Brasil

CRISE NO PT: Gleisi Hoffmann reclama de Haddad por ideia de mudar piso para educação e saúde

A presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), se queixou de ter sido “surpreendida” com a proposta do secretário do Tesouro, Rogério Ceron, de mudar o piso de gastos com saúde e educação.

Ao GLOBO, Gleisi afirmou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a quem Ceron é subordinado, “nunca falou sobre isso conosco”. E disse torcer para que a ideia não prospere, uma vez que o piso constitucional para saúde e educação é considerada bandeira histórica do partido.

“Fui surpreendida com uma declaração do secretário do Tesouro (Rogério Ceron) de que iriam modificar ou desconstitucionalizar os pisos da educação e saúde. Isso é muito complicado para nós. É uma bandeira histórica do partido. O ministro (Haddad) nunca falou sobre isso conosco. Espero que o debate não seja encaminhado dessa forma”, afirmou ela ao GLOBO.

A dirigente se refere a uma entrevista dada por Ceron segundo a qual a área econômica vai encaminhar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para mudar a forma de correção do valor mínimo dos gastos com educação e saúde.

“Vai ter um incremento no orçamento disponível para saúde e educação, justamente para voltar a ter uma base que os pisos constitucionais estabelecem. E a partir de então discutir com as respectivas áreas uma política de valorização que seja sustentável e perene no tempo, que evite esses movimentos históricos e subir, muda e depois tem que congelar, e fica anos congelado”,disse o secretário ao g1.

Lista de rusgas

O episódio é mais um na lista de rusgas entre o PT e o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O Executivo deve sofrer uma ofensiva do partido do próprio presidente nos próximos meses sobre as principais propostas que vão tramitar no Congresso.

Na queda de braço sobre o arcabouço fiscal, o PT quer evitar que a nova regra e a reforma tributária sejam apresentadas de forma que entrem em choque com bandeiras de esquerda do partido. Há uma preocupação, por exemplo, com o limitador de investimentos previsto no arcabouço idealizado por Haddad, o que, na visão de uma ala do PT, comprometeria o cumprimento das promessas de campanha.

Em várias frentes, os casos de descontentamento entre PT e governo se sucedem. No fim de fevereiro, por exemplo, Haddad estava na Índia, onde participava de um encontro do G-20, quando soube que a presidente do PT havia postado nas redes sociais uma manifestação enfática em favor do adiamento da volta dos impostos sobre os combustíveis, tema que pretendia discutir com Lula quando voltasse ao país.

“Não somos contra taxar combustíveis, mas fazer isso agora é penalizar o consumidor, gerar mais inflação e descumprir compromisso de campanha”, escreveu Gleisi nas redes sociais.

Irritado, Haddad ligou para reclamar e pediu a Gleisi que, antes de tratar de assuntos que dizem respeito à Fazenda, conversasse com ele.

O Globo

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Brasil

Cabo Gilberto defende destinação de 20% das vagas em instituições federais para membros da Segurança Pública

O deputado federal, Cabo Gilberto (PL), protocolou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 148, que estabelece o Sistema Nacional de 20% das vagas na Universidade Aberta do Brasil/UAB, Universidades Federais e Institutos Federais para membros das forças de Segurança Pública.

Em publicação nas redes sociais, o parlamentar relatou que os desafios enfrentados pelos representantes da Segurança Pública, sendo eles a desvalorização das carreiras e precarização dos equipamentos, justificam a necessidade de maior atenção dos Poderes Legislativo e Executivo.

“Os membros das forças de Segurança Pública no Brasil enfrentam inúmeros desafios em seu cotidiano, dentre as quais se destaca a desvalorização das carreiras, precarização dos equipamentos e depreciação financeira. Os desafios listados evidenciam a necessidade de uma atenção maior por parte do Legislativo e Executivo”, afirmou.

Por fim, Cabo Gilberto falou da importância do estímulo à educação para a classe. “Sendo assim, é de todo interessante que os membros das forças Segurança Pública sejam estimulados a prosseguir seus estudos em áreas condizentes com o tipo de trabalho que desenvolvem”, finalizou.

