Brasil

Governo vai enviar projeto para taxar fundos de investimentos de super-ricos, diz Haddad

Foto: Diogo Zacarias/MF

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (19) que o governo vai enviar ao Congresso uma proposta para taxar fundos exclusivos de investimento, conhecidos como “fundo dos super-ricos”, junto ao Orçamento.

Segundo Haddad, acompanhará a peça orçamentária parte das propostas que compõem a segunda fase da reforma tributária — que visa o imposto de renda (IR). Ele destacou que nenhuma dessas medidas diz respeito à pessoa física.

“Conforme eu já falei, tem um conjunto de medidas [da segunda fase da reforma] que vão junto ao Orçamento e não passam pelo imposto de renda de pessoa física”, disse.

O projeto de Lei Orçamentária anual (PLOA) deve ser enviado ao Congresso até 31 de agosto. O petista teve reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), nesta quarta-feira, para “alinhar” a agenda da economia para o segundo semestre.

Os fundos exclusivos de investimento são conhecidos como “fundo dos super-ricos”. Além de confirmar que pretende taxá-los, indicou que a medida deve ser enviada em forma de projeto de lei ao Congresso.

Esses fundos fundos se caracterizam por suas cotas pertencerem a único cotista. Com isso, a alocação de recursos é realizada por um gestor profissional de maneira “personalizada”.

Atualmente esses fundos só são taxados pelo IR no momento do resgate. A ideia seria de que esses ativos pudessem ser tributados periodicamente.

CNN Brasil, por Danilo Moliterno

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Brasil

Pix já é mais usado que dinheiro no Brasil, revela pesquisa

Foto: Adriano Ishibashi/FramePhoto

Lançado em novembro de 2020 pelo Banco Central, o sistema de pagamento instantâneo Pix hoje já é usado pela maior parte dos consumidores brasileiros e tem substituído as transferências bancárias e já ultrapassou a utilização do dinheiro em pagamentos no país. O dado faz parte de uma pesquisa da consultoria McKinsey.

O levantamento da empresa mostra que o Pix já é mais utilizado que o dinheiro na distribuição de gastos entre meios de pagamento. Enquanto o Pix, ao lado de outras modalidades de transferência bancária (TED e DOC), é usado por 14% dos entrevistados, o dinheiro é empregado por 10%.

Apesar disso, os cartões de débito e de crédito ainda lideram as operações de pagamento, sendo eleitas por 38% e 22% dos consumidores, respectivamente. As transferências (Pix, TED e DOC) aparecem em terceiro lugar como meio de pagamento mais usados, e o dinheiro figura em quarto, na pesquisa.

Conveniência e flexibilidade

De acordo com a pesquisa da McKinsey, 66% dos entrevistados substituíram os pagamentos em dinheiro por pagamentos Pix. O Pix é visto pelos consumidores como um meio de pagamento de alta conveniência e flexibilidade. O meio de pagamento instantâneo está substituindo o cartão de débito e dinheiro devido à facilidade de uso e instabilidade da transação.

Ao todo, 98% dos entrevistados disseram que possuem chave Pix e usaram o meio de pagamento. 59% das pessoas usam Pix pela conveniência da velocidade da transação e capacidade de fazer a qualquer momento.

A consultoria entrevistou mais de 5 mil consumidores e também cerca de 30 bancos e instituições financeiras para chegar aos dados, que dizem respeito ao mercado em 2022.

Recorde de transações

O número diário de transações Pix bateu recorde por dois dias seguidos em julho, segundo informações divulgadas pelo Banco Central. Na quinta-feira (dia 6), foram feitas 129,4 milhões de operações; na sexta-feira (dia 7), novo recorde: 134,8 milhões de transações. Pix é a principal forma de pagamentos no Brasil.

Segundo dados do Banco Central, em junho, foram feitas 2,86 bilhões de transações por Pix – maior número da série histórica, que começa em novembro de 2020. Atualmente, mais de 405 milhões de contas estão cadastradas.

Extra, por Pollyanna Brêtas

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Paraíba

Prefeito entra na mira do MPPB após proibir ônibus escolar a estudante que não vota na cidade

O prefeito de Pombal, Dr. Verissinho (MDB), entrou na mira do Ministério Público da Paraíba (MPPB) devido à obrigação do estudante universitário ter domicílio eleitoral no município para ter acesso ao transporte universitário.

A lei municipal número 2137/2023, que estabelece diretrizes para o fornecimento do transporte escolar na cidade, obriga aos universitários a apresentar a comprovação que votam em Pombal.

