Mundo

Agravamento de sanções a Moraes não é tarefa fácil, diz jurista americana

Foto: Mauro Pimentel/AFP

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Paulo Figueiredo, pontas de lança virtuais das ameaças americanas contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), passaram as últimas semanas alimentando tensões nas redes sociais sobre a abrangência e a contundência das sanções contra o magistrado e o Brasil. Para Jean Galbraith, professora de direito internacional na Universidade da Pensilvânia, “apontar nomes é a parte fácil”. Ir além, no entanto, é uma história diferente.

Segundo a jurista, especialista em relações exteriores dos EUA, “a questão real é até que ponto o Tesouro e o Ofac (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros) irão realmente aplicar essas sanções ou se estão apenas dando um alerta”.

Não que isso amenize a situação de Moraes, bastante complicada na avaliação da acadêmica. Ampliar o escopo das punições, no entanto, é assumir “um nível adicional de atitude que exigiria muito mais esforço, capital e levantaria muito mais questões legais”.

Forçar a saída do Brasil do sistema Swift de transações internacionais, por exemplo, seria um “passo agressivo demais” e faria os EUA terem que lidar com um problema bem maior do que sua disputa com o Brasil, que seria a repercussão internacional de tal ato. Ainda que sobre hostilidade nos comunicados da Casa Branca e do Departamento de EUA contra Moraes e o governo Lula, outras perseguições americanas do tipo mostram que o avanço das punições americanas é mais lento do que a retórica.

“Em tese, isso já poderia estar sendo feito contra bancos que transacionam com a juíza eslovena do TPI, mas não se vê isso”, diz Galbraith. Ela faz referência a Beti Hohler, magistrada do Tribunal Penal Internacional, sancionada pelos EUA por ter autorizado o pedido de prisão contra o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, por crimes de guerra na Faixa de Gaza.

Desde fevereiro, outros cinco juízes e três promotores da instituição, que não é reconhecida pelos EUA, se tornaram alvo do Departamento de Estado, assim como Francesca Albanese, relatora independente da ONU para a situação humanitária em Gaza. No entendimento da Casa Branca, todos são uma “ameaça aos EUA e a seu aliado Israel”.

A disputa com o TPI data do primeiro mandato de Trump, quando o problema era a investigação sobre a atuação das tropas americanas no Afeganistão. Para incluir Israel como argumento em seus decretos atuais, o presidente fez uma interpretação muito larga do IEEPA (Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, na sigla em inglês).

Em sete meses, Trump declarou nove dessas emergências e as citou em centenas de ações, de acordo com reportagem do jornal The New York Times. Uma delas foi contra o Brasil, que teve parte de seus produtos tarifados em 50% porque Trump vê o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro como uma caça às bruxas.

“Grande parte da política externa dos EUA funciona assim: temos leis aprovadas pelo Congresso que são redigidas de forma muito vaga e conferem muito poder ao presidente. O mandatário tem então muita discricionariedade em como usar ou, às vezes, abusar delas. E os abusos demoram a serem contestados; isso quando são”, afirma Galbraith.

Moraes foi alvejado por uma combinação da IEEPA com a Lei Magnitsky Global, forjada no Congresso americano para lidar com políticos corruptos e violadores de direitos humanos de outros países. A jurista vê uma leitura “muito ampla e agressiva” da lei para encaixar a atuação de Moraes contra Bolsonaro e na questão relacionada à liberdade de expressão.

Galbraith entende a punição ao ministro brasileiro como um “tiro de advertência, sendo as tarifas o verdadeiro objetivo”. Ações de verdade contra o magistrado e outros indivíduos no país exigiriam, porém, muito mais esforço e capital de uma administração já atolada em trabalho.

Trump, afinal, está em disputa política e econômica com boa parte do planeta. “Exigiria não apenas trabalho, mas governança e competência”, diz Galbraith, sugerindo que a burocracia americana está patinando em alguns departamentos.

Atores privados ameaçados de sanção deveriam esperar para ver, na avaliação da especialista. Os bancos brasileiros, por exemplo, enfrentam um dilema sem solução, espremidos no cumprimento de duas legislações conflitantes.

