O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta 5ª feira (20.fev.2025) considerar “a coisa mais gostosa” que a primeira-dama, Janja Lula da Silva, dê palpites em sua vida. Segundo ele, em vez de incomodar, esses palpites o ajudam.
“Sinceramente, eu acho graça quando eu ouço dizer ‘ah, porque a Janja dá palpite na vida do Lula’. A coisa gostosa que tem na minha relação com a Janja é que ela dá palpite na minha vida. Essa é a coisa mais gostosa. Ela cuida de mim de uma forma muito especial. Então, isso não me incomoda, isso me ajuda”, declarou em entrevista à rádio Tupi FM, do Rio.
Lula falou sobre vazamentos de informações do governo. Brincou que tem um “anão” em sua sala que repassa o que é falado à imprensa.
“Desde o outro mandato, eu sempre dizia que tem um anão na minha sala. Tem um anão escondido embaixo da mesa. Porque a gente faz reunião, a gente fala assim: ‘ninguém pode falar nada dessa reunião’. A reunião nem acaba, já tem coisa lá fora [na imprensa], sabe? As pessoas sabendo. Sempre tem um jornalista que recebe informação. Mas isso não me incomoda porque eu sei o time que eu tenho”, declarou Lula.
“Se os ministros falam demais, é prejudicial aos próprios ministros”, afirmou.
O presidente foi perguntado sobre “fogo amigo” dentro de seu governo e sobre a troca no comando da Secom (Secretaria de Comunicação Social) para melhorar a imagem do governo.
Lula afirmou que os integrantes de seu governo formam um grupo “de muita qualidade” e que ele não fala em mais mudanças.
“Muita gente fala em reforma política sem eu falar. Muita gente fala em reforma ministerial sem eu falar. Olha, como eu sou um democrata, eu aceito que todo mundo me palpite sobre tudo. Agora a decisão sou eu que eu tomo. Na hora que eu tiver que mudar alguém, eu vou mudar alguém”, disse.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta terça-feira (11), um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 64 municípios, localizados no Sertão da Paraíba. O aviso segue vigente até às 23h desta terça-feira (11). (Veja lista de municípios abaixo).
Perigo potencial: Para as cidades sob alerta amarelo, a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%. Durante o aviso, há baixo risco de incêndios florestais e de impactos à saúde, mas a população deve adotar medidas de prevenção para reduzir os efeitos do tempo seco.
O Ministério da Previdência Social ampliou a lista de doenças e condições que permitem o acesso ao auxílio por incapacidade temporária sem a exigência de carência mínima. A gestação de alto risco passou a integrar o rol a partir de 24 de julho de 2026. Com a inclusão, o total de doenças e condições que dispensam as 12 contribuições mensais mínimas ao INSS subiu para 18.
A mudança foi formalizada por portaria publicada no Diário Oficial da União e assinada pelos ministros Wolney Queiroz, da Previdência Social, e Alexandre Padilha, da Saúde. O benefício atingido pela alteração é conhecido popularmente como auxílio-doença; a denominação oficial foi substituída pela expressão auxílio por incapacidade temporária.
A lista foi criada pela Lei nº 8.213, de 1991, e passou por duas ampliações desde então. A primeira foi em 2022, com a inclusão do acidente vascular encefálico agudo e do abdome agudo cirúrgico, em casos considerados graves. A 2ª foi a recente incorporação da gestação de alto risco.
Em junho de 2026, o INSS pagou 42,1 milhões de benefícios. Desse total, 29,1 milhões, que representam 69,1% do montante, foram depositados com o valor do piso nacional. Cerca de R$ 698,6 milhões foram destinados aos auxílios-doença em todo o país, segundo dados do Boletim Estatístico da Previdência Social.
As doenças e condições que dispensam a carência mínima de 12 contribuições ao INSS são:
tuberculose ativa;
hanseníase;
transtorno mental grave, desde que cursando com alienação mental;
neoplasia maligna;
cegueira;
paralisia irreversível e incapacitante;
cardiopatia grave;
doença de Parkinson;
espondilite anquilosante;
nefropatia grave;
estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
síndrome da deficiência imunológica adquirida (aids);
contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada;
hepatopatia grave;
esclerose múltipla;
acidente vascular encefálico agudo;
abdome agudo cirúrgico;
gestação de alto risco.
Para o acidente vascular encefálico agudo e o abdome agudo cirúrgico, a dispensa da carência só se aplica quando os quadros apresentam evolução aguda e atendem aos critérios de gravidade estabelecidos. A avaliação é feita pela Perícia Médica Federal.
O preço da cesta básica em João Pessoa caiu em julho, em comparação com o mês anterior. De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgados nesta segunda-feira (10), a redução ficou entre 6,04% e 6,71%.
Com a queda, o valor médio da cesta básica na capital paraibana passou a R$ 644,04. O preço está entre os menores registrados no país nas capitais das regiões Norte e Nordeste.
