O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um novo alerta de perigo devido às chuvas para João Pessoa e mais 71 cidades paraibanas. O alerta é válido durante todo o dia nesta quinta-feira (21).
De acordo com o aviso, nesses municípios deverá chover ao longo do dia entre 20 a 30 milímetros por hora. Há baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, mas as cidades com áreas de risco, devem redobrar a atenção.
A orientação das autoridades à população é evitar enfrentar o mau tempo, observar alteração nas encostas e evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
Em caso de dúvidas, deve-se ligar para a Defesa Civil (telefone 199) ou para o Corpo de Bombeiros (telefone 193).
O alerta abrange toda a região metropolitana de Recife, Mata Pernambucana, Agreste Paraibano, Mata Paraibana, Leste Potiguar, Agreste Pernambucano, Leste Alagoano e Agreste Potiguar.
A nova pesquisa Nexus mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu espaço entre os beneficiários do Bolsa Família, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ampliou as intenções de voto nesse segmento do eleitorado.
No cenário estimulado de primeiro turno, Lula caiu de 68% para 58% das intenções de voto entre os beneficiários do programa, uma queda de 10 pontos percentuais em relação ao levantamento divulgado em 29 de junho. Já Flávio Bolsonaro subiu de 13% para 25%, avanço de 12 pontos.
Na simulação de segundo turno, Lula recuou de 75% para 66% entre os eleitores que recebem ou convivem com beneficiários do Bolsa Família. Flávio Bolsonaro, por sua vez, avançou de 20% para 30%.
Apesar da mudança nesse grupo específico, o cenário geral da pesquisa permaneceu praticamente estável. No primeiro turno, Lula oscilou de 42% para 40%, enquanto Flávio Bolsonaro manteve 34%. Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 47% e Flávio com 44%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
O levantamento BTG/Nexus ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho, em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Registro no TSE: BR-07981/2026.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ampliou a punição das torcidas organizadas Jovem e Fúria, do Botafogo-PB, após os confrontos registrados no último domingo (12), na área externa do Estádio Almeidão, em João Pessoa. As torcidas ficarão suspensas por mais dois jogos e não poderão se aproximar a menos de cinco quilômetros dos estádios onde as partidas serão realizadas.
A decisão foi tomada pelo Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor (Nudetor) e vale para os jogos contra o Santa Cruz, no dia 8 de agosto, e o Guarani, em 22 de agosto. Além da proibição de acesso aos estádios, os integrantes das organizadas também estão impedidos de utilizar faixas, bandeiras, instrumentos musicais ou qualquer item que identifique as torcidas durante o período da suspensão.
Segundo o MPPB, a medida é uma resposta à confusão envolvendo torcedores do Botafogo-PB e do Confiança, que mobilizou a Polícia Militar e deixou feridos. O caso será discutido em reunião com as forças de segurança, e o Ministério Público informou que poderá defender o banimento definitivo das duas torcidas, além da responsabilização dos envolvidos e da adoção de novas medidas para reforçar a segurança nos próximos jogos.
O Ministério Público da Paraíba converteu nesse sábado (11) uma notícia de fato em procedimento preparatório para apurar supostas irregularidades ambientais, urbanísticas e registrais atribuídas à OCA Construtora em João Pessoa. A portaria cita denúncias relacionadas à possível comercialização de aproximadamente 400 unidades imobiliárias sem a devida regularização.
De acordo com o documento, a denúncia também aponta possível supressão irregular de vegetação, ausência de informações adequadas aos compradores e a implantação de empreendimento em área possivelmente protegida. O Ministério Público registra ainda relatos de comercialização de unidades desde 2023 e questionamentos sobre a situação ambiental e urbanística do projeto.
