A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na tarde desta segunda-feira (24), um veículo roubado no Rio Grande do Norte que circulava clonado na Paraíba. Um indivíduo foi detido durante a ação.
De acordo com a PRF, a quipe policial realizava fiscalização na BR 101, km 95, no município de Alhandra, quando visualizou um Hyundai I30 estacionado às margens da rodovia, em frente à casa do suposto proprietário. Ao realizar consultas nos sistemas de segurança, foi identificado que um veículo com características similares havia sido roubado. Ao realizar a fiscalização, o suposto proprietário do automóvel se apresentou para os policiais.
Após inspeção minuciosa nos elementos identificadores do veículo, constataram que se tratava de um clone, ou seja, um veículo adulterado. O carro possuía uma ocorrência de roubo datada de fevereiro de 2019, no município de Natal (RN).
O suposto proprietário, um homem de 36 anos, informou que adquiriu o veículo de um mecânico. Ele foi detido, encaminhado para a Delegacia de Polícia Judiciária e deverá responder pelo crime de receptação de veículo roubado.
O prefeito de Alagoa Grande, Antonio da Silva Sobrinho, sofreu um atentado contra sua vida no início da tarde desta segunda-feira (24). De acordo com as primeiras informações, veiculadas no programa Arapuan Verdade, o autor da tentativa de assassinato teria sido um radialista da região.
Até o momento, não há informações consolidadas sobre o estado de saúde do prefeito.
De acordo com as primeiras informações sobre o caso, no momento em que o prefeito estaria chegando à sede da prefeitura, teria sido abordado por um homem armado com faca. Os seguranças do prefeito anteciparam a ação do homem armado e teriam conseguido contê-lo antes que o prefeito fosse golpeado.
A princípio, o atentado teria sido motivado por desavenças políticas.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) reprovou durante sessão extraordinária nesta segunda-feira (24) as contas do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) relativas ao ano de 2018, último da gestão do petista à frente do Governo da Paraíba. O processo agora vai para análise na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
A Corte, porém, aprovou as contas da então vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) relativas ao período que assumiu o governo entre os dias 23 e 28 de novembro de 2018.
Dentre as irregularidades encontradas pelo órgão estão o descumprimento de acórdão, o uso do mecanismo bolsa desempenho, incremento de R$ 19 milhões na despesa com folha de pessoal nos últimos seis meses de mandato, contratação de servidores usando a fórmula de codificados, programa Empreender Paraíba, transparência e divergência de dados.
O relator do processo, conselheiro Oscar Mamede Santiago Melo, votou pela reprovação das contas de Coutinho, entendimento seguido pelos conselheiros Antônio Nominando Diniz, André Carlo Torres e Antônio Gomes Vieira Filho.
Durante a defesa, Ricardo Coutinho usou o espaço para sugerir que é “alvo de uma armação” e adotou discurso político durante a sessão.
“Querem me tirar da política, não com debate, mas com as mais artimanhas e ações. Me refiro a esse processo, os que por ventura tenham qualquer responsabilidade, que tenham direito de defesa, sem que a justiça seja politizada para condenar por antecipação. Se usam disso é porque não conseguem provar as acusações. Isso não acabou, a verdade virá à tona, então talvez os humilhados serão exaltados”, afirmou.
As crianças com 10 anos de idade sem comorbidade ou deficiência podem se vacinar contra Covid-19, em João Pessoa, a partir desta segunda-feira (24). Para isso, a Prefeitura disponibiliza quatro postos exclusivos: no Mangabeira Shopping, das 8h às 17h; no Santuário Mãe Rainha, no ginásio do Unipê e no IFPB será das 8h às 12h. As crianças com 11 anos também devem ser imunizadas nesses locais, mas, para eles, não é necessário agendamento.
Para receber a primeira dose da vacina a partir dos 10 anos, é necessário apresentar documento oficial com foto, Cartão SUS ou CPF, e comprovante de residência em João Pessoa.
Nesses quatro postos citados, crianças de 5 a 11 anos que residem com pessoas que tenham comorbidades também podem se vacinar. É necessário apresentar laudo ou declaração médica que comprovem a doença.
