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VÍDEO: ‘Arraiá do Henry’ é cancelado após prefeitura embargar casa de shows em João Pessoa

 

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O show do cantor Henry Freitas, que acontecia na noite desta sexta-feira (15), em João Pessoa, foi cancelado no meio do evento após uma ação da Secretaria de Meio Ambiente (Semam).

A festa, denominada “Arraiá do Henry Freitas”, era realizada no Lagoon Celebration, quando fiscais do órgão embargaram o local por supostas irregularidades ambientais denunciadas anteriormente.

A interdição aconteceu por volta das 00h30, pouco antes de Henry Freitas subir ao palco. Segundo relatos de pessoas que estavam no evento, a decisão pegou público, organização e até fornecedores de surpresa, já que não teria havido qualquer notificação prévia informando sobre a possibilidade de embargo ou suspensão da festa.

Com a determinação da Semam, o evento foi encerrado imediatamente e o público precisou deixar o local. Nas redes sociais, muitas pessoas reclamaram da forma como a situação foi conduzida, principalmente pelo fato da decisão ter ocorrido já durante a realização da festa,.

Até o momento, a Secretaria de Meio Ambiente não detalhou quais seriam as irregularidades identificadas no Lagoon e nem informou se o espaço já havia sido notificado anteriormente.

Em nota, a organização do evento criticou a medida e disse que vai acionar a justiça pedindo a liberação do local.

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Paraíba

VÍDEO: Defesa da Setai cobra perícia, mas não explica sucateamento dos elevadores

Na noite desta sexta-feira (15) o advogado Rinaldo Mouzalas, representante do grupo GP/Setai, se manifestou sobre o acidente com um elevador no Residencial Reserve Altiplano, em João Pessoa, que deixou uma mulher paraplégica.

“As causas do acidente não podem ser definidas por vídeos, manchetes ou versões precipitadas. Elas precisam ser apuradas tecnicamente, com análise completa do histórico dos equipamentos”, disse.

O posicionamento adotado levanta mais questionamentos do que respostas. Enquanto uma mulher luta para sobreviver às consequências de uma tragédia que a deixou paraplégica, a empresa parece concentrar esforços em transferir responsabilidades, apontando para a necessidade de perícia nos equipamentos e sugerindo que a culpa poderia recair sobre a administração condominial. O problema é que os próprios moradores desmontam essa narrativa.

Nas redes sociais, moradores afirmam que os equipamentos já apresentavam sinais claros de precariedade há anos, o que reforça a suspeita de que o acidente não foi um episódio isolado, mas consequência de uma sucessão de negligências.

O silêncio da defesa sobre a qualidade dos equipamentos chama atenção. Em nenhum momento há uma explicação convincente sobre por que os elevadores, segundo denúncias dos próprios condôminos, estavam operando em condições consideradas inadequadas. Também não há esclarecimentos sobre possíveis falhas estruturais, sobre a escolha dos fornecedores ou sobre as sucessivas reclamações feitas pelos moradores ao longo do tempo.

Ao optar por uma estratégia baseada exclusivamente na transferência de responsabilidade, o Grupo GP enfrenta um desgaste público crescente. Isso porque o acidente ocorre em meio a um histórico já conhecido de ações judiciais envolvendo empreendimentos entregues com problemas estruturais e falhas apontadas por compradores.

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Brasil

PF troca delegado que pediu investigação contra Lulinha em inquérito que apura desvios no INSS

A Polícia Federal substituiu o delegado que chefiava o inquérito sobre desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pediu a realização de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula. Procurada, a direção da PF não respondeu se a troca ocorreu a pedido do próprio delegado ou se foi por uma definição do comando da corporação.

Guilherme Figueiredo Silva era chefe da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários da Polícia Federal e foi o responsável por coordenar e conduzir as investigações sobre o INSS depois que o caso foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF). Foi ele quem pediu, por exemplo, a prisão do empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, suspeito de liderar o esquema de desvios de aposentadorias.