Durante a apuração inicial, a Secretaria de Planejamento de João Pessoa informou não ter conseguido identificar com precisão o empreendimento citado na denúncia devido à falta de informações suficientes sobre a localização da área. Já o Cartório Eunápio Torres encaminhou documentação referente a um imóvel da empresa, mas destacou não ser possível confirmar que a matrícula corresponde ao empreendimento investigado.
Com a abertura do procedimento, o Ministério Público determinou o envio de novos ofícios à Semam, Sudema, Seplan e à própria empresa para obter informações sobre licenciamento ambiental, aprovação urbanística, regularidade registral e eventuais intervenções na área objeto da denúncia
A Paraíba, Estado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), recebeu 43% das emendas de comissão indicadas pela liderança do Republicanos em 2025, segundo estudo da Transparência Brasil divulgado nesta segunda-feira (13).
O levantamento mostra que o partido movimentou R$ 218,4 milhões por meio de 260 emendas sem identificar o parlamentar responsável pelas indicações. Desse total, a Paraíba recebeu R$ 95,1 milhões em 84 emendas.
A Transparência Brasil também identificou R$ 1,3 bilhão em repasses feitos por emendas sem autor informado. Essas emendas recebem a assinatura da liderança partidária, mas sem a informação de quem fez a indicação. Na prática, o governo libera os valores sem divulgar o nome do parlamentar responsável, criando um novo “orçamento secreto”.
Segundo o estudo, a falta de identificação impede a rastreabilidade dos recursos, da indicação até a execução.
O relatório cita ainda um empenho de R$ 10,5 milhões para a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). A indicação de Hugo Motta beneficiou a empresa Comercial e Construtora Fenix Ltda. “O campo de detalhamento do gasto do documento mostra tratar-se de recurso para pavimentação na área de atuação da 13ª superintendência da Codevasf, mas não há qualquer menção aos municípios beneficiários”, diz o estudo.
A cantora paraibana Danieze Santiago voltou aos palcos após denunciar o ex-marido por violência doméstica. No início de julho, a agenda de shows da artista havia sido cancelada, conforme nota oficial, “com base em aconselhamento psicológico, com o objetivo de preservar sua saúde, segurança e bem-estar”.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Danieze se emocionou ao cantar a música “Não vai me calar”, que fala sobre relacionamento abusivo. “Eu só gravei. Eu não coloquei no repertório, porque eu já passava por tudo isso nessa época que eu gravei essa música”, disse a cantora.
“Eu não desejo isso para ninguém. Eu não vou aceitar o que você fez comigo. Não vem machucar o meu rostinho de neném. É ‘não’ para relacionamento abusivo”, diz um trecho da música cantado por ela durante o show.
Na publicação, Danieze também fez um alerta para que mulheres se afastem no primeiro sinal de violência e denunciem em caso de agressão.
A cantora e o ex-marido tiveram um relacionamento de mais de dez anos. Ela conseguiu medidas protetivas e o caso tramita na Justiça do Ceará.
Defesa do ex-marido
O empresário Carlos Neto, ex-marido da cantora, se pronunciou por meio da defesa. Em nota, os advogados afirmaram confiar no Poder Judiciário e disseram que os fatos serão esclarecidos ao longo do processo.
O escritório também informou que utilizará “todos os meios legais cabíveis para demonstrar a verdade dos fatos”, ressaltando que o fará “com serenidade, responsabilidade e absoluto respeito à Justiça”.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou, nesta segunda-feira (13), um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 82 cidades da Paraíba. O aviso é válido a partir das 12h e vai até as 18h do mesmo dia.
Segundo o instituto, a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 30%, com baixo risco de incêndios florestais e de impactos à saúde.
O Inmet orienta que a população das cidades afetadas mantenha a hidratação constante, evite atividades físicas intensas nas horas mais secas do dia e reduza a exposição ao sol nos períodos de maior calor.
Em caso de necessidade, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é avaliado como ruim ou péssimo por 41% dos eleitores, segundo a pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (13).
O levantamento mostra ainda que 35% consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 24% avaliam como regular. Outros 1% não souberam ou não responderam.