Já na Funad, no bairro Pedro Gondim, seguem disponíveis a primeira dose para a faixa etária de 5 a 11 anos, com comorbidades ou deficiência. Por lá, a vacinação acontece das 8h às 12h, sem agendamento.
Estão disponíveis também nesta segunda (24) as primeiras doses para pessoas a partir de 12 anos e as segundas doses da Coronavac (28 dias após a primeira dose) e Pfizer (60 dias).
Pode tomar a terceira dose a população com idade a partir de 18 anos (120 dias após a segunda dose), imunossuprimidos (28 dias) e os trabalhadores de saúde (120 dias).
Todos os públicos a partir dos 12 anos devem realizar o agendamento, que está disponível a partir das 19h deste domingo (23), pelo aplicativo Vacina João Pessoa ou site vacina.joaopessoa.pb.gov.br.
A Paraíba contabilizou neste domingo (23) mais 2.007 casos de Covid-19. Do total de novos registros, quatro são considerados moderados ou grave e 2.003 são leves. Com os novos números, o Estado totaliza 477.096 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.286.085 testes para diagnóstico da Covid-19.
Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, três mortes foram contabilizadas no último boletim, sendo duas ocorridas nas últimas 24 horas. Com isso, a Paraíba totaliza 9.635 óbitos. O boletim registra ainda um total de 365.979 pacientes recuperados da doença.
A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 31%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 40%. Em Campina Grande, estão ocupados 23% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 46% dos leitos de UTI para adultos.
De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 27 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 200 pacientes estão internos nas unidades de referência pra Covid-19.
A Polícia Militar de Currais Novos (RN) foi acionada por volta da meia noite deste sábado (22) para atender uma ocorrência envolvendo um policial militar da Paraíba.
De acordo com informações da Polícia, o cabo da PMPB estava no interior da casa da ex-companheira e chegou a efetuar disparos enquanto mantinha a mulher refém.
Várias viaturas foram para o local e deu-se início a uma negociação para libertação da mulher. O policial bastante alterado ameaçava matá-la e depois tirar a própria vida.
Após várias tentativas de negociações o policial lotado na Paraíba saiu da casa apontando uma arma para a cabeça da mulher e conseguiu entrar em uma viatura de Currais Novos e fugiu.
A negociação, por sua vez, passou a ser realizada mediante o rádio da viatura. O policial militar da Paraíba se entregou por volta das 4h30 deste domingo (23) na sede do 13º Batalhão em Currais Novos.
O PM foi apresentado na delegacia de Polícia em Caicó e responderá por sequestro, cárcere privado, furto de viatura, disparo de arma de fogo entre outros crimes.
De acordo com a Polícia, a mulher foi liberada sem ferimentos.
Com a expectativa pela aprovação de uso e venda de autoexames de Covid-19 no Brasil, a indústria farmacêutica já começou os preparativos para abastecer o mercado nacional.
Na última quarta-feira (19) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu adiar a decisão sobre os autoexames porque o Ministério da Saúde não enviou dados suficientes.
No entanto, os órgãos têm se reunido para alinhar as informações, e aguardam que o uso dos exames seja autorizado pela agência nos próximos dias.
Levantamento feito pelo Metrópoles, com informações da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), aponta que ao menos nove empresas brasileiras e internacionais têm a intenção de produzir autoexames para o mercado brasileiro.
A CBDL espera que ao menos 10 milhões de testes sejam fabricados mensalmente em território brasileiro. No entanto, a quantidade de exames disponibilizados por mês ao país pode chegar a bilhões, caso a indústria internacional exporte-os para o Brasil.
Crianças de 0 a 4 anos são mais vulneráveis ao novo coronavírus do que o público infantil de 5 a 11, faixa etária que entrou no plano nacional de vacinação contra a Covid-19.
Oficialmente, o Brasil registrou 1.544 mortes de crianças de 0 a 11 anos por Covid-19 desde o início da pandemia. Do total, 324 delas tinham de 5 a 11. Entre 0 e 4, o número de óbitos alcançou 1.220, o que representa quase quatro vezes mais ocorrências que na faixa acima de 5.
Levantamento da Vital Strategies -organização global composta por especialistas e pesquisadores com atuação junto a governos- avalia ainda que há subnotificação de dados e projeta a omissão de 2.537 mortes no balanço da Covid.