 

Essa troca no caso motivou uma reunião do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça com a equipe da PF nesta sexta-feira, 15. O ministro pediu esclarecimentos sobre o assunto.

Guilherme deixou o caso no início do mês e redistribuiu os inquéritos para outros delegados. Ele não participou, por exemplo, da rodada de depoimentos dos investigados realizada nas últimas semanas.

A condução do caso do INSS vinha gerando críticas da defesa de Lulinha, que afirmava em declarações públicas que não havia fundamentos para que a investigação tomasse medidas contra o filho do presidente.

A PF solicitou, por exemplo, a quebra do sigilo bancário de Lulinha, que foi autorizado por André Mendonça, e produziu relatórios apontando suspeitas em movimentações financeiras de uma amiga dele, a empresário Roberta Luchsinger. As defesas deles negam o envolvimento com irregularidades.

Estadão

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Brasil

CRISE GRANDE: Rejeição de Lula dispara e chega a 54%, diz pesquisa Vox

Foto: Reprodução/Edgar Su/Reuters

O presidente Lula (PT) atingiu 54,1% de rejeição entre os eleitores brasileiros, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (15) pela Vox Brasil. Os dados foram coletados entre os dias 9 e 12 de maio e refletem o atual cenário político nacional de olho nas eleições de 2026.

Conforme a pesquisa, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 39,3% de rejeição. Já Romeu Zema (Novo) surge em terceiro lugar no índice, com 22,4%.

A pesquisa foi realizada antes da divulgação do áudio envolvendo pedido de dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Foram ouvidas 2.100 pessoas entre os dias 9 e 12 de maio de 2026. A margem de erro: 2,15 pontos percentuais e o grau de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-02423/2026.

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Paraíba

Elevadores de condomínio onde mulher ficou paraplégica são interditados pela Defesa Civil

Elevador interditado após um equipamento desabar com mulher dentro, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco

Onze elevadores do condomínio Altiplano I foram interditados, nesta quinta-feira (14), pela Defesa Civil de João Pessoa. No local, um dos equipamentos desabou com três pessoas dentro da cabine e deixou uma mulher paraplégica .

De acordo com o coronel Kelson de Assis, coordenador da Defesa Civil Municipal, a interdição equivale a todos os elevadores do condomínio e foi motivada por pedido do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (CREA-PB).

A mulher de 36 anos que ficou paraplégica em decorrência da queda do elevador teve uma lesão na coluna. Ela estava acompanhada dos filhos, duas crianças de 3 e 5 anos, respectivamente, mas que foram atendidas e tiveram alta do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Segundo o diretor do Trauma, o diagnóstico foi constatado pelo setor responsável do hospital e a família da paciente foi informada.

A construtora do condomínio informou, em nota, que “a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos” e que “permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso”.

A administração do condomínio informou, em nota, que a prioridade, após o desabamento, foi o atendimento à mulher e às duas crianças feridas na queda do elevador e que prestou apoio imediato às famílias.

O condomínio afirmou que problemas técnicos nos elevadores são registrados desde a entrega do empreendimento e que, diante da falta de solução definitiva, acionou a Justiça para pedir a substituição dos equipamentos.

Com informações do G1

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Paraíba

Mulher ferida em queda de elevador ficará paraplégica, diz laudo médico

 

Um laudo médico divulgado, nesta quinta-feira (14), apontou que a mulher ferida após a queda de um elevador em João Pessoa ficará paraplégica.

Natural da Holanda, ela obteve diagnóstico confirmado pelo Hospital de Trauma, através de uma lesão na coluna.

No entanto, ela será submetida a uma cirurgia para tentar reverter outros danos causados. As outras duas crianças feridas já receberam alta.

O condomínio onde o equipamento desabou já havia processado a construtora GGP por supostas falhas estruturais na construção do empreendimento e por problemas nos elevadores do local.

As falhas constam em um documento em que o condomínio moveu o processo na 7ª Vara Cível da Capital, contra a construtora, e também de um laudo realizado por uma empresa que avaliou os supostos problemas.

