Política

PF descobre esquema e evita quase R$ 500 milhões em fraudes do INSS

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Polícia Federal identificou uma suspeita de fraude que pode chegar a R$ 486 milhões em pagamentos de benefícios, como o auxílio-reclusão, cujo objetivo é proteger parentes que, com a prisão do segurado, podem ficar sem renda e, no caso de jovens, abandonar a escola para trabalhar.

A operação para identificar os desvios também contou com a atuação do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e da Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Setores de inteligência das instituições financeiras que fazem esses pagamentos verificaram indícios de irregularidades nas transferências.

De acordo com a PF, as supostas fraudes foram feitas por meio de acessos de senhas de 29 servidores do INSS. A principal suspeita é que os códigos tenham sido hackeados. Ainda segundo policiais que participam da ação, com o acesso ao sistema do órgão, criminosos conseguiram reativar benefícios e alterar dados de contas bancárias para que os pagamentos fossem feitos.

Investigadores contaram à Folha que, entre os indícios encontrados até o momento, foi possível identificar em uma grande quantidade de casos que titulares das contas dos bancos não eram os mesmos destinatários dos benefícios.

Um outro padrão notado é que as reativações foram feitas em benefícios que estavam perto de completar cinco anos, com valores que nunca passavam de R$ 100 mil —o que seria, em tese, para não chamar a atenção de órgãos de controle, como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

“A Polícia Federal detectou, por meio do uso de ferramentas de análise massiva de dados, a existência de milhares de reativações de benefícios sociais de forma fraudulenta. Dessa forma, a medida mais urgente para evitar a evasão de dinheiro público foi o acionamento das instituições financeiras, possibilitando o bloqueio do pagamento de milhões de reais em benefícios fraudulentos”, disse Cléo Mazzotti, coordenador-geral de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal.

A maior preocupação do lado da polícia era que os pagamentos fossem suspensos o quanto antes. Isso porque a experiência de investigações desse tipo mostra que é difícil recuperar o dinheiro depois de realizada a transferência. Em algumas situações, é possível encontrar os autores, mas dificilmente os recursos são devolvidos.

A apuração começou em junho deste ano e, desde então, os bloqueios de pagamentos começaram a ser feitos.

Mais de 13 mil benefícios que seriam pagos estão na mira da investigação —entre eles o auxílio-reclusão. o benefício é pago a dependentes do trabalhador que tenha no mínimo dois anos de atividade urbana reconhecida pelo INSS e não receba benefício do órgão, dentre outras exigências.

Segundo o INSS, uma análise mais aprofundada vai concluir, dentro desse montante de R$ 486 milhões, quais benefícios que seriam pagos irregularmente e quais estavam regulares. Por isso, o órgão ainda não tem informação de quanto poderá ser recuperado.

A PF agora investiga se a ação foi orquestrada, se partiu de um mesmo grupo e busca identificar os autores das supostas fraudes.

Na esteira de medidas para combater desvios, o INSS concluiu no início de setembro a distribuição de tokens para aprimorar a segurança no acesso de servidores do órgão a dados dos beneficiários e ao sistema que autoriza a concessão de benefícios.

Com isso, o acesso passa a ser protegido por três mecanismos: a senha pessoal de cada servidor, a verificação em duas etapas (código enviado para o celular do servidor) e o token (uma espécie de pen-drive que deve ser inserido no computador para destravar o sistema do INSS).

Os tokens custaram R$ 1,34 milhão e devem ser renovados em três anos.

“Historicamente, o INSS é alvo de fraude, é alvo de todo tipo de problema. Nós começamos nos últimos anos a intensificar as parcerias com outros órgãos. As fraudes estavam cada vez mais sofisticadas, e o mundo está investindo em segurança cada vez mais. Então o setor público não pode ficar à margem disso”, disse o diretor de tecnologia da informação do INSS, João Rodrigues da Silva Filho.

O processo de compra dos tokens começou ainda no ano passado, como um projeto do INSS. A compra foi feita no início de 2022 e, agora em setembro, o sistema de todos os servidores do órgão (cerca de 20 mil) passou a exigir o dispositivo.