Para a promotora Rebecca Braz Vieira de Melo, há irregularidade na exigência. “O serviço público de transporte universitário deve ser ofertado a todos os estudantes residentes no município, mostra-se indevido restringir o seu acesso apenas àqueles que possuem domicílio eleitoral na localidade, visto que existem estudantes que são residentes nesta urbe, porém possuem domicílio eleitoral em outra localidade, em razão de vínculo afetivo, familiar, profissional, comunitário ou de outra natureza devidamente comprovado à Justiça Eleitoral”, escreveu.

Braz pediu que o prefeito “altere do texto da Lei nº 2.137/2023, excluindo desta toda e qualquer expressão que impeça a utilização do transporte universitário a estudantes residentes em Pombal que não tenham domicílio eleitoral”.

MaisPB

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Copa do Mundo

Governo da Paraíba altera expediente nos dias de jogos da seleção feminina

O governo da Paraíba vai alterar o horário de funcionamento no expediente das repartições públicas estaduais, em dias de jogos da seleção feminina na Copa do Mundo.

De acordo com o governador em exercício, Lucas Ribeiro, o período da manhã será facultativo para os servidores, exceto para serviços essenciais. Os atendimentos retornarão às 12h e seguirão até às 18h.

Confira os jogos

A estreia da seleção será no dia 24 de julho, contra o Panamá, às 8h. A segunda partida será no dia 29 de julho, às 7h, contra a França. As meninas vão encerrar a primeira fase da competição contra a Jamaica, dia 2 de agosto, também às 7h.

Portal Correio

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Paraíba

Prefeitura de João Pessoa descumpre acordos e agentes de trânsito prometem greve de 24h

Os agentes de Trânsito da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana vão se reunir na próxima segunda-feira (24) e podem decidir sobre paralisação das atividades por 24h. A assembleia está marcada para as 19h, na sede do Sindicato dos Empregados no Comércio da Grande João Pessoa (Sinecom).

De acordo com a categoria, a prefeitura não cumpriu acordos firmados durante assembleia realizada em fevereiro deste ano. Entre eles estão o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR).

Além disso, os profissionais cobram atualização salarial e o auxílio-alimentação dos agentes que trabalham doze horas diárias e estão sem receber o benefício há seis anos.

Blog do BG PB

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Brasil

Reforma tributária pode triplicar carga de impostos sobre serviços digitais

Caso a proposta de reforma tributária, aprovada na Câmara dos Deputados no dia 7, passe também no Senado, um dos setores mais impactados com aumento de carga tributária deve ser o de serviços. Preços praticados por companhias que atuam por meio de plataformas digitais, como os provedores de streamings Netflix, Spotify, Amazon Prime e Disney+, e de aplicativos de transporte, como Uber e 99, e de delivery, como iFood, poderão aumentar.

O eixo central da reforma é a adoção de um sistema de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual. Passam a vigorar o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) no lugar do ICMS estadual e do ISS municipal; e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui três tributos federais: PIS, Cofins e IPI.

Atualmente, as alíquotas médias pagas pelas empresas do setor de serviços digitais são de até 5% de ISS, dependendo do município, e de 3,65% de PIS/Cofins. Embora precise ser definida por meio de lei complementar, a previsão é que a alíquota de referência do IBS e do CBS seja inferior a 30%. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), braço do Ministério do Planejamento, estima a alíquota em 28%.

“Essa reforma foi predominantemente para a prestação de serviços, que vai ser de longe o setor mais afetado”, diz Mariana Ferreira, advogada tributarista do Murayama Affonso Ferreira e Mota Advogados.

Ela ressalta, no entanto, que a discussão não está encerrada, uma vez que tanto na tramitação no Senado pode haver inclusão dos serviços digitais no rol de setores com redução de 60% na alíquota do IVA.

É o que pedem associações e federações ligadas ao setor de serviços digitais, TI e internet. Um manifesto foi divulgado por entidades como a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Associação Brasileira de Internet (Abranet), Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) e Sindicato de Empresas de Internet do Estado de São Paulo (Seinesp).

“Supondo uma alíquota de referência de 25% de IBS e CBS, a aprovação da reforma, representaria uma elevação de 189% da carga tributária do setor no melhor cenário – visto que milhares de empresas do setor estão sediadas em municípios que tem a alíquota de ISS fixada em 2% (o que representaria uma elevação da carga tributária em 342%) e que a alíquota final de referência pode de vir a ser mais elevada”, dizem as entidades.

