O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, retorna à João Pessoa nesta sexta-feira (14) e cumprirá agenda no município de Monteiro na próxima segunda-feira (17).
De acordo com a prefeita Anna Lorena, o ministro deve realizar visitas em alguns pontos da cidade como a Escola Tiradentes, onde acontece a testagem para covid-19 nos alunos do Ensino Fundamental I.
“Estamos muito felizes por conseguir esta visita, onde o ministro poderá ouvir os prefeitos da região do Cariri e também visitar nossas obras e conhecer nossas ações na área da saúde”, comentou a gestora.
A informação está na agenda oficial do paraibano. A previsão é de que ele embarque do Rio de Janeiro com destino ao Aeroporto Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa, às 19h30.
Um homem foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (7), na região de Engenho Velho, em João Pessoa. O crime aconteceu em frente à casa da ex-companheira da vítima.
A vítima, identificada como Gustavo Oliveira dos Santos, foi atingida por vários disparos e morreu no local.
De acordo com as informações, Gustavo usava tornozeleira eletrônica e, segundo familiares, tinha histórico de dependência de drogas e já havia passado por internações para tratamento.
A autoria e a motivação do homicídio ainda não foram informadas. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Uma adolescente de 16 anos foi vítima de violência sexual em Marizópolis, no Sertão da Paraíba. Segundo a Polícia Militar, o suspeito é um homem de 43 anos, amigo da família da vítima.
De acordo com a polícia, o homem teria oferecido uma carona de moto à adolescente e dito que iria comprar um presente para a avó dela. Durante o trajeto, ele teria desviado para uma estrada de mato, onde teria cometido o crime. A adolescente também teria sido ameaçada de morte caso contasse o que havia acontecido.
Após o crime, a adolescente contou o caso à família, recebeu atendimento médico e passou por exames. O suspeito fugiu e segue foragido. A Polícia Civil investiga o caso.
Um trecho da BR-230, em Cabedelo, na Grande João Pessoa, será interditado a partir desta terça-feira (8) para obras de restauração do pavimento, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
A interdição começa no km 10, próximo à Academia Vibe, em Intermares, e seguirá até o viaduto em frente ao Intermares Hall. As obras avançarão gradualmente, a cada 500 metros, até o km 5,5.
O trânsito será desviado para a rua Clóvis de Holanda Calado, enquanto os demais motoristas deverão utilizar rotas alternativas pelas vias municipais. Moradores com imóveis nas faixas próximas à rodovia terão passagem para entrada e saída, orientada por profissionais da obra.
O DNIT orienta os motoristas a respeitarem a sinalização e considerarem possíveis alterações no tempo de viagem.
Pesquisa do instituto Veritá mostra que o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a rejeição entre os eleitores. Questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, 35% citaram Lula, enquanto 25,8% disseram o nome de Flávio Bolsonaro (PL).
“Quem você não votaria de jeito nenhum?”
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 35%
Flávio Bolsonaro (PL): 25,8%
Edmilson Costa (PCB): 1,3%
Clariana Barão (DC): 1%
Escritor Augusto Cury (Avante): 0,6%
Hertz Dias (PSTU): 0,4%
Renan Santos (Missão): 0,2%
Pablo Marçal (PRTB): 0,2%
Ronaldo Caiado (PSD): 0,1%
Samara Martins (UP): 0,1%
Romeu Zema (Novo): 0,1%
Outros 35,5% disseram não saber ou não responderam.
Metodologia
A pesquisa entrevistou 3.804 eleitores de todo o país entre 1º e 4 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE sob o protocolo BR-09426/2026.
A independência do Brasil é celebrada nesta segunda-feira (7) e a data é considerada feriado nacional. Com isso, alguns estabelecimentos e serviços funcionam com um horário alterado. Em João Pessoa, shoppings devem abrir, enquanto agências bancárias e repartições públicas não funcionam.
Confira o que abre e fecha em João Pessoa nesta segunda-feira (7), feriado:
Bancos
As agências bancárias estarão fechadas nesta segunda-feira (7), segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O Pix funciona normalmente, 24 horas. O atendimento presencial retorna na terça-feira (8).
Repartições públicas
As repartições públicas municipais e estaduais não funcionam nesta segunda-feira (7).
