O Sistema Nacional de Emprego em João Pessoa (Sine-JP) disponibiliza 129 vagas em diversos ramos do mercado de trabalho, a partir desta segunda-feira (12), com oportunidades para pessoas de todos os níveis de escolaridade, com ou sem experiência prévia. São oferecidas 26 vagas para vendedor.
Ainda há oportunidades para cortador de roupas (01), instalador de painéis (06), engenheiro civil (02), entre outras.
A novidade é o atendimento via aplicativo de mensagem, que pode ser utilizado para fazer o agendamento dos atendimentos.
As fichas para atendimento no Sine- JP estão sendo entregues em sua sede de forma limitada, das 8h às 12h, buscando evitar aglomerações. O trabalhador deve apresentar RG, CPF e Carteira de Trabalho. Para concorrer às oportunidades em que o empregador exige apenas o currículo, o interessado deve enviá-lo para o endereço de e-mail [email protected].
Contato – As empresas que tenham interesse em anunciar vagas de empregos, devem enviar seus dados e as exigências das funções para o e-mail [email protected]. Os telefones para contato do setor de captação de vagas são: (83)3214-1712; (83) 3214-3214 ou (83) 3214-1809. O serviço é gratuito.
O Sine-JP funciona na Avenida Cardoso Vieira, 85, Varadouro.
De acordo com dados do Tribunal de Justiça do Ceará, a mulher do paraibano DJ Ivis, Pamella Holanda, já teria entrado com uma representação judicial por violência doméstica contra a mulher.
Os dados do TJCE apontam que o processo iniciou em agosto de 2016 e ainda encontra-se em andamento. O indiciado apontado nas informações do processo é Izac Veras Brito.
Em comentário em suas redes sociais, a apresentadora e atriz, Antonia Fontenelle, criticou o caso de violência ocorrido entre o paraibano DJ Ivis e sua mulher, Pamella Holanda.
Nas redes sociais, Fontenelle atacou o que ela chama de Paraíbas. De acordo com ela, “esses paraíbas fazem um pouquinho de sucesso e acham que pode tudo”.
O comentário da socialite no Instagram já rendeu mais de 2 mil curtidas e diversos comentários contra.
O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou neste domingo (11) que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), irá ler o requerimento que garante a prorrogação da comissão até outubro na 3ª feira (13). A declaração foi dada à CNN Brasil.
Segundo Aziz, o próprio Pacheco o informou da decisão de ler o requerimento nesta semana.
A previsão inicial da CPI era encerrar os trabalhos no dia 07 de agosto. No entanto, o regimento do Senado permite que ela seja prorrogada por mais 90 dias, desde que seja apresentado um requerimento, com pelo menos, um terço dos senadores.
O presidente da CPI disse também que Rodrigo Pacheco mantém sua posição inicial de decretar o recesso parlamentar, previsto para começar no dia 17 de julho, caso a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) seja votada. A expectativa é que a proposta seja analisada na 5ª feira (15).
PRORROGAÇÃO É ALVO DE SENADORES
Na 2ª feira (5) os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO) pediram para o STF (Supremo Tribunal Federal) obrigar o presidente Rodrigo Pacheco (DEM-MG) a prorrogar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito).
A solicitação dos senadores foi encaminhada ao ministro Luís Roberto Barroso.
Em comunicado divulgado neste domingo, a Conmebol anunciou a retomada do público nos estádios a partir das oitavas de final da Libertadores e da Copa Sul-Americana.
A decisão ocorre depois de a Copa América liberar a presença de convidados na final do torneiro, realizado ontem no Maracanã.
Para a liberação do público nos jogos, porém, as cidades onde serão realizadas as partidas terão de fazer a liberação de acordo com os protocolos sanitários próprios.
No comunicado, a Conmebol afirmou que a medida é “essencial” para o “desenvolvimento” do futebol sul-americano.
João Doria cobrou neste domingo do Ministério da Saúde um plano para o novo ciclo de vacinação contra a Covidno ano que vem.
“A partir de janeiro do ano que vem, o Brasil, através do Ministério da Saúde, do Plano Nacional de Imunização, deverá iniciar um novo ciclo de vacinação de 2022. O de 2021 estará encerrado, e eu espero que o Ministério da Saúde cumpra o seu dever, eu estou otimista nesse sentido”, afirmou.
A declaração ocorreu neste domingo durante o anúncio do novo calendário de vacinação no estado de São Paulo.
Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, disse na mesma coletiva que, em razão das novas variantes e da circulação do vírus, a perspectiva é de um reforço anual da imunização.
O general Carlos Alberto dos Santos Cruz classificou como “ameaças absurdas” as declarações de Jair Bolsonaro de que pode não haver eleição no ano que vem se o Congresso não aprovar o voto impresso
“Algumas ameaças são absurdas, como de o presidente da República dizer que talvez não tenha eleição. Eleição é fundamento básico da democracia”, afirmou o ex-ministro neste domingo, durante uma live.
Ele também cobrou“reação forte das pessoas e das instituições”.
“Temos algumas instituições muito fracas, seja no Judiciário, seja no Congresso Nacional, que, na minha opinião, tem de ser mais forte.”
O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, afirmou durante entrevista à imprensa, que o Partido Progressista (PP), presidido em âmbito estadual pelo deputado Aguinaldo Ribeiro, se afastou da oposição ao governador João Azevêdo (Cidadania). Segundo o parlamentar, as discussões sobre a composição da chapa majoritária que irá disputar a eleição em 2022 serão iniciadas nos próximos meses.