No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de “vícios estruturais nos elevadores” mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023. Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança.

O processo teve uma decisão favorável para o condomínio em janeiro de 2025, determinando a substituição integral dos elevadores, no entanto, a construtora recorreu judicialmente e o processo ainda tramita na Justiça da Paraíba.

 

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Brasil

Vorcaro tinha aliados dentro da PF que intimidavam e forneciam dados sigilosos

Os suspeitos participavam do núcleo chamado de”A Turma”, voltado para a prática de ameaças, intimidações presenciais, coerções, levantamentos clandestinos, obtenção de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais.

A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que motivou a 6ª fase da Operação Compliance Zero, que mirou o pai de Daniel Vorcaro e outros seis alvos de mandados de prisão nesta quinta-feira (14).

De acordo com a PF, o grupo liderado porMarilson Roseno da Silvaera usado pelo pai de Vorcaro, Henrique Vorcaro, para demandar de vantagens ilícitas. Investigadores apontam ele também era o operador financeiro dos pagamentos.

Entre os integrantes da Polícia Federal investigados estão:

  • Sebastião Monteiro Júnior, policial federal aposentado;
  • Anderson Wander da Silva Lima, policial federal da ativa lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro;
  • Valéria Vieira Pereira da Silva, delegada da PF;
  • Francisco José Pereira da Silva, policial federal aposentado;

Valéria e Francisco, segundo investigadores, atuavam no repasse de informações sigilosas para o Marilson Roseno a partir de consultas realizadas no sistema e-Pol, plataforma interna utilizada pela corporação.

A decisão também cita Manoel Mendes Rodrigues, apresentado como “empresário do jogo” no Rio de Janeiro e apontado como líder de um braço local do grupo.

Para a Polícia Federal, o conjunto de condutas aponta para uma infiltração do grupo em “circuitos informacionais sensíveis”, com uso de pessoas próximas ou funcionalmente habilitadas para facilitar a circulação de recursos financeiros e de dados sigilosos em benefício da organização criminosa.

Investigadores apontam que o segundo grupo, chamado “Os Meninos”, teria perfil eminentemente tecnológico e seria voltado para a prática de ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis e monitoramento telefônico ilegal.

Segundo a autoridade policial, ambos eram, à época dos fatos, gerenciados por Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, que era chamado pelo apelido de “Sicário”, e que tinha como objetivo atender a comandos do “núcleo central da organização criminosa”.

g1

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CASO MASTER: Pai de Daniel Vorcaro é preso em Belo Horizonte

Quem é Henrique Vorcaro, pai de Daniel preso nesta quinta-feira

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (14) Henrique Vorcaro,  pai de Daniel Vorcaro. Segundo a PF, nesta 6ª fase, o objetivo é aprofundar as investigações contra uma organização criminosa ligada ao caso, suspeita de praticar condutas de intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos. Uma delegada da Policia Federal foi alvo e afastada na operação, por integrar o mesmo grupo.

Foram cumpridos sete mandados de prisão, busca e apreensão. A decisão da prisão foi do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça.

Policiais federais cumprem sete mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e de sequestro e bloqueio de bens.

Estão sendo investigados os crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional”.

“A Turma”, como o grupo se identificava no material apreendido pela Polícia Federal, conversou sobre “quebrar todos os dentes” do jornalista Lauro Jardim, de O Globo. A sugestão da sova foi dada pelo chefe e então dono do Master, Daniel Vorcaro, a Luiz Mourão, o “Sicário”, apelido que remete a matadores de aluguel.

De acordo com as ordens de prisão decretadas pelo ministro André Mendonça em março, “Sicário” e um ex-policial também invadiam sistemas de órgãos federais, monitoravam e espionavam alvos do dono do banco e agiam para limpar a imagem pública da empresa financeira e de Vorcaro, por meio de pedidos forjados a plataformas digitais e pagamentos a editores por veiculações amistosas.