Portal do Capital

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Paraíba

Estado é condenado a pagar R$ 100 mil a família de criança que morreu em hospital de Picuí

O Tribunal de Justiça condenou o Estado da Paraíba ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 100 mil aos familiares de uma criança que faleceu nas dependências do Hospital Regional de Picuí. De acordo com o caso, o falecimento decorreu da negligência e imprudência médica durante o período em que esteve internada.

Conforme o processo, a criança foi internada em virtude de apresentar quadro de desconforte respiratório (cansaço), vindo a falecer em decorrência de “Pneumonia Comunitária”. A família alega que houve demora no atendimento e na adoção de medidas eficazes para conter o quadro médico apresentado, bem como para transferir a criança para outra unidade hospitalar no Município de Campina Grande.

Com base em uma sindicância realizada pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba, cujo relatório final concluiu que não houve negligência por parte dos médicos, a demanda foi julgada improcedente na Primeira Instância.

Contudo, o relator do processo, o juiz convocado Miguel de Britto Lyra Filho, entendeu que a ausência de negligência dos profissionais de saúde não é suficiente para afastar a responsabilidade civil estatal no presente caso, uma vez que a falha na prestação do serviço público se configurou não pela conduta profissional daqueles agentes públicos, mas sim por defeitos estruturais do sistema de saúde gerido pelo Estado da Paraíba.

“Da análise de todo esse histórico, a conclusão a que chego é a de que o óbito da criança decorreu de falha na prestação do serviço público de saúde por parte do Estado da Paraíba, derivado não da conduta dos médicos que a atenderam, mas sim, conforme já adiantado, da deficiência estrutural do sistema de saúde estadual, evidenciada pela insuficiência das vagas para internação em unidade de terapia intensiva, de modo a lhe ser imputável a responsabilidade pelo evento danoso com base na teoria da perda de uma chance”, destacou o relator.

Blog do BG PB

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Brasil

Governo Lula sofre derrotas e Planalto vê desarticulação política no Congresso

O Congresso começou a destravar a pauta de interesse do governo e tem dado demonstrações mais claras das dificuldades do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em consolidar apoio político no Legislativo.

O Palácio do Planalto acumulou, principalmente neste mês, uma série de derrotas e percalços na Câmara e no Senado.

A lista inclui convites e convocações de comissões para expor ministros de Lula e uma margem estreita de votos para conseguir aprovar celeridade ao projeto de recontratação no Mais Médicos, além da disputa pela relatoria da medida que recria o Minha Casa, Minha Vida.

Governistas citam ainda frustração com o PDT e o PSB por não formarem um bloco na Câmara com o PT, além da articulação, mesmo entre aliados, contra os decretos do presidente que mudam as regras para o setor de saneamento.

Integrantes do Palácio do Planalto e pessoas próximas de Lula afirmam que os episódios recentes demonstram falhas da articulação política e no controle da pauta, e não necessariamente falta de apoio ao governo. A avaliação é que, se os aliados fossem mobilizados devidamente, os resultados seriam mais alinhados aos interesses do Executivo.

O Planalto ainda não passou por um grande teste para saber qual o tamanho da base no Legislativo. Mas os sinais, até o momento, têm sido negativos para o petista —o que tem gerado preocupação entre parlamentares e integrantes do núcleo político palaciano.

Eles temem que, caso essa situação não seja ajustada, venha a prejudicar a votação de matérias consideradas prioritárias para o governo, como o novo arcabouço fiscal e a reforma tributária.

Essa mesma avaliação foi dada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em entrevista à GloboNews na quinta-feira (13). Ele afirmou que o Executivo precisa “melhorar sua engrenagem política” e “fazer com que as coisas andem, para que a sua base esteja azeitada” no momento em que forem votadas matérias econômicas.

Entre os percalços enfrentados pelo governo Lula no Congresso está a votação da urgência para o projeto sobre o Mais Médicos, apresentado pelo deputado Odair Cunha (PT-MG), na última terça-feira (11).

