Economia

Preço dos alimentos caem quase 2% em João Pessoa, aponta pesquisa

O custo da cesta básica em João Pessoa foi de R$ 606,39 em janeiro de 2026, uma redução de 1,98% em relação a janeiro de 2025, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo DIEESE em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A combinação entre a redução dos preços dos alimentos e a Política de Valorização do Salário Mínimo, que visa assegurar ganhos reais ao trabalhador, resultou em maior poder de compra para os paraibanos, que passaram a comprometer uma parcela menor da renda com alimentação.

Em João Pessoa, no acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas quedas em 7 dos 12 produtos que compõem a cesta básica, com destaque para o arroz agulhinha (-39,19%), açúcar cristal (-15,51%) e tomate (-14,41%).

Também tiveram redução de preço farinha de mandioca (-12,68%), leite integral (-8,52%), óleo de soja (-4,04%) e feijão carioca (-2,89%). Itens como café em pó (19,93%), banana (6,25%), pão francês (5,48%), manteiga (3,99%) e carne bovina de primeira (2,28%) registraram elevação.

Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, houve queda do preço médio de cinco dos 12 produtos que compõem a cesta básica: óleo de soja (-3,75%), arroz agulhinha (-3,46%), leite integral (-2,87%), café em pó (-1,30%) e carne bovina de primeira (-1,20%). Os outros sete itens apresentaram elevação de preço: banana (12,98%), tomate (6,54%), manteiga (2,35%), pão francês (1,96%), farinha de mandioca (1,21%), açúcar cristal (0,80%) e feijão carioca (0,41%).

BG com MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Operação da PF mira fraudes contra clientes da Caixa em Guarabira

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (10), a Operação Retenção, contra uma atuação de organização criminosa especializada em furtos qualificados mediante fraude contra clientes da Caixa Econômica Federal.

Estão sendo cumpridos 3 mandados de prisão preventiva e 3 mandados de busca e apreensão em Guarabira.

As investigações tiveram início após prisão em flagrante ocorrida, em abril de 2025, em agência da Caixa Econômica Federal, na região metropolitana de João Pessoa-PB, quando foi identificado o uso de dispositivos fraudulentos para retenção de cartões bancários, bem como a prática de engenharia social para obtenção de senhas e posterior subtração de valores das vítimas.

Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude e organização criminosa, com penas que podem superar 10 anos de prisão.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Brasil patina no combate à corrupção e repete pior colocação histórica em ranking global

Praça dos Três Poderes, em Brasília

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

O Brasil voltou a figurar entre os piores colocados no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) da Transparência Internacional. Em 2025, o país marcou 35 pontos em uma escala que vai até 100 — quanto menor a nota, maior a percepção de corrupção — e permaneceu na 107ª posição entre 182 nações avaliadas, cenário que a organização classifica como de “estagnação” institucional.

A informação é do jornal O Globo. Apesar de ter subido um ponto em relação ao ano anterior, a própria ONG considera a variação estatisticamente irrelevante. A avaliação é baseada em indicadores que medem a percepção de especialistas e executivos sobre corrupção no setor público e mecanismos de controle. Há mais de uma década o Brasil permanece abaixo da média global e também atrás da média das Américas, ambas com 42 pontos.

Segundo o diretor executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, o resultado reflete problemas nos três poderes. Ele afirma que o governo federal apresentou avanços no combate à lavagem de dinheiro, mas também teria permitido a captura política de estatais e o crescimento das emendas parlamentares. Já o Congresso é criticado por aprovar medidas que, na visão da ONG, enfraquecem o combate à corrupção, enquanto o STF é citado por decisões que alimentariam a sensação de impunidade em casos de macrocorrupção.

No ranking global, Dinamarca, Finlândia e Cingapura lideram como países menos corruptos, enquanto Somália e Sudão do Sul aparecem nas últimas posições. O Brasil ficou próximo de países como Sri Lanka e abaixo de nações latino-americanas como Argentina, reforçando a avaliação da entidade de que o país segue “travado” no enfrentamento estrutural da corrupção.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Hugo Motta manda PEC do fim da escala 6×1 à CCJ da Câmara

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a Proposta de Emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1.

A medida engloba as PECs apresentadas pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e dá início à tramitação do tema na Casa.

“É uma pauta histórica da classe trabalhadora, que precisa ser debatida com responsabilidade, ouvindo todos os setores e considerando os impactos na economia”, informou Hugo Motta.