Essa nova fase começou como um teste para um grupo mais restrito de servidores, mas, após seis meses, foi adotado por todo o órgão.

Os tokens foram distribuídos inclusive para servidores de agências do INSS em todo o país. Segundo Filho, o dispositivo passou a ser necessário até para acessar o histórico e processo de beneficiados.

“O valor investido na segurança é muito pequeno em relação ao risco de fraudes”, afirmou o diretor.

O INSS trabalha em conjunto com outros órgãos para evitar prejuízos no pagamento de benefícios. Além da PF, há grupos de trabalho com o Ministério da Previdência e Trabalho, GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e Dataprev.

Os bancos fazem, por exemplo, cruzamento de dados para saber se o benefício a ser pago será depositado em uma conta com o mesmo CPF ou de algum familiar. Caso contrário, há um indício de fraude.

Outra medida prevista pelo INSS é a troca da rede dos computadores, por uma com acesso mais rápido e que dá mais autonomia ao órgão. Atualmente, em caso de alguma suspeita de acesso irregular com informações e senhas de servidores, o INSS não consegue bloquear o acesso imediatamente —às vezes, depende do Dataprev.

Além disso, o INSS quer investir mais em cursos e conscientização dos servidores sobre os riscos de fraude para evitar que o sistema seja burlado.

FolhaPress

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Paraíba

Fundadores do Setai Grupo GP representam o Nordeste em desfile de superesportivos V12 antes do GP de São Paulo

Setai Grupo GP, maior construtora de capital fechado do Nordeste, capta R$ 185 milhões com emissão de CRIs em parceria com a Kinea
Setai Grupo GP encerra 2025 com ciclo histórico de entregas, novos lançamentos e expansão no Nordeste

Foto: divulgação / assessoria

Os empresários André Penazzi e Germano Guedes Pereira Filho, sócios-fundadores do Setai Grupo GP, vão participar do Power of Sound: Motores V12, desfile que antecede a largada do GP de São Paulo de Fórmula 1, no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, neste domingo (8). A apresentação acontece das 10h20 às 10h50, e os irmãos são os únicos nordestinos entre os dez participantes escolhidos para a atração.

André estará com um modelo de Ferrari V12, enquanto Germano, com uma Aston Martin DBS. No macacão, os irmãos levarão as bandeiras da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará.

“No domingo, antes da Fórmula 1, eu e meu irmão, vamos representar o Nordeste e os estados em que o Setai atua com muito orgulho. Foi um convite surpresa e compartilho com vocês esse sonho que está se tornando realidade”, afirmou André Penazzi pelas redes sociais.

O Power of Sound reúne dez superesportivos de fabricantes como Ferrari, Aston Martin e Audi, equipados com motores aspirados V12, V10 e V8. Os veículos desfilam pela pista em uma apresentação que pretende reproduzir o ronco dos carros da Fórmula 1 entre 1990 e 2013, era marcada pelos motores aspirados de alta rotação. O tema sonoro também inspirou o troféu do GP de São Paulo deste ano, feito em titânio a partir dos coletores de escapamento dos motores V10.

O desfile está programado para antes do Desfile de Pilotos e da largada do GP de São Paulo, marcada para às 14h.

*Paixão pelos motores*

Para os irmãos, o convite une um interesse que também aparece nos negócios. À frente de uma incorporadora com 20 anos de atuação na Paraíba, mais de 10 mil unidades entregues e mais de 1 milhão de metros quadrados construídos, o Setai Grupo GP mantém parcerias com marcas do universo automobilístico. Entre elas estão o Setai Residences Interiors by Aston Martin, primeiro projeto residencial da marca na América do Sul, e o Setai Residences Design by Pininfarina, do estúdio italiano conhecido por assinar carros da Ferrari. O grupo também anunciou o Setai Car Museum, que será o primeiro museu do automóvel do Norte e Nordeste, com espaço para 150 veículos do acervo do Setai.

