Mundo

Apagão cibernético atrasa voos e prejudica serviços bancários e de comunicação ao redor do mundo

ImagemFoto: REUTERS/Elena Rodriguez

Um apagão cibernético está provocando atrasos em voos, além de prejudicar serviços bancários e de comunicação ao redor do mundo, nesta sexta-feira (19). As principais companhias aéreas dos Estados Unidos paralisaram todos os voos.

Segundo a Associated Press, o apagão envolve usuários da Microsoft. O governo da Austrália disse que o incidente está aparentemente relacionado a um problema global na empresa de segurança cibernética CrowdStrike.

Em um comunicado, a CrowdStrike confirmou que está ciente de falhas no sistema operacional Windows relacionada ao sensor “Falcon”.

Até a última atualização desta reportagem nenhum problema havia sido reportado no Brasil.

Segundo a rede de TV norte-americana ABC, nenhum voo da American Airlines, United e Delta deve decolar nas próximas horas. As viagens que já estão em andamento continuarão normalmente.

Problemas técnicos foram reportados nos maiores aeroportos da Europa e na Índia, com atrasos de voos.

g1

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Economia

Equipe econômica diz mirar corte universal em todos os ministérios

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Foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda

Interlocutores da equipe econômica relataram à CNN terem saído da reunião ocorrida na tarde de quinta-feira (18) com aval do presidente Lula para cortar despesas em todos os ministérios.

Nesse sentido, não haveria restrições a pastas sociais como educação e saúde, tampouco a Defesa, cujo ministro, José Múcio Monteiro, deu declarações recentes dizendo ter garantia de que sua pasta não seria afetada.

Assim, de hoje até segunda-feira (22), o trabalho da equipe econômica será analisar o orçamento de todas as pastas para anunciar onde ocorrerão os cortes.

O pedido do presidente foi apenas de que as pastas com menor orçamento não sejam sacrificadas com grandes cortes e que políticas públicas relevantes sejam preservadas.

A estimativa é de que o relatório bimestral de receitas e despesas a ser apresentado na segunda-feira tenha uma estimativa de déficit superior a R$ 32 bilhões.

Caio Junqueira – CNN Brasil

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Polícia

Polícia conclui inquérito sobre filho de Lula sem indiciá-lo após suspeita de violência doméstica


Foto: Edmar Barros

A Polícia Civil de São Paulo concluiu na segunda-feira (15) o inquérito que investigou o filho caçula do presidente Lula (PT), Luis Claudio Lula da Silva, 39, sob a suspeita de ter praticado violência contra uma ex-companheira.

A investigação foi concluída sem indiciamentos, o que significa que nenhum crime foi atribuído a ele.

De acordo com policiais, isso ocorreu porque não foi constatada nenhuma lesão corporal na reclamante, até porque não foram feitos exames de corpo delito, e a alegada violência psicológica não ficou claramente configurada.

Assim, para os responsáveis pelo inquérito, não existem provas contundentes o bastante para um indiciamento neste momento.

O relatório foi encaminhado para o Ministério Público paulista, que deve decidir quais serão os próximos passos. A Promotoria pode pedir o arquivamento do inquérito, novas diligências para tirar eventuais dúvidas ou, até, denunciar o filho do presidente se considerar o conjunto probatório suficiente para tal.

A opinião da autoridade policial não vincula uma decisão do promotor.

A ex-companheira de Luis Cláudio, a médica Natália Schincariol, 30, registrou boletim de ocorrência em abril deste ano relatando um caso de violência doméstica. Uma medida protetiva em favor dela foi expedida naquele mês.

No boletim, feito por meio da delegacia eletrônica, ela disse que em janeiro sofreu uma cotovelada na barriga durante uma briga.

Também relatou no documento temer, além da integridade física, pela saúde mental por causa de constantes ataques verbais. A médica disse que chegou a ser hospitalizada com crises de ansiedade e que recebeu ameaças e ofensas do ex-companheiro, que a teria chamado de “doente mental”, “feia” e “vagabunda”.

Natália disse não ter registrado boletins anteriormente porque foi desestimulada, em razão de ameaças a manipulações.

