Paraíba

UFPB é única da PB a integrar ranking de melhores universidades do mundo

Divulgação

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) é a única do estado a integrar o ranking de melhores universidades do mundo, segundo o World University Rankings do Times Higher Education, divulgado nesta quarta-feira (12). No levantamento internacional constam 62 universidades brasileiras.

No topo do ranking está a Universidade de Oxford, no Reino Unido, de onde surgiu uma das vacinas contra a Covid-19, seguida da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e da Universidade de Cambridge, também no Reino Unido.

O levantamento também aponta que as universidades chinesas estão se aproximando do domínio global do ensino superior dos Estados Unidos.

O Times Higher Education destaca que o ranking deste ano analisou mais de 121 milhões de citações em mais de 15,5 milhões de publicações de pesquisa e incluiu respostas de 40 mil acadêmicos em todo o mundo. Ainda segundo o THE, foram coletados 680 mil pontos de dados de mais de 2,5 mil instituições que enviaram informações.

Blog do BG PB 

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Judiciário

Justiça condena homem que matou ex-esposa com mais de 100 facadas, em João Pessoa, a 48 anos de prisão


A Justiça da Paraíba condenou Lucas Farias dos Santos a 48 anos e 9 meses de prisão pelo feminicídio da ex-esposa, morta com mais de 100 golpes de faca no bairro do Valentina, em João Pessoa. A decisão foi tomada nessa sexta-feira (2), pelo Tribunal do Júri da Capital. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado.

Na sentença, o juiz Philippe Guimarães Padilha Vilar determinou a execução imediata da pena e fixou indenização mínima de R$ 200 mil aos dois filhos deles. O crime foi considerado com três qualificadoras: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime aconteceu em 19 de setembro de 2025. Segundo as investigações, Lucas e a vítima estavam separados havia cerca de um mês e ele foi até o apartamento dela para buscar os dois filhos, de quatro e cinco anos. Durante uma discussão, o homem atacou a ex-companheira com uma faca. A perícia identificou mais de 100 golpes em diferentes partes do corpo.

Imagens de câmeras de segurança registraram Lucas deixando o prédio na mesma data, acompanhado pelos dois filhos e pela mãe dele. O material foi analisado durante a investigação do caso.

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Brasil

[REVISTA OESTE] Golpe em gestação: Ministros apontam articulação de ala de Gilmar Mendes para contestar a eleição se Flávio Bolsonaro ganhar

Foto: Igo Estrela / Getty Images
Por Cristyan Costa para a Revista Oeste
 
“Independência, equilíbrio e prudência.” Nunes Marques escolheu essas três palavras para anunciar como pretendia conduzir as eleições de 2026. Era 12 de maio, e o ministro assumia a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma defesa da liberdade de expressão e uma advertência: combater ameaças à democracia não autorizava “excessos incompatíveis com o Estado democrático de Direito”. Quatro anos antes, sob Alexandre de Moraes, o tribunal havia suspendido a divulgação de um documentário da Brasil Paralelo até depois do segundo turno. Agora, o novo presidente prometia contenção. Restava saber quanto espaço teria para praticá-la.
 
No Supremo Tribunal Federal (STF), a promessa encontrou desconfiança. Segundo apurou Oeste, uma ala da Corte discutia rever decisões da Justiça Eleitoral caso considerasse insuficiente a atuação de Nunes Marques e de seu vice, André Mendonça. A convivência tinha os contornos de uma trégua sob vigilância. Em junho, no programa Roda Viva, Gilmar Mendes tornou pública a disposição do Supremo de atuar como instância revisora diante de eventual parcialidade do TSE.
 
