Brasil

Lula será o líder mais velho do G20 após posse de Donald Trump

Foto: Carlos Barria/Reuters e TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 79 anos, será o líder mais velho do G20 depois que Donald Trump (Partido Republicano), 78 anos, tomar posse como presidente dos Estados Unidos, em 20 de janeiro de 2025.

O atual presidente norte-americano, Joe Biden (Partido Democrata), é hoje o chefe de Estado mais longevo. Tem 82 anos. Ele foi pressionado e desistiu da reeleição depois de dúvidas sobre sua capacidade física e cognitiva para governar os EUA por mais 4 anos.

Assim que Trump assumir o governo norte-americano, Lula será, portanto, o presidente mais velho do G20. O líder mais novo é Mohammad bin Salman, príncipe da Arábia Saudita, com 39 anos.

Para contornar a percepção negativa sobre sua idade, Lula cita constantemente seu vigor físico. Diz que tem “energia de 30 e tesão de 20”. Em julho deste ano reclamou de comparações feitas com Biden. “Quem achar que o Lulinha está cansado, pergunte para a Janja. Ela é testemunha ocular”, disse na ocasião.

Lula foi o político mais velho a assumir o Palácio do Planalto, aos 78 anos, em 2023. Ainda assim, só se tornou o presidente mais velho no cargo em fevereiro de 2024, quando ultrapassou Michel Temer (MDB), que deixou o comando do Executivo com 78 anos e 3 meses ao final de 2018.

Lula já supera a idade de alguns políticos históricos contemporâneos a ele que disputaram a Presidência da República na mesma faixa de idade.

Poder 360

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Brasil

Embraer lamenta acidente com avião da empresa no Cazaquistão e se diz ‘pronta para ajudar’ na investigação

Avião, de fabricação da Embraer, com 67 passageiros cai no Cazaquistão | Foto: AP

A Embraer afirmou estar “profundamente triste” com a queda de um avião produzido pela companhia na madrugada desta quarta-feira, 25, no Cazaquistão. A fabricante informa que está acompanhado de perto a situação. “Seguimos totalmente empenhados em apoiar as autoridades competentes”, reforçou a companhia, por meio de nota.

Das 67 pessoas a bordo da aeronave E190 envolvida no acidente, ao menos 32 sobreviveram, segundo a Procuradoria Geral do Azerbaijão. A autoridade afirmou, entretanto, que este não é o número final. Com isso, estima-se que ao menos 30 pessoas morreram.

“Os nossos pensamentos e sinceras condolências vão para as famílias, amigos, colegas e entes queridos afetados pelo ocorrido”, afirmou a Embraer.

A Azerbaijan Airlines, operadora do voo, informou que a aeronave Embraer 190 havia saído de Baku, capital do Azerbaijão, com destino à cidade de russa Grózni. No entanto, precisou fazer um pouso de emergência a cerca de três quilômetros de Aktau após uma colisão com pássaros.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram a aeronave fazendo uma descida íngreme antes de se chocar contra o chão. Outros registros mostram parte da fuselagem arrancada das asas, enquanto o resto da aeronave estava de cabeça para baixo na grama.

Estadão com informações da AP

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Paraíba

DEVO, NÃO NEGO: Paraíba é um dos estados do Nordeste que tem menos caloteiros

A Paraíba é o 8º estado do Nordeste com maior percentual de caloteiros, segundo dados de uma pesquisa do Serasa de outubro de 2024.

Com 39%, a Paraíba só perde para o Maranhão que tem 35%.  No TOP três temos Pernambuco com 46,9% de inadimplência, seguido do Ceará (46,2%) e o Rio Grande do Norte (45%).

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Economia

Lula promete picanha barata, mas carne fica mais cara no fim de ano

Foto: Shutterstock

O brasileiro que quiser comer picanha na virada deste ano pagará mais caro no corte da carne na comparação com o réveillon anterior. O preço médio para 1 kg de corte estava a R$ 77,44 em novembro, dado mais recente disponível. É R$ 9,77 mais caro que o valor no fim de 2023 (R$ 67,67).

Os dados ajudam a construir uma percepção negativa sobre a economia, que sente o peso das carnes no bolso. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem uma preocupação especial com o custo dos alimentos, por causa do caráter social da gestão petista.