Eram necessários 257 votos para aprovar a celeridade à proposta. O governo conseguiu 264 —uma vantagem de apenas 7 votos. O placar preocupou aliados de Lula.

Uma das explicações para esse resultado foi a participação na votação de apenas 409 dos 513 deputados, apesar do interesse do Planalto na pauta. Além disso, houve 144 votos contrários à urgência, inclusive de integrantes de PSD, MDB e União Brasil —partidos com três ministérios cada um.

Em um revés, o governo teve que intervir numa disputa pela relatoria da MP (medida provisória) que recria o Minha Casa, Minha Vida. O líder do PSOL, Guilherme Boulos (SP), aliado do governo, chegou a ser designado relator do texto, mas precisou ceder espaço para o deputado Fernando Marangoni (União Brasil-SP).

O parlamentar, que se posiciona de forma independente, já foi secretário de Habitação de Santo André (SP) e, ao tomar posse como deputado, se tornou coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Saneamento Básico. Esse grupo tem discutido propostas para derrubar parte de decretos de Lula, assinados em abril, e que tratam de regras para o setor.

Um dos projetos para anular parte dos atos de Lula foi apresentado pelo deputado Fernando Monteiro (PP-PE), que é aliado do governo e também de Lira.

A articulação do Planalto também tem enfrentado dificuldade em decisões de comissões da Câmara e do Senado. Diversos colegiados têm aprovado convites e convocação (comparecimento obrigatório) para que ministros compareçam ao Congresso para dar explicações ou falar sobre prioridades das pastas.

Embora os casos sejam vistos como possível fonte de desgaste, por expor ministros a questionamentos da oposição, aliados de Lula minimizam os episódios, dizendo que o governo conseguiu transformar vários pedidos de convocação em convites.

Nos últimos dias, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara aprovou o convite para sete ministros, inclusive Fernando Haddad (Fazenda). O ministro da Justiça, Flávio Dino, já foi a duas comissões na Câmara e acabou sendo convocado para comparecer em maio a uma comissão do Senado.

Além disso, em votações na Câmara o governo acumulou pequenas derrotas nas últimas semanas. A primeira delas foi no fim de março, com a MP que afrouxou as proteções à mata atlântica.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), buscou minimizar, afirmando que “não houve nenhuma votação de derrota do governo”. “Coisas periféricas que não interferem em nada.”

Outro exemplo é a MP sobre o Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos), editada no governo Jair Bolsonaro (PL), que não foi levada para votação por falta de acordos entre governo e Legislativo.

Nesse caso, a ameaça de derrota do governo em plenário poderia tomar outras proporções, uma vez que a MP é relatada pelo próprio líder governista.

Na terça (11), durante sessão da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, parlamentares da oposição, liderados por Deltan Dallagnol (Podemos-PR), conseguiram barrar convite do PT para o advogado Rodrigo Tacla Duran discursar no colegiado.

Tacla Duran, que trabalhou para a empreiteira Odebrecht e é réu da Operação Lava Jato, fez acusações de extorsão contra o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e Deltan.

A formação da comissão é tida como exemplo de deslize da articulação política do governo na Câmara. O colegiado, que tem o poder de convocar ministros de todas as áreas do Executivo, tem apenas 8 parlamentares de partidos considerados da base do petista entre as 20 cadeiras titulares e é presidido pela bolsonarista Bia Kicis (PL-DF).

Além disso, pessoas próximas a Lula citam ainda a frustração com o PDT e PSB por não formarem um bloco na Câmara com o PT e terem se aliado a um grupo de 173 deputados alinhados a Lira.

Oficializado na quarta (12), o bloco é formado por PP, União Brasil, PSDB-Cidadania, Solidariedade, Patriota e Avante, além de PDT e PSB. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), chegou a falar com os dirigentes de ambos os partidos, mas não conseguiu dissuadi-los de entrar no grupo.

Folha de S. Paulo

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Brasil

Após deixar a China, Lula chega aos Emirados Árabes Unidos em viagem oficial


Foto: reprodução/Instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcou, neste sábado (15), em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, por volta das 7h15 (de Brasília), após deixar a China.

