O vereador Gabriel Monteiro (PL) teve o mandato cassado na Câmara do Rio nesta quinta-feira (18) por quebra de decoro parlamentar. Dos 50 votos possíveis, 48 foram pela cassação de Gabriel. Só Gabriel e o vereador Chagas Bola foram contrários.
A sessão que determinou a cassação do mandato do vereador Gabriel Monteiro, por quebra de decoro, teve início às 16h desta quinta-feira no plenário da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro e terminou às 22h23 com a votação e consequente cassação do mandato.
Gabriel Monteiro foi investigado no Conselho de Ética da Câmara por acusações de assédio sexual, forjar vídeos na internet e de estupro de vulnerável, por filmar relações com menor de idade, o que é crime previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Gabriel Monteiro já é réu na Justiça por isso.
A programação completa da Festa das Neves 2026, que comemora o aniversário da capital paraibana João Pessoa, foi divulgada nesta quarta-feira (14). O evento acontece de 26 de julho a 5 de agosto, e o destaque é para os shows gratuitos de Fábio Jr e Roupa Nova.
De acordo com a Prefeitura Municipal de João Pessoa, a programação terá shows no Parque da Lagoa e em outros pontos de João Pessoa, como na Praia de Tambaú. O evento terá missa, shows, apresentações de cultura popular, desfile de carros antigos, literatura de cordel e exposições.
Além dos shows musicais, a Tenda do Cordel estará aberta ao longo da Festa das Neves no Parque Solon de Lucena. Lugares como o Hotel Globo também vão receber atividades culturais, e no dia 5 de agosto o tradicional desfile de carros antigos vai passar pela cidade, a partir das 16h.
Programação das Festa das Neves 2026
Parque da Lagoa
Palco Principal
26 de julho
16h: Missa de abertura na Catedral Metropolitana de Nossa Senhora das Neves
Professor da UFCG demitido por assédio foi diácono e já respondeu a processo pelo mesmo crime. Reprodução / Diocese de Campina Grande
O professor Antônio Lisboa Leitão de Souza, demitido pelo Ministério da Educação (MEC) após a conclusão de um processo administrativo que apurou assédio sexual e moral contra estudantes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), também atua como diácono da Diocese de Campina Grande e já respondeu a um processo por assédio sexual em 2017.
Além da atuação na universidade, Antônio Lisboa foi ordenado diácono da Diocese de Campina Grande em 2015. Em maio de 2026, ele foi transferido da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário para a Paróquia de Nossa Senhora das Dores e São Lucas.
Professor respondeu a processo por assédio sexual em 2017
Antônio Lisboa respondeu por assédio sexual contra duas mulheres em 2017.
Na ocasião, ele foi beneficiado com a suspensão condicional do processo, medida em que o andamento da ação fica suspenso desde que o investigado cumpra as condições estabelecidas pela Justiça durante um período determinado.
De acordo com a sentença, ele cumpriu prestação de serviços à comunidade e compareceu regularmente à Justiça para comprovar o cumprimento das determinações.
Com o fim do período estabelecido e sem registro de descumprimento das condições, a Justiça declarou extinta a punibilidade e determinou o arquivamento do caso.
Entenda
A demissão de Antônio Lisboa Leitão de Souza foi determinada pelo Ministério da Educação (MEC) após a conclusão de um processo administrativo disciplinar. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na terça-feira (14).
De acordo com a portaria, o professor cometeu condutas de conotação sexual e assédio moral contra estudantes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), utilizando o cargo que ocupava na instituição.
A defesa de Antônio Lisboa informou que recebeu a decisão do MEC “com perplexidade” e afirmou que os pedidos apresentados durante o processo administrativo não foram analisados. Também declarou que o professor foi absolvido pela Justiça Criminal de Campina Grande em um processo relacionado aos mesmos fatos e que recorrerá à Justiça para tentar reverter a demissão.
A Assembleia Legislativa da Paraíba sancionou uma lei que obriga grandes empreendimentos do estado a oferecerem espaços para acolhimento, guarda, assistência e amamentação de filhos de trabalhadoras. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (15).
A norma, de autoria do deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos), vale para locais como shoppings, centros comerciais, supermercados, hipermercados, atacarejos e condomínios comerciais que tenham área construída a partir de 5 mil metros quadrados, circulação média diária de mil pessoas e pelo menos 30 trabalhadoras fixas.
Os espaços deverão contar com sala de amamentação, fraldário, berços, poltronas, lavatório, climatização e um profissional responsável pelo atendimento. Os estabelecimentos terão 90 dias para se adequar, e o descumprimento poderá gerar sanções previstas na legislação estadual e no Código de Defesa do Consumidor.
