A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) tem 18 professores entre os pesquisadores que integram o grupo dos 2% mais influentes do mundo em 2025, segundo ranking elaborado pela Elsevier em parceria com a Universidade de Stanford. A lista considera indicadores relacionados ao impacto da produção científica, como o número de citações de trabalhos publicados na base de dados Scopus.
O levantamento leva em conta as citações recebidas pelos pesquisadores ao longo do ano anterior e aplica ponderações de acordo com a participação dos autores nas publicações, considerando, por exemplo, a posição ocupada como primeiro ou segundo autor e o número de coautores.
Os 18 professores da UFPB aparecem na relação em ordem alfabética:
- Celso Augusto Guimarães Santos
- Cláudio Furtado
- Damião Pergentino de Sousa
- Dionísio Bazeia
- Elcio Abdalla
- Eugênio Bezerra de Mello
- Evandro Leite de Souza
- Felipe Vigolvino Lopes
- João Marcos do Ó
- José Maria Barbosa Filho
- Knut Bakke
- Luciana Scotti
- Marciane Magnani
- Marcus T. Scotti
- Mário César Ugulino Araújo
- Medeiros, E. S.
- Moura, Mario R.
- Valdir Barbosa Bezerra
Professor da UFPB está no ranking desde 2020
Entre os pesquisadores da universidade está José Maria Barbosa Filho, professor do Departamento de Ciências Farmacêuticas. Ele aparece no ranking de forma consecutiva desde 2020.
Para o professor, a presença contínua na lista representa um estímulo para ampliar colaborações e fortalecer projetos de pesquisa.
“Mais do que um título, estar no ranking representa para mim o compromisso com a pesquisa de qualidade, o impacto acumulado ao longo da carreira e a oportunidade de conectar a UFPB ao cenário científico mundial”, afirmou.
Ranking
Apesar de utilizar indicadores de produção e impacto científico, o levantamento também apresenta limitações relacionadas à forma como a produção acadêmica é registrada e contabilizada.
A base Scopus, utilizada para a elaboração do ranking, possui menor representação das áreas de ciências humanas e sociais. Entre os fatores apontados estão a maior presença de periódicos internacionais publicados em inglês e de publicações vinculadas a grandes editoras comerciais.
O modelo também tende a favorecer áreas nas quais há maior frequência de publicação e volume de citações, como ciências exatas, biomédicas e tecnológicas.
Nas ciências humanas, parte significativa da produção acadêmica é publicada em português, em capítulos de livros ou em periódicos nacionais. Esses formatos, segundo a UFPB, nem sempre recebem o mesmo peso nos indicadores utilizados pelo levantamento.
Dessa forma, o ranking oferece uma perspectiva sobre o impacto científico dos pesquisadores a partir dos critérios utilizados pela base Scopus, mas não representa, isoladamente, toda a produção ou a relevância acadêmica das diferentes áreas do conhecimento.
BANDIDO BOM É BANDIDO *MORTO*……