Brasil

Saúde vai parar de divulgar dados diários da Covid a partir de março

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil.

O Ministério da Saúde (foto) vai deixar de divulgar diariamente os dados sobre a Covid no Brasil. A partir de 7 de março, os números serão publicados semanalmente. O boletim traz informações como os casos, óbitos e a vacinação contra a doença.

De acordo com a Saúde, o novo formato trará um cenário mais real sobre a pandemia, já que apenas nove estados atualizam os dados diariamente e outros 18 não informam casos e óbitos pela doença nos finais de semana. Além disso, a pasta diz que três desses reportam as informações apenas uma vez por semana.

A proposta de alteração foi apresenta pelo diretor de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) da nessa quinta-feira (16) e aprovada por representantes do governo federal, dos estados e dos municípios.

Por O Antagonista

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Paraíba

Foragido da justiça, dono da Braiscompany desafia PF e aparece nas redes sociais

O empresário Antônio Inácio Silva Neto, dono da Braiscompany, fez na manhã desta sexta-feira (17) a primeira aparição nas redes sociais após ser alvo de uma operação da Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF). Ele, juntamente com a esposa, são acusados de crimes contra o sistema financeiro.

Antônio Neto e Fabrícia Camos tiveram as prisões temporárias decretadas pela Justiça Federal em Campina Grande, mas não foram localizados pelos agentes ontem. Eles são considerados foragidos da Justiça.

Nas redes sociais, Neto publicou uma mensagem de reflexão: “Força para lutar. Fé para vencer”, postou. Confira:

MaisPB

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Brasil

PGR defende arquivamento de inquérito contra Bolsonaro por falas sobre a Covid-19

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou nesta quinta-feira (16), contra a abertura de um inquérito sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) – e favorável ao arquivamento – por ter associado um possível desenvolvimento da Aids e a vacina da Covid-19.

No documento obtido pela equipe de reportagem da Jovem Pan e assinado pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo argumenta que, não existem “elementos mínimos capazes de amparar a propositura de uma ação penal”, em razão da “inexistência de indícios” dos crimes supostamente cometidos. “Portanto, a responsabilização penal dependeria da comprovação de uma efetiva colocação em risco do bem jurídico tutelado -a ordem pública e a tranquilidade da população-, ou seja, alguma evidência de que as condutas do Presidente da República, por ocasião dos fatos, realmente provocaram alarma nas pessoas ou foram capazes de produzir pânico”, afirma Lindôra em despacho encaminhado ao relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Para Lindôra, mesmo que as declarações do então presidente da República possam ser consideradas reprováveis, as afirmações “reforçam um padrão de conduta que guarda sintonia com seu agir político desde o início da pandemia, o que indica não haver a autoridade requerida agido com a intenção de gerar pânico na população”, ou seja, “as falas questionadas, se merecem crítica, devem ficar sujeitas ao debate político e eleitoral, mas não penal, dado seu caráter fragmentário e só incidente quando clara a violação ou colocação em risco do bem jurídico relevante”, pontua a vice-procuradora-geral antes de ressaltar que as acusações não preencheram os contornos dos tipos penais apontados pela autoridade policial.

A decisão de Lindôra, no entanto, contraria a conclusão da Polícia Federal (PF), que em dezembro de 2022 afirmou que Bolsonaro cometeu crimes após desincentivar o uso de máscaras – após sua utilização tornar-se obrigatória – e divulgar informações falsas sobre a pandemia.

Sobre os itens de proteção individual, Lindôra afirmou em sua decisão que, “ainda que o conteúdo da fala possa ser polêmico e passível de críticas, não se verifica qualquer incitação à prática de crime”, portanto, “mesmo que não configure ilícito criminal, em nenhum momento, os investigados incitaram a população a não usar a máscara de proteção individual”.

Já no entendimento da instituição de segurança federal, há “existência de elementos probatórios concretos suficientes de autoria e materialidade” a fim de atestar o cometimento de incitação ao crime de “provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto”.

A Polícia Federal também incluiu o então ajudantes de ordens de Bolsonaro, tenente Mauro Cesar Barbosa Cid, nas acusações, por ter levantado as informações que o ex-chefe do Executivo compartilhou – o militar também integrou o pedido de arquivamento da Procuradoria-Geral da Republica.