Justiça
O Tribunal de Justiça da Paraíba não terá expediente. O Tribunal Regional Eleitoral funciona em regime de plantão para casos urgentes. O Ministério Público do Trabalho também estará fechado, mas denúncias podem ser feitas pelos canais on-line.
Correios
As agências dos Correios estarão fechadas nesta segunda-feira (7) e retomam o atendimento na terça-feira (8).
Shoppings
Manaíra e Mangabeira: funcionamento normal, das 10h às 22h. Alguns serviços terceirizados podem ter horários diferentes ou não funcionar.
Tambiá: aberto nesta segunda-feira. O cinema funciona conforme os horários das sessões.
Mag Shopping: lojas e quiosques, das 13h às 21h; praça de alimentação, das 11h30 às 22h; cinema, das 13h às 22h.
Shopping Sebrae: lojas, das 11h às 20h; praça de alimentação, das 12h às 20h.
Liv Mall: shopping, das 13h às 21h; praça de alimentação, das 12h às 22h.
Comércio
O comércio pode funcionar normalmente, desde que siga as regras da convenção coletiva. Trabalhadores escalados para o feriado têm direito a ajuda de custo de R$ 67, vale-transporte do dia e folga compensatória, segundo o Sindicato dos Comerciários de João Pessoa.
VLTs
Os VLTs não funcionam nesta segunda-feira (7). O serviço volta na terça-feira (8), das 4h30 às 19h20.
Ônibus
Até a publicação desta reportagem, não haviam sido divulgados os horários de circulação dos ônibus no feriado.
Parques
Bica: funciona das 9h às 16h. O ingresso custa R$ 3 e pode ser comprado on-line ou na bilheteria.
Jardim Botânico Benjamin Maranhão: fechado nesta segunda-feira (7). O funcionamento é de terça a sábado, das 8h às 16h, com entrada gratuita.
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou neste domingo (6) para julgamento pelo plenário da Corte o processo que reúne o relatório da Polícia Federal com mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A inclusão na pauta da Suprema Corte, no entanto, ainda não significa que o julgamento já tenha uma data definida. Caberá ao presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, decidir quando o caso será levado aos demais ministros.
A data pode ser incluída no sistema a qualquer momento.
A ação é a petição 16.662, relatada por Mendonça. O processo reúne informações obtidas pela Polícia Federal a partir da análise do celular de Vorcaro no âmbito da Operação Compliance Zero. O ministro determinou, na última terça-feira (1º), o levantamento do sigilo dos autos e indicou que os novos elementos deveriam ser analisados pelo plenário do STF em sessão presencial e pública.
Mensagens entre Vorcaro e Moraes
O relatório da PF, de 218 páginas, reproduz mensagens enviadas por Vorcaro a um contato identificado no aparelho como “Alexandre de Moraes BRASILIA”.
O material também reúne registros de encontros e informações sobre a relação do empresário com o ministro e com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do magistrado.
Entre as mensagens reveladas, Vorcaro teria pedido a Moraes que intercedesse junto a autoridades para tratar de assuntos relacionados às investigações que atingiam seus negócios. Em outro momento, próximo de uma de suas prisões, o empresário teria perguntado ao ministro se deveria deixar o país.
O relatório, porém, não permite concluir, por si só, que Moraes ou qualquer outra autoridade tenha atendido aos pedidos de Vorcaro ou cometido irregularidades.
A própria PF ressalta que a análise não foi exaustiva e que parte das mensagens utilizava o recurso de visualização única do WhatsApp, o que impede a reconstrução integral de algumas conversas.
PGR pediu anulação do processo
A decisão de levar o caso ao plenário ocorre em meio a um embate entre Mendonça e Moraes dentro da própria Corte.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, havia pedido a anulação da investigação e a extinção da PET 16.662.
Segundo a PGR, Mendonça teria extrapolado sua competência ao determinar uma apuração que poderia atingir diretamente outro ministro do STF —atribuição que, na avaliação de Gonet, caberia ao plenário da Corte.
Mendonça, por sua vez, indicou que a manifestação da PGR não impediria o encaminhamento do caso ao colegiado.
Na decisão que tornou os autos públicos, o ministro afirmou que o caminho do processo levaria ao plenário, que seria responsável por fazer a análise técnica e jurídica dos elementos apresentados pela PF.