Nos meses seguintes, aquilo que parecia uma divergência jurídica começou a ganhar forma concreta em processos, liminares e decisões contraditórias. Na reta final da campanha, porém, três ministros ouvidos pela reportagem passaram a enxergar algo maior. Para eles, uma ala do Supremo prepara as condições jurídicas e políticas para que a disputa sobre os limites da Justiça Eleitoral não termine com a apuração dos votos. Caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vença Lula, a batalha seguinte poderá ser pela legitimidade do próprio resultado.
Construção da narrativa
 
Na avaliação dessas fontes, o núcleo político da eventual contestação já está à vista: a suspeita de “interferência estrangeira” na campanha brasileira. Uma iniciativa do PT ajuda a entender por quê. Em 23 de setembro, o partido pediu ao ministro Flávio Dino uma investigação sobre uma possível atuação do governo de Donald Trump em favor de Flávio Bolsonaro. O pedido não foi apresentado em uma ação eleitoral. Entrou em um processo sobre a barragem de Mariana, em Minas Gerais, que já estava sob a relatoria de Dino. A escolha do caminho não era irrelevante. Naquela mesma ação, Dino havia estabelecido meses antes que decisões judiciais estrangeiras referentes ao Brasil só poderiam produzir efeitos no país mediante autorização do Supremo — uma reação às sanções impostas com base na Lei Magnitsky. O PT pediu que essa proteção fosse transportada para a eleição presidencial e alcançasse votação, apuração, proclamação do resultado e até diplomação do vencedor pelo TSE. “São bons de narrativa”, disse a Oeste um ministro, sob reserva. “Querem uma justificativa para questionar a vitória do adversário de Lula e esvaziar o TSE.”
 
O partido também requereu a abertura de investigação pela Polícia Federal e acesso a relatórios da Agência Brasileira de Inteligência. Pediu ainda que fossem avaliadas buscas no comitê de Flávio Bolsonaro e na sede nacional do PL, além de quebras de sigilo, mediante representação policial ou requerimento do Ministério Público. A petição cita relações com a organização norte-americana Rockbridge Network, publicidade no exterior favorável ao candidato e conteúdos utilizados por estruturas ligadas ao PL. O próprio documento, contudo, reconhece que o eventual financiamento estrangeiro precisa ser comprovado. Contatos internacionais, manifestações políticas e publicações produzidas no exterior, isoladamente, não demonstram que uma candidatura recebeu recursos ilegais.
 
É precisamente nesse espaço entre suspeita e prova que está a preocupação dos ministros ouvidos por Oeste. Uma investigação pode comprovar uma irregularidade. Pode também demonstrar que ela nunca existiu. O temor das fontes é outro: que a acusação adquira força política antes de qualquer conclusão e sobreviva até depois da contagem dos votos. A hipótese dos ministros é que, diante de uma derrota de Lula, a discussão deixe de ser apenas sobre propaganda, abuso de poder ou financiamento de campanha e se transforme em uma questão de soberania nacional. Nesse cenário, a controvérsia sairia da Justiça Eleitoral e chegaria ao Supremo com uma pergunta muito mais grave: uma vitória obtida sob alegada influência estrangeira poderia ser reconhecida? É esse salto — da fiscalização da campanha para a contestação do resultado — que dá dimensão à disputa em curso.
 
Disputa de poder
 
Outros processos das últimas semanas ajudam a compreender por que os ministros levam essa hipótese a sério. Em 25 de setembro, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou a retirada de publicações ligadas à informação falsa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A ordem atingiu uma publicação do humorista Antonio Tabet. Para contestá-la, Tabet não abriu uma nova ação no TSE nem esperou o julgamento do colegiado eleitoral. Procurou Flávio Dino no Supremo e pediu que o ministro estendesse à publicação os efeitos de uma decisão tomada meses antes em outro caso — um processo envolvendo um vídeo sobre a inelegibilidade do ex-deputado Deltan Dallagnol.
 
Uma ação originada de uma disputa eleitoral no Paraná recebia, assim, um conflito da campanha presidencial. Dino acolheu o pedido e suspendeu a ordem de Mendonça antes de o TSE concluir o julgamento. A defesa de Flávio reagiu pelo mesmo caminho: recorreu a Luiz Fux em outra ação já existente no Supremo. Fux suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a determinação da Justiça Eleitoral. Dentro do próprio STF, portanto, duas decisões individuais apontavam em sentidos opostos sobre uma controvérsia que estava sob análise do TSE.
 
