
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa nesta quarta-feira (24) 90 dias de prisão domiciliar humanitária, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após receber alta hospitalar em 27 de março, quando concluiu tratamento contra uma broncopneumonia.
Na terça-feira (23), um dia antes do fim do prazo, a defesa pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação da medida, alegando que Bolsonaro “permanece demandando acompanhamento especializado e avaliação médica contínua”.
Com o encerramento do período inicial nesta quarta, caberá a Moraes reavaliar o caso e decidir se mantém ou revoga a prisão domiciliar.
Antes da concessão do benefício, Bolsonaro cumpria pena em regime fechado no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”. Ao autorizar a domiciliar, Moraes afirmou que a recuperação de uma pneumonia bilateral em pacientes idosos pode levar de 45 a 90 dias. A nova análise deverá considerar o estado de saúde do ex-presidente, além de manifestações da defesa e da Procuradoria-Geral da República (PGR).










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