Uma mulher foi assassinada a golpes de faca, na noite desta quinta-feira (25), no bairro São Salvador, em Sapé, na Zona da Mata paraibana. A vítima tentou defender a filha de ser morta pelo ex-companheiro.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi até a casa a ex-mulher armado com uma faca e ainda chegou a feri-la.
Os pais dela tentaram intervir e foram esfaqueados. A mãe sofreu uma facada nas costas e morreu no local. Já o pai e a filha feridos foram socorridos para o Hospital Sá Andrade, em Sapé. O homem foi transferido para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.
A Polícia já identificou o suspeito que fugiu do local e está sendo procurado. O caso está em investigação e os motivos do crime ainda não foram revelados.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá ser submetido a um novo procedimento médico para tratar crises persistentes de soluços. A equipe que o acompanha avalia a realização de um bloqueio anestésico do nervo frênico, estrutura que se estende da coluna cervical até o diafragma e está relacionada ao controle da respiração.
Na manhã desta quinta-feira (25), Bolsonaro passou por uma cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral. Segundo os médicos, o procedimento ocorreu dentro do previsto, sem intercorrências, teve início por volta das 9h30 e durou aproximadamente quatro horas. Agora, uma nova avaliação está marcada para a próxima segunda-feira (29), quando será decidida a necessidade da intervenção adicional.
Até lá, a equipe médica prioriza o ajuste da medicação, a adequação da dieta e a observação da evolução clínica para tentar controlar os soluços. De acordo com o cirurgião geral Claudio Birolini, o bloqueio do nervo frênico é um procedimento invasivo, embora considerado seguro, e busca provocar uma anestesia temporária do nervo.
Birolini alertou que, entre os riscos, está a possibilidade de paralisia temporária do músculo do diafragma, o que pode causar dificuldade respiratória e exigir suporte ventilatório até o fim do efeito anestésico. Caso o procedimento seja realizado, o tempo de internação pode ser ampliado além dos cinco a sete dias inicialmente previstos para o pós-operatório da cirurgia.
A alta hospitalar, segundo os médicos, dependerá da evolução clínica e da capacidade de Bolsonaro retomar atividades básicas de autocuidado. Questionada sobre a possibilidade de retorno do ex-presidente à Superintendência da Polícia Federal após a internação, a equipe afirmou que ainda é cedo para qualquer definição e que a decisão dependerá da recuperação nos próximos dias.
Fotos: Lula Marques/ Agência Brasil | Wilton Junior/Estadão
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não registraram em suas agendas oficiais encontros realizados recentemente entre ambos. A informação é da coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles.
Em nota divulgada na terça-feira (23), Moraes informou ter se reunido com Galípolo em duas ocasiões: em 14 de agosto, após o ministro ser alvo de sanções dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, e em 30 de setembro, depois de a mesma medida atingir sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.
Apesar da confirmação, nenhum dos encontros consta nas agendas públicas. Moraes não divulga seus compromissos oficiais.
Já Galípolo costuma registrar reuniões no sistema e-Agendas, da Controladoria-Geral da União (CGU), mas não há registros no dia 14 de agosto. Em 30 de setembro, duas audiências previstas foram listadas, mas ambas acabaram canceladas. Procurado pela coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, o chefe de gabinete de Galípolo não respondeu.
A pesquisa Datafolha mostra que 35% dos brasileiros se classificam como estando à direita e 22%, à esquerda. Com isso, são 57% aqueles que se identificam com as posições mais próximas aos polos do espectro político na população como um todo.
No levantamento realizado de 2 a 4 de dezembro, outros 7% se declararam de centro-esquerda, 17% de centro, 11% de centro-direita e 8% não souberam dizer.
Foram ouvidas 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, em 113 municípios do Brasil. A margem de erro dos dados gerais da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Em relação à posição política, foi solicitado aos entrevistados que eles se posicionassem numa escala de 1 a 7 —em que 1 correspondia à posição máxima à esquerda e 7, a máxima à direita.
Esta mesma pesquisa mostrou, por outro lado, predomínio de petistas sobre bolsonaristas, ainda que com pequena diferença.
Diante da pergunta para que os entrevistados se posicionassem numa escala de 1 a 5, onde 1 era bolsonarista e 5 petista, foram 34% os que se encaixaram como simpatizantes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), enquanto 40% se classificaram como petista.
Outros 18% se posicionaram na faixa de neutros, 6% disseram não apoiar nenhum deles e 1% não soube responder.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) leu nesta quinta-feira (25), na porta do hospital onde Jair Bolsonaro está internado, uma carta manuscrita pelo ex-presidente antes de passar por uma cirurgia.
No texto, Bolsonaro afirma que decidiu indicar Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República em 2026. Embora a carta traga a data de 25 de dezembro, Flávio disse que recebeu o documento no dia 23, por meio de um advogado, e que ele teria sido escrito na Superintendência da Polícia Federal.