O tribunal eleitoral resolveu a questão em 30 de setembro. Manteve a retirada das informações falsas, mas preservou o post de Tabet depois de Mendonça ajustar seu voto. No dia seguinte, Dino reconheceu que seu processo havia perdido o objeto. Fez, contudo, uma ressalva: em questões constitucionais, a última palavra continuaria pertencendo ao Supremo. O episódio terminou. A disputa institucional, não. Antes disso, o Bolsa Família já havia mostrado como uma questão com impacto direto na campanha poderia sair da órbita do TSE. Em 18 de setembro, a pedido da Advocacia-Geral da União, o decano do STF reconheceu a legalidade do reajuste de 15% anunciado por Lula na véspera. Faltavam pouco mais de duas semanas para o primeiro turno. Gilmar decidiu dentro de um processo sobre a implementação da renda básica. Considerou que o aumento cumpria determinação anterior do Supremo e recompunha a inflação. Segundo apurou Oeste, integrantes da cúpula do TSE se irritaram com a iniciativa por entender que uma discussão sobre os limites eleitorais do reajuste deveria ocorrer na Justiça Eleitoral. O padrão se repetia: uma controvérsia surgida no meio da campanha era levada ao Supremo por meio de um processo aberto originalmente para discutir outro assunto.
 
Movimentos semelhantes apareceram nos Estados. Em Roraima, uma decisão de Dino sobre prazos de desincompatibilização afetou o registro de Arthur Henrique, candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro. No Rio de Janeiro, um impasse no Supremo interferiu na sucessão temporária do governo estadual. No Ceará, Floriano de Azevedo Marques impôs restrições a adversários do governador petista Elmano de Freitas, decisão posteriormente suspensa por Mendonça. Os casos têm objetos, personagens e fundamentos diferentes. Não demonstram, isoladamente, uma articulação nacional. Para os três ministros ouvidos por Oeste, porém, ajudam a revelar algo que consideram decisivo: o Supremo já encontrou caminhos processuais para interferir em controvérsias eleitorais enquanto elas ainda estavam submetidas ao TSE.
 
Depois das urnas
 
É aqui que a preocupação muda de escala. Até agora, as intervenções atingiram publicações, registro de candidatura, acesso a recursos partidários, propaganda eleitoral e decisões administrativas com consequência política. A hipótese discutida nos bastidores do Supremo é que o mesmo mecanismo seja utilizado, depois da votação, sobre um objeto incomparavelmente maior: o resultado da eleição presidencial.
 
Na avaliação das fontes, a narrativa de interferência estrangeira daria o fundamento político dessa mudança. A disposição do STF de rever atos do TSE forneceria o caminho jurídico. Os pedidos já apresentados ao Supremo proporcionariam os processos. Faltaria o fato capaz de reunir essas peças: uma derrota de Lula. Se Flávio vencer, dizem os ministros ouvidos pela reportagem, a alegação de ingerência norte-americana poderia deslocar a discussão da contagem dos votos para as condições em que eles foram conquistados. O argumento deixaria de ser apenas o de proteger uma campanha contra uma ameaça estrangeira. Poderia servir para questionar a legitimidade da vitória do adversário.
 
Esse ponto é importante porque uma eleição presidencial não pode ser anulada apenas por suspeitas políticas. Seria necessário transformar a acusação em questão jurídica, apontar fatos, estabelecer nexo com a campanha e demonstrar consequência suficiente para comprometer a legitimidade do pleito. É justamente essa distância entre o discurso político e a consequência jurídica que torna decisivo o que ocorrerá depois do primeiro turno. Os três ministros consultados por Oeste não dizem que exista, hoje, uma decisão tomada para impedir a posse de Flávio Bolsonaro. O que afirmam é que estão sendo construídos argumentos, precedentes e vias processuais que poderiam ser acionados caso Lula seja derrotado.
 
Essa distinção precisa permanecer clara. A petição do PT não comprova uma operação para invalidar as eleições. As decisões de Dino, Gilmar ou outros ministros tampouco demonstram, isoladamente, uma ação coordenada. O alerta decorre da combinação desses movimentos e da leitura feita por integrantes da própria Corte sobre onde eles podem desembocar.
 