Com informações da Jovem Pan News

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Paraíba

PGR vai investigar políticos paraibanos envolvidos nos atos antidemocráticos

A Procuradoria-Geral da República deu parecer na representação feita pelo PSOL da Paraíba e pelos dirigentes partidários Adjany Simplício, Alexandre Soares, Tárcio Teixeira e Olímpio Rocha contra os deputados Wallber Virgolino e Cabo Gilberto, a vereadora Eliza Virgínia, a ex-primeira dama Pâmela Bório e o ex-candidato a governador Nilvan Ferreira, em razão da investigação e apoio aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, em Brasília.

Para o subprocurador-geral da República Carlos Frederico dos Santos, que assina o parecer, “os elementos de informação coletados na representação demonstram que WALBER VIRGOLINO, NILVAN FERREIRA e ELIZA VIRGINIA veicularam, por meio das redes sociais, imagens dos invasores das sedes do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional. Além disso, os referidos representados postaram mensagens que exaltaram os atos criminosos executados no dia 08/01/2023.”

No que se refere à ex-primeira dama, a PGR diz que “extrai-se das imagens colacionadas na representação que PÂMELA BÓRIO participara, no dia 08/01/2023, dos atos violentos contra a sede do Congresso Nacional. As fotos publicadas em rede social evidenciam que a representada acompanhava a turba durante as invasões aos prédios públicos.”

Quanto ao Cabo Gilberto, o parecer afirma que “a conduta do Deputado Federal poderá configurar violação ao decoro parlamentar”, pelo que deve ser investigado pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da própria Câmara dos Deputados.

A PGR também pede, ao fim, que Wallber, Nilvan e Eliza sejam investigados no Inquérito 4921, que apura a instigação ao terrorismo, e que Pâmela seja investigada no Inquérito 4922, que apura participação efetiva nos atos de 08/01.

Conforme Olímpio Rocha, advogado do PSOL, “agora o Ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, vai apreciar a nossa representação, devendo acatar os pedidos da PGR e determinar a investigação desses paraibanos que apoiaram o terrorismo em Brasília. Esperamos, ao final, que todos sejam denunciados criminalmente e punidos pela instigação.”

Com informações de Paraíba Já

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Celebridades

VÍDEO: Cantor Péricles é assaltado e tem carro levado por bandidos em SP

Foto: Reprodução

Péricles foi assaltado e teve seu carro levado, na noite desta quinta-feira (17). O cantor estava com a mulher e a filha mais nova quando o crime aconteceu, e imagens do assalto, feitas por câmeras de segurança, já circulam nas redes sociais.

Veja abaixo:

A assessoria do artista confirma que é ele nas imagens e que todos estão bem, mas prefere não informar o local onde o crime ocorreu, por questões de segurança.

“O assalto realmente aconteceu, roubaram o carro do cantor, mas ele e todos que estavam com ele graças a Deus estão bem”, diz a equipe de comunicação do cantor.

As imagens são de 20h25. Péricles abre a porta do carona enquanto Lidiane Faria atravessa a rua com a filha do casal, Maria Helena, de 3 anos. Enquanto isso, um homem encapuzado aborda o artista. Péricles levanta as mãos, e o homem leva sua bolsa. O criminoso entra no carro e liga o veículo, enquanto Péricles se afasta com as mãos ainda erguidas.

Pouco depois, o sambista vai em direção à porta do motorista, e o assaltante leva o veículo.

Quem

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Mundo

Espanha aprova licença remunerada para período menstrual e amplia direitos ao aborto

O Parlamento espanhol aprovou em definitivo nesta quinta-feira, 16, uma legislação para que trabalhadoras que sofrem ciclos menstruais dolorosos possam tirar uma “licença menstrual”, uma medida pioneira na Europa que busca, segundo o governo de esquerda, quebrar tabus. Os legisladores da Espanha também aprovaram uma lei que expande o aborto e os direitos dos transgêneros para adolescentes.

A força por trás das novas leis foi a ministra da Igualdade, Irene Montero. “Hoje é um dia histórico de progresso nos direitos feministas”, escreveu a ministra no Twitter. Ela é integrante do Podemos, o partido de esquerda radical que é um parceiro minoritário na coalizão de governo com os socialistas.

