Brasil

Anderson Torres diz que vai voltar ao Brasil e se apresentar à Justiça

O ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, afirmou nesta terça-feira (10) em sua rede social que vai interromper suas férias, voltar ao Brasil e se entregar à Justiça.

Torres teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por omissão nos ataques e depredação a prédios dos três poderes em Brasília no domingo (8). O pedido foi feito pela Polícia Federal.

“Hoje (10/01), recebi notícia de que o Min Alexandre de Moraes do STF determinou minha prisão e autorizou busca em minha residência. Tomei a decisão de interromper minhas férias e retornar ao Brasil. Irei me apresentar à justiça e cuidar da minha defesa”, afirma Torres.

“Sempre pautei minhas ações pela ética e pela legalidade. Acredito na justiça brasileira e na força das instituições. Estou certo de que a verdade prevalecerá”, declarou. Nesta tarde, viaturas da Polícia Federal foram vistas em frente à casa de Torres, em Brasília.

Com informações de g1

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Paraíba

Pai e mãe tentam salvar filho e morrem afogados em praia na PB

Um casal morreu afogado na manhã desta terça-feira (10), em uma praia na cidade de Lucena, Região Metropolitana de João Pessoa.

Segundo a delegada Andreia Melo, testemunhas relataram que a família estava no local quando o filho do casal, um adolescente de 13 anos de idade, começou a se afogar. Os pais entraram na água na tentativa de salvar o filho e não conseguiram retornar.

Os pescadores e militares do Corpo de Bombeiros ainda tentaram ajudar, mas o casal já estava sem vida.

A mulher tinha 42 anos e o homem 43. O adolescente foi retirado da água e não corre risco de morte.

Notícia Paraíba

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Brasil

Anderson Torres sabotou segurança do DF, diz interventor sobre atos criminosos

O interventor federal Ricardo Cappelli acusou o ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal (DF) Anderson Torres de sabotar a segurança da capital federal nos atos criminosos nos quais foram atacadas as sedes dos Três Poderes.

Em entrevista à CNN, Cappelli afirmou que Torres, que foi ministro da Justiça do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mudou todo o comando da secretaria e viajou para fora do Brasil.

“No dia 1º, tivemos uma posse com milhares de pessoas e uma operação de segurança extremamente exitosa. O que mudou para o último domingo, dia 8, foi que, no dia 2, Anderson Torres assumiu a Secretaria de Segurança, exonerou todo o comando e viajou. Se isso não é sabotagem eu não sei o que é”, disse o interventor.

O nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a segurança do DF argumentou que “o problema não estava nos oficiais da Policia Militar e na corporação”.

“Nas últimas 36 horas, estiveram ao meu lado dezenas de oficiais, delegados da Polícia Civil do DF, que cumpriram suas obrigações. O que faltou no domingo foi a liderança da Secretaria de Segurança”, afirmou.

No domingo (8), enquanto criminosos invadiam e depredavam as sedes dos Três Poderes, o então secretário de Segurança do DF estava nos Estados Unidos, em Orlando.

O interventor Rodrigo Cappelli explicou que, desde que foi nomeado ao cargo, o primeiro desafio foi assumir o comando das forças de segurança da capital federal.

Então, foi realizado um esforço para desmobilizar o acampamento bolsonarista no Quartel General do Exército em Brasília, bem como a identificação e prisão daqueles que participaram dos atos de domingo.

Cappelli explicou que agora serão apuradas as responsabilidades. “Há farto material para identificar não só a conduta dos manifestantes, mas também a conduta daqueles que, como agentes da lei, não cumpriram o seu papel”, afirmou.

“Volto a dizer: a responsabilidade central no domingo foi a falta de comando. Foi uma operação estruturada de sabotagem comandada pelo ex-ministro de Bolsonaro Anderson Torres, que deixou a secretaria sem direção, sem liderança e fugiu para o exterior”, concluiu.

Nesta segunda (9), pelo Twitter, o ex-secretário e ex-ministro publicou um pronunciamento dizendo que foi “surpreendido pelas lamentáveis cenas” em Brasília durante seu “segundo dia de férias”.

“Lamento profundamente que sejam levantadas hipóteses absurdas de qualquer tipo de conivência minha com as barbáries que assistimos. Estou certo de que esse execrável episódio será totalmente esclarecido, e seus responsáveis exemplarmente punidos”, escreve o comunicado.