Após a análise de admissibilidade na CCJ, o texto seguirá para uma Comissão Especial, onde será debatido, antes de ser levado ao Plenário da Câmara dos Deputados.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

VÍDEO: Folião é expulso de camarote após xingar Claudia Leitte em João Pessoa

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

Um folião foi expulso de um camarote durante o desfile do Bloco Virgens de Tambaú, no pré-Carnaval em João Pessoa.

As imagens mostram um homem visivelmente alterado, xingando e fazendo gestos obscenos para a cantora Cláudia Leitte.

Ao ser identificado por outros participantes dc camarote, o homem e outro amigo dele, foram agredidos e expulsos do espaco reservado.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Projeto quer proibir redes sociais para menores de 16 anos no Brasil

O deputado federal Mauricio Neves (PP) apresentou na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei que proíbe o acesso de menores de 16 anos a redes sociais no Brasil. A proposta altera a Lei 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, que estabelece regras de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.

O texto inclui na legislação a vedação expressa ao acesso a redes sociais de qualquer natureza por pessoas com menos de 16 anos. Pela proposta, plataformas deverão adotar mecanismos de verificação de idade e de controle de cadastro. O descumprimento pode levar à aplicação de sanções administrativas já previstas na própria lei.

Na justificativa, o autor afirma que o objetivo é reduzir riscos à saúde mental e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes, citando problemas como ansiedade, distúrbios do sono, exposição a conteúdos sensíveis e casos de cyberbullying.

Hoje, não há no Brasil uma proibição geral por lei para uso de redes sociais por menores de 16 anos, mas as principais plataformas já adotam regras etárias próprias. Em geral, redes como Instagram, TikTok, Facebook e X estabelecem idade mínima de 13 anos para criação de conta, seguindo padrões internacionais de proteção infantil.

Para usuários abaixo de 18 anos, essas empresas aplicam restrições adicionais de privacidade e segurança, como contas fechadas por padrão, limitação de mensagens de desconhecidos e filtros de conteúdo. Ainda assim, o cadastro costuma ser feito com base apenas na data de nascimento informada pelo próprio usuário, sem checagem documental obrigatória na maior parte dos casos.

Pesquisas sobre comportamento digital de crianças e adolescentes no Brasil indicam que uma parcela relevante dos usuários cria perfis antes da idade mínima exigida pelas plataformas. Especialistas em proteção digital apontam que a autodeclaração facilita a abertura de contas com idade incorreta — o que ajuda a explicar por que há tantos menores nas redes mesmo com regras formais já existentes.

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PL acusa Lula de “pedaladas fiscais” e cita impeachment em ação no STF

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Partido Liberal (PL) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) acusando o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de repetir práticas fiscais que, segundo a legenda, se assemelham às chamadas “pedaladas fiscais”. O tema foi levado à Corte em ação protocolada na última quarta-feira (4).

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles. Na petição, o partido afirma que o Executivo federal criou mecanismos para executar despesas fora dos limites tradicionais do Orçamento, o que, na avaliação do PL, compromete a transparência das contas públicas e institui uma espécie de sistema paralelo de financiamento.

Os advogados da sigla, Luiz Gustavo de Andrade Rocha e Thiago Vieira de Carvalho, sustentam que a estratégia adotada pelo governo representa uma reedição das manobras fiscais que embasaram o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.

De acordo com o documento encaminhado ao STF, cerca de R$ 89,9 bilhões teriam sido excluídos do teto de gastos por meio de exceções legais e da abertura de créditos extraordinários. Para o PL, esse modelo distorce o regime fiscal ao criar uma aparência de legalidade para despesas que, na prática, escapariam ao controle previsto na legislação.

A legenda também argumenta que práticas semelhantes no passado contribuíram para a grave crise econômica enfrentada pelo país no biênio 2015–2016, período em que o Produto Interno Bruto (PIB) acumulou retração próxima de 7%.

Com base nesses pontos, o PL pede que o Supremo reconheça a inconstitucionalidade dos instrumentos utilizados pelo governo federal e determine a recomposição dos limites fiscais previstos nas regras orçamentárias.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Deputado que exigiu “pirão” de colega é cobrado por agência de comunicação: “Seja homem”

O caso do deputado Manoel Ludgero (PSDB) cobrou um “pirão” do também deputado João Paulo II (PP) ganhou novos contornos neste domingo (8). É que uma agência de comunicação está lembrando que o próprio deputado ficou devendo contas da campanha de 2022 que ficaram penduradas.