A partir das 10h15 está prevista uma cerimônia oficial de recepção. Às 11h05, Lula participa de uma reunião com o presidente dos Emirados Árabes Unidos e emir de Abu Dhabi, xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan.

A partir das 11h45, participa de um iftar — refeição noturna durante o Ramadan –, que é oferecida pelo presidente dos Emirados Árabes Unidos. Às 13h45, o chefe do Executivo brasileiro promove uma entrevista coletiva.

No encontro, Lula e Mohammed bin Zayed Al Nahyan devem tratar de acordos comerciais, investimentos bilaterais e do meio ambiente.

No ano passado, o comércio bilateral movimentou US$ 5,7 bilhões, uma alta de 74% na comparação ao volume de 2021. Os produtos agropecuários brasileiros respondem por quase 60% das exportações aos Emirados Árabes Unidos.

As carnes bovina e de frango estão entre os itens mais vendidos para o país. O Brasil é o maior exportador no mundo de frango halal, produzido com base nos preceitos e tradições do islamismo.

Os Emirados Árabes Unidos são os maiores investidores do Oriente Médio no mercado brasileiro, com cerca de US$ 10 bilhões.

Também estará em pauta o meio ambiente. A nação sediará a 28ª Sessão da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP28) em dezembro deste ano.

Há investimento por parte do país em energias renováveis e no fim das emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050, o que vai de encontro com o governo brasileiro.

CNN Brasil

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Judiciário

VÍDEO: Desembargador diz que Paraná tem nível cultural superior a Norte e Nordeste

O desembargador Mário Helton Jorge, do Tribunal de Justiça do Paraná, disse em sessão na quinta-feira (13) que o estado “tem nível cultural superior ao Norte e ao Nordeste” e que é um local que não tem o “jogo político dos outros estados”.

Em nota ao Painel, ele diz que não teve intenção de estabelecer comparação de cunho preconceituoso.

O comentário foi feito pelo magistrado durante sessão da 2ª Câmara Criminal do tribunal. Em sua fala, ele diz que as pessoas lembram da Operação Lava Jato, do Petrolão e do Mensalão ao falar do tribunal, mas que às vezes ele nem consegue dormir.

“Porque é uma roubalheira generalizada. E isso no Paraná, que é um estado que tem um nível cultural superior ao Norte do país, ao Nordeste, etc. É um país [sic] que não tem esse jogo político dos outros estados. Aqui no Paraná é uma vergonha”, diz Jorge.

Como corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, o desembargador indeferiu em janeiro pedidos de buscas e quebras de sigilo na ação para cassação do mandato do senador e ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro (União-PR), apresentados por Fernando Giacobo, deputado do PL.

Em nota da assessoria de comunicação do TJ-PR, o magistrado diz que “a fala foi proferida durante o julgamento de um recurso e se referiu a corrupção em geral.”

“Não houve intenção de menosprezar ou estabelecer comparação de cunho preconceituoso contra qualquer pessoa, instituição ou região. No contexto da fala é feita uma crítica ao próprio estado do Paraná, que sofre com a corrupção”, conclui o desembargador.

Painel – Folha de S. Paulo

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Esporte

Jorge Sampaoli é o novo técnico do Flamengo

O Flamengo anunciou acordo com o técnico Jorge Sampaoli. Antes em modo de espera, o argentino virou o foco principal, acertou bases após reunião nesta sexta-feira e se apresentará ao clube rubro-negro neste fim de semana.

O treinador deixará a Espanha no sábado, onde tratava da saída do Sevilla, rumo ao Rio de Janeiro. O nome virou consenso entre os dirigentes rubro-negros após os resultados recentes e a incerteza pelo futuro de Jorge Jesus.

O movimento é uma mudança na postura de espera por Jorge Jesus. Mesmo sem unanimidade interna, o Fla deu uma semana para definir o futuro com o Mister, prazo que dependia de uma avaliação de risco. Após a derrota para o Maringá, na última quinta-feira, pela Copa do Brasil, a diretoria decidiu seguir em frente.

