
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, enviou uma carta à Administração Geral da Alfândegas da China (GACC), na semana passada, colocando-se à disposição para tratar pessoalmente da demora na retomada das importações de carne bovina pelo país asiático. Embora a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) tenha mantido, há mais de um mês, o status do Brasil de país com “risco insignificante” para Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida por mal da vaca louca, o país asiático continua sem comprar o produto brasileiro.
Com a carta, a ministra sinalizou que irá até Pequim, se necessário, para convencer as autoridades sanitárias chinesas de que não há razão para que as exportações do Brasil continuem suspensas.
A China é um dos maiores compradores de carne bovina brasileira. Os embarques para aquele país somaram US$ 4 bilhões em 2020 e este ano, até setembro, as vendas estavam em US$ 3,8 bilhões.
O Globo



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