Judiciário

PISO DA ENFERMAGEM: Nunes Marques se junta a Mendonça e vota para manter piso; votação está 5 a 2

Foto: Fellipe Sampaio/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques votou neste domingo, 11, para restabelecer os efeitos da lei que definiu um piso salarial para os profissionais de enfermagem. Ele acompanha a posição de André Mendonça, que foi o primeiro integrante da Corte a se posicionar contra a suspensão da medida em julgamento que ocorre no plenário virtual do STF. A votação pode ser concluída até a quarta-feira (13).

Até agora, são cinco votos para manter a lei suspensa, de acordo com a decisão liminar já proferida pelo ministro Luís Roberto Barroso no último domingo, 4, contra dois votos, os de Mendonça e Nunes Marques. Votaram junto a Barroso os ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia para suspender a remuneração mínima de pouco menos de R$ 5.000 por mês. Barroso deu dois meses para o Congresso e o Executivo explicarem o impacto financeiro da medida e as fontes de dinheiro para pagar as despesas.

Nunes Marques adotou linha similar à de Mendonça e afirmou ser prudente que a Suprema Corte atue em autocontenção e respeito ao princípio da separação dos Poderes,

“E, assim, em deferência ao amplo debate realizado pelo Congresso Nacional, empreste às normas impugnadas, ao menos em cognição sumária, respectiva presunção de constitucionalidade”, disse o ministro, que, como Mendonça, foi indicado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), para o posto no Supremo.

O magistrado afirmou ainda que, conforme informações do Senado Federal e Câmara dos Deputados, questões relativas ao impacto da medida no mercado de trabalho foram objeto de análise no Congresso.

Ao suspender liminarmente a lei no último dia 4, a pedido da Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), Barroso foi duramente criticado por parlamentares governistas e oposicionistas, que aprovaram o projeto de lei no Congresso no início de agosto.

O texto foi sancionado por Bolsonaro, que vinha utilizando a medida como forma de angariar votos junto à categoria.

Para Barroso, que já foi acompanhado por outros quatro ministros até o momento no julgamento, a lei deve permanecer suspensa até que uma série de questões sobre impactos financeiros do piso salarial seja esclarecida.

De acordo com o ministro, nas reuniões que teve com representantes do Congresso na última semana, todos reconheceram a importância da alocação de recursos e registraram o fato de que demissões já vinham ocorrendo por antecipação ao início de vigência da medida.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polícia

EM JOÃO PESSOA: Polícia frustra plano de ataque à caixa eletrônico através de casa abandonada

Foto: Reprodução

A Polícia Militar frustrou, neste domingo (11), o plano de ataque a um caixa eletrônico que ficava dentro de uma farmácia, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa.

O acesso ao estabelecimento já tinha sido montado, por meio de uma casa abandonada, mas as equipes do 1º Batalhão descobriram e agiram antes que os criminosos executassem o crime.

De acordo com o comandante do 1º Batalhão, tenente-coronel Marques Júnior, possivelmente o ataque seria deste domingo para a segunda-feira (12).

“Colhemos informações de que cerca de oito homens chegaram nessa residência em três carros, na noite desse sábado, renderam os moradores em situação de rua que lá se encontravam, trancaram eles em um quarto e abriram esse buraco na parede que dava acesso direto ao caixa eletrônico. Eles cobriram o buraco com uma cama, mas nas buscas que as nossas equipes fizeram no local, neste domingo, acabaram descobrindo e frustraram o crime”, detalhou.

Outras informações estão sendo levantadas para chegar até a quadrilha, cujos integrantes, conforme testemunhas, falavam com sotaque do sudeste do país.

Na residência abandonada, a PM apreendeu um martelete elétrico profissional, que é um equipamento usado na construção civil.  O caso foi repassado para a Polícia Civil.

Foto: Reprodução

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Tribunal Superior Eleitoral mostra Ricardo com registro indeferido ao Senado

Foto: Divulgação

O Sistema de informações das candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Divulgacand, já mostra o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) com registro indeferido para para disputar mandato de senador nas eleições 2022.

O TSE também apresenta como motivo para a situação do ex-gestor não conseguir registro ao fato de Ricardo Coutinho ter sido condenado por abuso de poder político nas eleições de 2014. O pedido de registro de candidatura de Ricardo foi julgado na última sexta-feira (11), no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

Os membros da corte negaram o registro ao petista após impugnação da candidatura pelo do Ministério Público Eleitoral (MPE). Ricardo Coutinho e o PT seguem com a campanha enquanto esperam julgamento de recursos no Supremo Tribunal Federal (STF) e TSE.

Com o indeferimento da candidatura de Ricardo, os suplentes de senador na chapa, Jeová Campos (PT) e Alexandre Santiago, também tiveram registros negados apesar de estarem em condições legais para o pleito.

