
A Operação Bleeder, desencadeada hoje pela Polícia Federal, MPF e CGU na Paraíba, teve início a partir de uma colaboração premiada e da descoberta de um grupo, no WhatsApp, em que os integrantes discutiam o ‘rateio’ e os detalhes de licitações de obras hídricas a serem executadas no Estado. O grupo era denominado de ‘Os 3’, conforme o MPF.
Foi a partir da análise das mensagens, do depoimento do colaborador e de outros indícios que os investigadores aprofundaram a investigação. A ação é um desdobramento da Operação Recidiva. De acordo com o MPF, as supostas fraudes licitatórias investigadas eram capitaneadas, em grande parte, pelo engenheiro João Feitosa Leite, falecido vítima de complicações da covid-19 em abril deste ano. Mas o suposto ‘esquema’ teria tido continuidade.
Ele atuaria em algumas obras como engenheiro responsável pela elaboração do projeto, fiscal (contratado pelo município) e executor da obra pública, utilizando-se de empresas de fachada. Para isso, conforme a representação do MPF, o grupo contaria com a ajuda do servidor do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), em Brasília, Celso Mamede Lima.
Pleno Poder/Jornal da Paraíba












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