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Brasil

ENAMED: Lula sanciona lei da “OAB da Medicina”, mas barra repasse de 2% de faculdades para o SUS

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Lula sancionou na tarde desta sexta-feira (06) a lei que institui a obrigatoriedade do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), popularmente batizado de “OAB da Medicina”. A medida efetiva a exigência de notas mínimas de proficiência para que estudantes de medicina possam exercer a profissão no Brasil.

As avaliações obrigatórias serão aplicadas em três etapas ao longo da graduação: no final do segundo, do quarto e do sexto ano do curso. Apesar de defender a exigência de proficiência para conter o avanço desordenado de faculdades privadas de baixa qualidade, o Palácio do Planalto fez um veto estratégico no texto final sancionado.

O governo derrubou o trecho que obrigava as instituições de ensino privadas a repassarem 2% do seu faturamento líquido ao Sistema Único de Saúde (SUS) como contrapartida pelo uso da estrutura e dos hospitais públicos na realização de estágios curriculares e atividades práticas, aliviando o caixa dos grandes grupos educacionais sob a justificativa de dificuldade na definição de critérios equânimes.

Com informações da CNN Brasil

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Brasil

[VÍDEO] Deputada federal Duda Salabert propõe que intervalo de almoço seja contado como hora trabalhada

Uma proposta apresentada pela deputada federal Duda Salabert (PSol-MG) pretende incluir os intervalos de almoço e repouso na jornada de trabalho, com pagamento correspondente ao período. O projeto de lei foi apresentado nesta quinta-feira (5).

A parlamentar argumenta que trabalhadores com jornada de oito horas acabam permanecendo nove horas vinculados ao emprego por causa do intervalo, sem receber pelo período.

Na justificativa, afirma que a pausa é importante para a saúde, mas nem sempre representa tempo livre, já que o funcionário precisa permanecer próximo ao local de trabalho.

Nas redes sociais, Duda defendeu que a remuneração do intervalo também beneficia as empresas, que passam a contar com funcionários mais descansados e atentos às atividades.

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Paraíba

MPT aciona Justiça contra ex-presidente do Folia de Rua por discriminação política

O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) entrou com uma ação contra um empresário do setor de entretenimento e organizador de blocos de Pré-Carnaval de João Pessoa. O processo foi motivado por declarações nas redes sociais em que ele afirmou que não contrataria artistas ligados ao PT ou com opiniões políticas diferentes das suas.

A Justiça do Trabalho determinou que o empresário cumpra algumas medidas, entre elas a exclusão das publicações. Caso descumpra as ordens, ele poderá pagar multa de R$ 10 mil por cada obrigação não atendida.

Segundo o MPT, a Paraíba já registrou 105 denúncias de possíveis casos de discriminação política no trabalho. Cerca de 40% foram recebidas após o segundo turno das eleições de 2026, realizado em 25 de outubro.

O procurador do Trabalho Rogério Sitônio Wanderley afirmou que esse tipo de conduta fere direitos como a igualdade, a liberdade de opinião política e a dignidade humana, além de poder configurar assédio eleitoral.

“A conduta viola direitos fundamentais relacionados à igualdade, à liberdade de consciência e de convicção política, ao pluralismo político, à dignidade da pessoa humana e aos valores sociais do trabalho, além de fomentar práticas de assédio eleitoral e discriminação político-ideológica”, afirmou o procurador.

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Polêmica

VÍDEO: SEM ÁRVORE E PRAZO: Veja imagens da obra milionária do Parque da Cidade que não tem data de conclusão

“Olha só a situação do Parque da Cidade, aqui no Bessa, em João Pessoa”, denuncia o vereador Fábio Carneiro, nesta sexta-feira.

Mais de R$ 22 milhões já foram gastos e nenhuma árvore plantada, muito mato e nenhum trabalhador executando serviço neste momento.

A obra está completamente cercada por placas metálicas. A população não consegue sequer acompanhar o que está acontecendo aqui dentro.

E agora a Prefeitura anuncia uma nova licitação, com um projeto que ultrapassa os R$ 100 milhões.

O que a população acha desse projeto que se arrasta há anos?