O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula. Segundo a pesquisa, 47% aprovam a gestão petista, mesmo percentual dos que desaprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam.
A pesquisa ouviu 2.003 pessoas com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 10 e 12 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Uma confusão entre torcidas foi registrada na área externa do Estádio Almeidão, em João Pessoa, horas antes da partida entre Botafogo-PB e Confiança.
Segundo informações, equipes da Polícia Militar foram acionadas para conter a briga e utilizaram tiros de efeito moral para dispersar os envolvidos.
Testemunhas relataram correria nas proximidades do estádio. Ainda de acordo com as informações, alguns envolvidos pularam muros da região para fugir da ação policial.
Apesar do tumulto, a Polícia Militar controlou a situação e reforçou o policiamento no entorno do Almeidão.
Deu Belo!
Apesar da confusão, o Belo venceu o Confiança por 2 a 0. Os gols da equipe paraibana foram marcados por Saimon e Kayon, já na segunda etapa da partida.
O deputado federal e líder da oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto, criticou o atraso nas obras de triplicação da BR-230, em João Pessoa. Durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da FM 100.5, ele responsabilizou o governo federal pela demora na conclusão e afirmou que promessas feitas por ministros ainda não foram cumpridas.
“Lula destravou, deu início ao projeto, a parte burocrática. Temer começou a colocar o concreto na obra. Depois vieram problemas, irregularidades, o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União suspenderam pagamentos. Quando Bolsonaro assumiu, teve que resolver essas questões e depois ainda veio a pandemia, que prejudicou todo mundo.”
O parlamentar comparou o andamento da obra em diferentes governos e disse que, mesmo com dificuldades, a gestão Bolsonaro executou parte do projeto. Também criticou o ministro dos Transportes, Renan Filho, por anunciar prazos que, segundo ele, não foram cumpridos.
“Mesmo com todas essas dificuldades, Bolsonaro fez 12 quilômetros e quatro viadutos. Agora eu pergunto: em praticamente quatro anos de governo Lula, com orçamento três vezes maior, o que foi feito? O ministro Renan Filho chegou aqui batendo no peito, dizendo que ia entregar e até agora a obra não foi concluída.”
Cabo Gilberto afirmou que cobrou o ministro na tribuna da Câmara e voltou a questionar os prazos para a conclusão da triplicação da BR-230. Segundo ele, a obra ainda está longe de ser finalizada.
“Eu desafiei lá na tribuna da Câmara. Disse: se ele quer colocar prazo e dizer que vai entregar, então vamos acompanhar. Ele falou que entregaria o viaduto de Tambauzinho em março, depois falou do posto de Cachoeirinha em junho, e nada disso aconteceu. Essa obra vai até o viaduto de Oitizeiro, são 28 quilômetros, e a população continua esperando.”
O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro após o senador Flávio Bolsonaro (PL) divulgar nas redes sociais uma carta escrita à mão pelo pai, endereçada “à nação brasileira”.
No pedido, o vice-líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), afirma que a carta foi “produzido, retirado da residência e levado a público no intervalo de poucas horas, com a finalidade única e evidente de divulgação nas redes sociais”.
Segundo o parlamentar, o documento tem caráter “político-eleitoral”, por apresentar Flávio Bolsonaro como “porta-voz” do ex-presidente, reforçar apoio à pré-candidatura do senador e pedir união dos apoiadores.
“Não se trata, portanto, de zona cinzenta ou de interpretação extensiva: a redação de carta destinada à leitura pública em transmissão ao vivo nas redes sociais de terceiro é exatamente a hipótese em que as decisões deste Juízo buscaram coibir, com advertência expressa das consequências do descumprimento”.
Além da revogação da prisão domiciliar, concedida por causa dos problemas de saúde de Bolsonaro, Lindbergh também pede a aplicação de multa de R$ 100 mil.
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