Um grave acidente entre os pilotos Lorenzo Savadori, da Aprilia, e Dani Pedrosa, da KTM, interrompeu o Grande Prêmio da Estíria da MotoGP neste domingo (8). As motos chegaram a pegar fogo com a intensidade da colisão
Pedrosa sofreu uma queda sozinho e foi para a área de escape. No entanto, sua moto ficou na pista e Savadori não teve tempo de desviar, batendo na motocicleta que estava no meio da pista. Com o vazamento de óleo, houve um rastro de fogo.
O piloto espanhol saiu caminhando após a queda, mas Savadori, que chegou a sair andando logo após o acidente, caiu novamente e foi retirado de ambulância para o centro médico. No entanto, o piloto não corre riscos mais sérios.
A farmacêutica americana Pfizer entrega ao Brasil, neste domingo (08), mais 2,1 milhões de doses da vacina contra Covid-19, divididas em dois voos. As remessas fazem parte da megaoperação que prevê 17 milhões de doses até 22 de agosto, em 17 voos de Miami (EUA) com destino ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).
As entregas foram separadas em dois aviões com 1.053.000 doses cada um. O primeiro voo já chegou às 7h37 e o segundo está previsto para 16h20. No total, a empresa já entregou 41 lotes ao país, totalizando 36 milhões de 200 milhões de imunizantes da vacina Pfizer/Biontech contratados pelo governo federal.
Entregas – Segundo a Pfizer, as doses enviadas ao Brasil são produzidas em duas fábricas nos Estados Unidos, Kalamazoo e McPherson, além de uma fábrica na Europa, Purrs na Bélgica.
A farmacêutica prevê entre o final de agosto e setembro a entrega de 52,4 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo com o governo federal, firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.
O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. A farmacêutica diz que vai cumprir o cronograma de entrega total até o final de 2021.
O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), publicou em suas redes sociais neste domingo (8), data em que se comemora o Dia dos Pais, uma mensagem de esperança para todos os pais e mãe solo do estado.
No vídeo, ele faz também uma avaliação da pandemia da Covid-19.
Fotos: Gustavo Alcântara/MetrópolesFoto: Arthur Menescal/Especial Metrópoles
O presidente Jair Bolsonaro passeia de moto com apoiadores na manhã deste domingo (8) na cidade de Brasília (DF). A “motociata” de Dia dos Pais começou por volta das 9 horas, na Praça dos Três Poderes.
O ato deste domingo (8) é a 8ª “motociata” em que o presidente participa. A primeira ocorreu também em Brasília em maio, no Dia das Mães. Na ocasião, o ponto de partida foi o Palácio da Alvorada e o presidente percorreu a região central de Brasília. O último ato do tipo ocorreu no sábado (7) em Florianópolis (SC).
Mais relatos de Pamella Holanda sobre as agressões de DJ Ivis vieram à tona neste sábado (7). O colunista Léo Dias, do Metrópoles, divulgou neste domingo, 08, o depoimento completo da ex-esposa e vítima do músico. As declarações aconteceram na Delegacia Metropolitana de Polícia do Eusébio, no Ceará, no dia 12 de julho. Em trecho do relato, Pamella revela que o ex-marido já tentou matá-la com uma faca e também acobertar os crimes.
Pamella contou os momentos de violência física e tortura psicológica sofridos por ela. A vítima também entregou à polícia um pen-drive com as filmagens, que já vieram à público, das agressões. Ainda de acordo com a coluna, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) considerou os depoimentos prestados por Pamella e Nágila, a babá que presenciou um dos episódios, como “firmes, coerentes e em harmonia com as demais circunstâncias que envolveram os fatos”.
“A vítima, identificada como Pamella Holanda, relatou que seu marido havia lhe agredido, pela manhã, e em instantes anteriores havia tentado lhe matar com uma faca. Diante daquela situação, ela havia corrido para buscar ajuda na casa de uma vizinha e solicitou que ligassem para a polícia”, relata o depoimento.