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MPPB

MPPB denuncia 20 pessoas por tráfico, lavagem de dinheiro e domínio armado em cidades da Paraíba

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O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ofereceu denúncia contra 20 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa que atuava nas regiões do Agreste e do Brejo paraibanos, promovendo o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro, a extorsão, a agiotagem armada e o domínio territorial com uso de violência. Os denunciados são provenientes dos municípios de Campina Grande, Areia, Esperança, Pocinhos e Montadas. Cinco deles já estão presos em unidades prisionais da Paraíba e um, em uma penitenciária de Minas Gerais.

A denúncia (Processo nº 0828566-21.2026.8.15.0001), apresentada pela 4ª promotora de Justiça de Campina Grande, Luciara Lima Simeão Moura, é um desdobramento da Operação Cadeia de Comando, cujas investigações se basearam na extração, autorizada judicialmente, de dados do aparelho celular do líder estadual da facção criminosa Nova Okaida, Naudivânio Ferreira da Silva, conhecido como “Lorinho”, morto em confronto com forças policiais no estado de Pernambuco.

De acordo com o MPPB, as provas obtidas a partir da análise pericial revelaram o funcionamento de células altamente hierarquizadas que dominavam pontos de venda de entorpecentes em cidades do Agreste e do Brejo paraibanos. O grupo impunha controle territorial armado e submetia integrantes e moradores a punições corporais (“disciplinas”) e ordens de execução determinadas por líderes da organização criminosa de dentro de estabelecimentos prisionais do estado. Corroborando as provas telemáticas, a análise dos Relatórios de Inteligência Financeira comprovou a circulação, a dissimulação e a ocultação de mais de R$ 34 milhões, movimentados por meio de pessoas jurídicas de fachada.

Conforme explicou a promotora de Justiça, os crimes foram praticados no período de 2024 a 2026, nos municípios de Campina Grande, Esperança, Areia, Montadas, Areial, Pocinhos e São Sebastião de Lagoa de Roça. Segundo ela, o grupo se caracterizava por uma estrutura altamente organizada, com divisão de tarefas, emprego de armas de fogo e participação de lideranças que, mesmo custodiadas no sistema penitenciário, continuavam a exercer o comando das atividades ilícitas.

A investigação apontou que a atuação dos denunciados estava distribuída de forma coordenada em três núcleos operacionais voltados ao tráfico de entorpecentes e ao domínio territorial: o núcleo de Esperança e municípios adjacentes; o núcleo de Montadas e Areial; e o núcleo de Areia e Pocinhos. Também foi constatada a existência de um núcleo financeiro responsável pela lavagem de capitais.

Pedidos

O MPPB requer, entre outros pedidos, que o Juízo da Vara Criminal de Campina Grande receba a denúncia, dando início à instrução da ação penal, e condene os denunciados pelas condutas individualizadas.

Pede também que não seja apresentada proposta de Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), uma vez que as penas mínimas e máximas previstas para os crimes imputados aos denunciados extrapolam o limite objetivo estabelecido em lei, além de envolverem organização criminosa estruturada, armada, voltada ao tráfico em larga escala e com emprego de violência.

Requer, ainda, a fixação, na sentença condenatória, de um valor mínimo para a reparação dos danos causados pelas infrações penais, incluindo os danos morais coletivos e difusos causados à segurança pública e à sociedade paraibana em decorrência da atuação violenta da facção criminosa e da lavagem de capitais ilícitos.

O MPPB pede também a decretação do perdimento, em favor da União, de todos os bens, valores, armamentos, aparelhos celulares e veículos apreendidos no âmbito do inquérito policial e dos autos cautelares, por se tratarem de instrumentos e produtos diretos do tráfico ilícito de drogas e da lavagem de dinheiro.

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Paraíba

PERIGO: Mais de 100 cidades da Paraíba estão sob alerta laranja de baixa umidade

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta sexta-feira (6), um alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar em 106 municípios da Paraíba.

O aviso começou às 10h e segue até as 23h59 desta sexta. Segundo o Inmet, a umidade deve variar entre 12% e 20%, com risco de incêndios florestais e problemas de saúde, como ressecamento da pele e desconforto nos olhos, na boca e no nariz.