Cesta básica mais barata do Nordeste
O levantamento também analisou os preços nas demais capitais nordestinas. Aracajuapresentou a cesta básica mais barata da região, com valor de R$ 594,07.
Na sequência aparecem Maceió (R$ 618,60), Natal (R$ 631,51) e João Pessoa (R$ 644,04).
Natal e Maceió tiveram as maiores reduções de preço entre todas as capitais analisadas, com quedas de 7,95% e 7,87%, respectivamente.
Salvador e Fortaleza também registraram recuos nos preços, acompanhando a tendência observada em João Pessoa, com reduções entre 6,04% e 6,71%.
Na contramão do cenário nacional, São Luís foi a única das 26 capitais analisadas que apresentou aumento no custo da cesta básica. Na capital maranhense, a alta foi de 0,3% em julho.
Preços de alimentos tiveram comportamentos diferentes
A pesquisa avaliou o comportamento dos produtos que compõem a cesta básica, formada por 12 itens nas regiões Norte e Nordeste e 13 na região Centro-Sul.
Entre os produtos analisados, batata, tomate, café e açúcar ficaram mais baratos na maioria das capitais.
Batata e tomate
A batata registrou quedas que variaram entre 15,55% em Cuiabá e 31,12% em Brasília.
O tomate teve redução de preço em 26 capitais. Segundo o levantamento, a queda está relacionada à maior oferta dos produtos, impulsionada pela intensificação da safra de inverno, pelas temperaturas favoráveis à maturação e pela melhora na produtividade.
Café em pó
O preço do café em pó caiu em 23 capitais, influenciado pela expectativa em relação à produção mundial e pela redução das exportações.
As principais quedas ocorreram em Campo Grande (5,19%) e Aracaju (3,74%).
Por outro lado, preocupações com o clima e o atraso na colheita provocaram aumentos no Rio de Janeiro (0,74%), Palmas (0,73%), Goiânia (0,68%) e Recife (0,29%).
Açúcar
O açúcar ficou mais barato em 20 capitais, com reduções entre 0,57% em Aracaju e 7,54% em Campo Grande.
O grande volume de cana-de-açúcar colhido contribuiu para a queda do preço do produto no varejo.
Carne bovina
O preço do quilo da carne bovina de primeira apresentou comportamento diferente entre as capitais.
O produto ficou mais barato em 14 cidades, com destaque para Florianópolis (2,94%) e Brasília (0,09%).
Em outras 12 capitais, houve aumento, influenciado pela oferta restrita de animais para abate e pelo desempenho das exportações.
As maiores altas foram registradas em Aracaju (2,15%) e Boa Vista (2,10%). Em Porto Alegre, o preço permaneceu estável.
Feijão
O preço do feijão subiu em 17 capitais e caiu em outras 10.
De acordo com o levantamento, o avanço da colheita aumentou a oferta do feijão-carioca, enquanto perdas registradas na segunda safra da região Sul restringiram a disponibilidade do feijão-preto.
Leite
O leite ficou mais caro em 21 capitais, com altas entre 0,25% em Belém e 6,27% em Boa Vista.
As baixas temperaturas registradas no campo afetaram negativamente a produção da matéria-prima, contribuindo para a elevação das cotações do leite longa vida.
Informações detalhadas sobre os preços individuais dos produtos podem ser consultadas nos sites da Conab e do Dieese.
Pesquisa Gerp mostra que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 53% de desaprovação entre os eleitores brasileiros. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (11).
Segundo o instituto, 42% aprovam a gestão do petista, enquanto 5% não souberam responder ou preferiram não opinar.
A pesquisa Gerp realizou 2.400 entrevistas remotas, entre os dias 6 e 10 de agosto, com eleitores de cinco regiões do Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08045/2026.
O governador Lucas Ribeiro (PP), candidato à reeleição, anunciou nesta terça-feira (11) a médica Lígia Feliciano (União Brasil) como candidata a vice-governadora. A definição também altera a chapa de Nabor Wanderley (Republicanos) para o Senado: Renato Feliciano deixa a segunda suplência.
Ex-vice-governadora da Paraíba, Lígia retorna a uma chapa majoritária estadual. Ela já ocupou o cargo por dois mandatos consecutivos. Foi eleita vice de Ricardo Coutinho (PSB), em 2014, e de João Azevêdo (PSB), em 2018.
Na apresentação de Lígia, Lucas usou os dois mandatos anteriores da médica como um dos argumentos para justificar a escolha.
“A Paraíba avançou muito nos últimos anos, com obras e políticas públicas históricas que muitos prometeram, mas fomos nós que tiramos do papel. E tudo que conquistamos até aqui preparou nosso estado para ir ainda mais longe. Para continuar nessa pisada, a gente precisa de gente preparada. Por isso, conto com doutora Lígia como minha vice. Uma mulher que tem experiência e vontade de levar esse crescimento cada vez mais pra casa e pra vida dos paraibanos”, afirmou Lucas.
