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O Blog do BG PB teve acesso à decisão da Justiça que mandou prender o Padre Egídio de Carvalho, ex-diretor de um dos hospitais filantrópicos mais importantes da Paraíba, o Padre Zé, em João Pessoa.
De acordo com os autos, as provas apontam para consideráveis indícios de aquisição de bebidas (espumantes, champagnes e vinhos), com recursos públicos destinados ao Instituto São José, após descobertas de anotações realizadas pela investigada Amanda Duarte, sob ordens do Padre Egídio.
Anotações encontradas num dos cadernos sob responsabilidade de Amanda indicam que ela transferiu valores para Vania Raimunda da Silva, funcionária da empresa Grand Cru Importadora Ltda, sediada em São Paulo, a exemplo da importância de R$ 16.800 mil reais, sendo esta informação encontrada no livro razão.
Após ser preso, Padre Egídio é levado para a Central de Polícia
Já no celular de Egídio de Carvalho Neto foi encontrado registro do contato telefônico/whatsapp de “Vania consultora de Vinhos”.
Há nos autos, ainda, nota fiscal de compra de vários vinhos, por parte do investigado Egídio de Carvalho Neto, junto à empresa Grand Cru Importadora LTDA, em 23 de junho de 2022, no valor total R$ 29 mil reais.
A atual gestão do Instituto São José conseguiu levantar que somente no ano de 2022 foram pagos a Vania Rodrigues, funcionária da Grande Cru, a somatória de R$ 109 mil reais e no ano de 2023, os valores giram em torno de R$ 10 mil reais).
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