A crise na qual o Supremo mergulhou exige que se apurem responsabilidades e se corrijam abusos. Mas ela impõe uma questão mais radical, que transcende este ou aquele ministro ou decisão: por que a República concentrou tamanho poder em 11 pessoas? Décadas de hipertrofia levaram a Corte para dentro da política e acumularam em suas mãos funções incompatíveis com a distância esperada de um juiz. Tamanho poder tornou a República excessivamente dependente da prudência dos ministros. Essa arquitetura precisa acabar.
O STF guarda a Constituição, arbitra conflitos entre Poderes, julga ações penais e ocupa o topo de uma estrutura recursal. Sob uma Constituição abrangente, tamanha amplitude fez do Supremo protagonista na política. Em questões que a Carta deixou à deliberação democrática, a Corte frequentemente avança da fiscalização das leis à sua construção. Poderes excepcionais, criados para reagir a ataques à instituição, perpetuaram-se e multiplicaram-se numa infraestrutura da exceção.
Uma Corte que recebe dezenas de milhares de processos por ano não consegue deliberar coletivamente sobre tudo. A sobrecarga ajudou a converter poder institucional em poder pessoal: liminares, relatorias, prevenção e controle do tempo permitem que decisões de um ministro governem situações relevantes antes do colegiado. A hipertrofia cobra seu preço do próprio Supremo. Ao entrar continuamente na arena política, a Corte perde a distância necessária para arbitrá-la e degrada a própria autoridade.
Os freios existem, mas rareiam no vértice. Boa parte dos controles ordinários está nas mãos dos próprios ministros; fora, resta apenas o remédio extremo do impeachment. A distorção se agrava quando o tribunal participa de procedimentos investigativos ligados à própria proteção e exerce jurisdição sobre seus desdobramentos. Há um traço absolutista num arranjo que entrega poderes tão extensos e confia seus limites à contenção de quem os exerce. O liberalismo desconfia do poder antes de conhecer quem vai exercê-lo. Não há razão para suspender essa prudência diante de uma toga.
Algumas reformas funcionam. Mudanças regimentais reduziram decisões monocráticas, mostrando que regras melhores alteram o exercício do poder. Mas consertar uma engrenagem deixa intacta a máquina. Mesmo uma Corte genuinamente colegiada continuará hipertrofiada se julgar matérias demais. Reduzir seu raio de ação exige rever competências e separar funções acumuladas, além de devolver à política escolhas que a Constituição nunca retirou dela. A reforma necessária alcança a missão, os poderes e o funcionamento da instituição.
O País precisa discutir uma nova Suprema Corte. Ela pode julgar menos, deliberar melhor e falar com maior autoridade em sua missão precípua: proteger a Constituição, os direitos fundamentais e a divisão de poderes. Uma Corte forte não precisa estender seus domínios por toda a vida pública.
As democracias constitucionais oferecem caminhos distintos. Algumas separam a jurisdição constitucional da Justiça comum; outras mantêm Supremas Cortes generalistas, mas filtram severamente os casos. Elas mostram que uma democracia constitucional não precisa entregar ao mesmo vértice tudo o que o Brasil concentrou no STF.
Uma nova Corte também poderá cometer abusos. Reformas sob o calor da crise podem virar instrumentos de revanche política. A mudança, portanto, deve nascer do processo constitucional e preservar a independência judicial. Antes do projeto, vem o princípio: distribuir o poder, inclusive o poder de controlar quem o exerce.
Crises são dolorosas, mas são também uma oportunidade. Este jornal estava presente quando a República aboliu o Poder Moderador do imperador. Uma corrente do liberalismo republicano, com Ruy Barbosa à frente, depositou no Supremo a esperança de um guardião impessoal da Constituição, capaz de proteger direitos e conter o poder. Mais de um século depois, o árbitro acumulou tantas funções que se tornou protagonista dos conflitos que deveria arbitrar, convertendo-se numa fonte suprema de instabilidade. Enquanto esse desenho institucional se perpetuar, nenhuma instituição estará segura no País. O STF atual precisa acabar para que o Brasil possa construir uma Suprema Corte à altura da República.
A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa (Procon-JP) alerta que pessoas com 60 anos ou mais e renda de até dois salários mínimos podem comprar passagens de ônibus interestaduais com pelo menos 50% de desconto sem nenhum prazo de antecedência.
