Política

Romário diz que prefere Bolsonaro a Lula: “Antes nosso país estava uma merda do ca…”

Foto: Divulgação

O senador Romário Faria (PL-RJ) prefere Jair Bolsonaro (sem partido) a Lula (PT) e, ainda que tenha críticas à atual gestão, acha que o Brasil está melhor hoje do que nos anos petistas.

“Antes de Bolsonaro, nosso país estava uma merda do caralho”, disse o ex-jogador de futebol em entrevista ao “Cara a Tapa”, canal no YouTube do jornalista esportivo Rica Perrone.

O papo começa sobre futebol, mas lá pela metade da entrevista de quase uma hora o entrevistador entra na seara política. É quando Romário deixa clara sua predileção pelo bolsonarismo.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Romário entende alguma coisa de gestão? Se antes o país estava uma merda hoje está uma fossa inteira.Gasolina subindo a cada instante ,vc sem poder comprar comif e outras coisas mais

    1. Com muito respeito a você mai é simples de entender o governo passado por este atual,o passado deu nossas riquezas para outros países e deixou a divida para o atual e somos nós que vamos ajudar a pagar também

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Judiciário

Justiça impede que presidente da Fundação Palmares nomeie ou exonere funcionários para o órgão

Foto: Divulgação

A Justiça do Trabalho de Brasília suspendeu, nesta segunda-feira (11), o direito do presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo, de nomear e exonerar servidores dentro da instituição, voltada a defender a promoção da cultura afro-brasileira no país.

Acusado de perseguir ideologicamente servidores da Fundação, além de promover assédio moral e discriminação contra funcionários, Camargo era alvo de uma ação do Ministério Público do Trabalho que pedia o seu afastamento do cargo. Na decisão de hoje, o juiz da 21ª Vara do Trabalho de Brasília, Gustavo Chebab, afastou Camargo das funções de gestão de pessoal, mas não da presidência do órgão.

Entre os casos apontados, está a ameaça de Sérgio de demitir “todo mundo que era de esquerda da Fundação”. “[Sergio Camargo]falava para depoente que ia varrer os esquerdistas da Fundação; […] Que a depoente alertou o Sr. Sérgio, por várias vezes, que esse comportamento era ilegal e o Sérgio sempre respondia de forma ríspida […]; o senhor Sérgio disse a ela que mandou o chefe da Recursos Humanos elaborar uma lista de esquerdistas, que ele iria mandar embora”, consta em um dos trechos.

Congresso em Foco

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Brasil

No Brasil, quase 1,5 milhão trabalham com aplicativos de transporte

Foto: Unsplash

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que o Brasil já conta com mais de 1,4 milhão de trabalhadores de aplicativo. Apesar de parecer pouco em relação ao total de pessoas no Brasil, o número representa 31% do total no setor de transporte.

Atualmente, cerca de 4,4 milhões de brasileiros trabalham com transportes, incluindo as áreas de armazenagem e correio. Desde 2016, os trabalhadores informais de aplicativos como Uber, Rappi e iFood praticamente dobraram.

Número diminuiu no início da pandemia, mas estabilizou

De acordo com dados do Ipea, no primeiro trimestre de 2016, o total de profissionais trabalhando com transporte de passageiros era de 840 mil. Em 2018, o setor já contabilizava 1 milhão e, em 2019, o número subiu para 1,3 milhão.

“Com a ascensão das plataformas de aplicativos para entregas de mercadorias ou transporte de passageiros e o consequente avanço tecnológico que facilita mais contratações de curto prazo, é possível perceber que a quantidade de pessoas com empregos não tradicionais (como autônomos e trabalhadores temporários) teve um crescimento exponencial nos últimos anos”, revelou o Ipea.

Ainda segundo informações do instituto, ocorreu redução no número de autônomos durante o início da pandemia em 2020, mas que se estabilizou nos dois primeiros trimestres de 2021 com 1,1 milhão de profissionais no setor de transporte de pessoas. Já em relação ao transporte de mercadorias, o número atual é de 278 mil trabalhadores.

Tecmundo

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Saúde

Falta de atividade física causa gastos de R$ 300 milhões ao SUS só com internações

Foto: Pixabay

Estudo realizado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) constatou que o impacto econômico da inatividade física de brasileiros, em diferentes regiões do país, representa gastos no Sistema Único da Saúde (SUS) de cerca de R$ 300 milhões somente com internações, em valores de 2019.

