Brasil

Lula faz piada com obesidade de Flávio Dino e oposição reage: “Vai rolar cancelamento ou ele pode?”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou sobre a obesidade do ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), em um evento público nesta quarta-feira (15), e foi alvo de críticas de opositores em redes sociais.

Lula classificou a obesidade como uma doença que causa tanto mal quanto a fome, sendo necessário cuidado do Estado para este problema, e disse que Dino agora estaria se exercitando, andando de bicicleta, por estar acima do peso.

“Aqui ninguém está com excesso de magreza, a não ser o nosso poeta. O restante está tudo com um pouco de obesidade, que também é uma doença que nós precisamos cuidar. A nossa médica que é ministra da Saúde sabe perfeitamente bem que a obesidade causa tanto mal quanto à fome. E por isso que o Flávio Dino está andando de bicicleta, porque ele sabe que isso vai precisar que o Estado cuide com muito carinho desse mal”, disse o presidente.

A declaração foi dada na cerimônia de lançamento do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), vinculado ao ministério que Dino chefia.

Em discurso, Lula afirmou que a sociedade “não está precisando só de mais polícia”. Acrescentou que é necessária a atuação do Estado para garantir condições mínimas de dignidade para as pessoas, para não haver o estímulo para o início de atividades de criminalidade.

Antes, o próprio ministro havia feito piada ao falar do viés social do novo projeto.

“Um trabalhador da construção civil que tem uma bicicleta furtada não é a mesma coisa que uma pessoa que usa a bicicleta uma vez por ano para fazer atividade física. Falo de mim mesmo, como dá para notar”, disse Dino, o que se seguiu de risos da plateia.

A fala do presidente gerou críticas de membros da oposição nas redes sociais. O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP), escreveu: “Alô galerinha chata que acha obesidade lindo: o Lula falou o óbvio aqui. Vão chamá-lo de gordofóbico também? Ou vão parar de glamourizar uma doença?”

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um tuíte dizendo haver dois pesos e duas medidas envolvendo o presidente. “Lula diz que banheiro trans é invenção de satanás e que obesidade é doença e faz piada sobre. Não importa o que diz, mas quem diz. Só pra registrar mesmo.”

A página do MBL (Movimento Brasil Livre) também reagiu, repostando o vídeo e perguntando “E agora? Vai rolar cancelamento ou ele pode?”.

O episódio ocorreu dois dias após outra declaração de Lula que motivou críticas, desta vez relacionando a escravidão com a miscigenação brasileira.

“Resolveram contar a história que os índios eram preguiçosos e, portanto, era preciso trazer o povo negro da África pra produzir nesse país. Ora, toda a desgraça que isso causou ao país causou uma coisa boa, que foi a mistura, a miscigenação. Da mistura entre indígenas, negros e europeu, permitiu que nascesse essa gente bonita aqui”, afirmou o petista enquanto visitava a terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima.

A fala também foi alvo de ataques por opositores ao presidente. O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou haver silêncio dos movimentos negros após o discurso.

“O presidente da República, que subiu a rampa com o discurso dourado de minoria, declara que a escravidão ‘causou uma coisa boa, que foi a mistura, a miscigenação’. Cadê os movimentos negros para explicar o tamanho do racismo praticado por Lula? Silêncio absoluto”, escreveu o senador nas redes sociais.

Já o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB) criticou o mandatário afirmando que nada justifica o processo de servidão estabelecido no Brasil por séculos.

“Então, o senhor acha que a ‘preguiça dos índios’ levou à escravidão de negros, africanos, e que isso foi bom, porque provocou a miscigenação? Presidente, nada justifica a escravidão. A ditadura, que o senhor não combateu, submeteu os brasileiros a um tipo específico de escravidão”, escreveu o tucano.

Folha de São Paulo

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Paraíba

‘ESPÍRITO SANTO 4’: Operação contra tráfico de drogas cumpre mandados na Grande JP

Mandados de prisão e busca e apreensão são cumpridos desde a madrugada desta quinta-feira (16) na Região Metropolitana de João Pessoa na operação ‘Espírito Santo 4’, deflagrada pelas Polícias Civil e Militar para combater o tráfico de drogas.

São pelo menos dez suspeitos alvos de mandados nas cidades de João Pessoa, Conde e Cruz do Espírito Santo. A investigação é conduzida pela delegacia seccional de Santa Rita.

Drogas e uma quantia em dinheiro foram apreendidas durante a ação. Os presos estão sendo encaminhados para a Central de Polícia, no Geisel.

