Mundo

OMS: “Temos as ferramentas para acabar com a pandemia”

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, divulgou uma mensagem de fim de ano esperançosa na rede social LinkedIn.

O chefe da OMS destacou que o mundo já possui as ferramentas necessárias para acabar com a pandemia de Covid-19 e basta uma combinação entre as ações de governo e atitudes de pessoais para que a pandemia, que está indo para o seu terceiro ano, seja encerrada.

Entre as batalhas vencidas nos últimos dois anos, Tedros cita: a colaboração científica sem precedentes que resultou na aprovação pela OMS de 10 vacinas para uso emergencial, a aplicação de 8,5 bilhões de doses de imunizantes globalmente e os tratamentos desenvolvidos contra a infecção.

Para o líder da agência internacional de promoção à saúde, no entanto, a desigualdade entre estados e nações, o egoísmo e o nacionalismo radical continuam sendo as principais dificuldades para acabar com a pandemia.

Metrópoles

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Mundo

Morre Betty White, atriz e comediante americana, aos 99 anos; ela completaria um século de idade em janeiro

Betty White, atriz e comediante americana, morreu aos 99 anos, segundo o site TMZ. De acordo com a publicação, a comediante, que completaria 100 anos em 17 de janeiro de 2022, morreu em casa na manhã desta sexta-feira (31).

Betty White começou a carreira em 1939 e estrelou diversos programas e séries ao longo de oito décadas de carreira. Um dos mais conhecidos trabalhos foi “The Golden Girls”, que no Brasil foi exibida com o título de “Supergatas”. A série foi ao ar entre 1985 e 1992.

A atriz soma 115 trabalhos na televisão e, ao longo da carreira, ganhou 5 vezes o Emmy Awards. Além disso, recebeu diversas premiações e homenagens em prêmios como o American Comedy Awards, por exemplo, e indicações ao Globo de Ouro.

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Judiciário

Lewandowski suspende ato do MEC que proibiu exigência de comprovante de vacina em instituições federais de ensino

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta sexta-feira (31), a suspensão do ato do Ministério da Educação que proibiu a exigência do comprovante da vacinação contra a Covid-19 em universidades e institutos federais.

“Defiro a tutela de urgência para determinar a imediata suspensão do despacho de 29 de dezembro de 2021 do Ministério da Educação, que aprovou o Parecer 01169/2021/CONJUR-MEC/CGU/AGU, proibindo a exigência de vacinação contra a Covid-19 como condicionante ao retorno das atividades acadêmicas presenciais”, determinou Lewandowski.

CNN Brasil

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Saúde

Queiroga critica políticos contrários à prescrição para vacinar crianças: “Não são médicos”

Enquanto grande parte dos gestores estaduais anuncia que não vai cobrar a prescrição médica para disponibilizar a vacinação de crianças contra a Covid-19, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, mantém o posicionamento de exigir o documento, além da autorização dos pais, no ato da aplicação. Nesta quarta-feira (29), o cardiologista rebateu o movimento contrário à cobrança, afirmando que a maioria dos governadores e prefeitos “não são médicos”.

“Por isso da consulta pública. Os estados têm que se manifestar. Aliás, governadores falam em prescrição, prefeitos falam em prescrição, e, pelo que eu saiba, a grande maioria deles não são médicos. Estão interferindo nas suas secretarias estaduais e municipais”, declarou Queiroga a jornalistas, em Brasília.

Na avaliação do ministro, o assunto está pacificado e a recomendação é favorável à inclusão de crianças de 5 a 11 anos no PNO (Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19). “A decisão do ministério está aí para que todos os brasileiros tomem conhecimento e a sociedade civil possa se manifestar. A consulta pública é um instrumento da democracia e amplia a decisão sobre o tema, trazendo tranquilidade aos pais para que possam levar seus filhos à sala de vacinação.”

A previsão da pasta é que a vacinação comece em meados de janeiro, após o término da consulta pública e formalização da decisão no STF (Supremo Tribunal Federal), prorrogada até 5 de janeiro.

O novo lote de doses da Pfizer, vacina que recebeu aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), só deve ser entregue em 10 de janeiro, possibilitando o montante necessário para ampliar a faixa etária da campanha.

R7

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Brasil

Governo libera R$ 162 milhões para distribuir alimentos a quilombolas

O governo publica nesta quarta (29) uma MP (medida provisória) para abrir crédito extraordinário de R$ 167,2 milhões para a distribuição de alimentos a comunidades quilombolas no país. A medida, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), faz parte do Plano Geral de Enfrentamento e Monitoramento da Covid-19 para os Povos Indígenas, exigido por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal).

A primeira decisão do STF com determinação para que o governo criasse um plano para atender as comunidades indígenas no combate à pandemia foi tomada no início deste ano. O governo apresentou duas versões, que foram rejeitadas pela Corte.