A mudança ocorre após decisão definitiva da Justiça Federal, em ação do Ministério Público Federal (MPF), que modificou as regras desde o final de agosto. Antes, era obrigatória a compra do bilhete com seis ou 12 horas de antecedência em relação à viagem.
A nova regra vale para todo o país. Antes da mudança, os idosos precisavam comprar a passagem com, no máximo, seis horas de antecedência para viagens de até 500 quilômetros e de até 12 horas para trajetos superiores a 500 quilômetros.
O direito ao desconto, previsto no Estatuto da Pessoa Idosa, garante um abatimento mínimo de 50% para consumidores com 60 anos ou mais e renda igual ou inferior a dois salários mínimos.
Vagas preenchidas – Além do desconto de pelo menos 50%, a legislação prevê duas vagas gratuitas por veículo convencional interestadual para idosos de baixa renda. Caso essas vagas já tenham sido preenchidas, os demais assentos devem ser disponibilizados com o desconto mínimo de 50%.
Para obter o benefício, o consumidor deve ter 60 anos ou mais, renda igual ou inferior a dois salários mínimos e comprovar a idade e a renda no momento da solicitação do bilhete da viagem em transporte coletivo interestadual.
*** A decisão atual da Justiça sobre a compra com desconto não altera as regras específicas para as duas vagas gratuitas destinadas aos idosos.
Três horas antes – No caso da gratuidade total, a regulamentação prevê que a solicitação seja feita com pelo menos três horas de antecedência em relação ao horário de partida do ponto inicial da linha.
Pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste domingo (6) aponta que em cenário espontâneo, no 1º turno, Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou Lula (PT) e aparece numericamente à frente do presidente que tenta a reeleição. Eles ainda estão tecnicamente empatados.
Flávio lidera com 38,9% das intenções de voto, enquanto o Lula tem 38,4% no levantameto realizado entre 1º e 4 de setembro. Na pesquisa anterior do instituto Veritá, realizada de 16 a 20 de agosto (BR-04006/2026), Lula aparecia na frente com 41% contra 40,9% de Flávio.
Quem cresceu em relação ao último levantamento do instituto foi o candidato Augusto Cury, que saltou de 2,3% para 12,2%.
Na sequência, aparecem os candidatos Renan Santos (Missão) com 3,7%, Ronaldo Caiado (PSD) com 1,9% e Pablo Marçal (PRTB) com 1,4%.
Hertz Dias (PSTU) soma 0,4% das intenções, seguido de Edmilson Costa (PCB), Romeu Zema (Novo) e Clariana Barão (DC) com 0,3% cada, e Samara Martins (UP) com 0,2%.
Do total de entrevistados 1,1% disseram votar em branco ou nulo, enquanto 0,9% afirmaram não saber ou não responderam.
A pesquisa Veritá entrevistou 3.804 eleitores de todo o país, entre os dias 1º e 4 de setembro. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09426/2026.
A Paraíba é o segundo estado do Nordeste com maior potencial de mercado e ocupa a 4ª posição no ranking nacional, de acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados 2026, do Centro de Liderança Pública (CLP).
No cenário regional, a Paraíba fica atrás apenas do Piauí. Já no ranking nacional, o estado avançou três posições em relação à edição anterior.
Anteriormente, a Paraíba ocupava a 2ª colocação no Nordeste e a 7ª posição no Brasil. Com o resultado de 2026, o estado passou a ocupar a quarta colocação nacional no pilar de Potencial de Mercado.
O que é avaliado no Potencial de Mercado?
O pilar Potencial de Mercado considera o tamanho e o dinamismo da economia de cada estado. Esses fatores influenciam as decisões das empresas sobre onde realizar investimentos.
Segundo o CLP, estados com economias mais dinâmicas tendem a ampliar as oportunidades de investimento e contribuir para um ciclo de desenvolvimento econômico.
O Potencial de Mercado corresponde a 9,1% da nota final do Ranking de Competitividade dos Estados.
Veja os indicadores avaliados
A avaliação do pilar é calculada a partir de sete indicadores:
Tamanho de Mercado
Taxa de Crescimento
Crescimento Potencial da Força de Trabalho
Comprometimento de Renda
Qualidade de Crédito para Pessoa Física
Volume de Crédito
Inadimplência
Com o avanço registrado em 2026, a Paraíba passou da 7ª para a 4ª posição nacional no ranking de Potencial de Mercado.
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