Já a Câmara Brasileira de Economia Digital (camara-e.net) publicou nota em que defende a adoção de um teto para o aumento de carga tributária do setor de serviços como forma de “assegurar a sua competitividade e empregabilidade, sem criar complexidades na estrutura do IVA”.

“A camara-e.net reforça a importância de que as demais proposições legislativas da reforma tributária permitam a amenização do impacto do IVA sobre o setor de serviços, seja por uma política ampla que desonere o emprego ou pela criação de possibilidades adicionais de créditos tributários”.

Principal entidade brasileira a reunir empresas da chamada economia digital, a camara-e.net representa as principais empresas de tecnologia e varejo digital do país, o que inclui representantes de Google e Facebook, Amazon, iFood, Mercado Livre e OLX, por exemplo.

O Ministério da Fazenda diz que a reforma tributária pode ter impacto em serviços digitais como streamings e aplicativos de transporte e entrega de comidas, mas que a redução do preço da energia elétrica, que seria gerada pela mesma emenda constitucional, compensaria os aumentos, resultando em pouco impacto para o consumidor final.

Assespro, Abranet, Fenainfo, Acate e Seinesp, no entanto, afirmam que o aumento de carga tributária impactará negativamente o crescimento do setor de serviços digitais, TI e Internet nacional, ao enfraquecer e retirar competitividade das empresas que operam e contribuem para levar o país para um futuro tecnológico, “muitas delas fadadas à extinção, ocasionando a perda de empregos diretos e indiretos, um prejuízo que não é apenas econômico, mas também social”.

“Além disso, a alta tributação sobre folha de pagamentos (insumo que não gera crédito) se colocará como um desestímulo à produção e ao desenvolvimento de softwares, serviços domésticos, inovação, contratação de funcionários celetistas, além e demissões em larga escala, gerando, inclusive, prejuízos à previdência social”, diz um trecho do manifesto assinado pelas entidades.

Eduardo Nehme, advogado tributarista do Caputo, Bastos e Serra Advogados, acredita que, ainda que o efeito econômico final da reforma seja neutro para os consumidores, alguns setores devem sair favorecidos e outros prejudicados ao final da reforma.

Gazeta do Povo 

“O debate que se apresenta é se o Brasil pretende aumentar a tributação sobre os serviços online – um setor estratégico, intimamente ligado à inovação e com tendência de se tornar cada vez mais presente no cotidiano, especialmente com a popularização do acesso à internet e com o crescente número de produtos físicos com serviços de internet integrados”, diz Nehme.

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Esporte

Regulamentação das apostas será destaque no retorno do Congresso; governo prevê arrecadar R$ 15 bi

Foto: Getty Images

A regulamentação das apostas esportivas ganhará destaque nas discussões do Congresso na volta do recesso parlamentar. O governo federal elabora uma medida provisória prevendo pagamento de tributos com estimativa de arrecadar até R$ 15 bilhões com a cobrança de impostos. A verba é estratégica para cumprir com as metas fiscais planejadas pela equipe econômica. Mas a ideia é que haja também um projeto de lei para tratar do funcionamento das casas de apostas no país.

O Ministério da Fazenda afirmou que o texto da MP está sendo avaliado pela Casa Civil e demais ministérios envolvidos e deverá ser assinado pelo Presidente da República após as considerações desses órgãos.

“Lembrando que a MP tratará de temas mais urgentes como normas de tributação e aplicação de penalidades. Já a criação da Secretaria Nacional de Prêmios e Loterias será objeto de projeto de lei”, informou a pasta ao R7.

R7

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Polícia

VÍDEO: Bandidos incendeiam ônibus e deixam pessoas gravemente feridas em João Pessoa

Um ônibus foi incendiado na noite desta terça-feira (18) no bairro do Padre Zé, em João Pessoa. De acordo com a Plícia Militar, dois bandidos invadiram o coletivo e atearam fogo no veículo utilizando coquetéis molotov.

Quatro passageiros ficaram feridos e foram socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa por viaturas do Samu e Corpo de Bombeiros, alguns com queimaduras graves.

A motivação para o crime ainda está sendo investigada.

