Brasil

Bolsonaro sobe o tom contra falha em inserções em rádios, acusa PT e avisa: “TSE deve explicações”

O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição à Presidência, subiu o tom contra o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) durante agenda de campanha nesta quarta-feira (26) em Teófilo Otoni (MG).

Hoje, a Corte Eleitoral decidiu exonerar o servidor responsável por receber arquivos com as peças publicitárias das campanhas eleitorais e disponibilizar os materiais no sistema eletrônico da Corte. Esse material é baixado pelas emissoras de rádio e TV, que, então, veiculam.

“Temos provas irrefutáveis da manipulação das inserções. O TSE quer dar por encerrado e excluído demitindo esse servidor. Ele já prestou depoimento nesta madrugada para a Polícia Federal. Vai mais além. Vai no PT. E temos também, quase que certeza, na ponta da linha eles manipularam juntos. Isso é gravíssimo, isso é fraude. Isso interfere no resultado de eleições. Eu sou vítima mais uma vez desse processo. Eu sou democrata. O TSE deve explicações. Os meus advogados estão estudando o que fazer. Porque, afinal de contas, […] lá não chegou a nossa informação. Mais que não chegar, para o PT, foi dado o nosso tempo lá, com dezenas de milhares de inserções”, disse.

Ontem, a campanha de Bolsonaro entregou à Justiça Eleitoral um relatório com denúncias de que o presidente e candidato à reeleição teria sido prejudicado ao ter menos inserções em rádios do que a campanha adversária, do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O TSE disse ao R7 que se trata de uma demissão normal no funcionalismo público, sem relação com o episódio relatado pela campanha de Bolsonaro e que, desde que assumiu a presidência do TSE, Alexandre de Moraes vem fazendo mudanças pontuais na equipe.

R7

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Brasil

“Eu não fiz nada de errado e fui exonerado sem saber o motivo e sem nenhum tipo de conversa”, diz servidor exonerado do TSE

O servidor Alexandre Gomes Machado, exonerado na noite de ontem (25) do cargo de assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência, disse em entrevista exclusiva à CNN que “estão tentando criar uma cortina de fumaça” sobre a exoneração ocorrida horas após a campanha do candidato Jair Bolsonaro (PL) protocolar uma petição para sustentar a denúncia de que há discrepâncias entre as inserções publicitárias das duas campanhas.

A exoneração de Machado foi publicada no Diário Oficial da União na manhã desta quarta-feira. Ele exercia o cargo de coordenador do pool de emissorase era o responsável pelo recebimento dos arquivos com as peças publicitárias e da disponibilização no sistema eletrônico do TSE, para que sejam baixadas pelas emissoras de rádio e TV.

“Eu não fiz nada de errado e fui exonerado sem saber o motivo e sem nenhum tipo de conversa” – explica o ex-servidor.

CNN Brasil

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Brasil

Servidor exonerado do TSE prestou depoimento na PF e diz que exoneração aconteceu após informar erro na distribuição de conteúdo

Alexandre Gomes Machado procurou a Polícia Federal nesta quarta-feira para prestar um depoimento em que diz ter sido demitido do TSE após ter relatado a seus superiores no tribunal a ocorrência de irregularidades na veiculação da propaganda de Jair Bolsonaro por rádios, conforme a campanha do presidente denunciou nesta semana.

Segundo Machado, ele foi demitido trinta minutos depois de ter enviado um e-mail para a chefe de gabinete do secretário-geral da Presidência do TSE.

Leia o termo:

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Brasil

Eleger Lula é uma mensagem ao país de que o crime compensa, diz Sérgio Moro

O senador eleitor pelo Estado do Paraná Sergio Moro (União) concedeu uma entrevista ao vivo para o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, nesta quarta-feira (26), para falar sobre seu apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e a sua chegada ao Congresso Nacional após ter sido ministro da Justiça e Segurança Pública, além de juiz da operação Lava Jato.