A primeira-dama Janja da Silva afirmou, durante entrevista ao podcast Frente a Frente, da Folha de S.Paulo e UOL, que as críticas sobre uma suposta fama de “gastadeira” durante viagens são resultado de “misoginia pura”.
Segundo Janja, os gastos atribuídos a ela muitas vezes incluem despesas de toda a comitiva e explicou que o uso de classe executiva ocorre por orientação da Polícia Federal, devido ao esquema de segurança.
Ela também disse que as críticas são uma forma de atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Faz parte da estratégia política da extrema direita, e isso eu não tenho como combater”, declarou.
A primeira-dama afirmou ainda que presta contas de suas atividades, que todas as viagens têm agenda de trabalho e defendeu a aprovação do projeto que criminaliza a misoginia, em análise na Câmara dos Deputados.
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra “empate técnico” entre aprovação e desaprovação do governo Lula (PT). Segundo o levantamento, 48% aprovam a gestão, 47% desaprovam e 5% não souberam ou não responderam.
A diferença entre aprovação e desaprovação caiu de nove pontos em abril para três em maio, um em junho e permaneceu a mesma em julho.
Veja os números
Desaprova o governo: 47% (eram 48% em junho, 49% em maio, 52% em abril e 51% em março);
Aprova: 48% (eram 47% em junho, 46% em maio, 43% em abril e 44% em março);
Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5% em junho, maio, abril e março).
A Quaest também questionou aos entrevistados como eles avaliam o trabalho que o presidente Lula está fazendo.
Positivo: 36% (eram 34% em junho, 34% em maio, 31% em abril e 31% em março);;
Negativo: 36% (eram 38% em junho, 39% em maio, 42% em abril e 43% em março);;
Regular: 26% (eram 26% em junho, 25% em maio, 26% em abril e 25% em março);;
Não sabe/não respondeu: 2% (eram 2% em junho, 2% em maio, 1% em abril e 1% em março).
Metodologia
O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR-07181/2026.
O preço do botijão de gás de 13 quilos pode variar até R$ 32 em João Pessoa, segundo pesquisa divulgada pelo Procon-JP nesta terça-feira (14). O levantamento foi realizado em 36 estabelecimentos de 32 bairros da capital.
No pagamento à vista, o botijão foi encontrado por R$ 92,99 no Alto do Mateus e por R$ 125 em Mandacaru, diferença de R$ 32. O preço médio na capital é de R$ 115,31.
Além do menor preço de R$ 92,99 no Alto do Mateus, o botijão também foi encontrado por R$ 108 no Cristo e por R$ 110 em Cruz das Armas, Torre e Mandacaru.
No pagamento com cartão, os preços variam entre R$ 97,99 e R$ 130, ambos no Alto do Mateus. O segundo menor valor foi registrado no Cristo, onde o botijão é vendido por R$ 110.
Preços do kit
O Procon-JP também pesquisou os preços do kit com botijão e recipiente. No pagamento à vista, os valores variam entre R$ 250, em Jaguaribe e Alto do Mateus, e R$ 340, nos Bancários. Também foram encontrados preços de R$ 260 no Castelo Branco e R$ 270 em Cruz das Armas.
No cartão, o kit custa entre R$ 250, no Alto do Mateus, e R$ 350, nos Bancários e Mandacaru. Outros menores preços foram registrados em Jaguaribe (R$ 260), Castelo Branco (R$ 270) e Cruz das Armas (R$ 280).
A defesa da Trump Media e da Rumble apresentou resposta ao pedido do governo brasileiro para extinguir a ação contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo a petição, os advogados afirmam que Moraes extrapolou suas atribuições ao tentar impor decisões judiciais brasileiras diretamente a empresas norte-americanas e, por isso, não teria direito à imunidade soberana.
Na manifestação, a defesa diz que o ministro agiu em caráter pessoal, e não em nome do Estado brasileiro, ao praticar atos ultra vires, termo jurídico usado para indicar condutas além da autoridade legal.
Os advogados também afirmam que a ação não é contra a República Federativa do Brasil, nem pede condenação do Tesouro Nacional, mas busca responsabilizar Moraes por atos considerados ilegais.
Outro ponto é que a Justiça da Flórida teria competência para julgar o caso, já que, segundo a defesa, Moraes direcionou ordens judiciais a empresas sediadas no Estado.
A petição ainda acusa o governo brasileiro de contradição. Segundo os advogados, o Brasil afirma que decisões judiciais “operam estritamente” no território nacional e “não exercem efeito extraterritorial”, mas, ao mesmo tempo, sustenta na Justiça dos EUA que essas decisões podem produzir efeitos diretos sobre empresas sediadas no país.
Por fim, a defesa pede que a Justiça norte-americana rejeite o pedido da Advocacia-Geral da União para extinguir a ação e mantenha o processo em andamento. A Trump Media e a Rumble abriram a ação para contestar decisões de Moraes sobre remoção de conteúdos e bloqueio de perfis em redes sociais.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil protocolou um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pedindo que seja assegurada a comunicação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.
