
A chegada assombrosa da variante ômicron ao cenário caótico da pandemia nos faz sonhar novamente com a perspectiva de imunidade coletiva, mas especialistas alertam que ainda é muito cedo para conclusões.
O ministro da Saúde da França, Olivier Veran, ousou declarar no fim de semana que “esta quinta onda pode ser a última”, devido à velocidade com que a ômicron, uma variante altamente contagiosa do coronavírus, está se espalhando, de forma aparentemente menos perigosa.
A imunidade natural, junto com o efeito das vacinas, proporcionaria uma fase muito menos severa da pandemia global. “Há esperança”, diz o epidemiologista Arnaud Fontanet. “O Sars-CoV-2 poderia se juntar a outros coronavírus humanos que causam resfriados e dor de garganta a cada inverno”, explica ele
“Ainda não estamos próximos. Podemos prever que novas variantes vão aparecer, mas nossa imunidade será fortalecida com o tempo, seja por infecção natural ou com doses de reforço da vacina”, indica.
UOL


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