Covid-19

Paraíba registra 411 novos casos de Covid-19 e dois novos óbitos pela doença neste sábado

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste sábado (26), 411 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 08 (1,94%) são moderados ou graves e 403 (98,06%) são leves.

Agora, a Paraíba totaliza 594.358 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.491.064 testes para diagnóstico da Covid-19.

Também foram confirmados 02 novos óbitos desde a última atualização, nenhum ocorrido nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 10.187 mortes. O boletim registra ainda um total de 438.630 pacientes recuperados da doença.

Óbitos

Os óbitos divulgados neste boletim ocorreram entre os dias 28 de fevereiro e 20 de março, todos em hospitais públicos. As vítimas foram um homem e uma mulher, com idades de 58 e 67 anos, residentes dos municípios de Campina Grande (1) e Uirauna (1). Ambas tinham cardiopatia.

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Política

ELEIÇÕES 2022: Manoel Ludgério declara apoio a Bruno Roberto para o Senado

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O deputado estadual Manoel Ludgério (PSD) anunciou na tarde deste sábado (26) apoio à pré-candidatura de Bruno Roberto (PL) ao Senado Federal. Bruno vem conquistando apoios importantes em Campina Grande, seu principal reduto eleitoral.

No mês passado, Bruno já havia conquistado o apoio do ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), e que vota em Pedro Cunha Lima (PSDB) para governador.

Ludgério já sinalizou que deve apoiar a reeleição do governador João Azevêdo. O deputado é o primeiro parlamentar da base de João que declara apoio a Bruno.

Polêmica Paraíba

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Política

NESTE SÁBADO: Ana Cláudia e Galego do Leite assinam filiação ao MDB

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A suplente de deputada federal, Ana Claudia Vital do Rêgo e o ex-vereador de Campina Grande, Galego do Leite, se filiaram, neste sábado (26), ao MDB.

As filiações aconteceram durante encontro do MDB Mulher que ocorreu auditório do Sesc Açude Velho, no Centro de Campina Grande.

O evento contou com as presenças da senadora Nilda Gondim, do senador Veneziano Vital do Rêgo, pré-candidato a governador e presidente estadual do MDB, e o pré-candidato a senador, Ricardo Coutinho (PT), e as deputadas estaduais, Cida Ramos (PT) e Estela Bezerra (PT).

Foto: Divulgação

Segundo a ex-secretária de Articulação Municipal, o debate foi uma ótima oportunidade para aprofundar a posição da mulher na sociedade e os desafios na consolidação de políticas públicas.

“Estamos avançando na ocupação de espaços. A própria história tem esse débito com as mulheres. Afinal, nós primeiro tivemos a oportunidade de votar, para depois sermos votadas. O MDB ganha mais força nesse dia e reforçamos nosso compromisso com a defesa dos que mais necessitam”, disse Ana Cláudia, ao destacar que, eleita deputada estadual, será uma voz altiva das mulheres no parlamento.

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Saúde

VACINA: Quase metade dos adultos vacinados contra Covid está com 3ª dose atrasada

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Quase metade dos brasileiros aptos a tomarem a terceira dose da vacina contra a Covid-19 ainda não recebeu o reforço. São aproximadamente 56,6 milhões de pessoas que estão atrasadas ou ignoraram a necessidade da dose adicional.

Especialistas veem a baixa cobertura com preocupação, principalmente após a desobrigação do uso de máscaras em diversos estados e municípios.

Segundo levantamento da Folha com dados do Ministério da Saúde, cerca de 122,8 milhões de adultos estão habilitados a receber o reforço por terem sido vacinados com a segunda dose há quatro meses ou mais. Contudo, 46% deles ainda não atualizaram a imunização.

O país não tem conseguido avançar na aplicação da dose adicional. Na última terça-feira (22), cerca de 41% da população de 18 anos ou mais estava com as três doses, número não muito superior ao de um mês atrás, quando a cobertura alcançava 38%.

A baixa proporção é preocupante, especialmente com a circulação da nova subvariante da ômicron. Segundo estudos, a BA.2 pode ser até 40% mais transmissível que a linhagem antecessora.

Assim como a cepa anterior que estava circulando no país, pesquisas indicam que a BA.2 pode ter escape imunológico. Por isso, aqueles que tomaram ao menos três doses da vacina têm maior proteção.

O levantamento da Folha de S.Paulo mostra que a cobertura com três doses é maior na população mais velha, elegível desde o fim de setembro de 2021. Mas quase um terço das pessoas na faixa de 60 anos ou mais ainda não recebeu o reforço.

Nesse grupo, 1 a cada 4 aptos a receber a terceira dose não voltou para atualizar a proteção -cerca de 7,5 milhões de pessoas.