A avaliação fica mais complexa quando o governo Lula e Moraes entram na equação. “Acho que existem algumas questões realmente complicadas sobre o que fazer. Não é um conjunto de decisões legais, mas políticas. Não estou sugerindo que Moraes mude sua abordagem legal. É difícil porque os Estados Unidos estão exercendo poder unilateral de forma altamente questionável.”

Diferentemente do que afirmou o ministro à agência Reuters na última semana, Galbraith vê opções limitadas para Moraes nas cortes americanas. Alvos de sanções secundárias, porém, podem confrontar a abrangência das leis utilizadas para determinar as sanções.

“Uma questão é se o alcance das sanções está ou não dentro do que a Lei Magnitsky trata. Temos violações de direitos humanos que atendem a essa definição? Essa seria uma questão difícil para um tribunal”, afirma.

Outra argumentação razoável seria a de que a própria lei limita a aplicação de sanções a pessoas que ajudam o sancionado, como quem faz operações bancárias com ele. São colocadas em uma lista, mas a lei só as alcançaria se elas realmente tivessem o ajudado em atos subjacentes.

“O Tesouro dos EUA e o presidente estão interpretando a lei de forma inadequadamente ampla. Usam a incerteza e o medo que vêm junto para cumprir a missão”, diz ela.

Folha de S.Paulo

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Judiciário

AGENDA OU VIAGEM PARTICULAR? Prefeita Karla Pimentel começa a ser julgada pelo TJPB por diárias em Buenos Aires

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) começou a analisar a denúncia contra a prefeita de Conde, Karla Pimentel Régis, envolvendo o suposto uso irregular de cerca de R$ 4 mil em diárias durante uma viagem a Buenos Aires, na Argentina.

Até o momento, dois desembargadores votaram pelo recebimento da denúncia. O julgamento, no entanto, foi suspenso após um pedido de vista apresentado por outro integrante do colegiado.

Segundo informações apresentadas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), a Embaixada do Brasil em Buenos Aires informou não ter localizado registros de solicitação de reunião com o então embaixador no período posterior ao Carnaval de 2023.

A denúncia também aponta que Karla Pimentel teria viajado acompanhada de uma médica vinculada ao município. Conforme o Ministério Público, a profissional não possuía atribuição funcional relacionada à suposta agenda oficial que teria justificado o custeio da viagem com recursos públicos.

Ainda segundo a acusação, os elementos reunidos no caso indicariam que a viagem teria finalidade particular, e não exclusivamente institucional.

Com o pedido de vista, o julgamento foi interrompido e deverá ser retomado posteriormente pelo Órgão Especial do TJPB. O recebimento da denúncia não significa condenação e, caso a acusação seja recebida, o processo seguirá para a análise do mérito das imputações.

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Polêmica

Justiça suspende eleição da Câmara de Bayeux convocada por Jays de Nita para domingo


					Justiça suspende eleição da Câmara de Bayeux convocada por Jays de Nita para domingo
divulgação/Câmara de Bayeux

O juiz Francisco Antunes Batista suspendeu a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bayeux, prevista para este domingo (18), em meio ao racha político entre a presidente da Casa, Jays de Nita (PSB), e o grupo da prefeita Tacyana Leitão (PSB). A decisão estabelece, nesta sexta-feira (16), multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento, limitada inicialmente a R$ 50 mil.

O magistrado determinou que uma nova votação para o comando da Câmara, no biênio 2027/2028, só ocorra após a adequação do Regimento Interno às regras estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A ação foi apresentada pelo vereador Nôquinha (PDT), que contestou a decisão de cancelar a primeira convocação da eleição e marcar uma nova votação para domingo.

Inicialmente, o pleito havia sido marcado para 20 de outubro, com prazo para inscrição de chapas até o dia 18. Nôquinha registrou uma chapa para a presidência, com Jays de Nita como candidata à primeira vice-presidência.

No dia seguinte, porém, a presidente tornou sem efeito a convocação, alegando que os atos haviam sido publicados sem seu conhecimento e autorização. Na sequência, uma nova convocação antecipou a eleição para domingo, às 13h, e reduziu o prazo para registro de candidaturas.