O levantamento foi enviado com exclusividade ao Poder360 pelo Instituto de Economia Agrícola do Governo de São Paulo com base no custo da carne no Estado.

Os números mostram que um grupo de amigos com planos para comprar 4 kg de picanha no Ano Novo deve gastar em torno de R$ 310. O desembolso 11 meses antes seria de R$ 271. Ou seja, essas pessoas teriam que pagar R$ 39 a mais pelo mesmo corte.

Pelos valores nominais (desconsiderando a inflação), o preço do kg da proteína aumentou R$ 39 em 10 anos. Leia o histórico no infográfico abaixo:

Mesmo em valores reais (corrigidos pela inflação), os resultados não são tão otimistas. O preço médio da picanha em 2024 só não é superior aos valores de 2021 (R$ 85,9) e 2022 (R$ 81,1), ao levar em conta os últimos 18 anos.

PROMESSA DE LULA

Uma das promessas mais lembradas de Lula nas eleições diz respeito justamente ao preço da picanha. Ele havia dito que o Brasil teria o corte mais barato.

“Esse país tem que voltar a crescer, tem que voltar a ser feliz, tem que voltar a gerar emprego. O povo, eu digo sempre, o povo tem que voltar a comer um churrasquinho, a comer uma picanha e tomar uma cervejinha”, declarou em entrevista ao Jornal Nacional em 2022.

Poder 360

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Brasil

Defesa pede que Moraes reconsidere decisão e solte Daniel Silveira

Foto: Plínio Xavier/ Câmara dos Deputados

A defesa do ex-deputado Daniel Silveira (sem partido) entrou nesta 3ª feira (24.dez.2024) com um pedido para que o ministro do STF Alexandre de Moraes reconsidere sua decisão de prender novamente o ex-congressista e lhe conceda um alvará de soltura.

Os advogados afirmam que Silveira teve uma crise renal e precisou ir à emergência de um hospital na noite de sábado (21.dez.2024) e, por isso, voltou para casa depois das 22h, descumprindo regras da liberdade condicional. Alegou que foi uma emergência médica.

Silveira foi preso novamente nesta 3ª feira (24.dez) por determinação de Moraes. Segundo o magistrado, o ex-congressista desrespeitou a condição de permanecer em casa das 22h às 6h.

Na decisão que determinou a nova prisão, Moraes afirmou que “estranhamente, na data de hoje, a defesa juntou petição informando que o sentenciado –SEM QUALQUER AUTORIZAÇÃO JUDICIAL– teria estado em um hospital, no dia 21/12, das 22h59 às 0:34 do dia 22/12”. Para Moraes, houve “total desrespeito ao Poder Judiciário e à legislação”.

Em audiência de custódia realizada na manhã desta 3ª feira (24.dez.2024), o ministro manteve a prisão de Silveira. .

Moraes declara que Silveira “tão somente utilizou sua ida ao hospital como verdadeiro álibi para o flagrante desrespeito às condições judiciais obrigatórias para manutenção de seu livramento”.

O que diz a defesa

Os advogados afirmam que a decisão merece ser revista pelo “respeito ao direito constitucional à saúde, que é uma GARANTIA E DIREITO FUNDAMENTAL”.

“O requerente, exercendo o seu DIREITO CONSTITUCIONAL, pétreo, buscou, tão somente, atendimento médico para cuidar de sua saúde, já fragilizada, e de conhecimento do juízo”, afirma a defesa.

Os advogados afirmam que seria difícil, durante o recesso forense, conseguir autorização depois das 22h de sábado para que Silveira saísse de casa para ir ao hospital. “Portanto, prender uma pessoa por ter ido ao HOSPITAL, de EMERGÊNCIA, sem autorização do juiz, às 22h20, é um ato que não envolve o bom senso, tampouco a boa-fé, tão cobrada de Daniel Silveira”, dizem os advogados.

Ao Poder360, os advogados de Silveira também disseram que já haviam informado em agosto deste ano sobre as condições de saúde do ex-deputado e das crises renais.