Na posse de maio, Nunes Marques prometeu independência, equilíbrio e prudência. Às vésperas da votação, porém, a disputa já ultrapassa os limites de sua presidência no TSE. O que está em jogo, na avaliação dos ministros ouvidos por Oeste, é saber se a autoridade da Justiça Eleitoral continuará valendo quando proclamar um vencedor que uma ala do Supremo não deseja. Se a hipótese dessas fontes se confirmar, a intervenção terá mudado de natureza. Deixará de servir apenas para rever decisões tomadas durante a campanha e alcançará a própria escolha feita nas urnas. A suspeita de interferência estrangeira poderá fornecer o argumento; os processos já abertos, o caminho; e o Supremo, a instância encarregada de decidir até onde vale o resultado proclamado pelo TSE. Nesse cenário, a eleição não terminaria com a contagem dos votos. O eleitor elegeria o presidente, mas a escolha permaneceria sujeita à aprovação de ministros que não receberam um único voto. A vontade popular deixaria de ser soberana. Entre a decisão das urnas e o exercício do poder, estaria a toga.
Revista Oeste

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Paraíba

Polícia prende suspeitos de integrar organização criminosa que assaltou casas de políticos na Paraíba

Foto: Reprodução

Quatro pessoas foram presas na sexta-feira (2) suspeitas de integrar um grupo criminoso investigado por roubos a casas de políticos na região de Campina Grande, no Agreste da Paraíba.

Assalto na casa do prefeito de Boqueirão

O primeiro roubo investigado aconteceu há cerca de 30 dias, na casa do prefeito João Marcos de Freitas, em Boqueirão. A esposa e a filha dele também estavam no imóvel.

Segundo a polícia, cinco homens participaram da ação. Eles chegaram em um carro e uma motocicleta e levaram joias, celulares e outros pertences. O motorista foi agredido e as vítimas foram mantidas dentro da casa.

Assalto na casa do presidente da ALPB

Em 25 de setembro, o grupo invadiu a casa do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, em Pocinhos. Os criminosos levaram celulares, joias, dinheiro e outros pertences e fugiram em direção à zona rural do município.

Assalto na casa do ex-prefeito de Queimadas

Já o último crime aconteceu em 1º de outubro, quando quatro homens invadiram a casa do ex-prefeito Jacó Maciel, em Queimadas, e fizeram familiares dele reféns. Jacó Maciel não estava no local.

Os suspeitos levaram celulares, joias e outros pertences. Eles também ameaçaram levar uma das pessoas que estavam na casa.

Prisões

De acordo com a polícia, três dos quatro presos são suspeitos de dar apoio às ações, como na fuga e na ocultação de veículos. O quarto suspeito é apontado como um dos executores do roubo em Queimadas.

Outros quatro homens já haviam sido presos desde o início das investigações. Ao todo, oito pessoas foram presas.

Durante as diligências, também foram apreendidos veículos usados pelo grupo e materiais associados ao tráfico de drogas, que serão analisados no decorrer da investigação.

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Política

ELEIÇÕES 2026: saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação

© Fernando Frazão/Agência Brasil

O eleitor poderá escolher até seis candidatos no 1º turno das Eleições 2026, que será realizado no próximo domingo (4). A votação seguirá a ordem de deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente da República.

Cada cargo tem uma quantidade de números. Para deputado federal, são quatro dígitos; deputado estadual ou distrital, cinco; senador, três; e governador e presidente, dois.

A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores anotem os números dos candidatos em um papel antes de ir à seção eleitoral. A chamada “cola” ajuda a evitar erros e a reduzir filas.

A colinha em papel é importante porque não será permitido entrar com celular na cabine de votação. Câmeras, filmadoras e outros equipamentos eletrônicos também deverão ser deixados perto dos mesários. A medida busca proteger o sigilo do voto.

O celular poderá ser usado apenas para a identificação do eleitor aos mesários, por meio do e-Título com foto, ou para apresentar documentos oficiais digitais, como a CNH Digital e o RG Digital.

Documento de identificação

Para votar, também é possível apresentar qualquer documento oficial com foto, mesmo que esteja vencido, desde que permita a identificação. São aceitos:

  • carteira de identidade;
  • Carteira de Identidade Nacional (CIN);
  • identidade social;
  • passaporte;
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • carteira de trabalho física;
  • carteira profissional emitida por conselho de classe.

