
O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, cumpre agenda administrativa na Paraíba nesta terça-feira (4). O auxiliar do presidente Lula (PT) desembarca em Campina Grande, onde será recebido pelo prefeito Bruno Cunha Lima.
Juscelino Filho participa da solenidade simbólica de entrega de mil chips para alunos da rede municipal de ensino, através do Programa Internet Brasil, às 9h30, no Ginásio O Meninão, no bairro Dinamérica. Os alunos de Campina Grande estão entre os primeiros a integrar o programa.
O acesso à internet ocorre através da disponibilização de chip e pacote de dados. O benefício é destinado aos alunos da educação básica da rede pública de ensino integrantes de famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
A implementação do Programa ocorrerá de maneira gradual: a primeira fase se concentra em alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas municipais e estaduais já atendidas pelo Projeto Nordeste Conectado, nos municípios de Caicó/RN, Campina Grande/PB, Caruaru/PE, Juazeiro/BA, Mossoró/RN e Petrolina/PE.
Denúncias contra Juscelino
As viagens de Juscelino Filho ao longo dos três meses de governo foram o principal motivo de problemas que colocaram o seu cargo em risco. No dia 26 de janeiro, ele utilizou um voo da FAB para ir a São Paulo sob a justificativa de viagem oficial, ficando poucas horas em agenda. No sistema de gastos da pasta, porém, constatou-se o pagamento de R$ 3 mil em diárias de hotel, e ele foi filmado na mesma semana participando de um leilão de cavalos.
Outras denúncias divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, porém, não foram tão bem explicadas por Juscelino. Uma delas diz respeito ao seu patrimônio, que inclui R$ 2,2 milhões em cavalos que não foram declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante sua campanha de 2022. “Desde sempre declaro todos os meus bens na minha declaração de Imposto de Renda. (…) A Receita Federal sempre aceitou todas as minhas declarações, e a Justiça Eleitoral também sempre aprovou as minhas contas”, declarou, sem explicar o motivo de não ter informado o TSE sobre os equinos.
MaisPB




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