Além de pedir para que Moraes reconsidere sua decisão sobre Silveira e também que seja expedido um alvará de soltura ao ex-deputado, os advogados também querem que seja disponibilizado à defesa um número direto de um funcionário ou do próprio ministro para que, em caso de nova emergência, possa pedir autorização para ir ao hospital.

Fonte: Poder 360

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Brasil

Lula acumula recordes e autoriza R$ 34,4 bi para Rouanet em 2 anos

Os valores autorizados para projetos culturais via Lei Rouanet bateram recorde no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2023 e em 2024. No ano passado, ao se considerar a correção pela inflação, o valor foi o maior da história: R$ 17,5 bilhões.

Agora, em 2024, o governo aprovou a captação de R$ 16,9 bilhões –2º maior valor. É quase 5 vezes mais do que foi autorizado em 2022 (R$ 3,8 bilhões, em valores corrigidos), no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), crítico da lei.

A quantia aprovada só em 2024 supera a que foi autorizada em todos os 4 anos da presidência de Bolsonaro (R$ 16 bilhões ao se considerar a inflação). Só perde justamente para o que foi autorizado em 2023.

  • 2019 – R$ 5,1 bilhões;
  • 2020 – R$ 4,5 bilhões;
  • 2021 – R$ 2,6 bilhões;
  • 2022 – R$ 3,8 bilhões.

Leia o infográfico abaixo com a trajetória da Rouanet desde 2003:

Os dados foram compilados pelo Poder360 do sistema Salic do Ministério da Cultura. Antes de Lula, o recorde havia sido batido em 2011, durante o governo Dilma Rousseff (PT), quando tinham sido aprovados R$ 5,4 bilhões em valores nominais (R$ 11,2 bilhões corrigidos). Os valores desta reportagem diferem de algumas outras da mídia porque foram atualizados pela inflação do período. Dessa maneira, o recorde não foi em 2024, mas sim em 2023.

A aprovação de um projeto cultural na Lei Rouanet significa que ele tem autorização para captar recursos de pessoas físicas ou jurídicas. Quem escolhe contribuir com o projeto tem esse recurso deduzido do imposto de renda. Ou seja, o governo abdica de receber os recursos que forem efetivamente doados às iniciativas culturais. A autorização para captação não significa que a despesa será feita. Há muitos projetos que têm a aprovação do governo, mas não conseguem captar os recursos.

Até o momento, houve a captação de R$ 2,1 bilhões em 2024.

Áreas com mais recursos

Segundo o Ministério da Cultura, houve a aprovação de 14.058 propostas. A área de artes cênicas foi a mais contemplada (4.391 projetos). Música foi o segmento que aparece em sequência (4.092).

Eis as áreas que receberam mais recursos:

  • artes cênicas – R$ 4,9 bilhões;
  • música – R$ 4,2 bilhões;
  • artes visuais – R$ 2,5 bilhões;
  • patrimônio cultural – R$ 1,9 bilhão;
  • museus e memória – R$ 1,9 bilhão;
  • humanidades – R$ 1,4 bilhão;
  • audiovisual – R$ 0,8 bilhão.

Por Região

Do total de projetos aprovados neste ano, 53,6% foram do Sudeste. O Sul vem em seguida (23,7%).

O Nordeste aparece em 3º, com 12,5%. Centro-Oeste (5,8%) e Norte (4,4%) completam a lista.

Como funciona

Com a Lei Rouanet, as empresas podem deduzir do Imposto de Renda os valores da doação ou do patrocínio a projetos culturais dessa forma:

  • pessoa física – limite de 6% do imposto devido;
  • pessoa jurídica – limite de 4% do imposto devido.

Outro lado

O Minc (Ministério da Cultura) disse que o valor de R$ 16 bilhões se referem à demanda apresentada à pasta. Não são necessariamente recursos que já foram liberados. Leia a íntegra:

O Ministério da Cultura (MinC) informa que, em 2024, foram recepcionadas mais de 19,1 mil propostas culturais. Durante o ano vigente, já foi registrada a captação de R$ 1,92 bilhão via Lei Rouanet. A expectativa é atingir a captação de recursos recorde de R$ 3 bilhões ainda neste ano, dentro do limite previsto na LDO para renuncia fiscal para o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), criado pela Lei Rouanet.

