
Paraibano que estava desaparecido na Europa é encontrado preso por tráfico de drogas em Paris


A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta questionamentos no STF (Supremo Tribunal Federal) a poucos dias do vencimento do prazo inicial de 90 dias, previsto para quarta-feira (24). A apreensão de uma arma registrada em seu nome colocou em dúvida a continuidade do regime concedido em março.
O recolhimento domiciliar humanitário foi autorizado após internação hospitalar para tratamento de broncopneumonia. Até então, a prorrogação era tida como possível, uma vez que não havia registros de descumprimentos significativos das condições impostas pelo Supremo.
Os desdobramentos do caso alteraram esse cenário. O principal dele foi a apreensão de uma pistola Glock, calibre 9 milímetros, registrada em nome de Bolsonaro, que estava em posse de um militar que atua no esquema de segurança do ex-presidente. A justificativa apresentada pelo militar durante a abordagem foi de que estaria levando o armamento para manutenção.
Na sexta-feira (19), o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso do STF, autorizou a PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) a colher o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre a arma.
A oitiva foi agendada para a próxima terça-feira (23), às 15h. Ao contrário da sugestão inicial da Polícia Civil, que havia acenado com a possibilidade de uma videoconferência, o ministro determinou que o ato seja realizado de forma presencial no endereço onde o ex-presidente cumpre a prisão domiciliar, em Brasília.
No despacho, Moraes assinalou que a modalidade presencial é obrigatória, visto que Bolsonaro tem restrição legal vigente para o uso de comunicações eletrônicas.
Além de marcar o depoimento, o ministro também abriu um prazo de 48 horas para que os advogados de Bolsonaro prestem esclarecimentos sobre as condições de cumprimento da prisão humanitária, concedida em março após internação por broncopneumonia.
A defesa deverá comprovar se houve a contratação de um profissional da área de saúde para o acompanhamento noturno do ex-presidente.
Os advogados também precisarão confirmar a informação de que os agentes de segurança oficiais cedidos a Bolsonaro por sua prerrogativa de ex-mandatário são dispensados diariamente no período da noite.
Na sexta-feira (19), o vice-líder do governo na Câmara, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), protocolou mais uma petição no STF pedindo a revogação imediata da prisão domiciliar e o retorno de Bolsonaro ao sistema prisional.
CNN Brasil

Foi identificado como Christian Dantas o empresário apontado pela Polícia Civil como principal suspeito de matar a tiros o engenheiro civil Rubens Fernandes, conhecido como Rubinho, na manhã deste domingo (21), em Lagoa Seca, no Agreste paraibano.
O crime aconteceu logo após o encerramento da festa Soul João, um dos eventos juninos da região. Segundo as primeiras informações apuradas pela polícia, vítima e suspeito teriam se envolvido em uma discussão ainda dentro da festa. A motivação inicial investigada estaria relacionada a um desentendimento motivado por ciúmes envolvendo uma jovem.
De acordo com relatos de testemunhas, após deixar o evento, o suspeito teria retornado armado e efetuado disparos contra o engenheiro. A situação provocou correria e momentos de tensão entre as pessoas que saíam da festa.
Rubinho foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o crime, Christian Dantas foi preso em flagrante e conduzido para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde permanece à disposição da Justiça.
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O empresário assassinado no estacionamento da festa Soul João neste domingo (21) estava por Campina Grande curtindo os festejos juninos.
Dias atrás, ele participou de uma entrevista no Parque do Povo. Segundo amigos e familiares, o jovem era bastante sorridente e gostava de participar de eventos musicais. Assista a entrevista feita!
Entenda o caso
Um homem foi morto a tiros no estacionamento de uma festa de São João, na manhã deste domingo (21), em Lagoa Seca, no Agreste paraibano.
Segundo a Polícia Civil, a vítima e o suspeito teriam se desentendido durante o evento, após uma discussão relacionada a ciúmes envolvendo uma jovem.
O suspeito foi preso ainda no local do crime, no estacionamento do evento. Após a prisão, ele foi conduzido para a Central de Polícia, em Campina Grande, onde permanece à disposição da Justiça.
Até a última atualização desta reportagem, os nomes da vítima e do suspeito não haviam sido divulgados oficialmente pela Polícia Civil. De acordo com a corporação, as investigações seguem para apurar as circunstâncias do homicídio.
O atirador é um empresário que se chama Christian Dantas (foto) e o alvo dos disparos é um jovem chamado Rubens Fernandes. De acordo com informações da polícia, o crime teria sido motivado por ciúmes, tendo em vista que Christian é o atual companheiro de uma mulher que já se relacionou com Rubens anteriormente. A polícia também relata que a suspeita é de que os três podem ter se envolvido em uma desavença durante a festa, resultando no assassinato horas depois.
Os primeiros cinco meses do ano de 2026 já registrou 12 feminicídios na Paraíba. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Os crimes ocorreram nas cidades de João Pessoa, Arara, Itapororoca, Conceição, Guarabira, Desterro Baía da Traição, Lagoa Seca e Piancó.
Avaliando os dados mês a mês, os meses mais violentos foram os de janeiro e março, com 4 e 3 casos de feminicídios, respectivamente.
Além dos feminicídios já registrados em 2026, também foram registradas na Paraíba 12 tentativas de feminicídios, três em janeiro, duas em fevereiro, três em março, uma em abril e três em maio. Os casos aconteceram em Alagoa Grande, Bonito de Santa Fé, Cabedelo, Campina Grande, João Pessoa, Monteiro, Natuba, Pedras de Fogo, Picuí, Pilar, Pombal e Puxinanã.
Em 2025, a Paraíba apresentou um total de 36 feminicídios. O número foi o pior desde que a Lei do Feminicídio foi sancionada, em 2015, se igualando aos registros do ano de 2019, quando 36 feminicídios também foram registrados. Além disso, o número é 38% maior do que o registrado em 2024.

