
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mirou as críticas ao discursar neste domingo (1º.mar.2026), na av. Paulista, no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O congressista evitou críticas diretas aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), diferentemente do que fizeram o pastor Silas Malafaia e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que falaram ao público antes.
“Todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro do Supremo que descumpra a lei. Isso só não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado Federal. Mas o povo brasileiro vai ter oportunidade de escolher candidatos comprometidos com o resgate da nossa democracia. O nosso alvo nunca foi o Supremo. Sempre dissemos que o Supremo é fundamental para a democracia. Mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro”.
O tom do discurso de Flávio contrasta com os de Malafaia e Nikolas.
O pastor fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes. Afirmou que o contrato de R$ 131 milhões da mulher do magistrado, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master é “corrupção deslavada” e que Moraes teve seu poder comprado.
Nikolas discursou antes de Flávio e citou Moraes nominalmente. O deputado afirmou que o destino do magistrado não é o impeachment, é a cadeia. Também chamou Moraes de “pateta”.
Ele citou o caso de Nelson Ribeiro Fonseca Júnior, condenado a 17 anos de prisão por 6 crimes no 8 de Janeiro, incluindo o furto de uma bola autografada por Neymar que havia sido presenteada ao Congresso. Segundo o congressista, Nelson não participou de nenhum ato de depredação e só tinha recuperado a bola que estava no chão para entregar à polícia.
A mulher e um dos filhos de Nelson estavam no trio elétrico.
Poder360




Comente aqui