MaisPB

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Paraíba

TCE-PB reprova contas de empresa contratada pelo governo do Estado e cobra débito de R$ 11,7 milhões

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) julgou irregulares mais uma prestação de contas da Organização Social Cruz Vermelha – filial do Rio Grande do Sul. A OS foi contratada pela Secretaria de Estado da Saúde, na gestão do ex-governador Ricardo Coutinho, para administrar o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena de João Pessoa, em 2016.

Em sessão híbrida nesta quarta-feira (15), o Pleno do Tribunal de Contas do Estado, sob a presidência do conselheiro Nominando Diniz, por unanimidade, julgou irregulares as contas da Cruz Vermelha e imputou débito à OS.

Aos ex-diretores Milton Pacífico José de Araújo, Sabrina Grasielle de Castro e Sidney da Silva Schmid, foram imputados os prejuízos ao patrimônio público na ordem de R$ 11.775.451,94, equivalente às despesas não comprovadas, mais multas fixadas em R$ 8 mil, aplicada também à então secretaria de saúde, Roberta Batista Abath. Cópias da decisão serão encaminhadas ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) para as providências cabíveis.

O relator do processo foi o conselheiro substituto Oscar Mamede Santiago Melo, que direcionou sua proposta de voto, em harmonia com o parecer do Ministério Público de Contas, destacando, entre as irregularidades, contratos irregulares – alguns superfaturados, com as empresas Engemed Engenharia e Consultoria, Vertice – Sociedade de Profissionais Associados, Imobrás e Gastronomia Nordeste.

Blog do BG PB

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Brasil

J. R. GUZZO: Por que Lula teme a CPI dos atos de 8 de janeiro?

De todos os esforços que o governo Lula fez durante estes seus primeiros meses, poucos têm sido tão frenéticos quanto o seu ataque sem trégua para impedir a instalação de uma CPI destinada a investigar os atos de violência contra os edifícios dos Três Poderes no dia 8 de janeiro, em Brasília.

É como se esse fosse o principal, ou o único, programa de governo do PT até agora. Não é o avanço da economia, a criação de empregos, ou o “combate fome”, ou qualquer das miragens prometidas por Lula durante a campanha eleitoral. Não é um projeto para construir alguma coisa; é para destruir. É, em suma, uma batalha campal na qual está valendo tudo, a começar pela compra aberta de votos de deputados e de senadores. Fique contra a CPI. Ganhe, em troca, verba pública, cargos no governo e outras esmolas gordas.

Por que será, não? Num ambiente em que houvesse um mínimo de honestidade e de determinação sincera em apurar o que realmente houve, o governo Lula deveria ser o primeiro e o mais radical defensor da CPI – não foi ele, afinal, a vítima principal do ataque “terrorista” de Brasília? Não era Lula que os autores dos atos de vandalismo queriam derrubar? Porque, então, essa súbita guerra contra a tentativa de esclarecer os fatos por parte do Congresso? Nos primeiros dias, o PT, a esquerda e adjacências se lançaram a uma gritaria histérica em favor da CPI – sua ideia fixa, na ocasião, era reprimir, punir, prender e esfolar os “golpistas”.

O presidente do Senado, num momento em que ficou especialmente excitado nas suas funções como despachante de Lula no Congresso, chegou a dizer que a “primeira assinatura” pedindo a CPI seria a sua. Hoje está entre os seus principais inimigos, da mesma forma como Lula e o PT. A neurose inicial, depois de alguns dias, foi sendo substituída pelo silêncio – não se falou mais em caçar “terroristas”, nem em investigar os fatos, nem em fazer mais nada. Transformou-se, hoje, em hostilidade aberta à CPI; quem é a favor da apuração é inimigo. A única punição que vale, no caso do 8 de janeiro, é o surto de prisões em massa comandado pelo STF e escondido do público – isso sim, uma afronta sem precedentes ao direito de defesa, ao processo penal e ao resto da legislação brasileira.

A desculpa do governo é uma piada: dizem que a CPI iria “tumultuar” a atmosfera política e “prejudicar as apurações”. Tumulto? Que tumulto? O tumulto já houve, em janeiro; o que importa é que ele seja apurado de verdade. De mais a mais, desde quando Lula e o PT se preocuparam em evitar tumulto? Sua história é fazer exatamente o contrário – a última baderna que promoveram foi a alucinada “CPI da Covid”, quando passaram seis meses inteiros usando o aparelho legal e as verbas do Congresso para fazer uma grosseira campanha política contra o adversário nas eleições presidenciais de 2022. Não apuraram absolutamente nada; toda essa palhaçada de “CPI da Covid” não resultou, até agora, numa única ação penal.

