Brasil

Partido Novo aciona STF contra decreto de Lula sobre saneamento


Foto: CARLOS MOURA/SCO/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pediu vista nesta sexta-feira (7) na ação que pode mudar a composição da Câmara dos Deputados. Com o pedido de vista, o magistrado tem até 90 dias para julgar o caso. Depois, o processo fica liberado.

Os ministros julgam o cálculo da última fase das chamadas sobras eleitorais, as vagas que não foram preenchidas pelos critérios do sistema proporcional.

As ações consistem sobre o inciso III do artigo 109 do Código Eleitoral, alterado pela Lei 14.211/2021, e a resolução 23.677/2021 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, apenas o ministro Ricardo Lewandowski havia votado – ele votou de forma favorável, de modo que o cálculo deve levar em conta todos os partidos na disputa na eleição proporcional, mas que a mudança deve valer a partir das eleições de 2024.

A lei prevê que somente poderão concorrer às sobras os partidos que tenham obtido pelo menos 80% do quociente eleitoral e os candidatos que tenham obtido votos em número igual ou superior a 20% desse quociente, conhecida como regra dos 80-20. Não sendo cumpridas as duas exigências cumulativamente, as cadeiras restantes serão distribuídas aos partidos que apresentarem as maiores médias, sem nenhuma restrição.

R7

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Gastronomia

Papo de Fogão de Páscoa vai deixar seu fim de semana ainda mais especial


O Papo de Fogão de Páscoa vai deixar seu fim de semana ainda mais especial!

A chef Anabela Leal, do restaurante Bela Bistrô, em Pium/RN, trouxe a receita do delicioso Bacalhau Bela Bistrô; e na dica rápida a chef e consultora Tânia Bayeux, de Natal/RN, vai garantir a nossa sobremesa com um Petit gateau de chocolate! Você não vai perder, né?

SÁBADO

BAND
MARANHÃO, 7h
CEARÁ, 8h
MATO GROSSO, 9h
ALAGOAS, 10h

PARAÍBA
TV CORREIO/RECORD, 13h30

DOMINGO
RIO GRANDE DO NORTE – TV TROPICAL/RECORD, 10h

Ou no nosso canal do YouTube
http://youtube.com/c/PapodeFogao

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Brasil

Preço da gasolina sobe 8,2% em março


Foto: Sérgio Lima/Poder360

A gasolina comum no Brasil teve aumento médio de 8,2% em março na comparação com fevereiro. No acumulado de 2023, a alta é de 12,2% em relação ao 1º trimestre de 2022.

Os dados são da edição de abril do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, realizado pela Veloe, hub de mobilidade e logística, em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Segundo o levantamento, em março, o preço médio da gasolina comum ficou em R$ 5,57 por litro nos postos do Brasil. Em fevereiro, a média foi de R$ 5,12.

No mês passado, a região Norte teve a gasolina mais cara do país: R$ 5,92 o litro –aumento de 10,8% em relação a fevereiro. O Amazonas (R$ 6,51) lidera entre os Estados. Roraima (R$ 6,16) e Acre (R$ 6,05) vêm na sequência. O Amapá foi o Estado com a gasolina mais barata, a R$ 5,26.

Na região Sudeste, o preço médio de R$ 5,43 foi o menor no país. São Paulo aparece como o 2º estado com a menor média, com R$ 5,35.

A gasolina aditivada acompanhou o movimento de alta. Em março, a média do combustível subiu 7,9%. No acumulado do ano, a alta foi de 10,9%.

Poder360

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Política

Lula aumentou gastos sociais em R$ 112,1 bilhões durante 100 dias


Foto: Mauro Pimentel/AFP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou em R$ 112,1 bilhões os gastos sociais durante os primeiros 100 dias de seu 3º governo. Colocar o “pobre no Orçamento” foi uma promessa do petista na campanha eleitoral de 2022.

O aumento das despesas foi possível com a aprovação da PEC fura-teto, também conhecida como PEC da Transição. O projeto liberou R$ 170 bilhões para Lula em 2023. O dinheiro fortaleceu a verba disponível nos ministérios.

Na prática, a PEC deu um cheque em branco ao governo para alavancar sua popularidade. Ficou para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentar uma regra fiscal para mudar a emenda constitucional do teto de gastos. A proposta detalhada no fim de março tenta reequilibrar as contas públicas.

Dos R$ 112,1 bilhões de gastos a mais nas áreas sociais, R$ 70 bilhões foram para a manutenção do Auxílio Brasil (agora rebatizado de Bolsa Família) em R$ 600. Deste valor, R$ 18 bilhões equivale ao extra concedido pelo governo para crianças, adolescentes e gestantes.