“Temos o PP que está se juntando ao grupo do governador, que tem à frente o deputado Aguinaldo; mas só são duas vagas, então a pessoa que vai conseguir essa indicação será fruto de um diálogo, de um trabalho, convencimento e articulação política”, disse Galdino.
Reunião da oposição A senadora Daniella Ribeiro (PP) e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro não estiveram presentes em uma reunião realizada pela oposição, em João Pessoa, no mês de junho. Segundo o deputado Tovar Correia Lima (PSB), a ausência deles foi por falta de agenda. Porém, segundo o que Adriano apontou, o gesto é um claro distanciamento ao grupo oposicionista.
Após um agente de saúde se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19 e morrer em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) promoveu, nessa quinta-feira (8), uma audiência com representantes da Secretaria de Saúde de Bayeux para recomendar o combate a ‘sommelier de vacina’, em que pessoas recusam se vacinar com imunizantes de determinados laboratórios. O MPPB também cobrou o envio de relatório sobre todos os agentes comunitários de saúde do município que recusaram qualquer tipo de vacina.
Como medida extraordinária, o secretário de Saúde do Município, Adriano do Táxi, afirmou em entrevista ao Sistema Arapuan nesta sexta-feira (9), que houve conversas com a prefeita Luciene Fofinho e foi decidido que, em caso de recusa dos servidores públicos que estejam dentro dos grupos prioritário e se recusem a tomar o imunizante contra a Covid-19, eles terão o seu salário bloqueado.
“A providência que a gente deve tomar é que o funcionário público que chegou a data, tiver do grupo e tiver idade, se ele não tiver com o cartão, vai ser bloqueado o pagamento dele”. explicou.
Já a população em geral, exista uma medida que está sendo estudada pela gestão que é a de bloquear os serviços bancários até que a pessoa, dentro do grupo e que chegou a idade, tome a vacina. “Vamos ver a questão de serviços bancários, se tiver na faixa e não tomar a vacina, não vai poder entrar dentro do banco”, explicou Adriano do Táxi.
Relator da comissão especial que discute a privatização dos Correios, o deputado federal Gil Cutrim (Republicanos-MA) deu parecer favorável à privatização da empresa em um processo que prevê estabilidade de 18 meses aos servidores, contados a partir da data da desestatização.
O documento, obtido com exclusividade pela CNN Brasil, aponta que, para o relator, é juridicamente viável delegar o serviço postal para a iniciativa privada por meio de um contrato de concessão. O texto foi concluído nesta quinta-feira (8) e enviado a parlamentares da comissão especial destinada a discutir o tema. Em seu relatório, Cutrim sustenta que, “em várias partes do mundo, há uma tendência de que as comunicações sejam privatizadas”.
O relator reconhece que o serviço postal é um serviço público, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), e enfatiza que a carta maior confere à União, em caráter exclusivo, a exploração do serviço postal e do correio aéreo.
Apesar disso, observa que o serviço público pode ser desempenhado indiretamente pela iniciativa privada, citando o artigo 175 da Carta Magna. “Cabe ressaltar, nesta última hipótese, que a titularidade do serviço público permanece com o Estado, sendo transferida apenas sua execução ao particular concessionário ou permissionário”.
Apesar de apontar a falta de investimentos na estatal e excesso de reclamações de consumidores sobre o serviço, o relatório defende que a privatização da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) não vai promover a dispensa em massa dos funcionários. O texto reporta ser necessário estipular um período de estabilidade pós-desestatização, em que o servidor teria sua estabilidade garantida por 18 meses.
“Consideramos necessário assegurar estabilidade a todos os empregados da ECT durante os dezoito meses subsequentes à desestatização, vedando sua dispensa sem justa causa nesse período, bem como disponibilizar-lhes plano de demissão voluntária com os seguintes parâmetros: a) período de adesão de 180 dias contados da desestatização; b) indenização correspondente a doze meses de remuneração; c) manutenção do plano de saúde pelo período de doze meses contados da adesão; e d) programa de requalificação”.
Em outra mudança em relação ao texto original enviado pelo Poder Executivo, o relatório também elimina a chance de transformar os Correios em uma empresa de economia mista. O parecer do relator afirma que o setor postal passa por transformações significativas não só no Brasil, mas em todo o mundo. “O principal fator de mudança é a digitalização das comunicações e as transações comerciais online, cada vez mais aceleradas, gerando competição com o negócio mais tradicional dos Correios, que são as cartas, cartão postal e telegrama”.
A categoria de trabalhadores dos Correios refuta essa ideia, mas o relator defende que o crescente acesso à internet e a consequente adesão em peso do público às redes sociais provocaram uma queda acelerada no volume postal – de acordo com estudo produzido por consultoria contratada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), essa redução é de aproximadamente 1 bilhão de objetos por ano no Brasil.
Uma das principais preocupações da categoria é o risco de acabar com a universalidade dos Correios, em que pessoas de diferentes origens recebem correspondências em todo país, independentemente da região. O relator nega que exista a possibilidade de esse sistema ruir.
Os Correios existem desde março de 1969 e empregam quase 100 mil pessoas, além de operarem com uma infraestrutura com caminhões, aviões e motocicletas para a entrega de correspondências.
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