Ouvidos na Delegacia da Mulher, tanto Natália quanto o filho do presidente disseram que a cotovelada na barriga, em janeiro, ocorreu de uma forma acidental quando os dois disputavam o domínio de um aparelho celular. A médica disse, para a polícia, que não ficou ferida nessa oportunidade a ponto de ficar marcas.

Como não foi feito exame de corpo delito, até pela distância do fato e o registro policial em abril, não ficou configurada a lesão corporal. A polícia nem entra no mérito da intenção ou não no relatório.

Sobre os ataques verbais, a maioria das mensagens anexadas no inquérito pela ex-companheira não continha de forma explícita as ofensas mencionadas por ela no boletim de ocorrência. A médica explicou que elas ocorriam de maneira vocal.

A maioria dos diálogos, ainda segundo os policiais, trazia questões referentes a um casal em litígio e com questões patrimoniais a serem resolvidas.

A médica disse à polícia que apresentaria duas testemunhas para depor, mas acabou desistindo.

Ela também anexou ao inquérito documentos referentes a internação médica que seria fruto da violência psicológicas sofrida. A polícia deixou a análise desse material para o Ministério Público.

A Folha não conseguiu contato com Natália na noite desta quarta (17).

À polícia Luís Cláudio negou qualquer tipo de violência contra a ex-mulher. A mesma defesa já tinha sido feita publicamente —disse ao UOL que “jamais agrediria” a ex.

“Desde o término do relacionamento, em janeiro deste ano, sempre fui muito atencioso com ela. Nunca chamei ela destes nomes todos que ela diz. Vou provar minha inocência”, afirmou ele.

A acusação contra o filho de Lula fui usado por adversários políticos do petista. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a deputada federal Rosangela Moro (União Brasil-SP), por exemplo, questionaram o silêncio de Lula e de aliados a respeito

Natália disse ter sido alvo de ataques nas redes sociais. Diante da repercussão do episódio, contou já ter sido chamada de “ex-BBB” e “vulgar”. “Uma mulher que tem muito a falar e ninguém mais vai me conter. Médica, psicanalista, estudante de psiquiatria. Empresária, dona do próprio instituto de saúde mental”, escreveu em abril, em seu perfil.

Folha

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Sem categoria

Governo da Paraíba está cobrando até taxa ilegal para aumentar arrecadação

Com um dos impostos mais altos do país, o Governo da Paraíba está tentando de todas as formas aumentar a arrecadação, mesmo que de forma inconstitucional.

Acontece que uma taxa chamada “Poder de Polícia”, já derrubada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba há 10 anos.

“Há latente inconstitucionalidade no art. 3º da Lei nº 6.574/97, ao instituir taxa de fiscalização (polícia) e de serviço, sem esmiuçar quais seriam as atividades estatais decorrentes do poder de polícia, as quais autorizariam a taxação, bem como os serviços públicos divisíveis e específicos prestados pelo Estado”, traz trecho da decisão.

Mesmo não sendo obrigada a pagar, uma seguidora do Blog do BG enviou para nossa reportagem um boleto cobrando a referida taxa. Veja:

Este ano, a carga tributária da Paraíba ficou maior. Ano passado a Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou uma lei que reajusta para 20% a alíquota de Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

E com mais essa manobra de “colar, colou” o estado vai engordando os cofres até cobrando taxas ilegais.

Blog do BG PB 

 

 

 

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Brasil

PF avança com “Abin paralela” e não vê elementos para prisão de Bolsonaro antes de julgamento

Foto: Divulgação

Entre as várias investigações que pesam contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, agentes da Polícia Federal, ouvidos pela CNN, veem avanço na investigação que trata da possível existência de um esquema de espionagem paralelo do antigo governo.

Esses investigadores dizem também que não há elementos para prisão de Bolsonaro antes do caso ir à julgamento.

Dessa forma, uma prisão preventiva, quando ocorre no fluxo da investigação, não é cogitada neste momento.

Há sempre o destaque para a expressão “neste momento”.