Na Paraíba, Ricardo forma chapa com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) que disputa o Governo do Estado tendo Maísa Cartaxo (PT) como vice.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Eleições 2022: desistências de candidaturas superam as de 2018

Foto: Reprodução

A um dia do prazo para que a Justiça Eleitoral julgue todos os registros de candidatura, o número de candidatos que desistiram da disputa nas Eleições 2022 chegou a 799, superando a quantidade de desistentes nas eleições gerais de 2018, quando 770 candidatos abandonaram a campanha.

As desistências deste ano representam 25,3% de todos as candidaturas consideradas ineptas. Até o momento, 876 (51,35%) tiveram o pedido de registro negado pela Justiça Eleitoral por não atenderem aos critérios da legislação eleitoral ou apresentarem algum impedimento, incluindo os previstos da Lei da Ficha Limpa.

São os casos, por exemplo, das duas candidaturas à Presidência da República negadas até o momento: a de Pablo Marçal, que pretendia concorrer pelo Pros, mas não comprovou o apoio partidário necessário; e Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, que foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa por sua condenação no caso do Mensalão.

Outro motivo para uma candidatura ser considerada inapta é quando o registro foi cancelado pelo partido, o que ocorreu 13 vezes até o momento. É possível ainda que o pedido sequer seja conhecido pela Justiça Eleitoral, em geral devido alguma irregularidade formal que impede seu julgamento. Neste ano, esse foi o caso de 15 registros.

Há ainda as situações em que houve morte de candidato. Desde o início da campanha, três candidatos às eleições deste ano morreram. Todos disputavam uma vaga de deputado federal.

São eles o empresário Ilson Baiano (Solidariedade-BA), que morreu de causas naturais não declaradas; o aposentado Adair Ferreira de Souza (Patriota-RO), que teve um ataque cardíaco; e o advogado Antonio Weck (PSC-RS), que morreu em acidente de trânsito na BR-116.

Em todos os casos – seja por indeferimento, cancelamento, não conhecimento ou morte – o partido ou federação correspondente tem até 10 dias corridos para apresentar um substituto.

Números consolidados

Os números finais ainda devem ser consolidados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que atualiza os dados ao menos três vezes ao dia. De acordo com a atualização mais recente, às 14h deste domingo (11), ainda há, por exemplo, 2.515 candidaturas aguardando julgamento.

Neste ano, há um recorde de pedidos de registro de candidatura em eleições gerais, que chegou 29.163. Desses, a Justiça Eleitoral já deferiu ao menos 24.440.

O prazo para que a Justiça Eleitoral julgue todos os pedidos se encerra amanhã (12), incluindo recursos. Não raro, porém, esse prazo pode ser extrapolado em situações complexas, em que o candidato pode inclusive recorrer à Justiça comum para garantir seu nome na urna, nas chamadas candidaturas sub judice, ou seja, com pendências judiciais.

Agência Brasil

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Judiciário

Mendonça vota contra suspensão da lei do piso da enfermagem

Foto: Carlos Moura / SCO/ STF – 30.8.2022

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), se colocou contra a decisão de Luís Roberto Barroso que suspendeu os efeitos da lei que instituiu um piso salarial nacional a profissionais da enfermagem.

Desde a última sexta-feira (9), o plenário virtual do STF julga se mantém ou derruba a suspensão do piso. Até o momento, Mendonça foi o único a discordar da decisão.

Os ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam a determinação de Barroso. O julgamento vai até a próxima sexta-feira (16).

O voto de Mendonça foi divulgado pelo Supremo neste domingo (11). No entendimento do ministro, o Judiciário não deveria interferir em uma decisão tomada por outro poder da República — o piso salarial da enfermagem surgiu a partir da aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional.

“O cuidado em preservar, tanto quanto possível, as escolhas legitimamente feitas pelos poderes democraticamente eleitos, dentro do espaço de conformação legislativa outorgado pelo Constituinte Originário, ao desenharem determinada política pública, com o inevitável sopesamento entre os valores constitucionais em disputa, deve nortear a atuação da Corte Constitucional”, opinou Mendonça.

“Quanto maior o hiato deixado pelo constituinte ao legislador ordinário, menor a margem de controle do fiscal constitucional. Maior é a necessidade de autocontenção judicial e deferência à vontade majoritária, levada a cabo pelo legislador”, acrescentou.

Além disso, o ministro disse não haver conveniência política para suspender a eficácia da lei. “Quanto mais complexa for tal escolha, maior será o ônus argumentativo necessário para substituí-la, ou, no âmbito cautelar, para suspender a sua eficácia”, frisou Mendonça.