Poder360

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Brasil

Desmatamento no 1º trimestre de Lula bate recorde no cerrado e tem segundo pior índice na Amazônia

O primeiro trimestre do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve números de alertas de desmatamento equiparáveis aos piores índices do governo de Jair Bolsonaro (PL), que desmontou políticas ambientais e enfraqueceu a fiscalização ao longo dos quatro anos de mandato.

Segundo dados do Deter, sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que reúne informações para o combate ao desmate quase em tempo real, entre janeiro e março a destruição do cerrado foi recorde, chegando a 1.375,3 km², e a da Amazônia foi a segunda mais alta da série histórica, com 844,6 km².

Os registros do Deter para o cerrado começaram em maio de 2018 e em agosto de 2015 para a Amazônia.

A área destruída nos dois biomas em 2023 equivale a quase duas vezes a cidade do Rio de Janeiro (1.200 km²).

Até então, o número mais alto para o cerrado no período tinha sido registrado em 2022, quando a área perdida ultrapassou 1288 km². O recorde da floresta amazônica também é do ano passado, com mais de 941 km².

Procurado, o Ministério do Meio Ambiente disse que, na Amazônia, houve aumento de 219% das multas por desmatamento e outras infrações contra a flora no trimestre em comparação com a média do período nos quatro anos anteriores. Em todo o Brasil, esse número ficou em 78%.

Na Amazônia Legal, também cresceram as apreensões (133%) e os termos de destruição (192%) de bens e produtos relacionados às infrações ambientais, além dos embargos de propriedades (93%).

“São medidas que descapitalizam os infratores e impedem que obtenham financiamento, além de restringir o comércio de produtos ilegais”, afirma a pasta, em nota.

O Deter mapeia e emite alertas de desmate com o objetivo de orientar ações do Ibama e outros órgãos de fiscalização. Os resultados representam um alerta precoce, mas não são o dado fechado do desmatamento.

Os números oficiais são de outro sistema do Inpe, o Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite), e são divulgados duas vezes ao ano.

No cerrado, o desmatamento neste ano tem se concentrado na Bahia (568 km²), principalmente, no Piauí (215 km²), no Tocantins (152 km²) e no Maranhão (138 km²). Já na Amazônia, os números mais altos estão no Mato Grosso (311 km²), Amazonas (187 km²) e Pará (161 km²).

O presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Rodrigo Agostinho, considera que vários fatores que explicam índices tão altos.

“A gente está com cinturão de desmatamento da ordem de milhares de quilômetros. São milhares de quilômetros de pessoas com trator de esteira derrubando floresta”. Esse cinturão, diz ele, vai do Acre ao Tocantins, passando por outros estados, como Amazonas, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.

“O segundo ponto é que algumas das algumas das ferramentas que o Ibama utilizava e vem utilizando, como por exemplo, as multas passaram por um processo de descrédito”, afirma, acrescentando que o órgão vem trabalhando com diversas estratégias para combater a destruição ambiental.

Essas medidas passam, por exemplo, pelo fortalecimento institucional do Ibama, pelo embargo de áreas de desmate ilegal para que os proprietários não consigam financiamento e reestruturação da equipe.

“Nós acreditamos que estamos no caminho certo. Mas todas essas ações de fato ainda são insuficientes. Enquanto isso tudo não ganhar escala, ainda é insuficiente”, afirma.

Um dos pontos que dificulta a expansão das atividades de fiscalização é a falta de pessoal. Agostinho explica que hoje o Ibama só tem cerca de 300 fiscais em campo —mais 400 trabalham em escritório.

“Nós já tivemos, no país, quase 2.000 fiscais”, afirma. “Hoje nós temos ‘meio Ibama’, só que [esse total] é metade de um Ibama que foi feito para outra situação, em que as taxas de desmatamento eram muito menores”.

Os profissionais que vão a campo precisam fiscalizar não só o desmate, mas também outros crimes ambientais, como a pesca ilegal e o contrabando de agrotóxicos na fronteira.

“O número de fiscais do Ibama teria mais do que dobrar. É muito importante e urgente o governo providenciar um concurso público para isso porque, no caso da fiscalização, a equipe selecionada ainda tem que ser treinada [após a admissão]”, analisa Suely Araújo, especialista em políticas públicas do Observatório do Clima.

Ela afirma que as ações de fiscalização foram retomadas e aponta outras medidas do governo que auxiliam no combate ao desmatamento, como o reestabelecimento do PPDCDam (Plano de Ação para a Prevenção e Combate ao Desmatamento da Amazônia) e dos conselhos deliberativos do Fundo Amazônia.

