
As rachaduras, acúmulo de lixo, falta de pintura, buracos nas proximidades, pichações, partes quebradas, além de ausência de manutenção e conservação, estão entre os principais problemas das balaustradas localizadas na Rua das Trincheiras, no bairro de Jaguaribe e na Praça Aristides Lobo, no Centro, ambas na cidade de João Pessoa.
Essa é a opinião dos moradores e pessoas que trabalham nas proximidades que também relatam
uma situação de abandono nestes locais. A balaustrada da Rua das Trincheiras, especificamente, foi construída no ano de 1918, pelo governo do então presidente do Estado, Francisco Camilo de Holanda. Dados da Prefeitura Municipal de João Pessoa(PMJP), apontam que o monumento é formado por
um conjunto arquitetônico de bancos antigos, além de um busto e do próprio mirante, ambientes que no século passado formavam um dos cartões-postais da capital.
Atualmente, a população pede uma revitalização desta área histórica, através de serviços como pintura e recuperação de bancos e meio-fio.
No Centro de João Pessoa, a Praça Aristides Lobo é delimitada por um conjunto arquitetônico entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa. Sua balaustrada foi construída pelo arquiteto Mario di Lascio, em 1917 e encontra-se na parte mais acidentada, delimitando na parte mais elevada o Grupo Escolar Dr. Thomás Mindello (Cearte) com as ruas Peregrino de Carvalho e a Rua da Areia.

O busto de Aristides Lobo – que dá o nome à praça – está no topo da escadaria. Na parte mais baixa, pode-se acessar o prédio do Comando Geral da Polícia Militar (antigo Tesouro Provincial) e a Avenida Guedes Pereira (antiga Rua do Fogo). Hoje, o entorno se encontra com vários danos ao patrimônio conforme revelam comerciantes da região.
Após as reclamações, a Diretoria de Planejamento e Empreendedorismo (Dipe) da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) de João Pessoa ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Blog do BG PB com União




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