A Pasta ressalta que o valor apontado de R$ 16 bilhões, citado por veículos de imprensa, é apenas a demanda apresentada pela produção cultural e não são recursos liberados pelo Ministério da Cultura.

As informações sobre projetos da Lei Rouanet estão disponíveis no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic): https://aplicacoes.cultura.gov.br/comparar/salicnet/.

Para verificar os projetos aprovados em 2024, o caminho é o seguinte: Ao entrar na plataforma, passe o cursor na opção “Comparativos”. Na opção, haverá os links para verificar os recursos captados e o quantitativo de propostas recebidas e aprovadas.

Seguimos à disposição“.

Poder360

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Brasil

Decreto do governo Lula restringe uso de armas de fogo pelas polícias federais; veja principais pontos

Foto: Reprodução\ Ministerio da Justiça

O governo federal publicou nesta terça-feira (24) o decreto do Ministério da Justiça e Segurança Pública para regular o uso da força por policiais de todo o país. O texto foi divulgado no Diário Oficial da União (DOU).

Entre os principais pontos, a publicação diz que a arma de fogo só poderá ser usada por profissionais da segurança pública como último recurso.

Também determina que armas de fogo não poderão ser utilizadas contra:

  • pessoa desarmada que esteja em fuga;
  • e veículo que desrespeite o bloqueio policial.

Nos dois casos, o uso de arma será válido se houver risco ao profissional de segurança ou a terceiros.

Essas diretrizes específicas são semelhantes ao que já estava disposto em uma norma anterior do Ministério da Justiça, que estava em vigor desde 2010.

Outro trecho do decreto diz que é necessário que haja planejamento nas operações e que as ações sejam realizadas adotando medidas para “prevenir ou minimizar o uso da força e para mitigar a gravidade de qualquer dano direto ou indireto que possa ser causado a quaisquer pessoas“.

No entanto, a publicação não traz as regras detalhadas. O texto apresenta princípios gerais e prevê que normas complementares serão publicadas posteriormente pelo Ministério da Justiça.

O g1 apurou que esse detalhamento será feito por meio de uma portaria de Lewandowski que foi discutida ao longo de 2024 com especialistas em segurança pública e policiais.

Na prática, o decreto assinado agora pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garante poderes à pasta comandada por Ricardo Lewandowski para detalhar novas regras sobre os temas.

As diretrizes não serão impostas aos estados e ao Distrito Federal, que comandam as Polícias Militares, as Polícias Civis e as Polícias Penais (que atuam nos presídios).

Mas está previsto que “o repasse de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo Penitenciário Nacional para ações que envolvam o uso da força pelos órgãos de segurança pública dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios está condicionado à observância do disposto na Lei nº 13.060, de 22 de dezembro de 2014, e neste Decreto”.

As normas são obrigatórias para a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Penal Federal (que atua nos presídios federais), corporações subordinadas ao governo federal.

A nova norma sobre uso da força policial tem o objetivo de atualizar uma portaria do Ministério da Justiça que foi editada em 2010.

Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força

Além de atualizar o texto, ela traz novidades como a regulamentação sobre o uso de algemas, a necessidade de planejamento e filmagem de grandes operações — pontos que deverão estar na portaria que será publicada pelo ministério — e a criação de um Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força que vai produzir informações sobre mortes causadas por policiais e mortes de policiais.

Veja os principais pontos:

Uso da força

Segundo as novas regras, um policial ou agente de segurança poderá usar a força:

  • quando outros recursos não forem suficientes;
  • e o nível de força utilizado seja compatível com a ameaça apresentada pela pessoa envolvida.

O texto traz que o policial, ao empregar força, deve agir sempre “com bom senso, prudência e equilíbrio, de acordo com as circunstâncias do caso concreto”. E ele deve assumir a responsabilidade caso haja uso inadequado.