Agressões na frente da família
Em outro trecho do depoimento, a ex-esposa do DJ relembrou uma agressão sofrida enquanto estava infectada com o coronavírus, no fim de 2020. “Na data, sua filha era recém-nascida, acreditando que ela tivesse cerca de um mês e meio”, diz. Pamella contou ainda que uma das mulheres que aparecem nas filmagens divulgadas é a mãe dela e, em um segundo vídeo, em que é agredida com um soco nas costas e jogada no chão, o homem é Charles, motorista de Ivis.
Pamella acredita, segundo o depoimento, que o ex-marido tentou se livrar de uma das testemunhas. “Quanto à agressão de que foi vítima no dia 01/07/2021, informa que estava a sós com Iverson no quarto do casal, na casa, em Eusébio; que percebeu que Ives, após tê-la agredido, apressou-se em demitir a babá de nome Nágila, tendo, inclusive, chamado Charles, seu motorista, para levá-la para casa” diz o documento, que acrescenta ainda que a vítima acredita que a atitude foi tomada porque Ivis desconfiava de que a babá havia testemunhado o crime.
Ameaças com faca
Pamella ainda informou aos policiais que Iverson tentou usar uma faca contra ela. “Acrescentou que Iverson saiu de casa, logo após as agressões e retornou, no final da tarde do dia 01/07, como se nada tivesse acontecido, chegando o casal a dormir na mesma cama. No dia 02/07, o acusado desceu à cozinha para tomar o café da manhã. Em seguida, também desceu” detalha o depoimento.
“Assim, enquanto estava na porta de entrada da casa com sua filha, esperando a saída de Iverson, para que pudesse preparar o leite da criança, começou a ouvi-lo, em conversa com a sra Vaneide, governanta, o qual falava sobre abriga do dia anterior”, continua.
Neste momento, ainda conforme o relato à polícia, Pamella teria ido até a governanta e mostrado as lesões em seu corpo, bem como o hematoma no olho esquerdo. Após mostrar os machucados, ela conta que deu um soco no balcão e advertiu Ivis: “Você vai acabar sendo preso” – ao que ele reagiu pegando uma faca em um móvel da cozinha. Conforme o relato, ele foi impedido de continuar com a violência pela governanta.
Quem é DJ Ivis?
Iverson de Souza Araújo, o DJ Ivis, ficou conhecido aos 29 anos, por conta de músicas que ganharam destaque, principalmente no forró. Além de ser DJ, ele também canta e trabalha como compositor. DJ Ivis é autor de músicas como “Volta Bebê, Volta Neném”, “Esquema Preferido” e “Não Pode se Apaixonar”. Ao todo, estima-se que Ivis tenha cerca de 7 milhões de ouvintes, por mês, só no Spotify.
O setor produtivo comemorou, na última quinta-feira (5/8), a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 46/2021, batizado de Refis da Covid. A proposta prevê a reabertura do Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp), de 2017, e é válido para empresas do Simples Nacional, inclusive as que estiverem em recuperação judicial.
A aprovação unânime do PLP foi bastante exaltada pelos senadores e por empresários diretamente impactados pela crise econômica como resultado da pandemia do novo coronavírus. A medida é tida como fundamental para a recuperação da economia.
“A reabertura do prazo de adesão ao programa vai injetar, em período curto, significativos recursos nos cofres públicos, decorrentes da adesão maciça dos devedores. Por isso, em vez de renúncia de receitas, vai oportunizar aumento significativo da arrecadação imediata de recursos aos cofres públicos, cujos ingressos poderão ser utilizados para fazer frente às despesas exigidas para controle e mitigação dos efeitos da pandemia, inclusive sob a perspectiva econômica”, defendeu o líder do governo no Senado.
O otimismo do setor com a matéria ocorre, principalmente, em função das condições previstas no substitutivo. De acordo com o texto aprovado, os empresários mais impactados terão melhores condições para quitar as dívidas geradas entre 2019 e 2020, exclusivamente.