A especialista cita também a alteração de decretos da gestão Bolsonaro que facilitavam o atraso nos processos e a prescrição de multas ambientais. “A prescrição de processo sancionador significa impunidade porque o autuado sabe que o processo dele não vai dar em nada”.

Araújo aponta, ainda, que a reversão da explosão do desmatamento no governo anterior é uma missão demorada. “O que ocorreu foi a elevação do patamar [de destruição] e o aumento do desmate em todos os biomas”, diz.

“Isso gera um ciclo de expansão que não termina de um dia para o outro. Não seria nos primeiros três meses de governo que [essa reversão] seria evidenciada porque você tinha todas as forças caminhando para impulsionar o desmatamento, não para controlar”.

Por causa da chuva, que dificulta o desmate, o início do ano geralmente tem índices mais baixos do que os outros meses. Assim, o patamar alto nesta época é preocupante por que pode indicar um aumento ainda maior da destruição ao longo do ano.

“Os próximos meses são decisivos para o desmatamento e para as queimadas, já que o que define as queimadas é também o quanto de área desmatada ocorreu”, explica Ane Alencar, diretora de ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia e coordenadora das áreas de Cerrado e Fogo da rede Mapbiomas.

As informações do Deter são colhidas por satélite e o sistema detecta apenas alterações na cobertura florestal maiores do que três hectares. Devido à cobertura de nuvens —maior em períodos chuvosos—, nem todas as cicatrizes de desmate são identificadas.

No cerrado, a cobertura de nuvens no primeiro trimestre deste ano ficou na média de 31%, a maior já registrada no bioma. Já na Amazônia o índice ficou em 26%, em média, abaixo do registrado em 2021 (43%), 2018 (41%) e 2022 (36%).

Alencar explica que duas diferenças são importantes na comparação entre os dois biomas acompanhados pelo Deter: o tamanho de cada área com alerta de desmatamento, que é maior no cerrado, e a porcentagem de desmate permitido pelo código florestal em cada um deles.

Enquanto em regiões de floresta amazônica só é possível desmatar legalmente 20% da propriedade, no cerrado esse número sobe para 80% (ou 65%, se estiver dentro de algum estado da Amazônia Legal).

A destruição do cerrado tem um impacto na hidrologia de todo o país, já que ele abastece seis das oito grandes bacias hidrográficas do Brasil.

A pesquisadora defende também uma divulgação mais ostensiva das multas e ações de fiscalização que vêm sendo executadas, como forma de coibir atividades criminosas. “A Amazônia, por exemplo, é muito grande. Pode se ter muitas operações, mas se elas ficarem em sigilo as pessoas [que estão desmatando em outros pontos] não vão saber”, diz.

Está previsto para segunda-feira (10), o lançamento da nova versão do PPCDAm para consulta pública, marcando os primeiros 100 dias de governo Lula.

O PPCDam é o principal plano do governo para combater o desmate e seu restabelecimento foi anunciado pelo presidente no dia da posse, depois de sua implementação ter sido abandonada por Bolsonaro. Na sequência, devem ser criados planos de combate à destruição para outros biomas brasileiros.

A iniciativa é da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, que foi a responsável pela criação da primeira versão do PPCDam, em 2004. O projeto foi considerado a primeira política nacional a impactar as emissões de gases de efeito estufa, que, no Brasil, vêm na maior parte do desmatamento.

Folha de São Paulo

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Brasil

Professores de SC terão aulas de defesa pessoal após ataque a creche

Os professores de Santa Catarina vão receber aulas de defesa pessoal, dadas por policiais militares e bombeiros. Esta é uma das medidas que serão adotadas como tentativa de conter novos ataques, como aconteceu em Blumenau, na última quarta-feira (5), quando adulto assassinou quatro crianças numa creche.

“Nós não iremos transformar o professor em um soldado, mas que ele possa ter noções de como reagir a um ataque e até para evitar algo mais grave. Que ele possa receber um treinamento de uma ‘mata-leão’, por exemplo, para conter um criminoso”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil (PCSC), Ulisses Gabriel.

BG com Metrópoles

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Esporte

Juíza rejeita pedido para suspender final do Campeonato Paraibano.

Uma ação movida por um advogado de João Pessoa pediu à Justiça a suspensão do Campeonato Paraibano de Futebol 2023. Flávio Falcão Dantas argumentou que o torneio deveria ser paralisado por contas das denúncias do Ministério Público da Paraíba contra os clubes por desvios de recursos no programa ‘Gol de Placa’.

