O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 44% das intenções de voto contra 35% do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/FSB divulgada nesta segunda-feira (19.set.2022). No último levantamento, de uma semana atrás, o petista tinha 41%, ante 35% do chefe do Executivo.
Eis as percentagens registradas no 1º turno por todos os candidatos que estão na disputa para o Planalto:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 44% (tinha 41% no levantamento anterior);
Brancos e nulos somam 4%. Os que não sabem ou não responderam são 3%.
Felipe D’Ávila (Novo), José Maria Eymael (DC), Vera Lúcia (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP) e Padre Kelmon (PTB) não pontuaram na pesquisa.
A pesquisa realizou 2.000 entrevistas por telefone de 16 a 18 de setembro de 2022. Está registrada no TSE com o número BR-07560/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.
A jornalista Aline Martins, falecida na madrugada deste domingo (18), será sepultada na manhã desta segunda-feira (19), no Cemitério da Boa Sentença, no Centro de João Pessoa, às 10h.
Aline Kelly Martins, jornalista e geógrafa, faleceu neste domingo (18), após quase um ano de luta contra o câncer de pulmão. Excelente jornalista, seu último trabalho na área foi para o ClickPB. O ClickPB lamenta o falecimento e se solidariza com a família.
Aline deixa viúvo o também jornalista José Alves, com quem era casada há pouco mais de três anos.
Além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao menos outros 25 antigos alvos da Operação Lava Jato disputam as eleições deste ano. A grande maioria (19 candidatos) busca se eleger como deputado federal, dois tentam o Senado e apenas um almeja uma cadeira na Assembleia Legislativa do seu Estado. Outros três nomes se candidataram ao cargo de governador.
Depois de passar um ano e sete meses na prisão após ser condenado na Operação Lava Jato a cumprir pena de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá, Lula recuperou os direitos políticos e agora tenta voltar ao Palácio do Planalto.
A Lava Jato foi deflagrada em março de 2014, por ordem do então juiz federal Sérgio Moro, candidato ao Senado pelo Podemos no Paraná. Até ser extinta, em 2021, a operação viveu 80 fases e levou para o banco dos réus empreiteiros, doleiros, lobistas e políticos.
Entre os 26 políticos que agora registraram suas candidaturas na Justiça Eleitoral, alguns foram acusados criminalmente pela força-tarefa de Curitiba ou pela Procuradoria-Geral da República (PGR) – nos casos de detentores de prerrogativa de foro no Superior Tribunal de Justiça ou no Supremo Tribunal Federal (STF). Mas, em vários desses casos, as denúncias foram rejeitadas judicialmente, por inépcia ou insuficiência de provas, e os acusados nem réus se tornaram.
A prisão do ex-presidente petista marcou o auge da operação, que começou a declinar com a decisão de Moro de deixar a magistratura e virar ministro da Justiça e da Segurança Pública do presidente Jair Bolsonaro, eleito em 2018 no rastro do discurso de combate à corrupção
SALDO – Refletido também na disputa eleitoral deste ano, o saldo da Lava Jato é uma oposição entre críticos e defensores contundentes da operação. Entre os algozes, a avaliação é de que, em nome do enfrentamento da corrupção, a Lava Jato permitiu e autorizou todos os meios disponíveis, inclusive os ilegais durante as investigações e processos. Seus defensores, protagonizados pelo ex-coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, e o próprio Moro – que também são candidatos a cadeiras no Congresso Nacional –, afirmam que a operação foi alvo de um movimento orquestrado de desmonte, que livrou acusados que agora tentam voltar à cena política.
A complexidade da operação resultou numa disputa pelo “espólio” da Lava Jato, tanto pelos agentes dos mecanismos de controle, quanto pelos que foram investigados e presos, destaca Clodomiro Bannwart, advogado e pós-doutor em Filosofia pela Unicamp. Ele avalia que, neste cenário de discursos que flertam com o rompimento institucional, “a corrupção parece engalfinhada nas entranhas do estado de direito, maculando e pervertendo as instituições por dentro”.
‘ATESTADO’ – Como aponta Silvana Batini, professora da FGV do Rio de Janeiro e doutora em direito público pela PUC, embora a participação de ex-alvos da Lava Jato nas eleições “faça parte do jogo”, “a lei não dá um atestado de idoneidade”. Pela legislação eleitoral vigente, ficam impedidos de concorrer apenas os candidatos que possuam condenação transitada em julgado (sem possibilidade de recurso) por alguns crimes. “A pessoa pode estar respondendo a vários inquéritos, pode estar até condenada numa primeira instância, e ela continua elegível”, afirma Battini.