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Paraíba

Paraíba tem três trechos impróprios para banho neste final de semana; veja

Foto: Krystine Carneiro/G1

Três trechos de praias da Paraíba estão impróprios para banho neste fim de semana. Segundo relatório de balneabilidade divulgado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), os três trechos estão localizados em João Pessoa.

Segundo o órgão, a classificação de impróprio vale apenas para uma faixa de 100 metros à direita e à esquerda do ponto de coleta. Fora desse perímetro, as praias seguem liberadas para banho até nova avaliação da qualidade da água.

Trechos impróprios para banho na Paraíba

Em João Pessoa

  • Penha: Rua Ver. Mario Torres de Andrade
  • Penha: Avenida Praia dos Pescadores
  • Jacarapé e Sol: Rua Manoel Candido Soares

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Política

INDECISO? Trump não confirma apoio a Flávio Bolsonaro, mas repete que acompanhará ‘de perto’ eleições no Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (2) que acompanha “muito de perto” as eleições brasileiras, marcadas para domingo (4), mas evitou declarar apoio ao senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Questionado por jornalistas na saída da Casa Branca sobre o pleito, Trump não respondeu diretamente se apoia o filho de Bolsonaro e voltou a destacar a importância da eleição e do Brasil.

Na última quinta-feira (1º), ele já havia dito que acompanhava a disputa e classificou o Brasil como um país “muito importante”.

Até o momento, Trump não anunciou formalmente apoio a nenhum dos candidatos à Presidência brasileira.

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Paraíba

Mais de 20 mil passageiros devem passar por rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande durante eleições

Cerca de 20,5 mil passageiros devem embarcar entre esta sexta-feira (2) e segunda-feira (5), durante o período das eleições, nos terminais rodoviários de João Pessoa e Campina Grande. A informação foi divulgada pela empresa responsável pela administração dos locais.

Em João Pessoa, a previsão é de 15 mil passageiros, aumento de 6% em relação a um fim de semana regular. Foram confirmadas 25 partidas extras para destinos como Patos, Sousa, Cajazeiras, Conceição, Princesa Isabel, Teixeira e Taperoá, com possibilidade de novos horários conforme a demanda.

Em Campina Grande, cerca de 5,5 mil passageiros devem embarcar, um aumento de 14% em relação a um fim de semana regular. O terminal terá 38 partidas extras para destinos como João Pessoa, Princesa Isabel, Patos, Cajazeiras e Conceição, também com possibilidade de ampliação.

A empresa informou ainda que todos os passageiros, inclusive crianças, devem apresentar documento original com foto no embarque. Crianças e adolescentes menores de 16 anos que viajarem desacompanhados ou com terceiros precisam apresentar autorização específica.

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Política

Alcolumbre coloca PEC da escala 6×1 na pauta do Senado de 6 de outubro, dois dias após 1º turno

Foto : Carlos Moura / Agência Senado / CP

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu pautar para 6 de outubro, terça-feira – dois dias após o primeiro turno das eleições – a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1, bandeira do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No dia 14 de agosto, Lula se reuniu com o presidente do Senado por cerca de uma hora e meia no Palácio da Alvorada. Na época, Lula voltou a pedir ao senador que avance com a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 antes das eleições, a serem realizadas em outubro.

Alcolumbre também havia se comprometido a se reunir com lideranças partidárias para saber a viabilidade de avançar com a pauta da escala 6×1.

Após o encontro entre os dois, o presidente do Senado divulgou uma nota em que afirma que eles tiveram “um diálogo maduro, franco e republicano, fundamental para compreender as prioridades do Governo e tratar da agenda legislativa de interesse do nosso país”. “Na função de presidente do Congresso Nacional, tenho a responsabilidade de assegurar que as matérias submetidas ao Parlamento tenham o devido encaminhamento, com absoluto respeito às prerrogativas do Poder Legislativo e ao papel de cada senadora e senador”, acrescentou, em comunicado.

“Nesse sentido, determinei o encaminhamento às comissões competentes de três propostas prioritárias: a PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1; a PEC 18/2025, a PEC da Segurança Pública; e o PL 2780/2024, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. São matérias de alta complexidade que seguirão o rito ordinário e regimental no Senado, com a análise e o aprofundamento necessários”, esclareceu.