Adotada por 185 votos a favor, 154 contra e 3 abstenções, a lei da licença menstrual faz da Espanha o primeiro país da Europa e um dos poucos do mundo a considerar esta medida, além de Japão, Indonésia e Zâmbia.

O texto da lei estabelece que “as licenças médicas em que a mulher se encontre em caso de menstruação incapacitante secundária, ou dismenorreia secundária associada a patologias como a endometriose, serão consideradas situação especial de incapacidade temporária por contingências comuns”.

“Trata-se de dar uma regulamentação adequada a essa situação patológica, de forma a eliminar qualquer tipo de preconceito negativo no local de trabalho”, acrescenta a lei, que não especifica de quanto tempo será essa licença médica. Essa reforma, rejeitada pelos partidos de direita, considera a saúde menstrual parte do direito à saúde.

Mas a medida tem despertado reservas na ala socialista do governo e é criticada pela União Geral dos Trabalhadores (UGT). A UGT expressou sua preocupação de que os empregadores que quiserem evitá-las acabem impedindo a contratação de mulheres.

O conservador Partido Popular (PP), principal partido da oposição, alertou para o risco de “marginalização, estigmatização” e “consequências negativas no mercado de trabalho” para as mulheres.

A nova lei também visa combater a pobreza menstrual e, nesse sentido, aposta na distribuição gratuita de produtos de higiene menstrual em centros educativos, prisões e centros sociais para mulheres em situação de vulnerabilidade. Centros de saúde estatais também distribuirão contraceptivos hormonais e a pílula do dia seguinte.
Aborto

A licença menstrual é uma das principais medidas de um projeto de lei muito mais amplo para aumentar o acesso ao aborto nos hospitais públicos, que realizam menos de 15% desse tipo de intervenção no país, principalmente devido à massiva objeção de consciência por parte dos médicos.

As mudanças consagram em lei o direito ao aborto em hospital estadual. Mas, pelo novo sistema, os médicos dos hospitais estaduais não serão obrigados a realizar abortos, desde que já tenham registrado suas objeções por escrito.

A nova lei permite que jovens de 16 e 17 anos na Espanha possam fazer aborto sem o consentimento dos pais.

A lei do aborto se baseia na legislação aprovada em 2010, que representou uma grande mudança para um país tradicionalmente católico, transformando a Espanha em um dos países mais progressistas da Europa em direitos reprodutivos.

O tribunal constitucional da Espanha rejeitou na semana passada um recurso do Partido Popular, de direita, contra a permissão de abortos nas primeiras 14 semanas de gravidez.

Um pacote separado de reformas também aprovado pelos legisladores na quinta-feira fortaleceu os direitos dos transgêneros, incluindo permitir que qualquer cidadão com mais de 16 anos mude seu gênero legalmente registrado sem supervisão médica.

Menores de 12 a 13 anos precisarão de autorização do juiz para trocar, enquanto os de 14 a 16 anos deverão estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Anteriormente, as pessoas transexuais precisavam de um diagnóstico por vários médicos. A segunda lei também proíbe a chamada “terapia de conversão” para pessoas LGBT+ e fornece apoio estatal para lésbicas e mulheres solteiras que buscam tratamento de fertilização in vitro.

O governo de coalizão de centro-esquerda está atualmente sendo criticado por outro dos projetos estrela de Montero, uma nova lei de consentimento sexual que pretendia aumentar a proteção contra estupro, mas inadvertidamente permitiu que centenas de criminosos sexuais tivessem sentenças de prisão reduzidas.

A Lei “Somente sim significa sim” torna o consentimento verbal o componente-chave em casos de suposta agressão sexual. O governo agora está lutando para apresentar uma versão alterada e acabar com a controvérsia antes das eleições ainda este ano.

As três iniciativas encontraram forte oposição dos partidos de direita que formam o principal bloco de oposição da Espanha.

Estadão

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Paraíba

Criminosos explodem agência bancária em Puxinanã durante a madrugada

Uma agência do Banco do Brasil foi explodida por criminosos no município de Puxinanã, Agreste da Paraíba, na madrugada desta sexta-feira (17). O impacto da explosão destruiu parcialmente a agência bancária e residências próximas ao local.

