A inflação do Brasil subiu menos que nos Estados Unidos e na Zona do Euro em 1 ano. Ao considerar o resultado no acumulado de 12 meses até março, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) avançou 5,2 pontos percentuais no Brasil.
A taxa da Zona do Euro cresceu 6,2 p.p. no período, de 1,3% para 7,5%. Dos EUA, passou de 2,6% para 8,5% –alta de 5,9 p.p..
Os preços estão sendo pressionados pela guerra na Rússia e Ucrânia. O conflito impactou principalmente a inflação mundial do grupo de energia, que inclui os combustíveis. A cotação do barril do petróleo subiu no mercado internacional depois do início dos ataques no Leste Europeu.
Entre os 15 integrantes do G20 que divulgaram a inflação até março, o Brasil ficou na 9ª posição no ranking de índices que mais subiram em pontos percentuais. Registrou 11,30%, o maior nível desde outubro de 2003, quando foi de 13,98%. Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Canadá e Japão ainda não divulgaram as respectivas taxas de março.
Nesta quarta- feira (13), o Reino Unido divulgou que a inflação do país chegou ao maior patamar em 30 anos. Atingiu 7% no acumulado de 12 meses até março. Os Estados Unidos anunciaram que o índice chegou a 8,5% no mesmo período, a maior taxa em 41 anos.
Acordo que garantiu comando da CCJ à União Brasil pode abranger presidência da Câmara em 2023, Petrobras e apoio a Bolsonaro no segundo turnoento disse a O Antagonista que Luciano Bivar, caso não seja aceito como cabeça de chapa do centro democrático, poderá lançar uma chapa “puro sangue”, tendo possivelmente Sergio Moro como vice.
Trata-se de uma tentativa de desviar a atenção do público para a negociação fechada com Arthur Lira para a União comandar a CCJ, comissão mais cobiçada da Câmara, além das importantes comissões de Educação e Minas e Energia.
O acordo com Lira pode ser mais amplo e mais ambicioso, envolvendo a presidência da Câmara a partir de 2023 e o controle da Petrobras, passando pelo apoio a Jair Bolsonaro no segundo turno.
No ano passado, logo depois de Moro se filiar ao Podemos, Renata Abreu passou a considerar em conversas internas uma aliança com a União, tendo Bivar como vice. Júnior Bozzella defendia a ideia, que parecia fora do tom, ressaltando a capacidade de articulação do cacique.
A jornalista Fátima Bernardes vai deixar, em junho, o programa global “Encontro com Fátima Bernardes”, o qual ela é apresentadora há dez anos na programação matinal da emissora. Fátima será a nova apresentadora da décima primeira temporada do “The Voice Brasil”, programa noturno e semanal da Rede Globo.
Já o programa Encontro, que não deve passar por mudanças em seus quadros, agora vai ser apresentado pela jornalista Patrícia Poeta e Manoel Soares, com uma novidade: não mais nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro, mas, direto de São Paulo.
“Tenho muito orgulho do programa que construí com uma equipe incrível e com vocês de casa, sempre dispostos a participar. Minha gratidão eterna por embarcarem nos meus sonhos. Vamos juntos nessa nova fase? Eu tô contando com vocês”, escreveu Fátima Bernardes em sua rede social.
O Pleno do Tribunal de Contas do Estado, em sessão ordinária híbrida, nesta 4ª feira (13), sob a presidência do conselheiro Fernando Rodrigues Catão, aprovou as contas de 2020 da prefeitura de Vista Serrana e do Tribunal de Justiça da Paraíba.
A Corte ainda apreciou recursos e julgou procedente e com imputação de débito, denúncia contra ex-gestores da prefeitura de Campina Grande.
A Denúncia (proc. Nº 11795/13) envolveu os ex-secretários de Campina Grande, Júlio César de Arruda Câmara Cabral, Renan Trajano Farias e Alex Antônio Azevedo Cruz, ainda na gestão do ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo, e trata de pagamentos irregulares em processos de desapropriação.
O relatório da Auditoria apontou fraudes em documentos bancários, ou seja, o Banco do Brasil não confirma a existência de extratos de pagamentos inseridos na prestação de contas pelo município.
O Colegiado entendeu pela procedência da Denúncia, responsabilizando os ex-secretários, solidariamente, pelo montante de R$ 78 mil, a ser ressarcido aos cofres do município, mais multa de R$ 5 mil para cada um e Representação ao Ministério Público Estadual. O relator do processo foi o conselheiro Nominando Diniz.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou junto a equipe econômica a elaboração de uma proposta de aumento linear de 5% para os servidores públicos federais. A informação é do Jornal Extra.
Após a elaboração da proposta, a expectativa é que Bolsonaro anuncie nos próximos dias a concessão do reajuste. O aumento é linear e abaixo da inflação para todos os servidores.
Interlocutores apontam que o governo quer anunciar o quanto antes a medida para aplacar os movimentos de servidores, que deflagraram greves e manifestações. As paralisações de servidores do Banco Central e da Receita Federal são as que mais preocupam o governo, diante do risco para a economia.
Além disso, outro empecilho para o governo na negociação com as categorias é o prazo da Lei de Responsabilidade Fiscal. Por conta do ano eleitoral, o aumento ou reajuste só pode ser realizado seis meses antes do fim do mandato do chefe do executivo. Ou seja, é preciso que o projeto com os reajustes seja aprovado pelo Congresso Nacional até o fim de junho.