Ele destacou sua independência diante dos dois candidatos à Presidência, mas ressaltou ver a necessidade de escolher um lado no segundo turno eleitoral, já que a polarização entre eles se confirmou. Para o ex-juiz, Lula poder disputar a eleição presidencial é um “símbolo máximo” da impunidade no Brasil, já que ele foi condenado pela justiça do Paraná – apesar de depois as condenações terem sido anuladas pela Suprema Corte brasileira.

“O Lula foi condenada na operação Lava Jato em três instâncias e, depois, foi beneficiado por uma decisão da segunda turma do Supremo, a meu ver um claro erro judiciário (…) O símbolo máximo da impunidade é essa situação que nós estamos vendo hoje. Por isso que eu me posicionei nesta eleição muito claramente. Eu tenho as minhas divergências com o presidente Jair Bolsonaro. Agora, na minha opinião, é inaceitável a volta do Lula – é claro, ele tem que ser derrotado pelos meios democráticos – porque, no fundo, é uma mensagem ao país de que o crime compensa“, disse.

Apesar de apoiar Bolsonaro abertamente no segundo turno das eleições, Moro fez declarações muito duras ao atual mandatário da República recentemente, sobre ser um mentiroso e tentar interferir no comando da Polícia Federal. Questionado se retirava suas críticas dos últimos anos, ele explicou que sua opção se faz por considerar Lula um candidato pior do que Bolsonaro, mesmo reafirmando suas divergências aos dois.

“Eu vou ser um senador independente do Paraná. Não tive nenhum apoio do Lula e nem do Bolsonaro. Fui um candidato independente, e eles tinham seus próprios candidatos. Eu mantenho as minhas divergências em relação ao Bolsonaro, não pretendo reescrever o passado. Agora, muito claramente, nós estamos em um momento crucial para a República, para a nossa democracia, no qual um candidato, que é o Lula, foi condenado por corrupção em três instâncias e, ali, você tinha uma corrupção vinculada a um esquema de poder. Se fala muito em proteção da democracia, e, realmente, isso é fundamental, entretanto nós tínhamos, ali, um esquema de corrupção que corroía a democracia por dentro. O mensalão era a compra de parlamentares por suborno para dar sustentação ao governo federal do Lula. Depois o petrolão, com o entranhamento da corrupção na máquina pública, focado na Petrobras, mas não somente, para arrecadar suborno, para diretores da Petrobras e para partidos e agentes políticos. Os três principais diretores foram nomeados pela caneta do senhor Lula. Então, eu me posiciono contra esse projeto de poder que está manchado por escândalos de corrupção. Além disso, tenho o entendimento de que a pauta econômica do PT não é condizente com uma economia moderna. Tenho receio do que pode acontecer com o país, do ponto de vista econômico, e basta a gente olhar par ao nosso vizinho, a Argentina, com uma inflação de 60% com pauta econômica muito semelhante àquela defendida pelo PT e pelo Lula. Então, estou me posicionando, apoiando um candidato, em virtude dos vícios do outro candidato. Antes, eu lutei por uma terceira via e, inclusive, apresentei o meu nome para ter uma alternativa. Eu sou contra essa polarização, mas ela tendo se firmado no segundo turno, é necessário fazer uma escolha. Acho que o projeto do PT seria desastroso tanto do ponto de vista moral quanto do econômico para o Brasil”, comentou Moro.

Ao se colocar como oposição a qualquer governo eleito a partir de 2023, o ex-ministro classificou sua futura posição no Senado Federal como “oposição construtiva”, afirmando que deverá votar junto do governo em projetos que considerar positivos para o país. “Serei uma oposição construtiva. Se houver projetos que sejam benéficos ao país e à população brasileira, podem contar comigo qualquer um que seja eleito. Agora, eu vejo com dificuldade que venham coisas muito positivas de um eventual governo do PT, porque, por exemplo, as pautas do PT ainda são da década de 1980, contra privatizações, contra a abertura da economia, a favor da intervenção do Estado. E a gente viu como essa história acaba, com maior recessão da história do país em 2016. Agora, pautas da ética, do combate à corrupção, eu tenho minhas pautas, defendo a volta da prisão em segunda instância, vou defender a autonomia da Polícia Federal, a existência de um Ministério Público independente, sou favorável a uma reforma da justiça, além de agendas modernizantes, como reforma tributária, reforma administrativa, que são importantes para a gente destravar a economia do país”, pontuou.