Globoesporte

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Paraíba

Litoral da Paraíba tem 8 trechos de praias impróprios para banho; Veja locais

Oito trechos de praias estão impróprias para banho no Litoral da Paraíba, de acordo com o relatório de balneabilidade divulgado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Segundo o levantamento, são três áreas localizadas em João Pessoa, duas em Cabedelo e outras duas em Pitimbu.

Os outros pontos monitorados, situados em Mataraca, Baía da Traição, Rio Tinto, Lucena e Conde tiveram a qualidade das águas classificada como própria.

A análise da balneabilidade da água foi realizada entre os dias 10 e 13 de abril e é válida até o dia 21 do mesmo mês, quando haverá uma nova divulgação de relatório. As demais praias monitoradas continuamente pela Sudema estão liberadas para o banho.

Praias impróprias para banho no Litoral da Paraíba

João Pessoa

– Bessa I, em frente para a desembocadura do Maceió do Bessa.

– Farol do Cabo Branco, em frente para a galeria de águas pluviais.

– Jacarapé, em frente a Rua do Centro de Convenções.

Cabedelo

– Camboinha, no final da Rua Benício de Oliveira.

– Ponta de Campina, em frente para a galeria de águas pluviais.

Pitimbu

– Maceió, em frente para a desembocadura do riacho Engenho Velho.

– Coqueiros, no final da Rua Almirante Tamandaré

– Acaú/Pontinha, em frente a desembocadura do Rio Goiana

G1

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Brasil

Bolsonaro critica fim da isenção de tributação para encomendas internacionais de até US$ 50

Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (14), o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou em uma de suas redes sociais críticas ao governo Lula sobre o anuncio do fim da isenção tributária sobre encomendas internacionais de até US$ 50.

Bolsonaro escreveu que, em seu governo, diminuiu a “taxação de produtos que garantem a manutenção de trabalho e vida de todos, principalmente dos mais humildes”.

“Reduzimos milhares de impostos para facilitação e barateamento de serviços, além de medicamentos de combate ao câncer, HIV, equipamentos hospitalares, incentivos aos esporte, 35% do IPI de milhares de produtos e principalmente impostos incididos sobre alimentos e combustíveis”, postou o ex-presidente.

Ainda referente à postagem, Bolsonaro disse que, mesmo assim, o governo Federal bate recordes de arrecadação. “O governo Lula anuncia aumentos diários de impostos e taxas preocupado em atender interesses escusos, se lixando para o bem-estar do povo!”.

CNN Brasil

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Brasil

Janja fez governo apanhar mais ao defender ‘taxação’ da Shopee, dizem pesquisas

Foto: DOUGLAS MAGNO/AFP/Getty Images

O governo Lula teve acesso a pesquisas e monitoramentos que mostraram que a ampla maioria dos comentários sobre o fim da isenção de impostos no envio de encomendas de até US$ 50 (R$ 250) do exterior foi negativa.

A medida atinge diretamente consumidores de plataformas como Shopee, Shein e Aliexpress, que passarão a pagar 60% de imposto de importação sobre todo e qualquer produto que chegue de fora do país.

De acordo com três integrantes do governo ouvidos pela coluna, os levantamentos mostraram que cerca de 60% das pessoas criticaram a iniciativa logo depois do anúncio, contra cerca de 15% que se disseram favoráveis. O restante manifestava dúvida ou desconhecimento.

A situação piorou quando a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, decidiu entrar na discussão para defender a proposta.

“A taxação é para as empresas e não para o consumidor”, escreveu a mulher de Lula em resposta a uma postagem do perfil Choquei.

Foi o que bastou para mobilizar opositores do governo que ainda não tinham se envolvido nas discussões, segundo um integrante do governo.

O percentual de pessoas que atacavam a medida chegou a cerca de 70% depois da intervenção de Janja, e o de pessoas que a defendiam ficou estacionado nos mesmos 15%.

Mônica Bergamo – Folha de S. Paulo

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