Na avaliação da professora, uma possibilidade para a formação do voto nestas eleições, é que “o eleitor construa os seus próprios critérios políticos de elegibilidade”.
Na lista está o deputado federal e candidato à reeleição, Aguinaldo Ribeiro (PP). Em 2017 ele foi investigado por supostamente participar de uma organização criminosa junto de outros parlamentares do PP. Contudo, em 2021, o STF arquivou o inquérito.
Em alguns casos, políticos precisam enfrentar batalhas nos tribunais para garantir a candidatura. Na semana passada, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha teve seu registro de candidatura autorizado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) por quatro votos favoráveis e dois contrários. Após ficar preso de 2016 a 2021 no âmbito da Lava Jato, ele tenta voltar ao Legislativo federal pelo PTB. O caso deverá parar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“A Lava Jato expôs ao Brasil um esquema de corrupção sem precedentes, tanto em relação ao montante roubado dos cofres públicos quanto ao número de autoridades envolvidas”, disse Dallagnol, que atuou como coordenador da extinta força-tarefa em Curitiba e também busca na política um novo caminho. Ele é candidato a uma cadeira na Câmara pelo Podemos.
Coordenador jurídico da campanha de Lula, o advogado Cristiano Zanin se tornou um dos críticos mais ácidos da Lava Jato e da atuação de Moro e “determinados” ex-procuradores nos processos que condenaram o ex-presidente. “Vencemos 26 procedimentos jurídicos que foram indevidamente abertos contra Lula na Justiça brasileira e também o comunicado que fizemos ao Comitê de Direitos Humanos em 2016.”
Sobre os candidatos investigados na operação, Dallagnol é enfático: “Acredito que essas pessoas não tenham idoneidade nem reputação ilibada”. Confira a seguir a lista com 26 candidatos que foram mencionados, indiciados, processados ou condenados na operação. A reportagem fez contato com cada um, por meio de seus advogados e assessores. Contudo, até a conclusão da reportagem, nem todos responderam aos questionamentos realizados.
Para além dos mais de 240 arquivos contendo imagens de pornografia infantil, a polícia encontrou na casa domator paraibano, José Dumont, um comprovante de depósito feito à vítima original de abuso sexual que motivou a operação de busca e apreensão. A descoberta corrobora a linha de investigação da polícia, de que o ator se aproveitou da vulnerabilidade financeira do menino de 12 anos e sua família para beijá-lo na boca e fazer carícias em suas partes íntimas.
O ator de 72 anos foi preso em flagrante por policiais civis do Rio de Janeiro na última quinta-feira (18). Após a prisão, a Rede Globo se posicionou por meio de nota. Leia na íntegra:
“O ator José Dumont estava contratado como obra certa especificamente para a novela ‘Todas as Flores’, a ser exibida no Globoplay. Diante dos fatos noticiados, a Globo tomou a decisão de retirá-lo da novela. A suspeição de pedofilia é grave. Nenhum comportamento abusivo e criminoso é tolerado pela empresa, ainda que ocorra na vida pessoal dos contratados e de terceiros que com ela tenham qualquer relação”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi a um posto de gasolina em Londres neste domingo (18.set.2022) para comparar o preço do combustível com o do Brasil. Segundo ele, o preço brasileiro é um dos mais baratos do mundo. O chefe de Estado está no Reino Unido para o funeral da rainha Elizabeth 2ª.
“Estou aqui em Londres, Inglaterra, e o preço da gasolina: £ 1,61. Isso dá aproximadamente R$ 9,60 o litro. Praticamente o dobro da média de muitos Estados do Brasil. Então, a gasolina, é uma realidade, uma das mais baratas do mundo”, declarou no vídeo compartilhado por seus apoiadores e pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria.
Ao compartilhar o vídeo, o ministro Fábio Faria disse que ao comparar o Brasil com outros países é possível perceber que o país está “no rumo certo”.
A pesquisa Futura/Modal Mais divulgada nesta sexta-feira (16) aponta que o candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto com 41,7% da preferência do eleitor, contra 38,6% do candidato do PT Lula.
O candidato do PDT Ciro Gomes é o terceiro colocado com 4,1%, seguido por Simone Tebet (MDB) que registrou 2,5%.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o País, entre 12 e 14 de setembro, e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-00745/2022.
Após participar da Assembleia-geral da Organização das Nações Unidas em Nova Iorque, nos Estados Unidos, na próxima terça-feira (20) o presidente Jair Bolsonaro (PL) vai se encontrar com os presidentes da Polônia, Sérvia, Guatemala e do Equador. Bolsonaro também deve se encontrar com o secretário geral da ONU, António Guterres.