Os profissionais de segurança pública também não podem discriminar qualquer pessoa com base em:

  • raça
  • etnia
  • cor
  • sexo
  • orientação sexual
  • língua
  • religião
  • opinião política ou de outra natureza
  • nacionalidade
  • origem social
  • deficiência
  • situação econômica”

Segundo o documento, caberá ao Ministério da Justiça “formular, implementar, monitorar e avaliar ações relacionadas ao uso da força que incluam diagnósticos, padronização de procedimentos, doutrina, capacitação e aquisições de equipamentos, entre outros aspectos para todas as forças de segurança do país”.

g1

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Brasil

DNIT sabia que ponte na divisa entre Tocantins e Maranhão precisava de reparos há 7 meses

Foto: Corpo de Bombeiros/TO

Sete meses antes da ponte Juscelino Kubitschek, localizada na divisa entre Tocantins e Maranhão, desabar, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) já tinha conhecimento de que a estrutura precisava de reparos.

Em nota ao GLOBO, o órgão federal afirmou que, em maio deste ano, lançou um edital para contratar uma empresa que executasse obras de reabilitação — isto é, projetos que visem à restauração da construção. Neste domingo, o desabamento da ponte causou a morte de uma pessoa e 14 ainda estão desaparecidas.

A explicação do Dnit para a obra não ter saído do papel é que nenhuma empresa teria vencido a licitação. “O DNIT informa, ainda, que em maio de 2024 lançou um edital, no valor de aproximadamente R$ 13 milhões, para a contratação de empresa especializada para elaboração dos estudos preliminares, projeto básico e executivo de engenharia e execução das obras de reabilitação da ponte que sofreu o colapso no último domingo (22). A licitação, no entanto, foi fracassada, sem que nenhuma empresa tenha vencido o certame”, diz posicionamento enviado à reportagem.

Apesar de reconhecer uma falha, o departamento informou que entre novembro de 2021 e novembro de 2023, manteve um contrato de manutenção de R$ 3,5 milhões que realizou reparos nas vigas, laje, passeios e pilares da ponte. Um segundo contrato, com vigência até julho de 2026, prevê a execução de serviços na BR-226, em Tocantins.

Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, relatórios gerenciais do Dnit apontam que a ponte apresentava “nota dois” em estrutura, ou seja, havia ciência do estado ruim.

O Globo

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Política

‘Confra’ da oposição tem presença de aliados do vice-governador, Lucas Ribeiro

Na tarde desta terça-feira (23), deputados, senadores, prefeitos e ex-prefeitos se reuniram durante um almoço de confraternização em Cabedelo. A reunião é uma espécie de ensaio para as eleições de 2026. Entre os principais nomes do grupo estavam presentes os senadores Efraim Filho (União), que já anunciou pretensão de disputar o governo do estado, Veneziano Vital (MDB) e os ex-senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e Efraim Morais (União). Outras presenças que chamaram a atenção são as do atual prefeito de Santa Rita, Emerson Panta e a deputada estadual Jane Panta, ambos do PP, partido do vice-governador, Lucas Ribeiro. Ausente, o deputado federal Romero Rodrigues participou do encontro de forma virtual. No entanto, parlamentares do PL estiveram presentes a exemplo do deputado estadual Walber Virgolino e Cabo Gilberto Silva. Além deles, Tovar Correia Lima (PSDB) e Camila Toscano (PSDB) também estiveram presentes. BG com Portal Correio

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Economia

Dólar volta a subir após 3 quedas seguidas e fecha a R$ 6,19

nota de dólar sobre notas de real

O dólar comercial fechou nesta segunda-feira (23) a R$ 6,186. Trata-se de uma alta de 1,87% no dia.  É a segunda maior cotação da história da moeda norte-americana em relação ao real. Só perde para a quarta-feira (18.), quando fechou a R$ 6,27. A moeda norte-americana voltou a subir depois de 3 quedas seguidas. Na máxima do dia, atingiu R$ 6,20.

O desempenho desta 2ª feira (23.dez) reverte as quedas registradas, após a aprovação do pacote fiscal no Congresso e as sucessivas intervenções do Banco Central para controlar o câmbio.  Apesar disso, é praticamente um consenso que a economia prometida pela revisão de despesas não será suficiente para equilibrar as contas públicas –percepção que influencia o humor do câmbio.

O Boletim Focus divulgado hoje mostra que os agentes financeiros esperam um dólar a R$ 6,00 ao fim do ano. O relatório colhe as perspectivas do mercado.

Poder360

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