As fontes destacam à CNN que a apuração é dinâmica e a chance de uma eventual prisão pode mudar, caso provas da necessidade de levar Bolsonaro à cadeia sejam encontradas.

Como a CNN noticiou, para os investigadores, a PF não busca uma chamada “bala de prata”, tipo de prova ou evidência que resolva o caso de uma vez.

A avaliação entre os agentes é de que há diversas provas, que juntas formam um conjunto probatório, de qualidade e suficientemente capaz de mostrar o uso indevido da máquina pública para perseguir desafetos via Agência Brasileira de Inteligência (Abin), um tipo de “Abin paralela“.

Pela lei brasileira, prisão preventiva pode ser decretada como garantia da ordem pública, por conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal.
Entre exemplos práticos: a preventiva vale se a pessoa estiver atrapalhando as investigações ou repetindo o crime.

Para integrantes da PF, Bolsonaro deve ser condenado pelos crimes via Poder Judiciário, o que torna a prisão um caminho inevitável, depois de toda etapa de investigação, segundo agentes ouvidos pela CNN.

CNN

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Polícia

Advogado é preso pela Polícia Civil durante investigação contra facção criminosa, na Grande João Pessoa

Foto: Divulgação/ PCPB

Um advogado foi preso na manhã desta quinta-feira (18), durante uma operação policial no bairro Expedicionários, em João Pessoa.

Segundo a Polícia, a ação tem como objetivo desarticular uma facção criminosa que atua no Rio de Janeiro e que busca atuar na Grande João Pessoa. A investigação apontou que advogado que se utilizava de suas prerrogativas para repassar instruções de líderes da organização criminosa, foragidos em Comunidades do Rio de Janeiro, de onde armazenar armas de fogo.

As investigações começaram há cerca de seis meses com o intuito de combater a chegada de facção carioca na cidade de Cabedelo que desencadeou uma série de homicídios decorrente de disputas por áreas dominadas pelo tráfico de drogas.

De acordo com a Polícia Civil, estão sendo cumpridos 26 mandados de prisão em cidades da região metropolitana e em presídios da Paraíba, além de seis mandados de prisão no Rio de Janeiro.

Portal Correio

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Brasil

Governo Lula põe sigilo de 100 anos e nega acesso a declaração de ministro

Governo nega acesso a dados do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD)Foto: Antônio Molina

O governo Lula negou de forma definitiva um pedido de acesso à Declaração de Conflito de Interesses (DCI) do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, entregue por ele ao assumir o cargo no governo, no início do ano passado.

A decisão é da Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI), formada por integrantes do Executivo, que citou uma previsão de sigilo de 100 anos para negar o acesso à declaração. Não cabe recurso à decisão.

Todos os ministros são obrigados a apresentar o documento e informar ao governo se parentes de até terceiro grau exercem atividades que possam suscitar conflito de interesses com sua atividade no governo.

O documento também deve relatar o exercício de atividades privadas no ano anterior à posse e, ainda, “bens e atividades econômicas” que não estejam detalhados na declaração de imposto de renda da autoridade enquanto pessoa física.

“Os dados pessoais presentes no documento são de acesso restrito, (…) visto que se referem a aspectos da vida privada e intimidade do titular e, portanto, não publicizáveis, independentemente de classificação das informações e pelo prazo máximo de 100 (cem) anos, a contar da sua data de produção”, escreveu a CMRI em decisão do último dia 5, tornada pública nesta semana.

Durante a campanha eleitoral de 2022, o presidente Lula havia prometido acabar com a restrição de 100 anos de sigilo para documentos de interesse público, em resposta a decisões do governo de seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), que iam nessa linha e eram motivo de crítica.

Entre os signatários da decisão da CMRI estão o secretário-executivo adjunto da Casa Civil, Pedro Helena Machado; a chefe de gabinete do Advogado-Geral da União, Leila de Morais; a secretária-executiva adjunta do Ministério de Direitos Humanos, Caroline Dias dos Reis; o chefe da assessoria de Controle Interno do ministério da Justiça, Ronaldo Nogueira; e o ouvidor do ministério da Fazenda, Carlos Araújo, entre outros.

