
O Prêmio Nobel da Paz de 2020 foi para a filipina Maria Ressa e para o russo Dmitri Muratov, por seus esforços para salvaguardar a liberdade de imprensa e de expressão, “uma condição para a democracia e a paz duradoura”. A escolha, entendida como um endosso à importância do trabalho jornalístico de modo geral, foi anunciada durante uma cerimônia em Escolmo e corresponde à 102a premiação da categoria, concedida anualmente pelo Comitê Norueguês do Nobel.
Ressa, de 58 anos, é fundadora e diretora executiva do Rappler, uma plataforma de mídia digital para jornalismo investigativo. A primeira filipina a ser laureada com um Nobel, disse o Comitê, “usa a liberdade de expressão para expor abusos de poder, uso de violência e o crescente autoritarismo” em seu país.












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