“Há 4 anos que esperamos o seu retorno e nada. Ponha as mãos na sua consciência e lembre-se de não apenas cobrar aos outros, mas também de pagar.” diz o comentário.

Ludgero respondeu a provocação, Veja o diálogo:

Mais cedo, Manoel cobrou João Paulo em uma postagem no Instagram dizendo que o deputado que leva o nome de um papa estaria lhe devendo um “pirão”. Logo depois, João respondeu e disse que não devia nada. Pirão vai, pirão vem e ninguém paga ninguém.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polícia

Investigações sobre o Banco Master já resultaram na abertura de sete inquéritos pela PF

 

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

As investigações sobre o Banco Master avançaram e já resultaram na abertura de sete inquéritos pela Polícia Federal, espalhados por São Paulo, Rio de Janeiro e Amapá, além de procedimentos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). As informações foram divulgadas pelo Valor Econômico.

Segundo as apurações, a tendência é de ampliação das frentes investigativas, especialmente após a inclusão de uma nova linha que analisa aportes realizados por fundos de Estados e municípios. Um dos focos recentes envolve investimentos da Amapá Previdência (Amprev), que teria aplicado R$ 400 milhões em papéis do banco.

Os casos centrais no STF e a chance de desmembramento

No STF, dois inquéritos são considerados centrais. Um deles apura a emissão de títulos sem lastro que teriam sido repassados pelo Banco Master ao Banco de Brasília (BRB). O outro investiga a cessão de direitos creditórios milionários por empresas com capital social considerado reduzido a fundos ligados ao Master.

Os procedimentos tiveram início em São Paulo e no Distrito Federal. O relator, ministro Dias Toffoli, avalia a possibilidade de manter no Supremo apenas os casos que envolvam autoridades com foro privilegiado, com eventual envio do restante à primeira instância.

Influenciadores, “fake news” e a decisão pendente no Supremo

Outra investigação em análise apura a possível contratação de influenciadores digitais para atacar autoridades e instituições envolvidas na liquidação do Banco Master. Toffoli solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de decidir se o caso permanece no STF ou será remetido à Justiça comum.

Essa apuração é conduzida pela Dicor, em Brasília. Caso haja o deslocamento de competência, o processo deve tramitar na Justiça do Distrito Federal.

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro negou qualquer envolvimento com campanhas digitais ou disseminação de fake news contra autoridades públicas.

Operação “Zona Cinzenta”

Na última sexta-feira, a PF deflagrou a Operação Zona Cinzenta, voltada a apurar os aportes da Amprev no Banco Master. O caso integra o aprofundamento das investigações sobre a atuação de regimes próprios de previdência social (RPPS) em investimentos ligados ao banco.

As apurações avaliam suspeitas relacionadas à origem, estrutura e lastro de determinados títulos, em um contexto que mobiliza órgãos de controle e áreas especializadas da PF, tanto nos estados quanto em Brasília.

Rioprevidência, BRB e Grupo Fictor

No Rio de Janeiro, a Operação Barco de Papel investiga quase R$ 1 bilhão em investimentos realizados pela Rioprevidência no Banco Master. Paralelamente, a PF instaurou outros dois inquéritos.

Um deles, conduzido pela Dicor, apura suspeitas de gestão fraudulenta no BRB. O outro investiga o Grupo Fictor, por indícios de gestão fraudulenta, apropriação indébita, emissão de títulos sem lastro e operação irregular de instituição financeira. Esse procedimento tramita na Superintendência da PF em São Paulo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

FARINHA POUCA: Deputado estadual é cobrado por colega de bancada sobre dívida: ‘Pagar o pirão’


Farinha pouca, meu pirão primeiro, já dizia o velho ditado popular. E foi nessa pegada que o deputado estadual Manoel Ludgério (PSDB) cobrou o pagamento de uma dívida ao seu colega de parlamento, João Paulo II (PP). O comentário foi feito na página do Instagram do comunicador Sizak da Mídia, na postagem de uma entrevista feita com o progressista.

“Deputado, estou esperando o Sr. devolver o meu pirão. O Sr. é bom cobrador, mas parece ser péssimo pagador. Já fui no seu condomínio, já pedi a alguns amigos, não obtive resposta. Ponha as mãos na sua consciência e lembre-se não apenas de cobrar, mas também pagar o pirão”, disse Ludgério.

Pirão combina com domingo. Se João Paulo II não pagar a suposta dívida, talvez Ludgério almoce algo indigesto hoje.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.