Lígia confirmou que aceitou a candidatura e citou saúde, segurança, políticas para mulheres e oportunidades entre os temas que pretende defender na chapa.
“Lucas, eu estou pronta para essa missão e quero levar minha experiência para trabalhar ao seu lado pela Paraíba, que cresce cada vez mais, cresce na saúde, na segurança, no apoio às mulheres e na oportunidade para todos”, declarou.
A rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva supera a aprovação entre os eleitores a menos de dois meses do primeiro turno das eleições. Uma pesquisa da Futura/100% Cidades divulgada nesta terça-feira (11), mostrou que 49,9% desaprovam o petista, enquanto 47,3% o aprovam. Outros 2,9% não souberam ou não responderam.
Aprovação de Lula
Desaprova: 49,9%
Aprova: 47,3%
Não sabe/Não respondeu: 2,9%
A avaliação geral do presidente também mostra divisão. Para 43% dos entrevistados, Lula é ruim ou péssimo. Outros 39,5% consideram o presidente regular. Apenas 17,1% avaliam sua atuação como ótima ou boa.
Metodologia
O levantamento ouviu 2 mil eleitores, com 16 anos ou mais, entre 3 e 7 de agosto. As entrevistas ocorreram por telefone em 690 cidades. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de confiança. A pesquisa tem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08109/2026.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu um inquérito civil para investigar a Prefeitura de Picuí, no Seridó paraibano, por suspeita de não nomear aprovados em concurso público e contratar funcionários temporários para as mesmas funções.
Segundo o MPPB, a denúncia sobre a suposta irregularidade foi feita à Ouvidoria. A Prefeitura estaria contratando procurador, agentes e auxiliares administrativos, mesmo havendo concurso público vigente para as respectivas funções.
O órgão determinou que o prefeito encaminhe cópias do edital do último concurso, do ato de homologação e de possíveis prorrogações. Também deverá enviar a relação dos aprovados que ainda aguardam nomeação e das pessoas contratadas de forma temporária ou comissionada para as funções citadas na denúncia.
O ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que a “taxa das blusinhas”, cobrança de IOF sobre compras internacionais de pequeno valor, foi um pedido do varejo nacional.
Durante a sabatina da CNN Brasil, Haddad disse que a medida foi introduzida pelo Congresso e tinha como objetivo reduzir a diferença tributária entre produtos vendidos no Brasil e mercadorias compradas no exterior. Ele afirmou ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) era contrário à cobrança.
“O presidente Lula não queria, a federal. Quem introduziu foi o Congresso Nacional. O presidente Lula não queria e ainda falou: ‘vou vetar se vocês aprovarem’”, disse.
“Qual o objetivo disso? Não era arrecadatório. Era um pedido do varejo nacional para equilibrar o que é vendido numa loja e o que vem de fora. Não tem nada a ver comigo”, declarou.
Haddad disse ainda que a oposição transformou o tema em um instrumento de desgaste político contra o governo federal, apesar da participação dos Estados na tributação dessas compras.
“O que a oposição fez foi usar esse negócio para carimbar o governo. Tanto é verdade que os governadores mantêm”, disse.
A pesquisa Gerp, divulgada nesta terça-feira (11), aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno. O senador aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o atual presidente tem 43%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
No primeiro turno, os dois também aparecem empatados, com 38% cada. Entre os demais candidatos, Renan Santos tem 5%, Ronaldo Caiado (União Brasil), 4%, e Romeu Zema (Novo), 2%. Cabo Daciolo e Augusto Cury registram 1% cada. Brancos e nulos somam 4%, enquanto 7% não sabem em quem votar.
Metodologia
O levantamento entrevistou 2.400 eleitores entre 06 e 10 de agosto, por meio de entrevistas telefônicas (sistema GerpCati). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-08045/2026.
Uma operação integrada das Polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros Militar cumpre, na manhã desta terça-feira (11), 12 mandados de busca e apreensão em Guarabira, no Agreste da Paraíba. A ação investiga suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e assaltos na região.
Denominada “Compaixão”, a operação é coordenada pelo Grupo Tático Especial e teve início com o levantamento de informações, coleta de elementos e identificação de pessoas suspeitas de envolvimento nos crimes.
As equipes realizam buscas em imóveis ligados à investigação para localizar drogas, armas, munições, objetos relacionados aos assaltos e outros elementos que possam ajudar a esclarecer os crimes.
Durante a operação, já foram registradas prisões em flagrante por posse de entorpecentes. A Polícia Civil não informou quantas pessoas foram presas. As buscas continuam e a quantidade de prisões preventivas que poderá ser solicitada ainda depende do resultado da ação.
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