
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), marcado para esta terça-feira (16).
A DPU alegou que a Primeira Turma está com apenas quatro dos cinco ministros previstos e pediu o adiamento da sessão, além da convocação de um integrante da Segunda Turma para completar o quórum.
Ao negar o pedido, Moraes afirmou que o regimento exige a presença mínima de três ministros e que o quórum está “plenamente preenchido”.
Acusação
Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no curso do processo por supostamente tentar interferir nas investigações sobre os atos de 8 de Janeiro. A DPU atua em sua defesa, já que o parlamentar não indicou advogados particulares.
Em novembro do ano passado, o STF aceitou por unanimidade a denúncia da PGR. A investigação aponta que Eduardo teria articulado com integrantes do governo dos Estados Unidos para promover tarifas sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos de autoridades do governo federal e ministros do STF.
Nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, Eduardo Bolsonaro nega as acusações.



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