Segundo o senador, a carta serve para eliminar dúvidas sobre a posição do pai e reforçou a necessidade de unidade da direita para enfrentar o PT. “Para mim, não muda nada, mas pode mudar para quem duvidava”, afirmou.
Bolsonaro passa por uma cirurgia de hérnia inguinal na manhã do Natal, com duração estimada de três horas. De acordo com Flávio, o ex-presidente está sem soluços, e os médicos ainda avaliarão se será necessário outro procedimento.
Leia a íntegra da carta:
“Ao longo da minha vida, tenho enfrentado duras batalhas, pagando um preço alto, com a minha saúde e família, para defender aquilo que acredito ser o melhor para o nosso Brasil.”
Diante desse cenário de injustiça, e com o compromisso de não permitir que a vontade popular seja silenciada, tomo a decisão de indicar Flávio Bolsonaro como pré-candidato à presidência da república em 2026.”
Entrego o que há de mais importante na vida de um pai: o próprio para a missão de resgatar o nosso Brasil. Trata-se de uma decisão consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representação daqueles que confiaram em mim.”
Ele é a continuidade do caminho da prosperidade que iniciei bem antes de ser presidente, pois acredito que precisamos retomar a responsabilidade de conduzir o Brasil com justiça, firmeza e lealdade dos anseios do povo brasileiro.”
Que Deus abençoe e o capacite na liderança dessa corrente de milhões de brasileiros que honram a Deus, a pátria, a família e a liberdade.”
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve passar por uma cirurgia de hérnia inguinal a partir das 9h da manhã desta quinta-feira (25), dia de Natal, no hospital DF Star, em Brasília. O procedimento está previsto para durar entre três e quatro horas, com tempo de internação estimado entre cinco e sete dias, segundo especialistas ouvidos pela CNN Brasil.
Bolsonaro está internado desde a quarta-feira (24), após ser transferido da Superintendência da Polícia Federal, onde se encontrava preso desde 22 de novembro. A remoção para o hospital ocorreu às 9h30, sob escolta da PF, com desembarque realizado de forma discreta na garagem da unidade, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A realização da cirurgia foi autorizada por Moraes na última segunda-feira (23). No mesmo despacho, o ministro permitiu que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhe o ex-presidente durante a internação, além de autorizar visitas dos filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e da filha menor do casal, Laura Bolsonaro.
Nas redes sociais, Michelle informou que Laura já visitou o pai e relatou um momento de forte emoção. “Ficaram abraçados e conversaram bastante, mesmo entre soluços”, escreveu. O senador Flávio Bolsonaro também esteve no hospital na quarta-feira.
Por decisão do STF, Bolsonaro ficará internado em uma área isolada do hospital, sob vigilância permanente da Polícia Federal. A segurança será feita 24 horas por dia, com pelo menos dois agentes na porta do quarto e reforço de equipes dentro e fora da unidade hospitalar.
Ainda conforme determinação de Alexandre de Moraes, está proibida a entrada de celulares, computadores ou qualquer dispositivo eletrônico no quarto do ex-presidente, com exceção de equipamentos médicos, com o objetivo de preservar a segurança e impedir comunicações não autorizadas durante o período de internação.
Mesmo com a expectativa de que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), adote uma postura mais alinhada ao governo em 2026, lideranças governistas admitem que a estratégia do Palácio do Planalto será evitar o envio de novos projetos ao Congresso no próximo ano, marcado pelo calendário eleitoral.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Petistas e aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmam que não há planos de encaminhar grandes propostas para análise da Câmara e do Senado, diferente do que ocorreu em 2025. A avaliação interna é de que o envio de matérias estruturantes pode gerar novos atritos com deputados e senadores em um momento de maior sensibilidade política.
A orientação do governo será concentrar esforços em projetos que já estão em tramitação no Legislativo. Entre eles, a principal aposta é a chamada PEC do 6×1, que deve se tornar uma das bandeiras centrais do PT e de partidos aliados. Lideranças do Centrão admitem discutir o tema, desde que o governo aceite avançar em pautas de interesse do bloco.
Outro foco do Planalto será a chamada PEC da Segurança, considerada estratégica pelo governo Lula para o debate eleitoral nacional. A proposta, no entanto, deve sofrer alterações relevantes durante a tramitação na Câmara dos Deputados.
Em 2025, o governo conseguiu vitórias importantes no Congresso, como a aprovação da reforma do Imposto de Renda e do aumento da tributação sobre bets e fintechs. Por outro lado, o avanço de pautas como o PL Antifacção e a PEC da Blindagem contribuiu para o desgaste na relação com o Legislativo, cenário que o Planalto pretende evitar às vésperas das eleições.
