo”. A parcela de homens jovens – sobretudo os negros – concentra as vítimas de mortes violentas. Até a idade da população virou uma esperança para refrear as estatísticas.

Enquanto São Paulo (7,8 por 100 mil) e Santa Catarina (8,9) trazem os menores índices do País, as maiores taxas foram registradas no Amapá (69,9) e na Bahia (46,5), onde o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) disputam territórios para consolidar novas rotas de envio de cocaína por via marítima para o exterior. Nesses Estados, o crime organizado e a letalidade policial escancaram um cenário de embate constante com consequências trágicas.

As polícias do Amapá e da Bahia, na avaliação de Lima, atuam de forma tumultuada. Não à toa, no topo do ranking, os dois Estados alcançam as taxas de letalidade policial de 23,6 e 12 mortes por 100 mil habitantes, respectivamente, revelando uma distância superlativa em relação a Rondônia (0,6) e Minas Gerais (0,7).

Além de migrar pelo País, o crime também migrou para o mundo virtual, para infortúnio dos cidadãos. Os bandidos têm preferido dar golpes virtuais a cometer crimes nas ruas, aproveitando-se do Pix, de aplicativos e de jogos online. Enquanto houve queda em furtos e roubos – inclusive de celular –, há alta no número de estelionatos, o que impõe às polícias o dever de aperfeiçoar seus recursos tecnológicos.

A violência contra as mulheres também preocupa. Houve crescimento nos números de estupro, importunação sexual e feminicídio. A tipificação de novos crimes, como stalking (perseguição), e campanhas para reduzir a subnotificação explicam parte da alta, mas o aumento generalizado acende o alerta de que ações para reverter esse quadro devem ser prioritárias.

O anuário mostra um crime organizado que se antecipa facilmente à inteligência dos órgãos de investigação e repressão e aos sistemas de defesa privados. Há claramente uma migração da delinquência para o ambiente virtual – que, se reduz a letalidade dos criminosos, por outro lado aumenta substancialmente os prejuízos e dá ainda mais poder financeiro às quadrilhas, contrastando com a excruciante lentidão do Estado.

Editorial Estadão

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Pente-fino no INSS começa em agosto e deve cortar cerca de 680 mil pagamentos

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – (Foto: Marcello Casal Jr.)

O Pente-fino no INSS começa em agosto e deve cortar cerca de 680 mil pagamentos, segundo o governo. A previsão é que esse processo comece nas próximas semanas.

Segundo o governo, o objetivo do pente-fino é combater fraudes e irregularidades no pagamento de benefícios, mas também cortar gastos e abrir espaço no Orçamento da União. A meta fiscal deste e do próximo ano é zerar o déficit das contas públicas. Ou seja, gastar apenas o que arrecadar.

Os pedidos de prorrogação do Benefício por Incapacidade Temporária, antigo Auxílio-doença, já estão sendo direcionados para a perícia médica presencial.

O foco, a partir de agosto, é checar dois tipos de benefícios que tenham sido concedidos há mais de dois anos:

Benefício por incapacidade temporária: é pago ao segurado do INSS, que está incapacitado para o trabalho por mais de 15 dias consecutivos por causa de doença ou acidente; e
Benefício de Prestação Continuada: é pago a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência, em qualquer idade. O benefício é dado a quem tem renda per capita familiar (por membro da família) igual ou inferior a ¼ do salário mínimo (equivalente hoje a R$ 353).
A estimativa do INSS é que pelo menos 680 mil benefícios sejam revistos até o fim do ano. O governo calcula chegar a 800 mil até o fim do programa de revisão, que não tem prazo para acabar.

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Brasil

Estudo da NASA aponta Brasil como um dos cinco lugares do planeta que pode ficar ‘inabitável’ em 50 anos

Calor extremo bate recorde no Brasil — Foto: Arte GLOBO

As alterações climáticas são situações que afetam a população global. Nesse sentido, as diferentes nações, especialmente em algumas partes do mundo, não estão isentas da consequência que a aceleração deste fenômeno pode ter. É o que aponta relatório recente da Nasa que gerou alarde, pois alerta que em 50 anos, ou seja, aproximadamente no ano 2070, haveria algumas áreas do mundo que poderiam se tornar inabitáveis devido ao aquecimento global.

A Nasa indica que este relatório foi feito com dados de satélite, que alertam sobre o aumento das temperaturas e da umidade, que podem inviabilizar a vida humana em determinadas regiões. O estudo ressalta também que, entre as próximas três e cinco décadas, algumas áreas da Terra já não terão as condições adequadas para o desenvolvimento da vida humana. Este importante dado foi obtido através de um indicador térmico específico: bulbo úmido.

A temperatura de bulbo úmido, também conhecida como temperatura úmida, é uma medida da temperatura do ar que leva em consideração a temperatura ambiente e a umidade relativa. Ou seja, é a temperatura sentida na pele quando ela está molhada e exposta ao ar em movimento, segundo o portal Sencrop.

A Nasa menciona que o bolbo húmido permite identificar as zonas do planeta que estão em risco e destaca os cinco locais que poderão ficar “inabitáveis” ​​num período máximo de cinco décadas:

  • Sul da Ásia: esta região, onde vivem milhares de milhões de pessoas, poderá registar temperaturas de bolbo húmido superiores a 35 graus Celsius até 2070. Isto significa que a combinação de calor e humidade poderá atingir níveis perigosos para a saúde humana, mesmo para pessoas saudáveis.
  • Golfo Pérsico e Mar Vermelho: as temperaturas nestas regiões também já são extremamente elevadas e a previsão é a de que aumentem ainda mais nas próximas décadas. A combinação de calor e umidade poderá tornar a região inabitável até 2070.
  • Partes da China, Sudeste Asiático e Brasil: estas regiões também poderão enfrentar condições inabitáveis ​​nas próximas décadas, embora o prazo exato seja mais incerto; Porém, a derrubada de árvores e o consumo irresponsável de recursos naturais podem provocar uma aceleração no aumento da temperatura ambiental.

O Globo

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