CNN

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Brasil

“Pessoas de direita com caráter não concordam com o que aconteceu”, diz Lula

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O presidente Lula (PT) afirmou nesta segunda-feira (9) que a invasão de radicais bolsonaristas às sedes dos três poderes, na Esplanada dos Ministérios, no domingo (8) foi “de interesse de uma pequena minoria de vândalos e bandidos”.

“Acho que a maioria da sociedade, mesmo a maioria das pessoas que votaram no Bolsonaro, as pessoas decentes, as pessoas que são de direita mas que têm caráter e interesse pelo Brasil não concordam com o que aconteceu aqui“, afirmou Lula.

O presidente conversou com jornalistas após caminhada com governadores, vice-governadores e ministros do STF do Palácio do Planalto à Corte Suprema.

“Mais cedo ou mais tarde, a gente vai descobrir quem é que financiou. Tem gente financiando, tem gente que pagou para vir para aqui e tem gente que fomentou [para] acontecer o que aconteceu”, acrescentou.

Questionado sobre garantias para que algo semelhante à invasão não volte a ocorrer, Lula apenas disse que “todos nós temos a obrigação de fortalecer a democracia”.

Por O Antagonista

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Brasil

Governo Lula tem 10 trapalhadas em 10 dias

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa 10 dias nesta terça-feira (10). Em um curto período, o petista e sua equipe acumularam 10 situações embaraçosas e decisões com risco de reputação para a atual gestão – embora muito fique agora em 2º plano por causa dos atos extremistas em Brasília no último domingo (8.jan).

É comum o vaivém de decisões e declarações em início de governo. Mas a frequência surpreende no início do 3º mandato de Lula. Ainda mais porque não há a desculpa da inexperiência do presidente e vários dos ministros escolhidos pelo petista já chefiaram pastas antes.

DECISÕES DESFEITAS

imposto de combustíveis – a ideia era retomar a cobrança a partir de 1º de janeiro. Mas houve receio de alta de preços nos postos e o efeito disso. A isenção de PIS/Cofins foi renovada, em uma derrota política de Fernando Haddad (Fazenda);

regulação do saneamento – medida provisória tirou o tema da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico). O mercado reagiu mal. O governo disse que a medida será discutida.

GAFES INTERNACIONAIS

audiências canceladas – Lula deixou de atender em 2 de janeiro de 2023 representantes de 6 países que vieram à posse por “falta de tempo” –a delegação do Timor Leste foi recebida no dia seguinte, já a de Angola esperou e insistiu, mas não se reuniu com o presidente;

moeda do Mercosul – o embaixador da Argentina disse que trabalhará no tema com o Brasil. Jornalistas perguntaram ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o tema. Ele negou e se irritou.

RECUO EM DECLARAÇÕES

Previdência – Carlos Lupi disse ser preciso discutir a reforma de 2019. Rui Costa o desautorizou;

saque-aniversário do FGTS – Luiz Marinho falou em acabar com esse mecanismo de acesso ao FGTS. Recuou e falou que a ideia será discutida;

preços de combustíveis – Jean Paul Prates disse que a Petrobras se ajustaria às diretrizes do governo. Depois disse que a estatal não intervirá em preços.

PROPOSTA ARRISCADA

O ministro Rui Costa (Casa Civil) disse na quinta-feira (5.) ao jornal Valor Econômico que o governo havia discutido naquele dia a conversão de multas de construtoras em acordos de leniência por obras. Analistas avaliam que isso poderá associar o governo a empresas condenadas por corrupção.

SEGURANÇA PÚBLICA

8 de Janeiro – o ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública) anunciou no sábado (7) que havia autorizado o uso da Força Nacional em Brasília; àquela altura já se sabia que um número significativo de manifestantes contrários aos resultados das eleições estavam concentrados na capital federal. O governo Lula não verificou se tinha contingente para 1) proteger Planalto, Congresso e STF, e 2) bloquear os acessos à Esplanada. Com a invasão dos extremistas, não houve plano B.

DANIELA CARNEIRO

Ministério do Turismo – a deputada federal Daniela do Waguinho (União Brasil) foi anunciada como ministra do Turismo em 29 de dezembro de 2022; entrou como cota do União Brasil;

mudança de nome – no início de janeiro de 2023, ela mudou seu nome público para Daniela Carneiro; Waguinho é seu marido e prefeito de Belford Roxo;

conexão com a milícia – dias depois da posse, imagens da ministra com acusados de integrar milícias no RJ passaram a circular na web e foram amplamente divulgadas por veículos de mídia;

Daniela tem respaldo – o presidente do União Brasil, Luciano Bivar, e o governo Lula, por meio de Rui Costa (Casa Civil), saíram em defesa da ministra. O ministro disse que não há “nada relevante e substantivo” que justifique uma preocupação.