Durante a Missa do Galo, celebrada na noite desta quarta-feira (24), o papa Leão XIV afirmou que negar ajuda aos pobres e estrangeiros equivale a rejeitar o próprio Deus. Ao recordar o nascimento de Jesus em um estábulo por falta de espaço na hospedaria, o pontífice disse que a mensagem do Natal continua atual diante das desigualdades e exclusões do mundo contemporâneo.
Conduzindo a celebração na Basílica de São Pedro, diante de cerca de 6 mil fiéis, Leão XIV destacou que a história do nascimento de Cristo revela a presença de Deus em cada pessoa. “Na Terra, não há lugar para Deus se não houver lugar para a pessoa humana. Recusar um é recusar o outro”, afirmou, reforçando que a dignidade humana deve estar no centro da fé cristã.
O papa, primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, celebrou seu primeiro Natal desde a eleição, ocorrida em maio. Em sua homilia, ele também citou palavras do papa emérito Bento XVI para criticar um mundo que ignora crianças, pobres e estrangeiros, além de condenar uma economia que trata pessoas como mercadoria.
“Enquanto uma economia distorcida desumaniza, Deus se faz humano e revela a dignidade infinita de cada pessoa”, disse Leão XIV. Segundo ele, “onde há espaço para o ser humano, há espaço para Deus”, ressaltando que até um estábulo pode se tornar mais sagrado do que um templo.
Do lado de fora da basílica, cerca de 5 mil pessoas acompanharam a celebração por telões na Praça de São Pedro, mesmo sob forte chuva. Antes da missa, o papa foi ao encontro dos fiéis e agradeceu a presença deles. Nesta quinta-feira (25), Leão XIV celebra a missa de Natal e profere a tradicional bênção “Urbi et Orbi”.
Cirurgia será realizada nesta quartaFabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
A cirurgia do ex-presidente Jair Bolsonaro, prevista para esta quarta-feira (24), envolverá uma série de protocolos determinados pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
Segundo a decisão, o deslocamento de Bolsonaro ao hospital contará com escolta da Polícia Federal, restrições ao uso de aparelhos eletrônicos e vigilância hospitalar.
O documento estabelece que a Polícia Federal deve transportar o ex-chefe do Executivo até um hospital particular, conforme solicitado pela defesa.
Entre os acompanhantes, o ministro autorizou a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro durante o período de internação, mas vetou a presença dos filhos. Segundo o documento, novas visitas terão que ter autorização judicial.
Na manhã de ontem, a defesa de Bolsonaro solicitou ao STF que a internação ocorra no próprio dia 24, com a cirurgia marcada para quinta-feira (25). O procedimento para tratar uma hérnia inguinal bilateral foi autorizado pela Corte na última sexta-feira (19).
No parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República), o procurador-geral Paulo Gonet manifestou-se favorável ao pedido apresentado pela defesa do ex-presidente.
Outras determinações
Vigilância 24h
O quarto de Bolsonaro deverá permanecer sob vigilância permanente, com ao menos dois policiais federais posicionados na porta do hospital, além das equipes consideradas necessárias dentro e fora da unidade.
Uso de celulares
Fica proibido o uso de computadores, telefones celulares ou quaisquer dispositivos eletrônicos, exceto equipamentos médicos. Caberá à Polícia Federal garantir o cumprimento da restrição.
Transporte
O transporte e a segurança do ex-presidente serão realizados pela Polícia Federal “de maneira discreta”, com desembarque pela garagem do hospital.
O procedimento
A cirurgia tem como objetivo tratar uma hérnia inguinal bilateral, localizada na região da virilha. A condição costuma provocar inchaço, dor e desconforto, sobretudo durante movimentos, e só pode ser corrigida por meio de intervenção cirúrgica.
O presidente da Câmara de Bayeux, Adriano Martins (Republicanos), morreu, na madrugada desta quarta-feira (24), no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. O vereador estava internado desde o último dia 12, após sofrer um grave acidente com um veículo tipo UTV.
Adriano Martins sofreu um grave acidente com um veículo do tipo UTV. Na ocasião, ele fraturou duas costelas, precisou realizar drenagem no tórax, passou por cirurgia e necessitou de doações de sangue durante o tratamento.
De acordo com informações repassadas anteriormente pela família, o vereador também foi submetido a uma laparotomia exploradora — procedimento cirúrgico na região abdominal — e vinha sendo acompanhado de perto pela equipe médica. Apesar de apresentar evolução clínica nos dias seguintes ao acidente, o quadro de saúde se agravou, culminando no óbito nesta madrugada.
Acidente
O acidente ocorreu no último dia 12, na cidade de Caldas Brandão, mais precisamente em uma granja localizada no Distrito de Cajá. Adriano Martins testava um veículo semelhante a um quadriciclo, recém-saído do conserto, quando perdeu o controle e capotou. Ele foi socorrido pelo Samu e encaminhado ao Hospital de Trauma, onde permaneceu internado.
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