“Esse custo seria evitável na medida em que você ampliasse o acesso da população a programas de promoção de atividade física”, disse Marco Antonio Vargas, subchefe do Departamento de Economia da UFF e coordenador executivo da pesquisa, denominada “Implicações socioeconômicas da inatividade física: panorama nacional e implicações para políticas públicas”.

Ele afirmou que esses programas devem ser direcionados a variados segmentos de diferentes faixas da população.

O foco do trabalho se situou em pessoas maiores de 40 anos de idade, em função do volume de dados existentes. Buscou-se correlacionar os dados com os custos de tratamento no SUS, isto é, custos de hospitalização.

O levantamento envolveu uma equipe interdisciplinar de pesquisadores, coordenada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – (In) Atividade Física e Exercício da UFF – e foi feito em 2019, portanto, antes da pandemia do novo coronavírus. No momento, está se buscando a atualização dos dados de 2020 para cá, por pesquisadores do Laboratório de Ciências do Exercício (Lace) e do Núcleo de Pesquisa em Indústria, Energia, Território e Inovação (Neiti) da UFF.

 

Com informações Agência Brasil

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Esporte

Neymar admite que Copa do Mundo do Catar por ser a sua última: “Não sei se terei condições de cabeça para aguentar mais futebol”

Neymar admitiu em entrevista para um documentário que a Copa do Mundo do Catar pode ser a última que ele irá jogar. De acordo com o atacante, ele espera chegar bem e ganhar o título, mas alegou que não sabe se terá “condições de cabeça” para aguentar mais o futebol.

— Eu acho que é a minha última Copa do Mundo. Eu encaro como a minha última porque eu não sei se terei mais condições de cabeça de aguentar mais futebol. Então não sei. Então vou fazer de tudo para chegar muito bem, pra ganhar pro meu país, pra realizar o meu sonho maior desde pequeno e espero poder conseguir — contou o jogador ao documentário produzido pela DAZN “Neymar & The Line of Kings”.

O jogador do PSG volta a vestir a camisa da Seleção Brasileira neste domingo contra a Colômbia, pelas eliminatórias da Copa. Ele não jogou a última partida por estar suspenso.

O Globo

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Saúde

Sintomas pós-Covid permanecem em 80% dos pacientes com comorbidades por até 4 meses

Uma pesquisa da USP em 175 pacientes com comorbidades e que tiveram Covid-19 apontou que em 80% dos casos os sintomas pós-doença permanecem por até quatro meses após o início da fase mais aguda da infecção.

Segundo o estudo, os sintomas mais comuns observados foram fadiga, fraqueza, dor de cabeça, falta de ar, tosse, esquecimento e perda de memória.

Os dados foram apresentados pelos pesquisadores na sexta edição da Conferência Internacional de Prevenção e Controle de Infecções, em Genebra, na Suíça.

Os 175 pacientes têm média de idade de 53 anos e Índice de Massa Corporal (IMC) médio de 31,7, o que já configura obesidade, de acordo com os pesquisadores.

Além disso, as pessoas tinham hipertensão e diabete. Alguns pacientes também relataram que já foram fumantes.

Para a pesquisa, três grupos foram formados, seguindo os critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS) conforme os sintomas durante o período do tratamento contra a Covid:

  • Sintomas leves sem necessidade de oxigênio;
  • Sintomas moderados com necessidade de internação e oxigênio suplementar;
  • Sintomas graves com necessidade de intubação e tratamento em unidade de terapia intensiva (UTI).

Durante o estudo, os pesquisadores observaram que pacientes que apresentaram quadro mais graves foram os que mais tiveram sintomas pós-infecção, com índice de 93%.

A pesquisa também apontou que a qualidade de vida dos pacientes piorou depois da Covid. Antes da doença, 64% relataram que a vida era boa e 16% muito boa. O número caiu para 56% e 12,3%, respectivamente.

Acompanhamento

De acordo com o infectologista Fernando Bellissimo, orientador do estudo, os pacientes continuarão sendo acompanhados durante um ano após o início dos primeiros sintomas da Covid-19.