Questionado sobre a nova resolução do Tribunal Superior Eleitoral, que aumenta os poderes da corte para suspensão de conteúdos de campanha eleitoral considerados falsos em até duas horas, Moro disse considerar positivo o combate às fake news, entretanto defendeu uma postura de autorrestrição da corte. “Eu sou sempre favorável à liberdade de expressão. Acho que o debate público deve ser sempre o mais amplo possível. Existe uma questão relacionada à fake news, que é, vamos dizer, um fenômeno antigo, mas que tem hoje uma dimensão diferenciada por conta das redes sociais. Entretanto, o que acontece é, quando o TSE tenta interferir para suprimir as fake news do debate eleitoral, que é algo sempre positivo, há sempre o risco de errar. Eu tenho uma posição de que o tribunal deveria adotar uma postura de autorrestrição e evitar realizar esse tipo de interferência. Então, a gente tem visto intervenções, algumas consideradas corretas e várias outras que são consideradas erradas. E isso tem gerado um debate na sociedade, porque, muitas vezes, parece um favorecimento de um lado ou outro. Por isso, eu acho que a postura melhor para o TSE seria adotar uma postura de autorrestrição e evitar interferência, exceto nos casos em que houvesse uma clareza de que se trata de fake news”, disse.

 

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Brasil

Lula mente sobre número de penitenciárias federais feitas em seu governo

O candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em 16 de agosto, durante o primeiro debate do segundo turno das Eleições 2022, que fez cinco prisões de segurança máxima enquanto governou o país.

O Brasil tem cinco presídios de segurança máxima. Quatro deles foram construídos e inaugurados no governo Lula. O quinto começou a ser construído em 2013, no governo de Dilma Rousseff (PT), e foi inaugurado em 2018, já com Michel Temer (MDB) no poder.

O que Lula disse

Fui eu que fiz prisão de segurança máxima. Cinco prisões de segurança máxima foram feitas no meu governo.

Presídios de segurança máxima inaugurados no governo Lula

A construção do primeiro presídio de segurança máxima do Brasil teve início em 6 de outubro de 2004, no governo Lula (2003-2010). Localizada em Catanduvas (PR), a penitenciária foi inaugurada em 23 de junho de 2006.

A segunda penitenciária de segurança máxima, em Campo Grande (MS), começou a ser construída em 23 de dezembro de 2004 e foi inaugurada em 21 de dezembro de 2006. A terceira, em Porto Velho (RO), iniciou as obras em 5 de julho de 2006 e foi inaugurada em 19 de junho de 2009.

A quarta, que fica em Mossoró (RN), começou a ser construída em 7 de novembro de 2005 e foi inaugurada em 3 de julho de 2009. A quinta, em Brasília (DF), é a única cujas obras não foram inauguradas no governo Lula. Ela começou a ser feita em 30 de dezembro de 2013, no primeiro mandato de Dilma Rousseff e inaugurada por Michel Temer (MDB), em 16 de outubro de 2018.

As informações são do Departamento Penitenciário Nacional, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

CNN

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Brasil

TSE exonera servidor responsável por inserções da propaganda eleitoral


Em meio à denúncia da campanha de Jair Bolsonaro sobre ter sido prejudicado em inserções nas rádios, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu exonerar o servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência.

Machado exercia a função de Coordenador do Pool de Emissoras, sendo o responsável pelo recebimento dos arquivos com as peças publicitárias e sua disponibilização no sistema eletrônico do TSE, para que sejam baixadas pelas emissoras de rádio e TV.