Jays também registrou uma chapa própria para disputar a presidência, após perder o apoio do grupo governista, que deixou de defender sua reeleição e passou a apoiar o vereador Nôquinha para a presidência da Câmara..

Eleição depende de mudança nas regras

Ao analisar o pedido, o juiz Francisco Antunes Batista considerou que documentos apresentados no processo indicam que Jays tinha conhecimento da primeira convocação. Entre as provas estão a assinatura digital da presidente no ato original, mensagens sobre o envio dos documentos para publicação e a declaração assinada por ela para integrar a chapa de Nôquinha.

A decisão também aponta possível desrespeito à regra do Regimento Interno que proíbe um vereador de participar de mais de uma chapa.

Outro ponto considerado pelo juiz foi o entendimento do STF de que a eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio deve ocorrer a partir de outubro do ano anterior ao início do mandato.

O magistrado avaliou que a Presidência da Câmara não poderia definir unilateralmente um novo calendário sem a adequação das regras internas da Casa.

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Brasil

CNT/MDA: Flávio tem 50,5% e Lula 49,5% dos votos válidos no 2º turno

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress e Ricardo Stuckert

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta sexta-feira (16) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% dos votos válidos no 2º turno da eleição presidencial, contra 49,5% do presidente Lula (PT). A diferença de 1 ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de 2,2 pontos.

Nos votos totais, Flávio registra 46,8% das intenções de voto, contra 45,9% de Lula. Brancos e nulos somam 4,9%, enquanto 2,4% não indicaram candidato.

O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e realizado pelo Instituto MDA. Nos votos válidos, são excluídos os votos brancos, nulos e as respostas sem indicação de candidato.

A pesquisa ouviu 2.014 eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00652/2026.

Com informações do UOL

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CMJP

VÍDEO: Prefeitura de João Pessoa atrasa entrega de moradias na Beira Rio e vereador Fábio Carneiro cobra prazos: “seis anos de espera”

 

O vereador Fábio Carneiro cobrou da Prefeitura de João Pessoa explicações sobre a demora na conclusão dos conjuntos habitacionais do Complexo Beira Rio. Durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, o parlamentar criticou o prolongamento do cronograma e classificou como absurdo que a previsão de conclusão de uma etapa das obras tenha sido estendida até abril de 2027.

Os contratos para a construção de três conjuntos habitacionais foram anunciados em junho de 2021, dentro do programa João Pessoa Sustentável. Mais de cinco anos depois, a previsão divulgada para a conclusão de uma etapa prioritária do empreendimento é abril de 2027, envolvendo os terrenos 1, 2 e 3 e ações relacionadas ao reassentamento das famílias.

Vereador cobra explicações da Prefeitura

Fábio Carneiro questiona a demora na execução de um projeto de grande relevância social e defende que a administração municipal apresente informações objetivas sobre o andamento das obras, os motivos dos atrasos e o cronograma definitivo para a entrega das unidades habitacionais.

Para o vereador, a população precisa de respostas concretas, principalmente as famílias que aguardam uma solução habitacional e dependem da conclusão do empreendimento para ter mais segurança e dignidade.

O parlamentar também cobra transparência sobre as etapas ainda pendentes e medidas para impedir novos adiamentos.

Programa prevê investimentos em habitação e infraestrutura

O João Pessoa Sustentável reúne ações de habitação, urbanização, infraestrutura, desenvolvimento social e meio ambiente. Segundo as informações divulgadas sobre o programa, o investimento total anunciado é de US$ 159,4 milhões.

Apesar da dimensão do projeto, a demora na conclusão dos conjuntos habitacionais coloca em evidência a necessidade de esclarecer o cumprimento dos prazos e as condições para a efetiva ocupação das moradias.

“Moradia é direito, não promessa”

A cobrança de Fábio Carneiro é direcionada à Prefeitura de João Pessoa, para que esclareça a situação atual do empreendimento e informe quando as famílias poderão receber suas casas.

O vereador defende que o poder público trate a habitação como prioridade e transforme os compromissos assumidos em entregas efetivas.

A principal questão levantada pelo parlamentar é direta: por que contratos anunciados em 2021 ainda têm uma etapa com conclusão prevista para 2027?