Ainda segundo o médico, o acompanhamento inclui aplicação de exames físicos, medição de pressão arterial e saturação de oxigênio, frequência cardíaca e respiratória, além de teste de força muscular, exames pulmonares e aplicação de questionários e entrevistas.

g1

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Sem categoria

Paraíba registra 141 novos casos e cinco mortes provocadas pela Covid-19 neste domingo

Foto: Reprodução

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (10), 141 casos de Covid-19. Entre os confirmados hoje, 08 (5,67%) são moderados ou graves e 133 (93,33%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 443.141 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.189.656 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados

Também foram confirmados 05 novos óbitos desde a última atualização, sendo 03 nas últimas 24h. Os óbitos registrados neste boletim aconteceram entre os dias 06 de abril e 10 de outubro, todos em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 9.346 mortes. O boletim registra ainda um total de 335.260 pacientes recuperados da doença.

Óbitos

Até este domingo, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre os residentes dos municípios de Cajazeiras (1); Campina Grande (1); Fagundes (1) e João Pessoa (2). As vítimas são 04 mulheres e 01 homem, com idades entre 25 e 82 anos. Cardiopatia foi a comorbidade mais comum.

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Política

Malafaia promete denúncia “arrasa quarteirão” sobre dois ministros: “Perderam condição moral”

O pastor Silas Malafaia afirmou, neste domingo (10/10), que dois ministros de Estado da gestão Jair Bolsonaro (sem partido) perderam a “condição moral” de continuar nos cargos. Em publicação no Twitter, o líder religioso disse que divulgará o nome na segunda-feira (11).

Malafaia chamou as autoridades de “inescrupulosas” e prometeu que a divulgação será um “verdadeiro arrasa quarteirão”.

“Gravíssimo! Atenção, povo brasileiro. Dois ministros de Bolsonaro perderam a condição moral de continuarem como ministros. Amanhã vou postar um vídeo denunciando esses inescrupulosos. Será um verdadeiro arrasa quarteirão”, escreveu.

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Paraíba

MATERIAL DE “OURO”: Envelopes para IPC da Paraíba custam quase R$ 500 mil; Valor duplicou em 2 anos

O Fundo da Segurança e da Defesa Social do Estado da Paraíba gasta esse ano quase meio milhão de reais (R$ 428.985,00) em envelopes de segurança personalizados.

Um aumento de R$ 169.145,00 se comparado a 2019 que foram pagos R$ 259.840,00 para o mesmo produto, embora nas notas de empenhos não indiquem o quantitativo do material adquirido.

Já em 2020 foram adquiridos os materiais a custo zero. O valor empenhado foi de R$ 78.111,15, mas na nota aparece um desconto no mesmo valor, zerando o pagamento.

A empresa vencedora da licitação é a mesma desde 2019. O contrato está em nome da ORGANIZAÇÃO COMERCIAL PRODUTEK LTDA.

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Economia

DINHEIRO NO BOLSO: Governadores de 14 estados preveem reajuste a servidores em 2022

Foto: reprodução

Ao menos 14 governadores planejam conceder aumento salarial a servidores públicos em 2022, ano de eleições. Duas categorias se destacam: professores e policiais. As informações são de um levantamento do jornal O Estado de S.Paulo publicado neste domingo (10). Somente duas unidades da Federação — Distrito Federal e Rio Grande do Sul — descartam reajustes.

A possibilidade de aumento ocorre com a proximidade ao fim do veto a reajustes salariais de servidores, imposto pelo socorro federal concedido durante a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Alagoas e Rio de Janeiro, por exemplo, já aprovaram os reajustes. Os governadores do Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Piauí, Sergipe, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Cantarina estão com a pauta em discussão.

O Brasil tem cerca de 11,5 milhões de funcionários públicos ativos. A maior parte está nos governos municipais, 57%. Os servidores dos governos estaduais representam 32,6% — 3,7 milhões de pessoas.

Proibição de aumentos

A Lei Complementar (PLP 173/2020), do Socorro aos Estados, proíbe reajustes salariais até 31 de dezembro de 2021. A norma chegou a ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF).

A medida foi prevista na lei como forma de compensar os gastos públicos extras com o combate à pandemia de Covid-19.

Metrópoles

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