O Inmet orienta que a população das cidades afetadas mantenha a hidratação constante, evite atividades físicas intensas nas horas mais secas do dia e reduza a exposição ao sol nos períodos de maior calor.

Em caso de necessidade, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros pelo número 193.

Municípios sob alerta laranja

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Amparo
  4. Aparecida
  5. Areia de Baraúnas
  6. Assunção
  7. Belém do Brejo do Cruz
  8. Bernardino Batista
  9. Boa Ventura
  10. Bom Jesus
  11. Bom Sucesso
  12. Bonito de Santa Fé
  13. Brejo do Cruz
  14. Brejo dos Santos
  15. Cachoeira dos Índios
  16. Cacimba de Areia
  17. Cacimbas
  18. Cajazeiras
  19. Cajazeirinhas
  20. Camalaú
  21. Carrapateira
  22. Catingueira
  23. Catolé do Rocha
  24. Conceição
  25. Condado
  26. Congo
  27. Coremas
  28. Coxixola
  29. Curral Velho
  30. Desterro
  31. Diamante
  32. Emas
  33. Ibiara
  34. Igaracy
  35. Imaculada
  36. Itaporanga
  37. Jericó
  38. Joca Claudino
  39. Junco do Seridó
  40. Juru
  41. Lagoa
  42. Lastro
  43. Livramento
  44. Mãe d’Água
  45. Malta
  46. Manaíra
  47. Marizópolis
  48. Mato Grosso
  49. Maturéia
  50. Monte Horebe
  51. Monteiro
  52. Nazarezinho
  53. Nova Olinda
  54. Olho d’Água
  55. Ouro Velho
  56. Parari
  57. Passagem
  58. Patos
  59. Paulista
  60. Pedra Branca
  61. Piancó
  62. Poço Dantas
  63. Poço de José de Moura
  64. Pombal
  65. Prata
  66. Princesa Isabel
  67. Quixaba
  68. Riacho dos Cavalos
  69. Salgadinho
  70. Santa Cruz
  71. Santa Helena
  72. Santa Inês
  73. Santa Luzia
  74. Santana de Mangueira
  75. Santana dos Garrotes
  76. Santa Teresinha
  77. Santo André
  78. São Bentinho
  79. São Bento
  80. São Domingos
  81. São Francisco
  82. São João do Rio do Peixe
  83. São João do Tigre
  84. São José da Lagoa Tapada
  85. São José de Caiana
  86. São José de Espinharas
  87. São José de Piranhas
  88. São José de Princesa
  89. São José do Bonfim
  90. São José do Brejo do Cruz
  91. São José dos Cordeiros
  92. São Mamede
  93. São Sebastião do Umbuzeiro
  94. Serra Branca
  95. Serra Grande
  96. Sousa
  97. Sumé
  98. Taperoá
  99. Tavares
  100. Teixeira
  101. Triunfo
  102. Uiraúna
  103. Várzea
  104. Vieirópolis
  105. Vista Serrana
  106. Zabelê

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Paraíba

Após mortes, MPF cobra medidas do DNIT e estudo para triplicação da BR-230 entre Soledade e Juazeirinho

O Ministério Público Federal na Paraíba instaurou um procedimento para cobrar ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a adoção de medidas emergenciais para evitar acidentes na BR-230, entre Soledade e Juazeirinho, no Sertão paraibano. O órgão também pede um estudo sobre a viabilidade de triplicação da rodovia no trecho.

O DNIT tem 10 dias para apresentar um cronograma de implementação das medidas. A recomendação cita acidentes com mortes registrados na região.

“No período de 01/01/2020 a 30/06/2026, foram registrados 156 sinistros de trânsito, dos quais 67 foram graves, resultando em 37 vítimas fatais; – No recorte temporal entre 01/01/2024 e 27/10/2026, registraram-se 77 sinistros, dos quais 39 foram de alta gravidade (50,6%), contabilizando 35 mortes e 105 feridos (36 graves), ostentando um índice de letalidade crítico de 0,45, com 77% das mortes concentradas no período noturno /madrugada e nítida prevalência de colisões frontais”, cita o procurador Anderson Danillo Pereira.

