
Na reta final do segundo turno das eleições municipais, o presidente Lula (PT) tem feito gestos a não petistas, a aliados desde antes da campanha eleitoral e também a segmentos como o dos evangélicos.
O movimento ocorre enquanto a cúpula da PT tece críticas a escolhas do partido na eleição e até ironiza a aliança com Guilherme Boulos (PSOL), em São Paulo, esse atrás nas pesquisas de intenção de voto.
O partido sofreu derrotas no primeiro turno, chegando ao comando de apenas 248 prefeituras até agora, e aguarda o resultado final para uma reflexão mais detalhada do cenário.
Lula, por outro lado, atua de forma mais pragmática, o que tem sido ecoado por aliados e se confirma em sua agenda. O presidente tem dito a interlocutores, desde o início do ano, que a prioridade na eleição municipal era não implodir pontes com aliados e manter a chamada “frente ampla” unida.
Esta foi uma das justificativas dadas, inclusive, para ele ter participado timidamente em campanhas no primeiro turno.
Follhapress



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