O Antagonista questionou a assessoria de imprensa do tribunal, mas ainda não houve manifestação.

O Antagonista

 

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Paraíba

VÍDEO: Eleitores em Campina Grande apostam R$ 50 mil e até a própria casa na eleição de domingo

Dois amigos da cidade de Campina Grande-PB decidiram apostar em quem vai vencer a disputa presidencial do segundo turno das eleições. O que apoia Bolsonaro (PL), desembolsou R$ 50 mil. Já o eleitor de Lula (PT) colocou em jogo um terreno no valor de R$ 25 mil, hoje com uma casa construída, que hoje vale R$ 100 mil.

Veja o momento em que eles “selam” a aposta, registrada em cartório:

 

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Paraíba

Mais de 5,8 mil policiais e bombeiros farão segurança durante o segundo turno na PB

A partir desta quarta-feira (26), os oficiais que farão o reforço das tropas de segurança nas Eleições 2022 na Paraíba começam a ser enviados para o interior do estado. Até a sexta-feira (28), mais de 1 mil policiais serão deslocados para outras regiões.

A operação, que irá até a madrugada da segunda-feira (31), terá um total de 5.898 homens e mulheres das polícias Militar e Civil, além do Corpo de Bombeiros Militar. Só a Polícia Militar terá um contingente de 4.200 oficiais.

Policiais e bombeiros farão a guarda das urnas até o início da votação, além de fazer a segurança no entorno das seções eleitorais e combater a prática de condutas vedadas por lei, como a propaganda irregular (“boca de urna”).

Toda a operação será acompanhada, em tempo real, pelos centros de comando e controle. Em João Pessoa, o centro fica na sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

No primeiro turno, foi registrado um total de 32 ocorrências – a maioria por crimes eleitorais, que resultaram em 38 prisões e sete veículos apreendidos.

Portal Correio

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Brasil

Susana Naspolini, repórter da Globo, morre de câncer aos 49 anos

A repórter da Globo Susana Naspolini morreu nesta terça-feira (26) de câncer, aos 49 anos. A informação foi confirmada pela filha dela, Julia, de 16 anos.

“Oi, amigos, Julia aqui. É com o coração doendo que venho contar pra vocês que a mamãe não está mais com a gente. Ela lutou muito, nossa guerreira! Agradeço muito pelas orações, muito mesmo, muito obrigada, mas infelizmente não deu”, escreveu a jovem no perfil da mãe.

Susana estava internada há mais de uma semana em São Paulo. A jornalista foi diagnosticada com um câncer em fase de metástase no osso da bacia. Em setembro, ela passou oito dias internada no Rio de Janeiro em virtude de uma infecção e imunidade baixa.

Semana passada, Julia postou um vídeo também no perfil da mãe explicando a situação, que era considerada gravíssima pelos médicos.

Splash – UOL

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Paraíba

Lei eleitoral suspende prisão de suspeito de participar da morte de guarda municipal no Conde

A legislação eleitoral tirou da prisão mais um suspeito de participar da morte do comandante da guarda municipal do Conde, Sérgio Carneiro. Ele se apresentou à polícia nesta terça-feira (25) e foi liberado após prestar depoimento.

O homem identificado como João Lucas Lustosa, de 23 anos, foi até a delegacia acompanhado do advogado. Para a polícia, João Lucas tem envolvimento com o crime, mas ele acabou sendo beneficiado pelo legislação eleitoral, que determina que, a partir desta terça-feira (25), eleitores não podem ser presos, a não ser que seja em flagrante delito.

No sábado (22), foi preso um jovem de 19 anos suspeito de atirar no guarda municipal. A vítima, o comandante da guarda municipal do município de Conde, Sérgio Carneiro, estava na orla do Cabo Branco quando acabou baleado.

Segundo a polícia, Sérgio teria reagido a uma tentativa de assalto e, por isso, acabou atingido por tiros. Para os investigadores foi uma tentativa de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

Portal T5

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