Até meados de novembro de 2021, cerca de 30 milhões de brasileiros nessa faixa etária (92%) haviam sido vacinados com duas doses. Esse seria, portanto, o número aproximado de habilitados a ter o reforço no braço quatro meses depois, no início desta semana.

A cobertura com a terceira dose diminui gradativamente nas faixas mais jovens. Entre os adultos de 40 a 59 anos, ela é de 45%. Pouco mais da metade dos habilitados voltou para atualizar a imunização.

Entre os que têm de 18 a 39 anos, só 39% dos elegíveis já haviam buscado o reforço. Essa faixa concentra o maior número de brasileiros com a terceira dose potencialmente atrasada: cerca de 29 milhões de pessoas.

Apesar do teto mais baixo, por ter sido incluída mais tarde na campanha, essa faixa já poderia ter quase dois terços de cobertura (65%), considerando o total de vacinados com duas doses há quatro meses ou mais. Até terça, porém, só um quarto dos brasileiros com 18 a 39 anos havia recebido o reforço.

No geral, em toda a população de 18 anos ou mais, a cobertura do reforço era de 41%. A expectativa, contudo, é que até 76% estivessem com a imunização completa.

Desde novembro, a administração da dose adicional é recomendada a todos os adultos.

Como as aplicações têm avançado pouco nas últimas semanas, especialistas temem que a imunização no país tenha estagnado. Por isso, ressaltam a importância de novas ações das autoridades de saúde.

Ela explica que as novas variantes têm provocado casos de reinfecção em outros países com baixa cobertura vacinal. É a situação do Reino Unido, que vive uma explosão de contaminados com a nova subvariante e tem cerca de 50% da população com as três doses.

Especialistas consultados pela reportagem consideram que um patamar seguro seria ter ao menos 90% da população com a dose de reforço.

Para eles, os governadores e prefeitos deveriam ter esperado o índice estar mais alto antes de desobrigar o uso de máscara em ambientes fechados. Na maioria dos estados, os mandatários justificaram a flexibilização com o argumento de ter alto índice de vacinados com primeira dose.

Outro fator de preocupação apontado pelos especialistas é a chegada do outono no país, quando normalmente há um aumento de doenças respiratórias.

Entre dezembro e janeiro, o país teve uma explosão de casos de influenza junto com a onda da variante ômicron, e houve o registro de coinfecção pelas duas, um fenômeno que foi chamado de “flurona”.

Na avaliação de Brito, a estagnação da cobertura vacinal da terceira dose pode contribuir para uma piora da situação do país, já que pessoas sem imunização adequada contribuem para a maior circulação do vírus.

“As pessoas precisam entender que a vacina não é uma proteção somente a elas, mas para todos. Sem aumentar a cobertura, podemos ter uma piora e ter que retroceder nas flexibilizações já feitas, o que ninguém quer”, afirma a epidemiologista.

Com informações FolhaPress

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Brasil

Filha do ex-presidente Michel Temer diz que foi vítima de estupro em assalto

Foto: Instituto Liberta

Luciana Temer, presidente do Instituto Liberta e filha do ex-presidente Michel Temer, revelou que foi vítima de estupro durante um assalto que sofreu anos atrás. Também explicou não ter registrado ocorrência por medo de se expor. As declarações foram dadas ao canal da apresentadora Angélica na internet.

“Eu já era adulta. Tinha 27 anos quando sofri um estupro em um assalto. Eu era delegada e havia saído recentemente desse cargo que ocupava em uma delegacia da mulher. A coisa mais natural do mundo seria eu registrar a ocorrência. E eu não registrei. Eu falava: ‘Nunca vão encontrar, para que eu vou me expor?’. Como se eu ter sido vítima de uma violência sexual me expusesse”, contou.

A revelação foi feita durante entrevista à apresentadora Angélica, em vídeo produzido pelo portal Mina, do Uol. Luciana contou que, na época, relatou o ocorrido para seu então marido e para suas irmãs, mas que nunca expôs o assunto publicamente. Hoje, ela defende que é necessário quebrar o silêncio e falar sobre os abusos, porque as vítimas não podem ter vergonha da violência sofrida.

“Eu levei muito tempo para contar isso para os meus filhos. Ficou num âmbito muito restrito, familiar. O que é uma idiotice, que não é praticada só por mim, mas também por grande parte das mulheres e dos homens da sociedade”, falou.

Outra situação de violência sexual relatada por Luciana ocorreu quando ela era adolescente.

“Eu estava voltando da escola e tinha um homem se masturbando em uma rua. Saí correndo, e ‘não aconteceu nada’. Não aconteceu nada? Eu demorei muito tempo para fazer esse trajeto sozinha de novo. Não foi só uma violência que me deixou desconfortável, é um crime previsto no Código Penal”, disse.