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 2h30 desta sexta (17), os suspeitos de assaltar a agência chegaram ao local em veículos e motocicletas, armados e com explosivos, e praticaram a explosão na agência bancária. A PM não soube informar se alguma quantia em dinheiro foi levada da agência.

Devido ao impacto da explosão, a frente e lateral da agência ficou destruída, e residências próximas à agência também ficaram com danos estruturais.

A Polícia Militar isolou a área para preservar a cena do crime para a Polícia Civil realizar a perícia e iniciar as investigações.

G1

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Brasil

CUT critica valor do salário mínimo anunciado por Lula


Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) defende aumento do salário mínimo para R$ 1.382,71. O valor representa R$ 62,71 a mais do que o anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana, de R$ 1.320.

O reajuste de R$ 1.302 para R$ 1.320 no mínimo começará a valer em maio.

Apesar do aumento confirmado pelo petista, a CUT afirma que não irá se “contentar com a proposta atual nem aplaudir quem nos está lesando”.

A Central Única dos Trabalhadores afirma que o crescimento do país “só se dará com uma política consistente de valorização salaria” e diz que não foi consultada para definir o valor divulgado por Lula.

Para que o novo valor do salário mínimo entre em vigor, o governo deverá editar uma medida provisória, que precisará passar pelo crivo do Congresso Nacional.

Metrópoles

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Paraíba

Julian Lemos é condenado a pagar R$ 15 mil a Escola Cidade Viva após deixar mensalidade no “fiado”

O juiz Alexandre Targino Gomes Falcão condenou o ex-deputado federal paraibano Julian Lemos a pagar R$ 14.459,5, referente a 11 mensalidades devidas à Escola Cidade Viva. A Fundação Cidade Viva entrou com ação de cobrança na Justiça alegando que Julian “contratou referidos serviços no ano de 2015, sendo a anuidade dividida em 12 parcelas iguais e consecutivas de R$ 1.314,50.

No entanto, Lemos não teria pago nenhuma das parcelas a partir de fevereiro daquele ano e foi movido um processo pedindo a condenação depe pagamento das mensalidades em aberto.

Ainda na ação junto à Justiça, a Fundação Cidade Viva pediu que fosse “acrescida de honorários advocatícios previstos em contrato firmado entre a instituição de ensino e o profissional que a assiste nos autos. As verbas, aduziu ainda, deveriam ser acrescidos multa (2%) e juros moratórios (1% a.m.).”

Julian foi convocado para audiência de conciliação, mas “não ofertou resposta”, segundo relatado pelo juiz Alexandre Targino Gomes Falcão.

O juiz condenou Julian Lemos a pagar as 11 mensalidades devidas, mas negou condená-lo “ao pagamento de honorários contratuais advocatícios”, devendo pagar “custas e honorários advocatícios sucumbenciais, os quais fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor da obrigação imposta”.

Veja decisão:

Com informações de Papo Informativo

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Esporte

COPA DO BRASIL: Campinense vende mando de campo e partida contra o Grêmio será em Brasília

Campinense e Grêmio se enfrentarão no Estádio Mané Garrincha, em jogo válido pela primeira fase da Copa do Brasil. A diretoria da equipe paraibana já havia sinalizado que estudava a transferência da realização da partida para a capital federal por questões financeiras. O jogo está marcado para o dia 1° de março, uma quarta-feira, às 20h. A alteração na tabela já foi publicada pela CBF.

Ainda não foram divulgadas informaçõesaobre venda de ingressos.

Esta é a segunda partida marcada para o maior estádio do DF pela Copa do Brasil até o momento. Nesta quinta-feira, Trem-AP e Vasco se enfrentam, também pela primeira fase da competição nacional.

Por ter um ranking melhor, o Grêmio entrará em campo com a vantagem do empate para seguir adiante na Copa do Brasil. Para o Campinense, apenas a vitória dá ao time uma vaga na segunda fase da competição.

O Mané Garrincha tem vivido agenda intensa neste início de 2023. A arena já recebeu jogos do Campeonato Carioca, do Campeonato Paulista, do Campeonato Mineiro e também do Campeonato Candango.

gepb

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