Blog do BG PB

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Política

MP arquiva processo contra Michelle Bolsonaro por post de Lula na umbanda

Michelle Bolsonaro ironiza notícia sobre joias: “Estou rindo”Foto: Reprodução

O MPF no Distrito Federal decidiu em 29 de junho arquivar processo que apurava possível crime por parte da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro por compartilhar vídeo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cerimônia de umbanda com a legenda: “Isso pode, né! Eu falar de Deus não”.

Veja abaixo:

Michelle publica vídeo de Lula em cerimônia umbanda: "Isso pode”

No documento, o procurador afirmou que a atitude de Michelle tem “conotação preconceituosa, intolerante, pedante e prepotente”. Entretanto, disse que a conduta estaria amparada na liberdade de expressão religiosa. A decisão é de Frederico de Carvalho Paiva.

Segundo Paiva, os comentários “mais se aproximam de um reclame quanto a uma possível intolerância sofrida pela sua crença do que propriamente a um ataque à religião africana”.

O processo apurava possível crime de “Praticar, induzir ou incitar a discriminação, ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Segundo o MP, a defesa de Michelle Bolsonaro afirmou que a conduta “se deu nos limites da liberdade de expressão religiosa”.

Para o procurador, a liberdade de expressão “tem contornos incertos” e tanto a Constituição Federal quanto o STF (Supremo Tribunal Federal) definem que o direito não se refere “só a escolha de qual religião seguir, mas também o de fazer proselitismo religioso”, como, segundo ele, foi o caso da ex-primeira-dama.

“Desse modo, a prática do proselitismo, ainda que feita por meio de incômodas comparações entre as religiões, não obstante, gere animosidade, não configura, por si só, crime de discriminação”, disse.

Entenda o caso

Em agosto de 2022, a então primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou em seu perfil nas redes sociais um vídeo antigo de Lula participando de uma celebração da umbanda, religião de matriz africana. Na legenda, escreveu: “Isso pode né! Eu falar de Deus não”.

O vídeo foi gravado durante evento na Assembleia Legislativa da Bahia, em Salvador. As imagens de Lula recebendo um banho de pipoca foram compartilhadas em um perfil nas redes sociais do atual ministro do Desenvolvimento Agrário e então deputado Paulo Teixeira (PT) em 26 de agosto de 2021.

“Lula em Salvador abençoado e protegido pelo banho de pipoca usado nas oferendas para os Orixás Obaluayê na Umbanda”, escreveu o deputado à época.

O vídeo compartilhado por Michelle foi publicado pela vereadora Sonaira Fernandes (Republicanos-SP), que disse que Lula “entregou sua alma” para vencer as eleições presidenciais de 2022.

“Não lutamos contra a carne nem o sangue, mas contra os principados e potestades das trevas. O cristão tem que ter a coragem de falar de política hoje, para não ser proibido de falar de Jesus amanhã”, afirmou a vereadora no Instagram.

À época, em nota, a assessoria de Lula disse que o presidente respeita as religiões e sua liberdade de culto e não hostiliza manifestações religiosas. Michelle Bolsonaro é evangélica ligada à Igreja Batista.

Poder360

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Brasil

Defesa de Bolsonaro diz que pedido da PGR para envio de lista de seguidores é “patrulhamento ideológico”

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) disse, nesta terça-feira (18), que o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para envio de lista de seguidores do ex-presidente nas redes sociais é um “monitoramento político” que resulta em “forma odiosa e anacrônica de verdadeiro patrulhamento ideológico”.

A manifestação dos advogados do ex-chefe do Executivo foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado é o relator do inquérito em que Bolsonaro é um dos alvos e que investiga os incitadores dos atos de 8 de janeiro.

No documento, a defesa pede que Moraes rejeite o pedido da PGR. Os advogados pediram também a rejeição do envio das postagens de Bolsonaro sobre “eleições, urnas eletrônicas, Tribunal Superior Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Forças Armadas e fotos e/ou vídeos com essas temáticas” e as respectivas métricas, como visualização e curtidas.

A solicitação da PGR foi enviada na segunda-feira (17) ao STF. É assinada pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos, responsável pelas investigações dos atos de 8 de janeiro.

Segundo os advogados de Bolsonaro, o pedido do órgão para acessar os dados “tomou de inefável surpresa a defesa do ex-presidente”, dada a “gravidade do conteúdo”. Assinam a manifestação Paulo Amador da Cunha Bueno, Daniel Tesser e Fábio Wajngarten.

Segundo os defensores do ex-presidente, a soma de seguidores de Bolsonaro nas redes sociais é de cerca de 50 milhões.

CNN Brasil, por Lucas Mendes

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