Em outubro, o relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, rejeitou uma segunda versão do plano apresentado pelo Executivo. A avaliação do ministro foi de que o plano era “genérico e vago”, o que inviabiliza o monitoramento de sua implementação. Segundo o ministro, o documento não apresentava, com objetividade e detalhamento adequados, as ações a serem implementadas, metas, critérios, indicadores e cronograma de execução, silenciando, ainda, sobre um conjunto de matérias essenciais.

Em novembro, o ministro atendeu a um pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) para prorrogar o prazo de apresentação do plano até o dia 23 daquele mês. O novo plano deveria ser elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública ao lado do Ministério da Saúde, da Funai (Fundação Nacional do Índio) e da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena).

Segundo o governo, o plano foi apresentado tendo como um dos principais objetivos a promoção da segurança alimentar pela distribuição de alimentos e de renda mínima à população indígena em situação de vulnerabilidade social.

R7

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Política

“Se Bolsonaro descobrir a cura do câncer será criticado”, diz Marinho

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, afirmou nesta 4ª feira (29.dez.2021) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) seria criticado mesmo se descobrisse a “cura do câncer”. O ministro falou sobre as críticas direcionadas ao chefe do Executivo ao comentar a situação de áreas atingidas por fortes chuvas no sul da Bahia.

Marinho declarou que Bolsonaro foi criticado tanto por sobrevoar áreas afetadas pela chuva em 12 de dezembro, quanto por não ter ido visitar áreas atingidas pelos temporais nos últimos dias. Devido às chuvas, ao menos 21 pessoas morreram e 77 mil estão desabrigadas.

“O presidente foi a Bahia e, quando ele foi, foi criticado porque foi a Bahia. O presidente mandou os ministros e foi criticado porque mandou os ministros. Eu acho que se o presidente descobrir a cura do câncer ele vai ser criticado porque descobriu a cura do câncer”, declarou.

Poder360

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Política

Moro diz que ninguém sabia quem era Youssef quando ele doou à campanha de aliado

Pré-candidato à Presidência, o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Podemos) procurou minimizar nesta quarta-feira (29) a doação feita pelo doleiro Alberto Youssef, pivô da Lava Jato, a um de seus principais aliados, o senador Álvaro Dias (Podemos-PR). Moro deu entrevista à Rádio Capital FM, de Mato Grosso.

Reportagem da Folha mostrou que duas empresas de Youssef em 1998 pagaram R$ 21 mil (o equivalente a R$ 88 mil em valores atualizados) à campanha de Dias, à época no PSDB.

A campanha ocorreu antes da eclosão do caso Banestado, deflagrado nos anos 2000 – o doleiro tinha sido contrabandista e já havia sido preso anteriormente nos anos 1980.

As informações estão na prestação de contas de Dias entregue naquele ano à Justiça Eleitoral no Paraná. As doações se referem a horas de voo em jatinhos que Youssef cedeu ao então candidato.

Youssef, 54, foi condenado por Moro na Lava Jato em penas que somam mais de 120 anos de prisão e chamado em uma das sentenças de “criminoso profissional”. Porém deixou o regime fechado em 2016, graças a um acordo de delação.

Moro disse nesta quarta-feira que, na época da doação a Dias, “ninguém sabia quem era Alberto Youssef”:

“Eu nem conhecia o senador [Álvaro Dias]. Ninguém sabia quem era Alberto Youssef na época. Ele começou a ser processado em 2003, no caso Banestado. Depois foi condenado, preso na Lava Jato.”

“Eu decretei a prisão do Alberto Youssef duas vezes: em 2003 e depois em 2014. (…) Qual criminoso de colarinho branco fica quatro anos preso no Brasil? Ninguém protegeu ninguém ali [na Lava Jato]”.

A reportagem revelou que a empresa San Marino Táxi Aéreo pagou R$ 9.800. Já a Youssef Câmbio e Turismo colaborou com R$ 11.200. Os valores declarados à Justiça Eleitoral se referiam a horas de voo de jatinho que o doleiro cedeu a Álvaro Dias, então candidato ao Senado pelo PSDB.

À Folha o senador afirmou que teve todas as suas contas aprovadas pela Justiça Eleitoral. Já Moro, na entrevista à Rádio Capital, reforçou que foi responsável pela prisão de Youssef.

“A minha relação com o Alberto Youssef eu posso resumir: eu prendi ele duas vezes. E se eu não tivesse feito isso ele nunca teria respondido pelos seus crimes.”

Nos anos 2000, o então juiz mandou prender o operador no âmbito do caso Banestado, um mega esquema de evasão de divisas por meio do extinto banco do estado do Paraná, hoje tido como um laboratório da Lava Jato. Deltan também atuou nos processos.

Youssef firmou naquela época um primeiro acordo de colaboração, feito com aval de Moro em 2003, quando esse tipo de compromisso ainda era novidade no Brasil.

Anos mais tarde, antes da Lava Jato, o magistrado chegou a se declarar suspeito “por razões de foro íntimo” para atuar em um caso do doleiro que visava rediscutir essa delação.