O pedido considera que o senador tem direito a se comunicar com o ex-presidente por ser seu advogado e que essa comunicação é indispensável ao exercício da natureza técnica da advocacia
O documento foi apresentado após representação encaminhada pelo advogado Flávio Bolsonaro à Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas. Nesta segunda-feira (13), Moraes ordenou a suspensão de visitas de Flávio a Jair, após o senador divulgar em redes sociais uma carta do ex-presidente.
A divulgação, feita no sábado (11) representa, para o ministro do STF, desrespeito a determinação de afastamento de Jair Bolsonaro das redes sociais e desvio de finalidade no exercício do direito de visita.
Segundo a OAB, a manifestação tem caráter técnico e exclusivamente institucional e não ingressa no mérito da decisão judicial nem das circunstâncias que a motivaram. O objetivo, informa a OAB, é o de “assegurar o exercício da defesa técnica, em observância às prerrogativas da advocacia previstas no Estatuto da Advocacia”.
“A OAB está à disposição para defender as prerrogativas profissionais de todas as advogadas e de todos os advogados do país, independentemente de quem eles representem ou de qualquer circunstância relacionada ao caso concreto. Trata-se de assegurar direitos previstos em lei e indispensáveis ao pleno exercício da advocacia”, afirmou via assessoria o procurador nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB, Alex Sarkis.
O ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestou sobre o ofício da OAB. Em sua decisão na segunda-feira, o ministro também determinou que o caso seja enviado ao Ministério Público Eleitoral para ciência e adoção das medidas cabíveis em função do período eleitoral.
No ano passado, Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista. Após passar por cirurgia, obteve autorização judicial para cumprir a pena em prisão domiciliar.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, anunciou nesta terça-feira (14) a intenção de criar um selo de acurácia eleitoral para premiar os institutos de pesquisa que mais acertarem os resultados das eleições.
A minuta com a proposta de premiação foi apresentada em reunião com 16 institutos de pesquisa no TSE.
Participaram:
Instituto Apex Partners
Intituto AtlasIntel
Instituto DataFolha
Intituto Data Povo
Instituto Data Tempo
Instituto Direto ao Ponto
Instituto Ipos-Ipec
Instituto Quaest
Instituto MDA Pesquisa
Instituto Ipespe
Instituto Nexus
Instito Paraná Pesquisas
Instituto de Pesquisas Perfil
Instituto Poderdata
Insituto Real Time Big Data
Instituto Vox Brasil
“É chegado o momento da Justiça Eleitoral laurear as empresas que a cada ciclo dedicam os seus maiores esforços em favor da democracia. Essa iniciativa destina-se ao reconhecimento das entidades cuja estimativas apresentem o maior grau de aderência dos resultados oficiais das eleições”, disse o ministro.
Os institutos de pesquisa terão até sexta-feira (17) para enviar contribuições sobre a proposta. Essas contribuições, de acordo com o presidente do TSE, servirão para a definição dos critérios de escolha dos ganhadores da premiação.
Segundo Kassio Nunes Marques, as pesquisas eleitorais ocupam posição de relevância no debate público. “O eleitorado brasileiro atribui significativo valor às informações por elas produzidas, que se consolidaram como sustentáculo na compreensão da dinâmica eleitoral, possuindo impacto efetivo no engajamento desse processo”, acrescentou o ministro.
“Em um cenário de constante evolução das metodologias de coleta de dados, dos hábitos de comunicação da sociedade e das formas de interação entre os eleitores, o aprimoramento permanente das pesquisas constitui desafio compartilhado por toda a comunidade científica e pelas instituições que atuam no processo democrático”, disse o ministro.
Justiça da Paraíba manda empresa de bets suspender plataformas de apostas em território nacional — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
O juiz João Lucas Souto Gil Messias, da Vara da Infância e Juventude de Campina Grande, mandou a empresa de bets PixBet suspender todas as plataformas de apostas on-line em território nacional, em caráter liminar, por considerar que os mecanismos atuais não impedem o acesso de menores de idade.
De acordo com a decisão, a suspensão deve acontecer em até 48 horas sob pena de multa diária de R$ 100 mil até que a empresa regularize os mecanismos de barrar os sites para menores de idade.
A suspensão é válida para todo o território nacional e também para plataformas que são de propriedade da Pixbet, como a Flabet e a Bet da Sorte
Entre as medidas impostas pela Justiça para a regularização e retomada das plataformas estão:
reconhecimento facial com prova de vida a cada acesso e a cada operação financeira;
verificação biométrica cruzada com bases oficiais;
bloqueio automático de cadastros realizados com CPF de menores.
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