Vista aérea de Catolé do Rocha (Foto: Prefeitura Municipal-Facebook)
Uma idosa de 68 anos foi morta a tiros na manhã desta quarta-feira (13), na cidade de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba. O crime aconteceu uma semana após o neto da vítima também ser assassinado.
Ao Portal MaisPB, o delegado da Polícia Civil, Homero Perazzo, informou que a possibilidade de execução não está descartada, uma vez que a perícia esteve no local e identificou a ação de uma suposta dupla criminosa.
A vítima foi atingida por vários disparos de arma de fogo direcionados e foi encontrada pela polícia coberta por um lençol.
Até a tarde desta quarta-feira (13), os suspeitos não foram localizados. A polícia investiga a motivação do crime.
O Governo Federal anunciou, nesta terça (12/4), a instalação de novos 12 mil pontos de Wi-Fi Brasil em escolas da rede pública no país, a ser implementada pelo Ministério das Comunicações (MCom).
Ao lado do presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, adiantou que a implantação começa ainda neste mês de abril. Por ano, serão investidos R$ 85 milhões nesta ação. O anúncio foi realizado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).
“Estamos conectando 3 mil escolas por mês”, adiantou o ministro. “Do montante de escolas que não tinham internet — temos hoje sem internet ainda 14,5 mil — a gente está assinando contrato com a Telebras e com a RNP para conectar 12 mil escolas nos próximos quatro meses”, ressaltou. Apenas 2,5 mil escolas, de acordo com Fábio Faria, restarão para o segundo semestre.
“A promessa do Presidente será cumprida: ele recebeu o governo com mais de 25 mil escolas sem internet e vai entregar 100% das escolas conectadas”, acrescentou.
“Esse trabalho nosso, do passado e do presente, através do Ministério das Comunicações, tem realmente mostrado para o Brasil e para o mundo o nosso interesse e o nosso trabalho de integrar todo o Brasil através das comunicações”, ressaltou o presidente Jair Bolsonaro. “Vamos entregar todo o Brasil conectado até dezembro desse ano”, afirmou.
São parceiras do MCom na iniciativa a Telebras e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A partir do trabalho conjunto, serão instalados 10 mil pontos em escolas ativas em áreas rurais e 2 mil em áreas urbanas.
A meta mais que dobra o número de escolas conectadas pelo Wi-Fi Brasil: até agora, 9.853 pontos de internet do programa estão em unidades de ensino (93% são rurais). Todos os estados e o Distrito Federal serão atendidos.
Na ação com a RNP, um chamamento público foi realizado e dele participaram em torno de mil provedores regionais: 37 mil propostas foram apresentadas para a conexão de 7 mil escolas. Em razão disso, o programa Wi-Fi Brasil passa a contar com a colaboração de provedores regionais, uma reivindicação antiga do setor, agora acolhida.
O governador João Azevêdo transmitiu, nesta terça-feira (12), o cargo para o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides. A transmissão de cargo aconteceu no Palácio da Redenção, em João Pessoa, e contou com as presenças de magistrados, parlamentares e secretários de Estado.
O presidente do Tribunal de Justiça ficará à frente do Governo do Estado entre os dias 13 e 23 de abril, data em que o governador João Azevêdo retoma suas funções após um período de descanso nos feriados da Semana Santa e Tiradentes.
Na ocasião, o governador licenciado João Azevêdo destacou a competência do presidente do Tribunal de Justiça para conduzir a gestão estadual e ressaltou a importância da harmonia entre os Poderes.
“O governo ficará em ótimas mãos porque a conduta e a história do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Saulo Benevides, nos dá essa tranquilidade, temos uma relação institucional harmoniosa e vamos voltar com o mesmo empenho e dedicação para conduzir o estado nesse trabalho reconhecido pelo povo para a construção de uma Paraíba cada vez melhor”, frisou.
Por sua vez, o presidente do Tribunal de Justiça e governador em exercício, Saulo Benevides, afirmou que se sente honrado por assumir o Governo da Paraíba e destacou que o momento irá marcar sua trajetória.
O líder do PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, senador Carlos Portinho (RJ), apresentou nesta terça-feira (12) pedido para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as obras que tiveram início entre os anos de 2006 e 2018. Neste período, o país estava sob a gestão dos petistas Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011), Dilma Rousseff (2012-2016) e do emedebista Michel Temer (2016-2018).
A apresentação do documento faz parte da estratégia do governo para se opor à tentativa de instalação de CPI que mira o suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação.
Além dessa investigação, o líder do PSB, Bira do Pindaré (MA), tenta uma CPI para investigar a compra de Viagra e bens de luxo pelas Forças Armadas.
Segundo Portinho, o pedido já reúne 28 assinaturas. Para a instalação de uma comissão de inquérito no Senado Federal são necessárias 27 assinaturas.
Além do líder, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do presidente, também estava na mobilização para reunir as assinaturas necessárias.
O documento diz-se necessário para “apurar eventual irregularidade e crimes na condução de obras de edificações, bem como, responsabilidade de agentes e ex-agentes públicos relativamente às ações e omissões que resultaram na existência de obras públicas iniciadas e não-concluídas, no período de 2006 até o ano de 2018, e, ainda, possíveis irregularidades no Programa de Financiamento Estudantil – Fies – no mesmo período”.
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