FolhaPress

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Mundo

Biden diz a governadores que “não há solução federal” para o Covid, que deve ser “resolvido em nível estadual” e viaja para casa de praia em Delaware

O presidente dos EUA, Joe Biden, viajou de férias para o estado de Delaware. O plano inicial era passar as férias em Porto Rico, mas a viagem foi frustrada devido aos casos da variante Ômicron.

Horas antes de viajar, Biden esteve reunido na tarde desta segunda-feira (27) por videoconferência com governadores em Washington. A eles disse que “não há solução federal” para o COVID e que deve ser “resolvido em nível estadual”.

Biden também pediu à população que não ceda ao “pânico” diante do forte aumento de casos diários de covid-19 por causa da variante ômicron, que quase bateram um recorde.

Vários estados como Delaware, Havaí, Massachusetts, Nova Jersey e Nova York, assim como o território de Porto Rico, experimentaram um aumento sem precedentes em sete dias, diz o NY Times.

“A ômicron é uma forte preocupação, mas não deveria ser motivos de pânico”, disse Biden na Casa Branca no início de uma videoconferência com cerca de 20 governadores e assessores sanitários.

Com informações de Estado de Minas

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Brasil

Médico pede expulsão de Queiroga da Sociedade Brasileira de Cardiologia

O médico cardiologista Bruno Caramelli apresentou à Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) um pedido de expulsão do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, da entidade.

Presidente licenciado da SBC, Queiroga deixou seu comando para assumir o cargo de ministro no governo Jair Bolsonaro em março deste ano.

Caramelli, que preside o departamento de cardiologia clínica da SBC e é diretor no InCor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, cita a resistência do ministro em recomendar a imunização contra a Covid-19 para crianças.

O ministro da Saúde decidiu abrir uma consulta pública sobre a vacinação do público infantil. A iniciativa gerou críticas, já que a imunização foi anteriormente autorizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Por isso, Queiroga e Jair Bolsonaro (PL) estão sendo acusados de postergar a vacinação desta faixa etária.

O ministro nega, e diz que a vacinação ocorrerá já em janeiro. Segundo ele, o texto da consulta já recomenda a imunização, e a consulta serviria apenas para a discussão de procedimentos e melhor informação dos pais.

“A pressa é inimiga da perfeição. Principal é a segurança”, afirmou Queiroga no último dia 20.

“Está todo mundo horrorizado”, diz Caramelli sobre a consulta pública. “O argumento que eles usam é o de que a ciência está dividida. É mentira. Ele [Queiroga] continua insistindo nisso, logo ele que é cardiologista e que era presidente da SBC”, segue.

O autor do pedido de expulsão de Queiroga cita artigo do estatuto da entidade que prevê a expulsão de quem “praticar, com culpa ou dolo, qualquer ato contrário aos interesses e à consecução do objeto social da SBC”. Segundo o médico, Queiroga viola os princípios da entidade ao supostamente atuar para impedir a vacinação de crianças no país.

​Caramelli ainda descarta riscos cardíacos causados pelo imunizante às crianças. “Nós já estamos acompanhando, é uma complicação muito rara e, na maioria das vezes, muito suave. A relação risco-benefício é totalmente favorável às vacinas”, diz.

Procurada, a SBC não respondeu até a publicação deste texto. ​

Com informações Folha Online

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Saúde

Bolsonaro diz que não vacinará a filha de 11 anos contra Covid-19: “Espero que o Judiciário não interfira”

De férias no litoral de Santa Catarina, em São Francisco do Sul, onde vai passar o Réveillon, o presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou, nesta segunda-feira (27), a decisão de não vacinar a filha, Laura, que tem 11 anos, contra a Covid-19. Anteriormente, o presidente havia dito que, antes de tomar uma decisão, a questão seria discutida com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Nesta segunda, no entanto, o presidente confirmou que Laura não será vacinada. “Espero que não haja interferência do Judiciário, porque a minha filha não vai se vacinar, [quero] deixar bem claro”, afirmou, referindo-se ao STF (Supremo Tribunal Federal).

O presidente havia sido questionado sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19, autorizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas alvo de hesitação e críticas por parte do Executivo. O próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a pasta iria autorizar a vacinação, mas mediante prescrição médica e termo de consentimento livre esclarecido.

Nesta segunda, porém, o Ministério da Saúde informou que a vacinação de crianças contra a Covid-19 pode começar ainda em janeiro de 2022.

“A vacina da criança é muito incipiente ainda, o mundo ainda tem muita dúvida. A decisão passa, obviamente, pelo Ministério da Saúde e, após consulta pública, [a pasta] vai se manifestar no dia 5 de janeiro”, afirmou.

Na semana passada, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski deu cinco dias ao governo para que explique a necessidade de prescrição médica para aplicar vacina contra a Covid-19 em crianças entre 5 e 11 anos de idade. O pedido de informação se deu no âmbito de uma ação protocolada pelo partido Rede Sustentabilidade.

R7

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