De acordo com a análise de Luciana Temer, as pessoas têm a tendência de “passar pano” para situações consideradas “mais leves”. O problema é que isso acaba permitindo que atos mais graves aconteçam. “A gente precisa parar de ter vergonha de ter sido vítima de violência sexual. Se nós adultos não temos coragem de falar, como é que a gente espera que as crianças falem?”, acrescentou.

Angélica e Luciana defenderam a educação social, para que crianças e adolescentes reconheçam quando estão sendo vítimas de violência sexual. “A criança saberia como se comportar, como agir. O tio passar a mão não é certo, ela ia saber disso”, disse a apresentadora. Luciana concordou: “Permite que ela reconheça, ela sabe que aquilo que não pode”.

Metrópoles

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Judiciário

TSE prevê gastos de até R$ 59 milhões com segurança armada para proteger ministros

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) | Sérgio Lima/Poder 360 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê um gasto de até R$ 59 milhões em segurança armada pelos próximos dois anos e meio – período que inclui as eleições de outubro. O montante abrange despesas com proteção privada em residências de ministros, vigilantes armados nas dependências da Corte e grades de metal. O valor será destinado à renovação do contrato de uma empresa terceirizada que expirou no início deste ano.

Em 2017, a Corte firmou um contrato de R$ 16 milhões com a empresa que fez a vigilância armada do tribunal até o início deste ano.

Desde então, o custo anual do tribunal com segurança privada se manteve, o que equivale a uma despesa mensal de R$ 1,3 milhão. Caso a renovação prevista para os próximos dois anos e meio utilize totalmente os recursos fornecidos pelo tribunal, o gasto mensal subirá para cerca de R$ 2 milhões por mês.

Num momento de crise econômica, o reforço na segurança pessoal será destinado apenas a um seleto grupo de juízes. Com exceção dos ministros que assumem as cadeiras destinadas a advogados – como Carlos Horbach, Sérgio Banhos e alguns suplentes –, os demais integrantes do colegiado já são servidos pela polícia judicial dos respectivos tribunais.

A proteção se aplica aos magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A licitação em curso confere, portanto, um grau adicional de resguardo aos integrantes de tribunais superiores.

No edital de contratação deste ano, o setor de licitações do TSE argumenta ser necessário o investimento em vigilância armada, incluindo a casa dos magistrados, para “resguardar a democracia e o trâmite dos processos da Justiça Eleitoral”.

A Corte afirma ser preciso proteger “o patrimônio e a integridade física dos senhores ministros”, assim como os “inúmeros processos que estão em suas residências para julgamento”, uma vez que “tais autoridades constituem o nível máximo de representação da Justiça Eleitoral”. No processo parcial de licitação, sem serem aprovados critérios técnicos, a empresa favorita para vencer a disputa deu um lance de R$ 47 milhões para oferecer os serviços.

O aumento de despesas em segurança ocorre em meio a ataques ao processo das eleições por parte do presidente Jair Bolsonaro e de sua militância. Empossado presidente do tribunal com o slogan “paz e segurança nas eleições”, o ministro Edson Fachin e a instituição demonstram se preparar, desde o início deste ano, para um cenário de confronto.

‘Padrão’

Ao Estadão, a assessoria do TSE descartou a hipótese de que as contratações sejam voltadas a possíveis episódios de violência durante as eleições. Segundo o tribunal, as grades de proteção são “equipamento padrão utilizado em eventos diversos”, desde a organização do tráfego ao isolamento de áreas e “segurança orgânica”.

O tribunal também informou não ter identificado riscos de depredação ou vandalismo da sede que justificassem a aquisição. “Tudo isso visa a garantir a autonomia e independência do Poder Judiciário e seus membros, sendo que o TSE, dos Tribunais Superiores, era o que detinha a mais acanhada estrutura de segurança, o que vem demandando gastos para prover sua Polícia Judicial de condições de cumprimento de suas atribuições de segurança orgânica e pessoal”, disse o TSE.

Estadão Conteúdo

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Brasil

Lolla 2022: Torre de iluminação de estande desaba e deixa uma pessoa ferida

Foto: Reprodução

Durante uma tempestade com ventos fortes que atingiu parte da cidade de São Paulo na tarde desta sexta-feira (25) desabou uma torre de iluminação do estande da Chevrolet, no Lollapalooza Brasil, no Autódromo de Interlagos, na zona sul da capital. Uma pessoa ficou ferida.

A patrocinadora e a T4F, organizadora do evento, isolaram imediatamente a área e prestaram socorro à vítima. De acordo com o comunicado da organização, a pessoa ferida está consciente e não risco de morte.

Segundo o comunicado, a estrutura contava com todas as autorizações, alvarás e vistoria de bombeiros exigidas por lei.