Poder360

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Brasil

Petrobras reduz preço do gás natural em 11,1%

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (10) que vai atualizar o valor do gás natural. O preço de venda para as distribuidoras vai cair, em média, 11,1% por metro cúbico, a partir do dia 1º de fevereiro, conforme prevê os contratos de distribuição por dutos. A redução é em relação ao valor praticado no trimestre novembro-dezembro-janeiro.

De acordo com a estatal, os contratos preveem atualizações trimestrais e vinculam a variação do preço do gás às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio.

“Durante esse período, o petróleo teve queda de 11,9%; e o câmbio teve depreciação de 0,2% [isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar aumentou 0,2%]. Houve ainda, conforme previsto nos contratos celebrados no final de 2021 e com vigência de 01/01/2022 a 31/12/2025, redução na fórmula de precificação que passou de 16,75% do Brent para 14,40% do Brent”, justificou a empresa.

Preço final

A redução no preço para as distribuidoras, contudo, não significa repasse imediato para o consumidor final.

Segundo a Petrobras, o preço final do gás natural depende também do portfólio de suprimento de cada distribuidora, das margens das empresas e dos postos de revenda, além dos tributos federais e estaduais.

As tarifas ao consumidor também dependem de aprovação pelas agências reguladoras estaduais.

Agência Brasil

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Paraíba

ELEIÇÃO NA FIEP: Conselho pode impugnar candidatura de Buega Gadelha nesta terça

A eleição interna da Federação das Indústrias da Paraíba (FIEP) está marcada para o próximo dia 26. Nesta terça-feira (10) o Conselho de Representantes, órgão deliberativo máximo que reúne os líderes dos mais de vinte sindicatos da Federação vai analisar a impugnação da candidatura do atual presidente, Francisco Buega Gadelha, no comando da entidade desde 1995.

Desde o ano passado Buega tem enfrentado, pela primeira vez, um movimento de oposição em sua quase eterna história na Presidência da Fiep.

O pedido de impugnação alega que o atual presidente não estaria apto a disputar a presidência ao não se enquadrar na categoria industrial, por não ter indústria.

De acordo com os oposicionistas, Buega tinha uma refinaria de óleos vegetais, mas documentos oficiais indicariam que a empresa dele não teve movimentações fiscais nos últimos anos. No local da antiga indústria, no bairro de Bodocongó, está em construção um shopping center.

A oposição alega que o Estatuto da FIEP exige que todos os candidatos exerçam atividade industrial.

O grupo apresentou ao Conselho de Representantes um parecer assinado pela jurista Vólia Bonfim, desembargadora aposentada do TRT do Rio de Janeiro e uma das mais renomadas autoridades em Direito do Trabalho no Brasil. No documento ela chegou à conclusão de que não há espaço, segundo o Estatuto e outras normas, para que o atual presidente seja candidato à reeleição.

A reunião desta terça será conduzida pela Comissão Eleitoral, presidida pelo Auditor-Fiscal José Cursino Raposo. A própria existência da Comissão Eleitoral, nesse formato, foi fruto de um pleito oposicionistas atendido pela Justiça.

Jornal da Paraíba

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Brasil

PF desmente morte de idosa em ginásio de manifestantes presos

A Polícia Federal (PF) negou, nesta segunda-feira (9), que uma idosa tenha morrido após ter sido detida no acampamento bolsonarista no Quartel-General do Exército, em Brasília. Pela manhã, cerca de 1,2 mil pessoas foram retiradas do local e levadas ao ginásio da Academia Nacional da Polícia Federal, após os ataques terroristas cometidos nas sedes dos três poderes, no domingo (8).

A informação do suposto óbito se espalhou pelas redes sociais. A foto usada no boato, no entanto, está disponível em um banco de imagens gratuito.

A informação foi repercutida pela deputada federal Bia Kicis (PL-DF), em discurso no plenário da Câmara dos Deputados, na noite de segunda. A parlamentar chegou a dizer que o caso tinha sido confirmado pela Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF), mas depois disse que cometeu um “equívoco”

“A Polícia Federal informa que é falsa a informação de que uma mulher idosa teria morrido na data de hoje (9/1) nas dependências da Academia Nacional de Polícia”, diz a nota da corporação.