Lula e o seu Sistema, na verdade, não querem a
CPI do 8 de janeiro porque não querem, de jeito nenhum, que se saiba nada mais sobre os crimes cometidos no ataque aos edifícios-sede dos Três Poderes da República. Apuração, só vale uma – a do STF, que pune até quem não estava presente na cena dos ataques. Além disso, é terminantemente proibido, para o governo Lula, fazer qualquer pergunta sobre o que de fato aconteceu. De novo: por que isso? A única conclusão possível é que o governo quer esconder alguma coisa muito grave sobre os acontecimentos de Brasília. Sabem algo que o público não sabe. Estão querendo proteger gente que poderia se ver em dificuldades com a CPI. Se não têm nada a temer, por que estão agindo assim?

Revista Oeste

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Paraíba

Chefe de uma das maiores facções criminosas do Maranhão é preso na PB

O chefe de uma das maiores organizações criminosas do estado do Maranhão foi preso na noite desta quarta-feira (15) no bairro do Cabo Branco, na orla de João Pessoa. A prisão ocorreu durante uma ação conjunta das Polícias Militar da Paraíba e Rodoviária Federal.

O criminoso estava foragido do sistema prisional do Maranhão, onde responde por tráfico de drogas. O acusado tinha sido preso no ano de 2017, em uma das maiores operações para desarticular o fornecimento de drogas naquele estado, que contava com a participação de presidiários do Complexo Prisional de Pedrinhas.

A Polícia Civil disse que o suspeito estava levando uma vida de luxo na capital paraibana. O acusado comprou carro, moto, alugou um apartamento no Cabo Branco e se matriculou em uma das melhores academias de musculação de João Pessoa.

Além disso, ele e a esposa abriram uma loja de roupas na capital.

O suspeito foi levado para a Central de Polícia e será reconduzido para o presídio.

Comm informações de Notícia Paraíba

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Brasil

TSE rejeita ação do PSOL contra posse de Wallber e Cabo Gilberto Silva

O ministro Raul Araújo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou, na tarde desta quinta-feira (15), o pedido apresentado pelo PSOL da Paraíba para barrar a posse dos deputados Cabo Gilberto Silva e Wallber Virgolino, ambos do PL.

A ação levava em consideração uma suposta participação dos parlamentares com os atos antidemocráticos registrados no início do ano em Brasília.

Na decisão, o ministro disse que o pedido é “incabível”.

“No caso, apesar de a impugnação envolver as eleições gerais de 2022, o RCED é manifestamente incabível, uma vez que apresentado com fundamento em suposta causa de inelegibilidade surgida em janeiro de 2023”, disse.

MaisPB

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Brasil

Indústria do petróleo aciona STF contra novo imposto de Lula

O Instituto Brasileiro do Petróleo e do Gás (IBP), que representa o setor, tenta barrar a cobrança do imposto de exportação de óleo bruto. O IBP entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira 14.

No começo do mês, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou a criação um tributo de 9,2% sobre exportações de petróleo bruto entre março e junho. O objetivo é compensar a queda na arrecadação com a isenção de combustíveis.

De acordo com o IBP, o instituto calcula que a cobrança pode levar as empresas do setor a um prejuízo direto de US$ 1,2 bilhão, além de gerar efeitos negativos sobre as atividades dessa indústria nos Estados. Isso pode prejudicar, sobretudo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, onde estão as sedes e as principais atividades das companhias.

O IBP afirmou que a taxa afeta as perspectivas de aumento da produção de petróleo nacional e que pode levar a atrasos ou cancelamentos nas decisões de investimentos de empresas do setor, além de prejudicar a competitividade do produto brasileiro frente a outros países que não tributam o petróleo cru.

Para a entidade, a criação desse tributo também abre um precedente para a tributação das vendas externas de outras commodities. Um dos receios da indústria é que a cobrança se estenda para além dos quatro meses iniciais.

Revista Oeste

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Paraíba

Luka Bass recebe alta hospitalar após sofrer acidente durante competição de motocross

O cantor paraibano e ex-produtor musical de Gabriel Diniz, Luka Bass, que sofreu um acidente durante uma competição de motocross no sábado (11), recebeu alta hospitalar nesta quarta-feira (15).

Ele passou por uma cirurgia no fêmur nesta segunda-feira (13) e de acordo com Glauber Novais, diretor do Hospital de Trauma, Luka sofreu uma fratura de diáfase do fêmur esquerdo. O procedimento é minimamente invasivo e deve possibilitar uma reabilitação precoce.