O primeiro turno das eleições está marcado para o próximo domingo (4). Já a segunda fase eleitoral está agendada para o dia 25, último domingo do mês.

Jovem Pan

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Judiciário

DEU RUIM: Maioria do TSE vota contra registro de Cícero Lucena em caso ligado a facção

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, nesta sexta-feira (2), pelo indeferimento do registro de candidatura de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba. A decisão ocorre no julgamento de um recurso do Ministério Público Eleitoral que aponta suposto uso da facção criminosa Nova Okaida para favorecer o projeto político do ex-prefeito de João Pessoa.

A ministra Estela Aranha foi a quarta integrante da Corte a votar contra a candidatura, acompanhando o relator, Ricardo Villas Bôas Cueva. Também se posicionaram nesse sentido os ministros Floriano de Azevedo Marques Neto e Dias Toffoli. O julgamento teve um pedido de vistas do ministro André Mendonça, entretanto, a maioria foi formada, com quatro votos entre os sete ministros.

Ao defender o indeferimento, Cueva afirmou que as provas do processo indicam que Cícero teria sido beneficiado pela atuação da Nova Okaida nas eleições de 2020 e 2024. O ministro mencionou investigações envolvendo a filha do candidato, Janine Lucena, e a ex-primeira-dama Lauremília Lucena, além de apontar uma suposta troca de vantagens eleitorais por benefícios relacionados à atuação política.

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MPPB

MPPB ajuíza ação civil por improbidade contra Vitor Hugo, André Coutinho e mais três


					MPPB ajuíza ação civil por improbidade contra Vitor Hugo, André Coutinho e mais três
Vitor Hugo e André Coutinho, ex-prefeitos de Cabedelo. (Foto: Reprodução)

O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil contra os ex-prefeitos de Cabedelo, Vitor Hugo e André Coutinho, e mais três pessoas. O órgão apura um possível ato de improbidade administrativa em razão de desvios de recursos públicos relacionado à contratação de pessoas indicadas por integrantes de uma organização criminosa em Cabedelo.

A ação tem como base as duas fases da Operação En Passant, deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com o Gaeco. A investigação apontou a participação de uma facção criminosa dentro da administração pública de Cabedelo.

De acordo com a ação, o dano ao erário é estimado em, no mínimo, R$ 519.202,54.

Entre as outras pessoas citadas na ação está Flávio de Lima Monteiro, conhecido como ‘Fatoka’, acusado de chefiar uma facção criminosa com atuação na região de Cabedelo. A apuração indica que Fatoka indicava pessoas a serem contratadas em troca de apoio político.

Ainda de acordo com o MPPB, também foram evidenciados esquemas de desvio de recursos públicos, em que as pessoas contratadas precisavam destinar parte do montante recebido para outras pessoas, prática conhecida como “rachadinha”.

Participação da administração pública

De acordo com o MPPB, Vitor Hugo , então prefeito de Cabedelo, teria utilizado a estrutura administrativa municipal para autorizar e avalizar a nomeação de pessoas indicadas pela organização criminosa, com consequente desvio de recursos públicos. A ação aponta que os valores foram destinados a pessoas contratadas para cargos em comissão, por meio de terceirização e por contratações temporárias por excepcional interesse público.

A ação também aponta a participação de André Coutinho, então vereador e posteriormente prefeito de Cabedelo, que teria atuado na autorização e no aval de nomeações de pessoas indicadas pela organização criminosa, tanto na Câmara Municipal quanto na Prefeitura. Conforme o Ministério Público, elementos reunidos na investigação policial indicariam que ele tinha conhecimento das nomeações e teria participado do esquema de desvio de recursos públicos.

O que dizem os ex-prefeitos

O Blog entrou em contato com os dois ex-prefeitos citados na ação do MP. Vitor Hugo informou que a sua equipe jurídica aguarda a notificação formal para tomar medidas cabíveis,

Vale lembra que Vitor Hugo teve o seu registro de candidatura a deputado indeferido pelo TRE-PB por possível influência de facções criminosas. Ele acabou não recorrendo e desistiu da candidatura.

Já André Coutinho não retornou o nosso contato. O espaço, claro, está aberto.

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