O UOL solicitou pela primeira a Declaração de Conflito de Interesses (DCI) de Silveira diretamente ao ministro, em junho de 2023.

Diante de sua negativa em fornecê-lo, apresentou um pedido de acesso à Comissão de Ética Pública da Presidência da República, que indeferiu duas vezes o pedido, alegando tratar-se se “informações pessoais, inclusive com dados patrimoniais das autoridades, portanto, de acesso restrito”.

UOL

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Economia

Gasolina se aproxima dos R$ 6 e bate recorde no governo Lula

ImagemFoto: Sérgio Lima/Poder360

A gasolina foi negociado a R$ 5,97 o litro nos postos brasileiros na semana passada. O valor representa a maior alta do combustível no 3º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em comparação à semana anterior, o preço aumentou R$ 0,12. Os dados são da pesquisa semanal de combustíveis da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

O óleo diesel também registrou alta no período analisado pela agência. De 7 a 13 de julho, foi vendido a R$ 5,94 nas distribuidoras, o valor mais alto nas últimas 14 semanas. O diesel S10 foi negociado a R$ 6,01 o litro.

O aumento no preço da gasolina já era esperado por causa do reajuste anunciado pela Petrobras em 8 de julho. A estatal aumentou o valor da gasolina em R$ 0,20 o litro, o que representa um crescimento real no preço do combustível de R$ 0,15 devido à mistura obrigatória de etanol na gasolina utilizada nos veículos brasileiros.

O Estado com a gasolina mais cara foi o Acre, onde o combustível foi negociado a uma média de R$ 7,02. Já o Estado com a gasolina mais barata foi o Amapá, com o litro do combustível sendo vendido a R$ 5,69.

Infográfico sobre o preço médio da gasolina e do diesel no Brasil

Poder360

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Brasil

Projeto quer obrigar hospitais a notificar casos de aborto ao Ministério da Saúde

Um projeto de lei, em análise na Câmara dos Deputados, obriga hospitais e clínicas das redes pública e privada a notificar mensalmente o Ministério da Saúde sobre a ocorrência de abortos. O texto considera aborto qualquer procedimento que leve à interrupção da gestação da mulher.

Entre as informações que devem ser repassadas à pasta estão o motivo do abortamento (se natural, praticado por gestação resultado de abuso sexual e outros), a idade gestacional, a idade da mãe e o registro (CRM) do médico responsável pelo procedimento.

Mensalmente, o Ministério da Saúde deve divulgar um relatório consolidado com os dados de abortamento no País. O projeto prevê ainda que o descumprimento das regras sujeita a instituição médica a sanções administrativas, como multas e suspensão de atividades.

O deputado Messias Donato (Republicanos-ES), autor do projeto, afirma que a análise de dados sobre o abortamento é fundamental para compreender e abordar questões complexas que cercam essa prática.

“Ao reunir informações detalhadas sobre o número de abortos realizados, as razões invocadas para eles e as características demográficas das mulheres envolvidas, podemos desenvolver uma compreensão mais profunda das dinâmicas por trás dessa prática”, disse Donato.

Próximos passos

O projeto será analisado em caráter conclusivo nas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a proposta também precisa ser aprovada pelo Senado.

Agência Câmara

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Brasil

Lula se reúne hoje com equipe econômica para discutir bloqueios no Orçamento deste ano

ImagemFoto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta quinta-feira com membros da sua equipe econômica para discutir bloqueios no Orçamento deste ano para equilibrar as contas públicas e cumprir a meta fiscal.

A reunião da chamada Junta de Execução Orçamentária (JEO) está marcada para às 15h30. Participarão do encontro os ministros da Casa Civil, Rui Costa; da Fazenda, Fernando Haddad; do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.

Mais cedo, pela manhã, Lula ainda terá reuniões com Costa, Haddad, Dweck, os ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; da Previdência Social, Carlos Lupi;o diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues; e o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto.

Nesta semana, Haddad afirmou que possivelmente haverá bloqueio e contingenciamento no Orçamento deste ano. O relatório que indica a necessidade de bloqueio será publicado na próxima segunda-feira.

O Globo

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