O Multishow, canal do grupo Globo, anunciou ontem a paraibana e vencedora do “BBB 21”, Juliette Freire, como a nova apresentadora do canal a cabo.
Juliette vai ser a responsável por comandar o “TVZ Temporada Juliette”. Os episódios vão ao ar a partir de 13 setembro, duas vezes por semana, e vão durar um mês, segundo informou o canal.
Atualmente Juliette também estrela o documentário biográfico “Você nunca esteve sozinha”, que estreou no dia 29 de junho no Globoplay. O documentário conta a história da paraibana antes e depois do fama.
O intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina AstraZeneca foi reduzido em cidades de ao menos cinco estados no Brasil. Pernambuco (60 dias), Acre (45 dias), Ceará (60 dias), Espírito Santo (70 dias) e Piauí (70 dias) anunciaram que resolveram diminuir o tempo de 12 semanas (três meses) recomendado pelo Ministério da Saúde.
Os estados de Alagoas e Sergipe fizeram mudanças pontuais. Em São Paulo, apesar do interesse em encurtar o prazo, o governo informou que espera aval da Anvisa. O prazo foi encurtado por gestores que buscam ampliar a proteção da população contra a variante delta do coronavírus.
Ministério da Saúde escolheu o maior prazo previsto em bula para aumentar o total de pessoas vacinadas com ao menos 1 dose, já que a AstraZeneca oferece proteção parcial de 76% já 21 dias após a primeira aplicação. O ministério chegou a estudar a redução do prazo, mas reunião da Câmara Técnica manteve as 12 semanas.
Para Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, a reprovação de 51% a Jair Bolsonaro apresentada por levantamento feito pelo Datafolha mostra que as condições para um impeachment do presidente ganham cada vez mais concretude. Nas palavras da deputada federal, “a batata dele começa a assar”.
A reprovação a Bolsonaro alcançou o maior índice nos 13 levantamentos feitos pelo Datafolha desde que o presidente assumiu o governo, em 2019. Para seguir com o desgaste e o pedido de impeachment, a oposição deve seguir realizando atos nas ruas e buscando meios de prorrogar a CPI da Covid.
Os números de rejeição aumentaram mesmo com a campanha vacinal batendo recordes em todo o país, com o número de mortes e disseminação do vírus reduzindo e com a economia apresentando sinais de melhora.
Um jovem foi sequestrado na noite desta quinta-feira (8), no bairro do Cuiá, em João Pessoa, quando estava dentro do carro, na frente de casa. Ele foi surpreendido por dois homens e uma mulher quando saía para a casa da namorada.
As informações da polícia apontam que em determinado momento do sequestro, a mãe da vítima ligou para ele e como ele não podia falar o que estava acontecendo, demonstrou estranheza durante a ligação. A mãe percebeu que algo estava acontecendo e acionou a Polícia Militar.
De acordo com informações do comandante do BEPTur, major Bruno Rodrigues, a polícia identificou o veículo e iniciou uma perseguição. Durante o cerco policial, que mobilizou equipes de várias unidades operacionais da PM, os suspeitos desceram do carro atirando e houve uma troca de tiros. O veículo sofreu uma colisão e um dos suspeitos conseguiu fugir.
Um homem de 20 anos e uma mulher de 19 anos foram presos. O jovem sequestrado foi resgatado sem ferimentos.
O Município de Campina Grande deve receber, no final da manhã desta sexta-feira (9) o total de 3.918 doses de vacinas para aplicação de primeira dose na população. Com isso, a Secretaria Municipal de Saúde vai expandir a campanha de imunização para as pessoas a partir de 43 anos de idade.
As ações começam à tarde, das 15h às 18h, em todos os Centros de Saúde, em dez Unidades Básicas de Saúde espalhadas pela cidade, no Centro Especializado em Reabilitação, no SESI do Distrito Industrial e em diversas igrejas, além de pontos de drive-thru no Clube Campestre e no INSS Dinamérica. À noite, das 18h às 21h, a vacinação segue nas faculdades Unifacisa e Uninassau.
Para ter acesso é preciso fazer o pré-cadastro e o agendamento, no site vacinacao.campinagrande.pb.gov.br ou no aplicativo VacinaCampina. No local de vacinação, é necessário apresentar o comprovante de agendamento, comprovante de residência e documento de identificação pessoal.
As 102.145 doses de vacinas que chegaram ao estado nesta quinta-feira (8), serão distribuídas a todos os municípios paraibanos nesta sexta (9). Deste total, 30.594 são Pfizer/Comirnaty; 6.171 são Sinovac/Butantan e 65.380 Astrazeneca/Fiocruz.
Do total de doses enviadas nesta 29ª Pauta de Distribuição, 36.765 são destinadas para o início da vacinação da população adulta e 65.380 irão completar o esquema vacinal daqueles que receberam a 1ª dose na 13ª Pauta de Distribuição. Baía da Traição e Marcação receberão apenas vacinas referentes à segunda dose por já terem concluído a aplicação da dose 1 em todos os habitantes.
Roberto Dias, agora ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Documentos a que o Jornal Nacional teve acesso mostram que, na gestão de Roberto Dias, o Departamento de Logística do Ministério da Saúde aceitou pagar a uma empresa um valor 1.800% maior que o recomendado num parecer dos técnicos da pasta.