Na decisão, a juíza Andréa Gonçalves Lopes Lins, da 5ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa, rejeitou o pedido.

“(…) o autor limitou-se a anexar documentos relacionados à instrução da ACP ajuizada pelo Ministério Público, cujo objetivo é a responsabilização por supostos atos de improbidade decorrentes do Programa Gol de Placa, desenvolvido pelo Governo do Estado da Paraíba, através da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (SEJEL) e relacionado ao futebol paraibano, entre os anos de 2014 a 2019”, diz o trecho da decisão.

O Campeonato Paraibano de Futebol 2023 está em sua fase final. Neste sábado (8), Sousa e Treze decidem o título, no estádio Marizão, em Sousa. O Galo da Borborema tem a vantagem de jogar pelo empate depois de vencer o 1º jogo em Campina Grande por 2 a 1.

Com informações de Maurílio Júnior

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Brasil

Ucrânia rejeita plano de paz de Lula e diz que não renunciará à Crimeia

A Ucrânia disse hoje que não desistiria da Crimeia, uma península ucraniana anexada por Moscou ao território russo em 2014, em troca do fim da guerra, rejeitando uma sugestão feita pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não há razão legal, política ou moral que justifique o abandono de sequer um centímetro do território ucraniano”, escreveu no Facebook o porta-voz da diplomacia ucraniana, Oleg Nikolenko. Ao mesmo tempo, ele garantiu apreciar “os esforços do presidente brasileiro para encontrar uma forma de deter a agressão russa”.
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“Qualquer esforço de mediação para restaurar a paz na Ucrânia deve ser baseado no respeito pela soberania e plena integridade territorial da Ucrânia, de acordo com os princípios da Carta das Nações Unidas”, disse Nikolenko.

Ontem, Lula havia sugerido que a Ucrânia cedesse a península da Crimeia à Rússia para acabar com a guerra, dizendo que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, “não poderia querer tudo”.
Mediação

No final de janeiro, o chefe de Estado brasileiro formulou uma proposta, ainda com contornos vagos, para a mediação de um grupo de países no conflito na Ucrânia. Lula deve apresentar esse projeto ao presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim na próxima semana.

O presidente brasileiro disse estar “confiante” nas chances de sucesso desse projeto, esperando que o grupo de países “seja criado” quando ele voltar da China.

A Rússia disse repetidamente nos últimos dias que as negociações são impossíveis no atual contexto e prometeu continuar sua operação militar.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que as negociações de paz na Ucrânia só seriam possíveis se visassem estabelecer uma “nova ordem mundial” sem o domínio americano.

Com informações da AFP

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Televisão

Grupo Globo termina semana com pelo menos 40 jornalistas demitidos


Foto: reprodução/Globo

De 3 a 6 de abril de 2023, ao menos 40 funcionários foram demitidos do Departamento de Jornalismo do Grupo Globo. Os cortes foram realizados em g1, GloboNews, TV Globo e afiliadas. Entre os trabalhadores desligados estão jornalistas com anos de empresa, como César Galvão, Marcelo Canellas e Giuliana Morrone.

De acordo com o site Notícias da TV e o portal UOL, o motivo da demissão em massa seria o alto valor dos salários desses funcionários. Os desligamentos foram realizados nas áreas de reportagem, produção, cinegrafia, edição, apuração, fotografia, direção e apresentação.

Eis a lista dos profissionais desligados pela emissora nesta semana até esta 6ª feira (7.abr):