Isso ocorre porque, como não há um diagnóstico do motivo da morte em alguns casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave), os óbitos entram nas estatísticas como SRAG por causa não especificada.
Com isso, o total estimado pode chegar a 4.081 mortes de crianças por Covid. Os números chegariam então a 3.249, de 0 a 4 anos, e 832, de 5 a 11 anos.
Questionado sobre subnotificações e as estimativas da Vital Strategies, o Ministério da Saúde não se manifestou.
Os dados apontam que a Covid-19 tem impactado mais crianças de 0 a 4 anos. Faixa etária que, segundo especialistas, continuará mais vulnerável à doença porque ainda não pode receber vacinas. Em alguns países, já há autorização para imunizar crianças de 3 e 4 anos.
No Brasil, há dois imunizantes aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O da Pfizer está liberado para crianças a partir de 5 anos, e a Coronavac, para crianças a partir de 6 anos.
Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), concorda que há subnotificação no Brasil. Segundo ele, um maior número de mortes na faixa etária de crianças menores de 5 anos também ocorre em outros países.
De acordo o médico, o sistema imunológico dessas crianças é mais imaturo e não responde às infecções como os mais velhos. Por isso, as vacinas de outras doenças já começam nos primeiros meses de vida.
“As crianças nessa faixa etária vão continuar mais vulneráveis [para Covid]. Por causa disso, as pessoas elegíveis [crianças mais velhas, adolescentes e adultos] devem tomar a vacina para ajudar a reduzir a circulação do vírus, continuar usando máscara, lavar as mãos”, afirmou.
Em entrevista à Folha, a presidente da Pfizer no Brasil, Marta Díez, disse que a farmacêutica pretende apresentar à Anvisa o pedido de autorização de uso da vacina da Covid-19 em crianças de 6 meses a 5 anos neste ano. Em nota, o laboratório afirmou que ainda não há previsão de data da submissão.
O Ministério da Saúde prevê em contrato com a Pfizer a possibilidade de adquirir doses para crianças de 0 a 4 anos caso a vacina seja aprovada pela agência reguladora.
Em processo que corre na justiça, Cris Arcangeli acusa o ex-namorado, Alvaro Garnero, de estelionato. Na ação, a empresária afirma que, em 2017, foi convencida por Garnero a fazer um aporte de 300 mil dólares numa empresa, a título de que a firma realizasse o investimento em ativos digitais. Cris, que deveria ter um retorno estimado em quase 30 milhões de reais, jamais viu o dinheiro. Não bastasse os detalhes do prejuízo milionário da empresária, o processo também traz um depoimento bombástico do ex-sócio de Alvaro Garnero, Kako Perroy, que descreve o ex-parceiro como “um sociopata ganancioso e louco por dinheiro fácil”.
Olivier Jean Marc Marie Henry Perroy, conhecido como Kako Perroy, foi sócio de Alvaro Garnero na empresa Star Eventos, responsável pelas festas de réveillon em Jericoacoara (CE). No depoimento ele afirma que Alvaro Garnero teria se tornado uma ponte para que Hélio Caxias Ribeiro Filho e Thalia Alves Andrade Ribeiro, sócios das empresas Híbridos e Meu Pé de Bitcoin, efetuassem golpes. O depoimento integra o processo de quase 1.500 páginas movido por Cris Arcangeli contra Alvaro Garnero.
“Helio e Thalia tiveram um problema grave com a empresa Híbridos, da qual eles eram fundadores e operadores. Empresa essa que deu um desfalque em 100% de seus clientes. O objeto da empresa? Investimento e Operação em ativos digitais”, relatou Kakpo Perroy aos investigadores.
Hoje, a Híbridos enfrenta vários processos na Justiça. Nenhum caso foi resolvido. De acordo com o que consta nos autos, quando a crise de reputação começou a abalar a empresa, com os sócios prestes a serem desmascarados como falsos operadores e piramideiros, Alvaro Garnero teria se tornado peça chave e líder no que vem sendo tratado como um “esquema”. Ainda de acordo com o processo, Garnero teria passado a desempenhar o papel de atrair a confiança de novos investidores. “Alvaro virou um vendedor dos serviços ilícitos de Hélio e Thalia”, relatou o ex-sócio de Garnero.
Comente aqui