Segundo o MPF, relatórios da Polícia Rodoviária Federal apontam que os acidentes estão relacionados ao comportamento dos motoristas e a fatores da rodovia, como curvas, retas e falta de sinalização.

Além do estudo sobre a triplicação, o órgão recomenda a instalação de equipamentos de fiscalização e redutores de velocidade, além da revitalização da sinalização.

Veja as recomendações abaixo:

  1. Implantação de equipamentos eletrônicos de fiscalização/redutores físicos de velocidade
  2. Implantação de dispositivos auxiliares de engenharia (Sonorizadores e LRV): a) Implantar, de forma imediata e prioritária, linhas de estímulo à redução de velocidade (LRV) e sonorizadores nos acessos e zonas de transição dos trechos críticos, especialmente nos km 215, km 225,6, km 227 e km 234;
  3. Revitalização e reforço da sinalização vertical e horizontal da rodovia (Programa BR-LEGAL 2): a) executar a repintura e restauração integral da sinalização horizontal (linhas amarelas contínuas de vedação de ultrapassagem no eixo da pista e faixas de bordo) entre os km 205,0 e 250,0, corrigindo os pontos de transição inadequados em declives; b) reforçar a sinalização vertical regulamentar, mediante a fixação de placas R-7 (Proibido Ultrapassar) e R-19 (Velocidade Máxima Permitida de 80 km/h); c) instalar painéis e placas educativas/orientativas ao longo do trecho;
  4. Adequação de infraestrutura a médio prazo (terceiras faixas): a) elaborar estudo de viabilidade técnica e engenharia para a implantação de terceira faixa de circulação no segmento entre o km 185,0 e o km 214,0, com vistas a eliminar o represamento de veículos pesados e reduzir as ocorrências de colisões frontais por ultrapassagens.

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Polícia

Ex-jogador de Treze, Botafogo-PB e Campinense, Bismarck é assassinado a tiros em Natal

O meia Bismarck, de 36 anos, ex-jogador de Campinense, Treze e Botafogo-PB, foi assassinado a tiros na madrugada desta sexta-feira (6), em Natal, no Rio Grande do Norte.

O meia foi um dos destaques da campanha histórica da Raposa na conquista da Copa do Nordeste de 2013, título que marcou o futebol paraibano.

De acordo com a imprensa local, Bismarck estava em um bar com amigos quando o grupo se envolveu em uma discussão com outro homem. Após o desentendimento, o suspeito teria deixado o estabelecimento e retornado armado, efetuando disparos contra a mesa onde o jogador estava.

Bismarck foi atingido e morreu antes da chegada do socorro. Um amigo que o acompanhava também foi baleado e levado a um hospital de Natal. O estado de saúde dele não foi informado.

 

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Paraíba

AÇÃO: Polícia Civil cumpre mandados em operação contra tráfico de drogas, em João Pessoa

Reprodução / Polícia Civil

A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta sexta-feira (6), a segunda fase de uma operação contra o tráfico de drogas e uma organização criminosa no bairro dos Ipês, em João Pessoa. A ação, denominada Operação Cerne II, cumpriu mandados de prisão e investiga a atuação de suspeitos no grupo.

Três pessoas foram presas, entre elas um homem apontado pela polícia como líder da organização criminosa. Segundo o delegado Alex Amorim, os outros dois suspeitos tinham a função de informar sobre a chegada de policiais para evitar a apreensão de materiais ilícitos.

“Conseguimos prender o líder e mais duas pessoas que tinham função de informar a chegada da polícia, para que a polícia não conseguisse apreender materiais ilícitos”, afirmou.

De acordo com o delegado, o homem apontado como líder tem passagem por disparo de arma de fogo. Os outros dois presos não tinham antecedentes criminais.

A investigação apura suspeitas de participação em organização criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. A primeira fase da operação ocorreu em agosto, quando foram apreendidos celulares e um taco de beisebol.

Nesta segunda etapa, a Polícia Civil cumpriu mandados de prisão contra suspeitos de integrar o grupo e busca esclarecer a atuação dos envolvidos.

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