  • Ana Paula Mendes – âncora da InterTV, afiliada em Cabo Frio (RJ);
  • César Galvão – repórter da Globo em São Paulo;
  • Celso Fontão – coordenador do Jornal da Globo, em Brasília;
  • Fabio Turci – repórter da Globo em São Paulo;
  • Fábio William – âncora do DF1, em Brasília;
    Giuliana Marrone – apresentadora da Globo em Brasília;
  • Márcia Witczak – editora local e apresentadora da agenda cultural no DF1, em Brasília;
  • Marcia Correa – editora-chefe do Bom Dia São Paulo;
  • Emilene Silva – editora do Jornal Hoje;
  • Lúcia Carneiro – editora da GloboNews em Brasília;
  • Sávio Ladeira – repórter e editor do g1 em São Paulo;
  • Marta Cavallini – repórter do g1 em São Paulo;
  • Olivia Henriques – repórter do g1 em São Paulo;
  • Edmundo Silva – repórter do g1 em São Paulo;
  • Dennis Barbosa – editor do g1 em São Paulo;
  • Thaís Itaqui – repórter de Reportagens Especiais na GloboNews;
  • Anna Karina Bernardoni – chefe de programas e supervisora-executiva de projetos especiais na GloboNews;
  • Marcelo Canellas – repórter do Fantástico;
    Eduardo Tchao – repórter da TV Globo no Rio de Janeiro;
  • Flávia Jannuzzi – repórter TV Globo no Rio de Janeiro;
  • Luciana Osório – repórter da Globo no Rio de Janeiro;
  • Mônica Sanches – repórter da Globo no Rio de Janeiro;
  • Jorge Espírito Santo – diretor do Fantástico;
  • Arthur Guimarães – produtor do Núcleo Investigativo da Globo;
  • Marcos Serra Lima – fotógrafo do g1 Rio;
    Alba Valéria Mendonça – repórter do g1 Rio;
  • Rodrigo Melo – operador de mídia da Globo;
  • Elza Gimenez – apuradora da Globo no Rio de Janeiro;
  • Carlos Eduardo Bauer – editor do Jornal Nacional no Rio de Janeiro;
  • Eliane Maria – produtora da Globo no Rio de Janeiro;
  • Jô Mazzarolo – diretora de Jornalismo da Globo no Recife;
  • José Carlos Azevedo – chefe cinegrafista da Globo no Rio de Janeiro;
  • Juarez Passos – chefe de Produção da Globo no Rio de Janeiro;
  • Marcelo Moreira – diretor de Jornalismo da Globo em Belo Horizonte;
  • Luiza Silvestrini – produtora da Globo no Rio de Janeiro;
  • Helio Alvarez – gerente de Imagem e Áudio da Globo;
  • Felipe Vasquez – editor-chefe digital da GloboNews;
  • Cadu Velloso – chefe da GloboNews em São Paulo;
  • Fernando Gueiros – diretor de Projetos de Tecnologia no Jornalismo da Globo;
  • Leila Sterenberg – apresentadora da GloboNews.

FENAJ ENTRA COM AÇÃO

A Fenaj (Federação Nacional de Jornalistas) e sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal anunciaram em comunicado que entraram com ação conjunta contra as demissões. As organizações reivindicam reunião em “caráter urgente”.

“Não basta realizarmos as notas de repúdio contra as demissões. Iremos nos organizar com a categoria para resistir coletivamente às demissões e garantir dignidade a todas e todos os profissionais da Globo”, disse Thiago Tanji, presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

O QUE DIZ A GLOBO

O Poder360 procurou a Globo para perguntar o motivo dos cortes. “[A empresa] lamenta quando se despede de profissionais que ajudaram a escrever e a contar a sua história“, disse a companhia em nota.

Eis a íntegra :

“A Globo, assim como as demais empresas de referência do mercado, tem um compromisso permanente com a busca de eficiência e evolução, mas lamenta quando se despede de profissionais que ajudaram a escrever e a contar a sua história. Isso, no entanto, faz parte da dinâmica de qualquer empresa.

“Os resultados da Globo refletem a boa performance do conjunto das suas operações e uma constante avaliação do cenário econômico do país e dos negócios. Como parte do processo de transformação pela qual vem passando nos últimos anos e alinhada à sua estratégia, a empresa mantém a disciplina de custos e investimentos em iniciativas importantes de crescimento“.

Poder 360

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Brasil

Lula muda regras de saneamento e favorece estatais sem licitação


Foto: Wikimedia Commons

Os 2 decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que mudam o novo marco do saneamento básico facilitam a permanência de empresas estatais que não conseguiram atingir a meta de universalização e flexibilizam a prestação de serviços sem licitação.

O texto permite que empresas estatais prestem o serviço diretamente sem necessidade de licitação em casos de prestação regionalizada, como em regiões metropolitanas.

Hoje, essa discussão está no STF (Supremo Tribunal Federal) em razão de uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) proposta pela Abcon (Associação Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto) que questiona medida similar no Estado da Paraíba.

O governo também ampliou o prazo para que as empresas prestadoras de serviço de saneamento apresentem o requerimento de comprovação econômico e financeiro junto à agência reguladora responsável em cada Estado. Antes, o prazo era até 31 de março de 2022 e muitas não atenderam. Agora, vai até 31 de dezembro de 2023.

Caso a agência entenda que os indicadores mínimos não estão sendo atendidos, a empresa de saneamento deverá apresentar um novo plano de metas para atender aos índices demandados no prazo máximo de 5 anos. Neste caso, a análise do desempenho das empresas será feita anualmente pela entidade reguladora.

Poder360

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