G1

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Paraíba

Pamela Bório justifica ida para Brasília: “Cobertura jornalística independente”

A ex-primeira-dama da Paraíba e suplente de deputado federal, Pâmela Bório (PSC) emitiu nota sobre sua participação nos atos antidemocráticos que terminaram na invasão e depredação das sedes do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal, em Brasília, no domingo (8).

Pâmela publicou vídeos em suas redes sociais e também foi flagrada por um perfil no Instagram que está expondo as pessoas que participaram dos atentados terroristas. “Não vamos entregar o nosso país sem luta”, diz ela durante uma gravação. Em certo momento, é vista ao lado do filho menor de idade, fruto de relacionamento com o ex-governador Ricardo Coutinho (PT).

Na nota divulgada após a repercussão do assunto, Pâmela Bório, que é jornalista e natural de Senhor do Bonfim, na Bahia, afirma que esteve presente para fazer uma cobertura dos atos como “profissional independente”.

“A trajetória de ativismo da jornalista Pâmela Bório por mais de uma década mostra que jamais apoiaria atos terroristas e vandalismo, algo que sempre repudiou publicamente. Bem como jamais poderia ser condescendente com tais atitudes vindas de quaisquer grupos ideológicos”, afirma.

Ela completa a nota repudiando “todas as insinuações ou acusações infundadas sobre atos terroristas atribuídas à sua pessoa e, no devido momento, todos os propagadores de fake news serão responsabilizados”.

Veja na íntegra:
“A trajetória de ativismo da jornalista Pâmela Bório por mais de uma década mostra que jamais apoiaria atos terroristas e vandalismo, algo que sempre repudiou publicamente. Bem como jamais poderia ser condescendente com tais atitudes vindas de quaisquer grupos ideológicos.

Na condição de jornalista, Pâmela Bório esteve cobrindo os manifestos na tarde do dia 8 de janeiro a partir das 17:30h como profissional independente. Seu filho ficou na companhia de parentes e amigos, passeando num Petshop da cidade, enquanto ela estava em cobertura jornalística dos manifestos. Mãe e filho passam férias na capital do Brasil, onde já passaram outras vezes. Atualmente o menor está em medida protetiva em desfavor do genitor desde o ano passado.

Durante os registros dos acontecimentos, Pâmela se deteve apenas em filmar, tentando captar os melhores ângulos, mas nem assim conseguiu cobrir as invasões que já tinham acontecido horas antes de sua chegada, tampouco não conseguiu ver depredações dentro das invasões, sendo impossível também ter participado de tais atos que a mesma sempre repudiou. A jornalista conseguiu captar apenas manifestantes na grama e na rampa, focando em idosos, religiosos, crianças e possíveis vulneráveis, como vendedores ambulantes. Não conseguiu sequer terminar a cobertura jornalística pois estava impossível respirar com tanto gás lacrimogênio.

Portanto, a jornalista repudia todas as insinuações ou acusações infundadas sobre atos terroristas atribuídas à sua pessoa e, no devido momento, todos os propagadores de fake news serão responsabilizados.”

F5 Online

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Brasil

Empresários do DF criticam afastamento de Ibaneis

Em um abaixo-assinado, mais de 20 entidades empresariais de Brasília contestam a medida do ministro do Supremo Tribunal Federal,Alexandre de Moraes que afastou Ibaneis Rocha (MDB) do cargo de governador do Distrito Federal.

A lista de signatárias inclui a Abrasel (associação de bares e restaurantes), o Sinduscon-DF (indústria da construção civil) e o Secovi-DF (sindicato da habitação).

Ibaneis é acusado de se omitir diante da violência da invasão de bolsonaristas aos prédios dos três Poderes da República em Brasília, no último domingo (8). Os vândalos depredaram o STF, o Congresso e o Palácio do Planalto.

No documento, as entidades se dizem contrárias às manifestações golpistas, mas atacam a decisão do ministro do STF de afastar temporariamente o governador.

“Nos posicionamos contrários a todo e qualquer tipo de intervenção que fira a autonomia política e administrativa do Distrito Federal, sem a devida apuração dos fatos e que não respeite o devido processo legal. Solicitamos aos Poderes Legislativo e/ou Judiciário (se provocado) que reestabeleça(m) a gestão do governador reeleito legitimamente pelo povo do DF, em primeiro turno, Ibaneis Rocha”, afirma a nota.

O Antagonista

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