O contrato inicial com a empresa VTCLOG previa pagamentos de R$ 485 milhões até 2023. Em fevereiro, esse valor subiu mais R$ 88 milhões, quase 20%, e está sendo pago.
Desde 2019, a empresa e a Saúde divergiam sobre como deveria ser o cálculo de remuneração pelo serviço de receber e organizar os medicamentos. Por causa disso, os pagamentos foram suspensos. Pelo método proposto pelos técnicos, a remuneração correta era de R$ 1 milhão. A empresa defendia que, pelo contrato, o valor seria R$ 57 milhões.
O impasse só foi resolvido com a participação de Dias, hoje acusado pelo MP Luiz Paulo Dominguetti de cobrar propina em suposta negociação de venda de vacinas.
O então diretor de Logística concordou com uma contraproposta da VTCLOG, que sugeriu um acordo de pagamento de R$ 18 milhões. Eram 60% a menos do que a empresa queria inicialmente, mas 1.800% a mais do que defendia o próprio ministério.
A consultoria jurídica da pasta questionou a negociação, que viu como potencialmente desvantajosa à administração pública, e recomendou que a área técnica avaliasse outras opções. Mesmo assim, a diretoria de Dias foi em frente com o acordo.
Em nota enviada a O Antagonista, a defesa do ex-diretor negou as acusações de sobrepreço e alegou que Dias assinou um “aditivo de redução”, que teria gerado economia de mais de 50% para os cofres públicos no contrato em questão.
Uma agente comunitária de Saúde de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, morreu de Covid-19 após se negar a receber a vacina de prevenção a doença porque tinha preferência pelo imunizante de outro laboratório que não estava disponível no momento, como informou na tarde desta quinta-feira (08) o Ministério Público da Paraíba em nota enviada à imprensa.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a mulher foi infectada pelo coronavírus e não resistiu às complicações da doença.
O problema da recusa de vacina ou de determinados imunizante tem chamado a atenção das autoridades paraibanas. Na manhã desta quinta-feira (8), o Ministério Público da Paraíba (MPPB) promoveu uma audiência por videoconferência com representantes da Secretaria de Saúde de Bayeux para recomendar a adoção de medidas por parte do poder público para combater essa prática e a requisitar o envio de relatório sobre todos os agentes comunitários de saúde do município que recusaram qualquer tipo de vacina.
“Tomar a vacina contra covid-19 não é apenas um direito individual, mas um direito de toda a coletividade! Aqueles que recusam se vacinar, por crenças ideológicas ou por escolha de fabricantes de vacina, colocam em risco a vida de todos e por isso devem, de alguma forma, ser punidos”, defendeu a promotora Fabiana Lobo.
A Secretaria Municipal de Saúde de Bayeux relatou que tem enfrentado dificuldades para ampliar a cobertura vacinal devido à recusa de parte dos usuários a determinados fabricantes de vacina.
Representantes dos estados do Nordeste começaram a assinar nesta quinta-feira (8) um termo de compromisso com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para importar 1,1 milhão de doses da vacina Sputnik V. O imunizante, usado contra a Covid, foi desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.
A liberação dos documentos foi anunciada pelo governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, e confirmada pela agência.
Segundo o governador, o termo indica que os estados se comprometem a cumprir as condições estabelecidas pela agência para liberação das doses.
Entre elas, estão acompanhamento por meio de estudos de efetividade e envio do produto para análise no INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde) antes da sua distribuição.
A previsão é que as primeiras doses cheguem ao país na próxima semana.
Na prática, a assinatura do termo corresponde a nova uma etapa do processo de importação excepcional da Sputnik V, cujo aval foi concedido pela agência no início de junho mediante restrições.
Em nota, a Anvisa diz que, após a assinatura do documento, estados ainda precisam cumprir algumas exigências antes da chegada da vacina ao Brasil.
Entre elas, está o envio ao INCQS de documentos e insumos necessários à realização de análises sobre a vacina, a apresentação de medidas de mitigação de risco por fabricantes e o envio de relatório final de validação sobre o processo de fabricação do insumo usado na vacina, por exemplo.
O presidente Jair Bolsonaro assinou a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, que deixará o Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira (12). A aposentadoria do ministro na corte foi publicada na edição desta sexta-feira do “Diário Oficial da União” (DOU).
Para a vaga de Mello, Bolsonaro já antecipou que irá indicar o advogado-geral da União (AGU), André Mendonça, cujo nome terá que ser aprovado pelo Senado.
Mello encaminhou em meados de junho ofício à presidência da Corte informando que a data de sua aposentadoria é 12 de julho. Ele é o decano (ministro mais velho) do tribunal e completará 75 anos justamente nesta segunda-feira.
Em junho deste ano, Marco Aurélio completou 31 anos de STF. Ele chegou ao Supremo em 13 de junho de 1990, indicado pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, seu primo. Foi o primeiro integrante da Justiça do Trabalho a atuar na Corte.
O ministro ficou conhecido pelos votos discordantes e, em muitos julgamentos, apresentou voto isolado. Também se destacou pelas frases fortes, com que gosta de marcar suas ressalvas e independência. Não escondeu críticas aos colegas no plenário.
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