O prazo de 90 dias da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro termina nesta semana. A medida foi autorizada em 24 de março pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e expira no dia 25.
O ministro determinou restrições a contatos políticos, permitindo visitas apenas de familiares, advogados e médicos. Ao fim do prazo, Moraes pode prorrogar a prisão domiciliar, manter restrições menores ou agravar as medidas.
Antes da decisão, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a defesa devem se manifestar. A defesa pode pedir a prorrogação com base em problemas de saúde. Moraes também pode solicitar nova perícia médica.
Relatórios médicos semanais enviados ao Supremo apontam que, nos últimos dias, o ex-presidente sofreu uma piora considerável em crises de soluço crônico, necessitando de doses extras de medicamentos que atingiram o limite terapêutico de segurança
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e liderança de organização criminosa.
Fonte: R7
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste sábado (20) que o trabalhador brasileiro não tem mais dinheiro para comprar carne e que só “sobrou a linguiça”.
Flávio fez referência à promessa feita em 2022 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de reduzir os preços da picanha e da cerveja.
“Eu sei que tem muitos brasileiros que não podem fazer aquilo que eu mais amo, que é fazer um churrasco para assistir ao jogo do Brasil, porque não têm mais dinheiro para comprar carne. Tem que comprar frango. Sobrou uma linguiça para o povo brasileiro. Essa é a herança que esse governo está deixando”, disse.
A fala foi feita em tom de crítica ao cenário econômico e ao custo dos alimentos básicos no país.
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O Botafogo-PB venceu por 2 a 0 na noite deste sábado (21). No entanto, o resultado dentro de campo acabou sendo ofuscado por um episódio lamentável no Estádio Almeidão: torcedores do próprio clube se envolveram em uma briga nas arquibancadas.
As cenas de confusão chamaram a atenção do público e acabaram tirando o foco da vitória do time paraibano na partida.
O Botafogo-PB volta a campo na próxima terça-feira (30), às 20h30. O Belo encara o Brusque, no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

O Parque do Povo, na cidade de Campina Grande, será palco de mais uma noite do Maior São João do Mundo. Os cantores Amazan, Fernandinha, Samyra Show e Raphael Moura se apresentam neste domingo (21) no palco principal.
O São João 2026 acontece de 3 de junho a 5 de julho, somando 33 dias de programação. Esta é a 43ª edição da festa, que também marca os 40 anos do Parque do Povo.
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a expectativa é que mais de 3,52 milhões de pessoas passem pelo local durante o evento. A movimentação econômica deve ultrapassar R$ 800 milhões.

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), saiu em defesa de Neymar após críticas feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em publicação nas redes sociais, o parlamentar chamou o jogador de “craque” e afirmou que o governo está em “modo avião”.
“Neymar é craque e Lula é presidente turista. Só um deles tem espaço no coração do brasileiro e pode ter certeza: o Brasil está do lado e torcendo pelo Neymar Jr.”, escreveu.
No vídeo divulgado junto à publicação, Flávio disse que Neymar tem “origem humilde” e ajuda “milhões de famílias” por meio de projetos sociais. O senador também criticou as viagens do presidente.
“Difícil de defender é o Lula com seu mandato em modo avião. Sempre viajando, se hospedando em hotéis de luxo com a Janja”, afirmou.
A manifestação ocorreu após Lula comentar a lesão de Neymar antes de sua apresentação à seleção brasileira. Na ocasião, o presidente declarou que “Neymar é o primeiro convocado home office do mundo”.
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