CNN Brasil

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Política

João Gonçalves se filia ao PSB e fortalece partido na Assembleia Legislativa

Foto: Divulgação

O deputado estadual João Gonçalves assinou, nessa sexta-feira (25), sua ficha de filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). O parlamentar se soma aos deputados Júnior Araújo, Tião Gomes e Rafaela Camaraense que ingressaram na legenda recentemente, além de mais 21 lideranças que já ingressaram na legenda para concorrer a um mandato no legislativo estadual.

A chegada do deputado à sigla foi acompanhada pelo governador João Azevêdo (PSB). O PSB ainda conta na Assembleia Legislativa com os deputados Buba Germano, Pollyanna Dutra, Hervazio Bezerra e Ricardo Barbosa, pré-candidato a deputado federal.

“Estamos chegando para fortalecer o partido na Paraíba e na Assembleia Legislativa, nos juntando ao governador João Azevêdo e aos nossos colegas de Parlamento na certeza de que sairemos ainda maiores do processo eleitoral de outubro para continuarmos nesse trabalho que vem dando resultado e que fará com que tenhamos um estado cada vez mais desenvolvido e com grandes oportunidades para o nosso povo”, disse.

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Paraíba

Polícia Civil divulga novo cronograma das etapas do concurso público com 1,4 mil vagas na Paraíba

Foto: Divulgação

A Polícia Civil divulgou o novo cronograma das etapas do concurso público que oferece 1,4 mil vagas na Paraíba. O cronograma foi publicado no Diário Oficial deste sábado (26).

De acordo com o cronograma, a divulgação do edital de resultado final das provas discursivas e convocação para avaliação médica e biopsicossocial deve acontecer no dia 27 de abril.

A avaliação médica deve ocorrer nos dias 14 e 15 de maio. O resultado final da primeira etapa e convocação para o curso de formação policial está previsto para dia 6 de janeiro de 2023.

O concurso oferece 1,4 mil vagas distribuídas em cargos de níveis médio e superior, com os salários variando de R$ 3.726,73 a R$ 12.769,801.

As vagas são destinadas aos cargos de escrivão, delegado, agente de investigação, perito criminal (em quatro áreas), perito médico-legal (em três áreas), perito odonto-legal, perito químico-legal (em duas áreas), técnico em perícia, papiloscopista e necrotomista.

Clique aqui e confira.

ClickPB

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Política

Somente 900 mil de 6 milhões de jovens de 16 e 17 anos têm título de eleitor no Brasil

Foto: Divulgação/TSE

Faltando pouco mais de um mês para o prazo limite da Justiça Eleitoral, pelo menos 5 milhões de adolescentes ainda podem tirar título para votar em outubro pela primeira vez. Até o final de fevereiro, segundo a Corte, 835 mil pessoas de 16 e 17 anos tinham o documento, e o número deverá ultrapassar 900 mil com as adesões já confirmadas em março.

Apesar do aumento, esse universo representa apenas 15% dos mais de 6 milhões de brasileiros que estão hoje nessa faixa etária, conforme a projeção mais recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os esforços para reverter este quadro têm partido não apenas do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mas também de influenciadores e celebridades.

Devido a um conjunto de fatores, inclusive o envelhecimento da população brasileira, o número de jovens com título de eleitor vem caindo nas últimas décadas. Em 1992, ano do registro mais antigo do TSE, havia 3,2 milhões de eleitores com 16 ou 17 anos no país. Já nas últimas eleições gerais, em 2018, o total havia encolhido para 1,4 milhão, menos da metade.

Mesmo tendo sido uma baixa histórica, o contingente de quatro anos atrás não será alcançado facilmente em 2022. Para isso, será preciso convencer pelo menos 500 mil potenciais eleitores de 16 e 17 anos a emitirem o documento nas próximas seis semanas. A data-limite é 4 de maio.

Em março, o TSE fez uma campanha no Twitter sobre a importância de tirar o título. A mensagem alcançou 88 milhões de usuários, graças à ajuda de perfis famosos que foram desde times de futebol, como Flamengo e Corinthians, até o fã-clube do grupo de K-pop BTS. O resultado foi a emissão de quase 100 mil novos títulos em uma semana, dos dias 14 a 18 deste mês, para jovens entre 15 e 18 anos.

O processo atual de emissão do título é 100% digital. O pedido da primeira via do documento pode ser feito online, na página de autoatendimento do eleitor, do TSE, e exige apenas carteira de identidade, comprovante de residência e, no caso dos homens, também o comprovante de quitação do serviço militar (veja instruções abaixo).

Para votar no dia da eleição, também não será necessário levar o título em papel. Basta baixar um aplicativo, o e-Título, informar o número do documento e mostrar a versão digitalizada para o mesário na seção eleitoral.

UOL

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