O Refis da Covid é uma aposta do Planalto para injetar ânimo e dar fôlego à recuperação econômica do país no período pós-pandemia. Isso porque o PLP estabelece condições e critérios para renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas com a União.
Entenda o Refis
O projeto institui o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp), para todas as empresas optantes do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, conhecido como Simples Nacional, inclusive as que estiverem em recuperação judicial.
O Simples Nacional é um regime tributário exclusivo para microempreendedor individual (MEI) e micro e pequenas empresas. Quem opta pelo sistema consegue uma série de vantagens, inclusive em relação ao valor e forma de pagamento dos impostos.
A lei considera microempresas as pessoas jurídicas com faturamento de até R$ 360 mil nos últimos 12 meses. Já as empresas de pequeno porte são aquelas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões nos últimos 12 meses.
Estão incluídos no Simples Nacional os seguintes impostos: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS); PIS-Pasep/contribuição; Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição Patronal Previdenciária (CPP) e Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).
Os débitos passíveis de reescalonamento serão os vencidos até o mês anterior à entrada em vigor da lei. Podem entrar débitos constituídos ou não, com exigibilidade suspensa ou não, parcelados ou não, e inscritos ou não em dívida ativa do respectivo ente federativo.
Também estão contemplados os débitos que já tiverem sido parcelados em programas anteriores de parcelamento ou em fase de execução fiscal na Justiça. Pelo texto, apenas as contribuições previdenciárias não poderão ser divididas em 180 parcelas, só em 60, porque a Constituição proíbe o parcelamento delas em prazo maior.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), confirmou que realizará no plenário, na próxima terça-feira (10/8), a votação da proposta que prevê a adoção do voto impresso. Com isso, Lira atende aos apelos tanto da oposição, quanto do vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), que almejam retirar o assunto da pauta do Câmara, o mais rápido possível, para que os deputados possam se preocupar com matérias consideradas mais importantes.
Ainda na sexta-feira (6/7), logo após o anúncio feito por Lira de que levaria a proposta ao para o plenário, apesar de o parecer favorável ter sido derrotado na comissão especial, Ramos fez um apelo público ao presidente da Casa, pedindo pressa para a votação.
Ramos acredita que a proposta será derrotada pelos deputados e argumentou que é necessário que esse tema deve ser tirado do centro das discussões do Legislativo o mais rapidamente possível, para que o país possa voltar a debater assuntos relevantes.
Para ser aprovada, a PEC, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), terá que obter o apoio de três quintos dos parlamentares, ou seja, no mínimo 308 deputados, em dois turnos de votação. Depois disso, precisará ser apreciada pelo Senado e conseguir, no mínimo, 49 votos, também em dois turnos de votação.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, (PSDB) fez críticas duras ao governo Bolsonaro e à gestão do presidente na pandemia.
Eduardo Leite afirmou que não pediu voto para Bolsonaro, não apoiou, não fez campanha junto, mas votou nele, como um cidadão que precisava fazer um escolha num cenário de polarização, contra o candidato do PT, e entendeu, que naquele momento, era o melhor caminho.
“É evidente que mesmo assim foi um erro. Porque a crueldade do presidente, a falta de empatia, a falta de humanidade dele se revelou, especialmente na pandemia, milhares de vidas perdidas por conta de uma conduta irresponsável. Simplesmente para sustentar uma narrativa, para sustentar o seu discurso ideológico e isso é tenebroso”, desabafou.
Leite disse ainda que: “É sem dúvida um grande mal que foi feito ao país. Não dimensionávamos o tamanho que essa crueldade significava para o país. Precisamos corrigir o que eu tenho salientado é que a volta de Lula não vai cicatrizar as feridas deixadas por Bolsonaro”.
A Caixa sorteou na noite deste sábado, (7), o concurso 2.397 da Mega Sena, com prêmio estimado em R$ 55 milhões. Ninguém acertou os números e o prêmio acumulou para R$ 65 milhões.
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