O ministro disse ainda que o STF já julgou a constitucionalidade de pisos salariais de outras categorias, como de professores da educação básica e de agentes de saúde e combate a endemias, e que nas duas ocasiões não derrubou as normas.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polícia

Morte de Kelton Marques completa hoje um ano; Ruan suspeito de matar o motoboy está preso

Foto: Arquivo pessoal cedido pela família ao Portal T5

Um caso que chocou toda a Paraíba, completa um ano neste domingo (11), falo do trágico acidente que tirou a vida de Kelton Marques. Na madrugada do dia 11 de setembro de 2021, o motoboy, que voltava para casa após encerrar a jornada de trabalho, foi atingido por um carro a 163km/h, que ultrapassou o sinal vermelho. No veículo envolvido no atropelamento, latas de cervejas e drogas foram encontradas pela polícia.

O motorista suspeito de provocar a morte de Kelton foi identificado como Ruan Ferreira de Oliveira. O jovem, que nas redes sociais utiliza o sobrenome Macário, fugiu sem prestar socorro e passou quase um ano foragido. Enquanto isso, a família do motoboy, que deixou esposa e duas filhas, precisou seguir em frente sem apoio.

Jailson de Souza perdeu o filho, que era o líder da família. “Tem sido muito difícil. Quem conhecia Kelton, sabia que ele sempre recebia as pessoas com um sorriso. Ele era um cara um cara muito do bem. Eu não sei dizer a imensidão da falta que ele faz!”, disse em entrevista recente o pai da vítima.

Acusado – A 3ª Vara Criminal de João Pessoa expediu um mandado de prisão preventiva por homicídio qualificado do então suspeito. À época, a defesa afirmava que Ruan se apresentaria à polícia em breve, mas o motorista se entregou dez meses após o crime, em julho deste ano.

Foto: Reprodução

PBAgora

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

TRANSPARÊNCIA: Candidatos e partidos já devem prestar contas da campanha ao TSE

Imagem ilustrativa: Reprodução/Pixabay

Desde a última sexta-feira (9), começou o prazo de prestação de contas parcial para os candidatos das Eleições 2022. Os informativos devem ser enviados à Justiça Eleitoral, por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE), constando o registro da movimentação financeira e/ou estimável em dinheiro ocorrida desde o início da campanha (16 de agosto) até 8 de setembro.

Com a Reforma Eleitoral de 2015 (Lei nº 13.165/2015), partidos, coligações, candidatas e candidatos passaram a ser obrigados a informar à Justiça Eleitoral o recebimento de doações em dinheiro em até 72 horas contadas do seu recebimento.

Já os relatórios discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), os recursos financeiros e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados, devem ser enviados em dois momentos: até 13 de setembro (prestação parcial) e 30 dias após o pleito (prestação final).

A prestação de contas parcial deve conter, cumulativamente: a indicação dos nomes, do CPF das pessoas físicas doadoras ou do CNPJ dos partidos políticos ou das candidatas ou dos candidatos doadoras ou doadores; a especificação dos respectivos valores doados; a identificação dos gastos realizados, com detalhamento das fornecedoras ou dos fornecedores; a indicação da advogada ou do advogado.

A não apresentação da prestação de contas no prazo fixado em lei ou a entrega de forma que não corresponda à efetiva movimentação de recursos pode caracterizar infração grave, a ser apurada na ocasião do julgamento da prestação de contas final.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Judiciário

Twitter aponta censura e pede ao STF desbloqueio de contas de Luciano Hang

Imagem: reprodução

Em petição sigilosa de 17 páginas endereçada ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes no dia 29 de agosto, o Twitter Brasil apontou a possibilidade de ocorrência de censura no bloqueio de contas determinado por ele na operação contra empresários bolsonaristas flagrados em uma reportagem do portal Metrópoles debatendo a possibilidade de um golpe de estado no Brasil.

No respeitoso entendimento do Twitter Brasil, o bloqueio integral da conta @lucianohang assim como em relação a conta @lucianohang_hang, como demonstrado em outras oportunidades, poderia violar dispositivos constitucionais e a própria legislação infraconstitucional relativa a matéria, considerando a possibilidade de caracterização de censura de conteúdo lícito existente nos milhares de twitters postado pelo usuário, e também de censura prévia de conteúdo futuro lícito , não necessariamente vinculado ao objeto do inquérito em curso”, diz a plataforma em petição assinada pelo escritório Pinheiro Neto, um dos maiores de São Paulo.

Na sequência, ela pede “a reforma da decisão determinando a remoção apenas do conteúdo específico identificado através de sua respectiva URL e tido como potencialmente tipificado com ilícitos penais, revogando a ordem de bloqueio integral da conta”.

Dentre as medidas autorizadas por Moraes em sua decisão do dia 19 de agosto estão o bloqueio de contas do empresário Luciano Hang ao Facebook, Instagram, Tiktok, Twitter e Youtube. Ele também pediu o bloqueio da conta do empresário José Khoury no Instagram.