“Sicário” morreu logo depois de ser preso. A PF afirma que ele cometeu suicídio.

Em março também foi preso preventivamente Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro suspeito de organizar pagamentos de “A Turma”.

Henrique Vorcaro era um participante ativo da rede de movimentações financeiras do Master e do filho. Eles participavam juntos de empresas que, segundo as investigações, teriam sido usadas para ocultar patrimônio do empresa.

Mônica Bérgamo – Folha de S. Paulo

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Brasil

Flávio visita pai e ouve ordem direta de Bolsonaro: “Segue firme, filho”

Foto: Arquivo pessoal

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (13), enquanto ele cumpre prisão domiciliar, e relatou ter ouvido do pai a orientação para “contar toda a verdade” e “seguir firme”. As informações são da coluna Tácio Lorran, do Metrópoles.

A visita ocorre em meio à repercussão de áudios que apontam pedidos de recursos envolvendo a produção de um filme sobre o ex-presidente. Durante o encontro, Flávio afirmou que se explicou ao pai sobre as recentes denúncias e disse não ter cometido irregularidades.

Segundo relato, Bolsonaro respondeu de forma direta ao filho: “Segue firme, filho. Vai em frente. Vai pra cima e conta toda a verdade. Nada melhor do que a verdade”.

A visita acontece em um momento de forte repercussão após a divulgação de áudios que indicam pedidos de recursos feitos por Flávio ao empresário Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master, para financiar a produção do filme biográfico “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.

De acordo com informações divulgadas pelo Intercept Brasil, cerca de R$ 61 milhões teriam sido aportados por Vorcaro no projeto entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações financeiras. O valor total negociado poderia chegar a R$ 134 milhões, embora não haja confirmação de que todo o montante tenha sido efetivamente transferido.

Ainda segundo a apuração, parte dos recursos teria passado pela empresa Entre Investimentos e Participações, em parceria com estruturas ligadas ao empresário, até chegar ao fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas (EUA), que seria ligado a aliados do deputado Eduardo Bolsonaro.

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Condomínio onde elevador despencou já havia acionado a Justiça contra construtora por problemas estruturais

Elevador despenca três andares em prédio residencial em João Pessoa; três pessoas ficam feridas — Foto: TV Cabo Branco

O condomínio onde um elevador desabou e que três pessoas ficaram feridas, no bairro do Altiplano, em João Pessoa, nesta quarta-feira (13), já havia processado a construtora GGP por supostas falhas estruturais na construção do empreendimento e por problemas nos elevadores do local. As informações são da Rede Paraíba de Comunicação.

As falhas constam em um documento em que o condomínio moveu o processo na 7ª Vara Cível da Capital, contra a construtora, e também de um laudo realizado por uma empresa que avaliou os supostos problemas.

No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de “vícios estruturais nos elevadores” mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023. Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança.

O processo teve uma decisão favorável para o condomínio em janeiro de 2025, determinando a substituição integral dos elevadores, no entanto, a construtora recorreu judicialmente e o processo ainda tramita na Justiça da Paraíba.

Laudo de 2026 aponta falhas

O documento, elaborado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, lista várias inconformidades no elevador do Bloco B, incluindo problemas considerados de alta prioridade e risco à segurança dos moradores. Neste bloco, inclusive, houve o desabamento do elevador, que feriu as três pessoas.

Entre os principais problemas encontrados estão a ausência de sinalização de segurança e de controle de acesso à casa de máquinas do elevador, falta de extintor de incêndio adequado, inexistência de iluminação de emergência e falhas no aterramento elétrico do sistema. O laudo também registrou ausência de ventilação adequada, problemas de organização da instalação elétrica e ausência de dispositivos de resgate emergencial.

O documento aponta ainda que a máquina de tração do elevador, “não atende à capacidade de peso de toda a estrutura e não atende às normas de segurança”. O laudo recomendou a substituição completa do equipamento. A pendência foi classificada com prioridade “alta”.

G1 Paraíba

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