Para Fábio Carneiro, as famílias da Beira Rio merecem respeito, transparência e uma resposta definitiva sobre o futuro das moradias.

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Política

Em solenidade no Senado, Lula, Hugo Motta e Alcolumbre promulgam fim da escala 6×1

O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (16) a PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1. A cerimônia contou com a presença do presidente Lula (PT), do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Com a promulgação, a proposta passa a integrar a Constituição e começa a contagem dos prazos para a mudança na jornada de trabalho.

A solenidade ocorreu nove dias antes da votação do segundo turno da eleição presidencial, marcada para 25 de outubro, entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL). O fim da escala 6×1 é uma das pautas defendidas por Lula na campanha à reeleição.

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Política

PODERDATA/AYA: “TUDO IGUAL” Flávio e Lula empatam com 50% dos votos válidos no 2º turno

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta sexta-feira (16), mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados nas intenções de voto para o segundo turno da disputa pela Presidência da República.

No cenário que considera apenas os votos válidos, descartando brancos e nulos, os dois aparecem com 50% cada.

Metodologia

A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 3.000 eleitores, entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04258/2026.

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Política

“ATURA OU SURTA” Flávio Bolsonaro diz que o PT terá de “aturar Bolsonaro” na Presidência

Reprodução/Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que o PT terá que “aturar” o retorno da família Bolsonaro à Presidência da República. A declaração foi feita durante o ato “Bloquinho do 22”, em Capelinha (MG).

“E eles vão ter que aturar Bolsonaro subindo a rampa da Presidência da República. A gente vai encerrar essa era do PT de uma vez por todas, e o Brasil vai prosperar”, declarou Flávio aos apoiadores.

O ato contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e faz parte de uma série de manifestações de rua em apoio ao senador.

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Paraíba

Operação policial prende 21 suspeitos e bloqueia R$ 15 milhões de organização criminosa, na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, nesta sexta-feira (16), a Operação Cadeia de Comando para investigar uma organização criminosa suspeita de envolvimento em tráfico de drogas, tortura e homicídios.

A ação ocorreu em Campina Grande, Areia, Esperança e Montadas, na Paraíba, e em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Foram cumpridos 21 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão, além do bloqueio de cerca de R$ 15 milhões em bens e ativos.

Segundo as investigações, integrantes que já estavam presos continuavam se comunicando com pessoas em liberdade e determinando ações relacionadas ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e a homicídios.

Durante a operação, também foram apreendidos veículos suspeitos de terem sido comprados com dinheiro do tráfico, além de dinheiro em espécie e celulares. A ação contou com equipes da Polícia Civil da Paraíba e de Minas Gerais.

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Paraíba

Operação policial prende 21 suspeitos e bloqueia R$ 15 milhões de organização criminosa, na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, nesta sexta-feira (16), a Operação Cadeia de Comando para investigar uma organização criminosa suspeita de envolvimento em tráfico de drogas, tortura e homicídios.

A ação ocorreu em Campina Grande, Areia, Esperança e Montadas, na Paraíba, e em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Foram cumpridos 21 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão, além do bloqueio de cerca de R$ 15 milhões em bens e ativos.

Segundo as investigações, integrantes que já estavam presos continuavam se comunicando com pessoas em liberdade e determinando ações relacionadas ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e a homicídios.

Durante a operação, também foram apreendidos veículos suspeitos de terem sido comprados com dinheiro do tráfico, além de dinheiro em espécie e celulares. A ação contou com equipes da Polícia Civil da Paraíba e de Minas Gerais.

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Paraíba

VÍDEO: “UFC” Discussão entre eleitores de Lula e Flávio Bolsonaro termina em pancadaria e mordida em padaria de JP

Uma discussão entre eleitores dos candidatos à presidência Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terminou em agressões físicas na Padaria Bonfim, localizada no bairro de Tambaú, em João Pessoa. O caso aconteceu na última quarta-feira (14).

De acordo com as informações, dois homens se envolveram em uma briga após um desentendimento relacionado à disputa presidencial, que terá seu segundo turno em 25 de outubro.

Durante a confusão, os dois trocaram agressões físicas, incluindo uma mordida. A situação teria se agravado a ponto de exigir atendimento médico para pelo menos um dos envolvidos.

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