Procurado, o ministro Alexandre de Moraes não se manifestou. O Twitter disse que “o processo corre sob sigilo” e que “dessa forma, o Twitter vai se manifestar sobre o caso somente nos autos”.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Depósitos futuros no FGTS poderão ser usados para comprar casa popular

Foto: Paulo Carvalho/Agência Brasília

A partir do próximo ano, o trabalhador poderá usar os depósitos futuros no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de casas populares. Na quinta-feira (8), o Diário Oficial da União publicou portaria que autoriza o uso desses recursos para pagar prestações do Programa Casa Verde e Amarela. A operação, no entanto, envolve riscos.

Embora a autorização para o início da modalidade já esteja valendo, a medida demorará para chegar ao mutuário. Isso porque as instituições financeiras terão 120 dias para se adaptarem à nova regra de contratação e só começarão a oferecer esse tipo de contrato em fevereiro de 2023.

A portaria regulamentou a Lei 14.438, promulgada pelo Congresso Nacional em agosto, após a aprovação da Medida Provisória 1.107, editada em março. Embora a lei autorizasse a utilização dos futuros depósitos do FGTS, a medida só valeria após a regulamentação definir as regras.

Somente famílias com renda mensal bruta de até R$ 4,4 mil poderão recorrer ao mecanismo, que poderá ser usado para a compra de apenas um imóvel por beneficiário. Na prática, a medida institui uma espécie de consignado do FGTS. Em vez de o dinheiro depositado mensalmente ir para a conta do trabalhador, será descontado para ajudar a pagar as prestações e diminuir mais rápido o saldo devedor do imóvel popular.

Responsável pelo Programa Casa Verde e Amarela, o Ministério do Desenvolvimento Regional forneceu um exemplo de como a medida funcionará. Até agora, um mutuário que ganhe R$ 2 mil por mês podia financiar um imóvel com prestação de R$ 440. Com o uso do FGTS futuro, mais R$ 160 serão incorporados, fazendo o valor da prestação subir para R$ 600 sem que o trabalhador tire mais dinheiro do próprio bolso.

A medida tem como objetivo desovar o estoque de imóveis parados no Casa Verde e Amarela. Atualmente, cerca de um terço dos financiamentos são negados por falta de capacidade de renda. Ao incluir os depósitos futuros do FGTS no pagamento das parcelas, mais famílias poderão ter acesso ao programa habitacional.

Riscos

A decisão caberá ao trabalhador, que não será obrigado a aderir a essa modalidade. Esse tipo de operação, no entanto, não está isento de riscos. Em vez de acumular o saldo no FGTS e usar o dinheiro para amortizar ou quitar o financiamento, como ocorre atualmente, o empregado terá bloqueados os depósitos futuros do empregador no Fundo de Garantia. O risco está no caso de demissão.

Caso o trabalhador perca o emprego, ficará com a dívida, que passará a incidir sobre parcelas de maior valor. Se ficar desempregado durante muito tempo, além de ter a casa tomada, o mutuário ficará sem o FGTS.

Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional informou que o risco das operações será assumido pelos bancos e que continua valendo a regra atual de pausa no pagamento das prestações por até seis meses por quem fica desempregado. O valor não pago é incorporado ao saldo devedor, conforme acordo entre a Caixa Econômica Federal e o Conselho Curador do FGTS.

Um artigo na lei autoriza a retomada do Fundo Garantidor de Habitação Popular, criado em 2009 para cobrir a inadimplência nos programas habitacionais populares e suspenso em 2016. No entanto, as regras para os casos de inadimplência ainda precisam ser editadas por resoluções do Ministério do Desenvolvimento Regional e do Conselho Curador do FGTS.

Enquanto todas as regras ainda não forem definidas, as construtoras estão aguardando informações. O Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci) propôs que o FGTS futuro também seja autorizado na compra de imóveis populares usados, em vez de unidades novas. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) pediu que o governo insira um percentual limite dos depósitos futuros a serem bloqueados. Com a introdução de um teto, o trabalhador continuaria a acumular saldo no FGTS.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Cinco pessoas, sendo duas crianças, ficaram feridas após carro bater em árvore

Imagem: reprodução Walter Paparazzo

Cinco ocupantes de um veículo, sendo duas crianças, ficaram feridas, em um acidente, na noite deste sábado (10), em Manaíra, em João Pessoa.

Por motivos ainda não esclarecido, o carro saiu da via e se chocou lateralmente contra uma árvore.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o Corpo de Bombeiros foram acionados e para socorrer as vítimas. Uma delas ficou presas as ferragens.

Para tentar ajudar as pessoas que estavam no automóvel, alguns cidadãos chegaram a quebrar o vidro da janela do carro. Os feridos foram socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.

MaisPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.