A equipe do artista mobilizou os fãs a doarem sangue para Luka, porém a direção do Hospital de Trauma não confirmou se de fato ele precisou de transfusão. A unidade explicou que este tipo de mobilização é comum em casos de cirurgia.

O acidente de Luka Bass aconteceu no sábado (11), em Alagoinha, o interior da Paraíba. Segundo a equipe de comunicação do artista, ele estava fazendo uma manobra quando caiu.

O empresário que produz Luka Bass e pai de Gabriel Diniz, Cizinato Diniz, informou que Luka está bem, apesar do acidente.

Blog do BG PB

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Paraíba

Ex-secretário de Comunicação diz ter provas de esquema milionário de corrupção na prefeitura de Bayeux

O Ministério Público da Paraíba convocou o jornalistabe ex-secretário de Comunicação de Bayeux, Wanderly Farias para uma audiência para a apresentação de provas de um esquema de corrupção milionário na cidade de Bayeux na gestão da prefeita Luciene de Fofinho. A audiência será no dia 8 de abril.

O jornalista disse que recebeu a primeira denúncia em 2021 através da ex-secretária de Ação Social de Bayeux, Maria da Luz, que teria sido quase que obrigada por Luciene a assinar uma nota fiscal de R$ 70 mil para compra de materiais de construção para a cidade que, segundo Wanderly, nunca foram entregues.

“No ano de 2021, eu recebi uma denúncia. Ela já reeleita prefeita, a então secretaria de Ação Social Maria da Luz, ela me manda uma mensagem dizendo que houve um pagamento de 70 mil reais que não foi entregue o material de construção comprado que era pra fazer um serviços de reparos nos três centros de referencia de assistência social da cidade”, denunciou Wanderly no programa “Ô Paraíba Boa”, apresentado por Fabiano Gomes.

“E aí nas mensagens que estão todos no processo ela diz: ‘Wanderly, Fofinho quase me mata para eu assinar essa nota, eu não queria assinar. Eu assinei contra a minha vontade’. Está tudo documentado”, completou.

O segundo fato denunciado pelo jornalista é o recebimento de R$12 milhões por três empresas fornecedoras de material para a cidade. O detalhe, segundo Wanderly, é que 30% desse valor seria em notas frias. As notas frias são notas fiscais falsas, ou seja, emitidas para burlar o fisco ou para outros fins, sem que o evento relatado na nota fiscal, seja uma venda, prestação de serviços ou outro tipo de operação tenha acontecido de fato.

“O segundo fato é a continuidade desse primeiro. Eu recebi uma denúncia de uma fonte da gestão municipal. Me disseram que estava havendo problema com material de construção. Eu fui investigar e peguei três empresas na cidade de Capim de Mamanguape. Eu fui lá em Capim. Uma das empresas funciona em um terreno e não tem nada construído. Ela tem a documentação, funciona em um terreno. A outra empresa é o Magazine, que fornece coisas pequenas, papel, lápis, é uma loja de fundo de quintal. Essas três empresas juntas receberam R$ 12 milhões”, afirmou.

“A denúncia atual é que 30% desse valor é em nota fria, ou seja, eles fornecem uma parte. Eles fornecem um milhão de reais em produtos e tiram dois milhões em notas. Esse milhão eles tiram somente os impostos e repassam para o esquema”, finalizou.

Com informações do Fonte 83

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Paraíba

Criminosos estão utilizando Whatsapp para aplicar golpes em recebimento de precatórios, alerta TJPB

O Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Gerência de Precatórios, alerta aos magistrados, servidores e a sociedade a respeito de tentativas de golpe, através de aplicativos de mensagens, como WhatsApp, onde os golpistas se passam por advogados. As quadrilhas digitais usam o argumento que a vítima precisa pagar uma guia ou fazer um pagamento via pix, em nome de terceiros, para que o credor e vítima tenha seu precatório liberado.

“É fundamental que o credor de precatório procure seu advogado, faça o Boletim de Ocorrência da tentativa de golpe e nunca passe seus dados a desconhecidos e, nem muito menos, faça qualquer pagamento”, comentou o gerente de precatórios dos TJPB, Higor Leal. Ele disse, também, que a Gerência de Precatórios do TJPB não envia mensagens, e-mails, nem efetua ligações telefônicas de qualquer natureza.

“Toda a comunicação é feita através do processo. Não entramos em contato direto com os credores. Eles são comunicados nos autos”, informou. Em caso de dúvidas, as pessoas devem entrar em contato com a Gerência de Precatórios, pelo número (83) 99145 2283 ou pelo e-mail institucional [email protected], como também acionar seu advogado e nunca efetuar nenhum pagamento antes de comprovada a veracidade do documento.

Blog do BG PB

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