A previsão é de que o presidente chegue a Nova Iorque na segunda-feira, 19, depois de comparecer ao funeral da rainha Elizabeth II, em Londres, no Reino Unido. O único país da União Europeia contemplado na série de encontros reservados em Londres é a Polônia.
O Palácio do Itamaraty informou que a falta de reuniões com líderes das principais potências econômicas, como Estados Unidos e outros membros da União Europeia, é devido ao pouco tempo que o presidente Bolsonaro passará em Nova Iorque. Ainda assim,o Ministério das Relações Exteriores não descarta a possibilidade de outros encontros em Londres.
Pela tradição, o presidente brasileiro é o primeiro a discursar na Assembleia-geral da ONU. Esta será a terceira vez que Bolsonaro participará do evento. O discurso dele deve durar de 10 a 15 minutos. Entre os temas sugeridos pela diplomacia brasileira para a fala do presidente estão o momento pós-pandemia da Covid-19 e o conflito bélico na Ucrânia, mas a decisão final de acatar ou não as sugestões é de Bolsonaro.
Em 2019, Bolsonaro não teve reuniões bilaterais no encontro. No ano passado, encontrou-se com o então primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e com o presidente da Polônia, Andrzej Duda, com quem estará mais uma vez na próxima semana. O Itamaraty não informou se houve um pedido de reunião com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ou com outros líderes europeus.
A Paraíba figura na quarta posição no ranking de estados do Nordeste com maior incidência de casos suspeitos de dengue, com cerca de 688,4 casos por 100 mil habitantes. Os dados são do Boletim Epidemiológico sobre Arboviroses lançado pelo Ministério da Saúde e correspondem ao dia 2 de fevereiro a 5 de setembro de 2022.
Liderando o ranking da região está o Rio Grande do Norte com 1.124 casos, seguido por Alagoas (834,5) e Piauí (738,7).
De acordo com o governo do estado, entre janeiro e agosto deste ano do total de 45.001 casos prováveis de arboviroses, 26.267 foram registrados para dengue, o que equivale a 58% das notificações.
No âmbito regional, segundo aponta o levantamento, o Nordeste aparece como a segunda região com menor número de incidência a cada 100 mil/hab, com 398,5 casos/100 mil hab. Já a região Centro-Oeste apresentou a maior taxa de incidência de somando 1.867,3 registros, seguida das regiões Sul (1.018,0 casos/100 mil hab.), Sudeste (494,4), Nordeste (398,5 casos) e Norte (227,6 casos).
Em números totais, de acordo com o período analisado, o Brasil somou 1.337.413 casos prováveis de dengue (taxa de incidência de 627,0 casos por 100 mil hab.). Em comparação com o ano de 2019, houve redução de 7,8% de casos registrados para o mesmo período analisado. Quando comparado com o ano de 2021, ocorreu um aumento de 189,1% de casos até a respectiva semana.
O candidato a presidência Luis Inácio Lula da Silva usou sua rede social Twitter na tarde da quinta-feira (15), para desabafar sobre a merenda escolar. Segundo ele, há cinco anos que não aumenta.
O curioso foi que o perfil site de notícias UOL curtiu e ainda respondeu ao tweet do ex-presidente.
A fila de espera para dar o último adeus a Rainha Elizabeth II ultrapassou os 8 km e precisou ser fechada. O tempo estimado de espera passa de oito horas.
O caixão está em uma plataforma elevada, coberto com o Estandarte Real, que carrega a Coroa Imperial do Estado, o Orbe e o Cetro e flores brancas com folhagens.
Mais de 1.000 auxiliares prestam apoio e distribuem água para aqueles que esperam para ver o caixão da rainha.
Na última quarta-feira (15), cerca de 75 mil pessoas esperavam para entrar no Westminster Hall. Há quem enfrentou chuva e dormiu na calçada para garantir a posição na fila, que se estendeu por quatro quilômetros.
O governo estima que cerca de 750 mil pessoas devem entrar para ver o caixão da rainha.
A longeva monarca, que morreu em 8 de setembro, recebe homenagens e despedidas no mundo inteiro e, especialmente, na sua terra natal.
O caixão com o corpo da rainha foi levado em cortejo na manhã de quarta-feira (14), do Palácio de Buckingham até o parlamento do Reino Unido, onde ficará exposto ao público até segunda-feira (19). Depois, o corpo será transportado até a Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, onde será realizado o enterro.
Chefes de Estado e outros altos dignitários estrangeiros serão convidados a se reunir no Royal Hospital, uma casa de repouso para ex-militares no oeste de Londres, e “seguir em grupos para a Abadia de Westminster” antes do funeral, disse uma autoridade do Palácio de Buckingham.
Comente aqui